O ano mal começou e muitas famílias já precisam se preocupar com a compra do material escolar.
Esse é um item que sempre onera o orçamento e requer atenção, devido à diferença de valores dos artigos exigidos nas listas e à quantidade e características do que é solicitado pelas escolas.
Nesse sentido, o Ministério Público do Paraná dá algumas orientações sobre o tema e alerta, principalmente, para a necessidade da pesquisa de preços.
Em Curitiba, por exemplo, o Procon-PR encontrou diferenças de valores de mais de 200% entre quatro estabelecimentos da capital, em pesquisa realizada nos dias 10 e 11 deste mês. Ao todo, foram pesquisados cerca de 300 itens, sendo consideradas, para o levantamento, marcas pré-definidas. “É por esse motivo que os pais devem pesquisar muito antes de comprar o material escolar e observar tanto o preço do que é comercializado na escola como nas papelarias”, afirma o procurador de Justiça Ciro Expedito Scheraiber, coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça (Caop) de Defesa do Consumidor e da Ordem Econômica do MPPR. O mesmo pode ser dito quanto à compra de uniformes.
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Para cortar gastos, Scheraiber também sugere o reaproveitamento de itens que restaram do ano anterior, como lápis, borrachas, réguas e cadernos, a aquisição de materiais em grande quantidade e a formação de grupos para realizar compras coletivas, com o objetivo de negociar custos mais baixos. A troca de livros entre alunos de anos diferentes e a compra em sebos também são boas opções para economizar, segundo o procurador de Justiça, que também recomenda aos pais consultarem as pesquisas de preços realizadas todos os anos pelo Procon.
É importante destacar ainda que, se a opção do consumidor for comprar pela internet, a pesquisa de preços também deve ser feita, conforme orienta o órgão de defesa do consumidor. O comprador não deve se esquecer de imprimir o comprovante com a descrição do pedido e solicitar um e-mail de confirmação, que deve conter a data de entrega do produto. Sites que não disponibilizam telefone, endereço e CNPJ devem ser evitados. Como acontece com as demais compras efetuadas fora de estabelecimentos comerciais (catálogo, telefone, porta a porta etc), pela internet, o consumidor tem um prazo de sete dias após o recebimento da mercadoria ou da assinatura do contrato de serviço para desistir do produto. Além disso, todos os valores pagos devem ser restituídos, inclusive o frete.
Itens proibidos – Os pais também devem ficar atentos aos itens que não podem ser pedidos na lista e muitas vezes são cobrados pelas escolas. É o caso de materiais de uso coletivo dos estudantes ou da instituição, necessários à prestação dos serviços educacionais contratados, como giz, canetas para quadro branco, apagadores, material de limpeza e de higiene, dentre outros. Caso a exigência seja feita, o procurador de Justiça aconselha os pais a buscarem o diálogo com a unidade de ensino para que os itens proibidos sejam retirados da lista. “Caso não sejam atendidos, devem simplesmente não adquiri-los e, em caso de conduta abusiva da instituição, os pais devem procurar o Procon ou o Ministério Público, que irão adotar as medidas necessárias.” A proibição de materiais de uso coletivo nas listas é prevista pela Lei Estadual nº 17.322/2012.
Outra conduta não permitida é a cobrança de taxa de material escolar. Segundo Ciro Scheraiber, é obrigação da escola fornecer as listas aos pais para que possam comparar preços e escolher o estabelecimento em que irão adquirir os produtos. A indicação de marcas específicas também é uma prática comercial abusiva, já que vai contra os princípios da livre concorrência e da livre escolha do consumidor. “Por isso, é ilegal dar preferência a marcas ou modelos de qualquer artigo do material escolar, com exceção dos livros didáticos ou paradidáticos”, salienta o procurador de Justiça.
As escolas também não podem obrigar que os pais comprem todo o material de uma única vez. Os itens devem ser entregues na medida e no tempo em que serão utilizados pelos alunos. Conforme destaca Scheraiber, “o consumidor tem o direito de entregar o material escolar no transcorrer do ano letivo, conforme a necessidade pedagógica indicada. Isso também ameniza o impacto financeiro no orçamento dos pais no início do ano letivo”.
O Procon complementa que, sempre que houver dúvida, os pais devem procurar as escolas, buscando saber em quais atividades pedagógicas o material pedido será utilizado. Além disso, devem também acompanhar, durante o período letivo, a utilização dos objetos nas mais diversas atividades realizadas pelos seus filhos. Artigos que não tenham sido utilizados pelo aluno devem ser devolvidos.
Orientações do Procon – Confira, abaixo, outras dicas do Procon do Paraná que podem ser úteis no momento da compra do material escolar:
- Na hora da aquisição, vale fazer uma pesquisa de preços. Se a compra for a prazo, verifique a taxa de juros. Se for à vista, peça desconto, e, nas promoções, verifique a veracidade da oferta.
- Quando a compra for realizada com cheques pré-datados, essa modalidade de pagamento deve ser especificada na nota fiscal. Essa é uma forma de o consumidor garantir o depósito na data prometida pela loja.
- Em caso de defeito em cadernos, canetas, livros, mochilas e outras mercadorias, o Código de Defesa do Consumidor garante os direitos do comprador, mesmo quando o produto é importado. O prazo para reclamar defeitos em produtos não duráveis é de 30 dias após a aquisição e para os produtos duráveis é de 90 dias.
- Na aquisição de colas, tintas, pincéis atômicos, fitas adesivas e materiais semelhantes, o consumidor deve observar se as embalagens contêm as informações básicas, em língua portuguesa, a respeito do fabricante, importador, composição, peso, prazo de validade e se o produto apresenta algum perigo ao consumidor.
- A nota fiscal deve ser sempre exigida, pois é documento indispensável nos casos em que há problemas com as mercadorias.
Por assessoria
Apesar de se usar a toalha para limpar o corpo logo após o banho, com o passar do tempo, ela vai acumulando pele morta e bactérias.
Segundo o site VivaBem, do UOL, o ideal mesmo é lavar a toalha uma vez por semana. Ao não ser que você tenha alguma doença transmitida por fezes e urina. Nesse caso, é necessário lavar todo os dias.
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É recomendado também, de acordo com o site, deixar a toalha em um lugar arejado para secar mais rápido e para evitar a proliferação de bactérias e fungos. Também não é recomendado trocar a toalha com outras pessoas.
Educar uma criança não é uma tarefa fácil. Por mais que sejam os livros teóricos sobre o tema e sobre o comportamento dos mais novos, a prática fica quase sempre aquém do que vem escrito em obras.
Apesar da bibliografia ser sempre uma ajuda bastante prática – mais não seja para detectar erros -, a verdade é que a boa educação de uma criança depende, claro, da criança em si, mas também dos seus progenitores e da forma como se veem.
Ser um bom pai ou uma boa mãe é algo difícil de definir, mas a base é uma certeza. Pelo menos para a ciência.
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Baseando-se nos pioneiros da educação infantil na Espanha, os cientistas Elisabeth Fodor e Montserrat Morán – que tanto defendem a importância dos progenitores trabalharem na própria atitude -, a influenciadora espanhola Pilar Jericó assina um artigo no "El País" em que lista aqueles que são os melhores conselhos para os pais terem em conta.
E tudo começa com o auto-conhecimento. Diz Jericó que os pais devem conhecer-se a si mesmos, refletir sobre os seus atos e sobre os próprios pensamentos, pois só assim é possível decifrar alguns comportamentos padrão das crianças, encontrando a melhor forma de os solucionar.
Dar prioridade à ternura – seja consigo mesmo ou com a criança – é o segundo conselho com base científica que a também empresária dá, explicando ainda a importância de deixar todo e quaisquer julgamento de lado. Aqui, Jericó refere-se à necessidade dos pais pararem de comparar os seus filhos com outras crianças ou com as crianças que foram, mas não só: devem também travar as altas expectativas.
Ser um bom pai e uma boa mãe requer ainda dar tempo ao tempo e, em particular, dar tempo à criança, priorizando os momentos em conjunto e em família, em prol de qualquer situação de isolamento na carona de um dispositivo móvel. Mas se importa passar mais tempo em família, importa também dar mais atenção à mesma, incluindo-se aqui às confusas e constantes conversas que as crianças têm. Na prática, diz o "El País", os pais devem mostrar interesse no que as crianças dizem, estimulando-lhes a conversa.
O positivismo deve ser sempre a palavra de ordem dentro e fora de casa, cabendo aos pais estimular o lado mais otimista das crianças, não rejeitando – nem desvalorizando – a tristeza e a irritação que elas possam sentir. O ideal é fazer do otimismo o ponto de atuação e dar a devida importância ao pessimismo e à tristeza, mostrando à criança que são sentimentos necessários para o seu desenvolvimento pessoal e social.
Por fim, mas não menos importante, Jericó escreve no "El País", no seu suplemento ‘Laboratório de Felicidade’, que os pais devem ensinar as crianças a serem resilientes, isto é, a valorizarem as adversidades e a procurarem a melhor forma de as ultrapassar. A aprendizagem é fundamental e depende, muitas vezes, dos exemplos dados pelos pais no dia a dia.
Quer aprender a fazer uma mousse de chocolate leve e saudável, sem ovos nem açúcar refinado?
Esta receita da colunista Mafalda Mouta, do site NIT, explica como preparar essa sobremesa com uma base de chocolate negro e iogurte grego. Veja:
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Ingredientes
— 100 gramas de chocolate negro;
— Duas colheres de sopa de xarope de agave ou mel;
— Uma pitada de baunilha crua em pó (opcional);
— 500 mililitros de iogurte grego;
— 150 mililitros de leite (qualquer leite da sua preferência, animal ou vegetal).
Modo de preparação: Coloque o chocolate partido em pedaços e o leite numa panela, para que o chocolate derreta, em fogo brando. Assim que o chocolate estiver derretido, adicione o xarope de agave (ou mel) e a baunilha e mexa bem. Desligue e deixe esfriar.
Numa taça grande, coloque o iogurte grego e junte o preparado anterior, mexendo bem até obter uma mistura homogênea. Distribua em taças e leve ao frigorífico durante duas horas. Antes de servir, pode decorar as taças com uma colherada de iogurte grego e framboesas ou morangos.
Imagens estão sempre sujeitas a diferentes interpretações.
Os emojis também passam por isso, e muitos usuários os utilizam com um significado diferente do que foi pensado pelos desenvolvedores.
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Acontece que alguns emojis, que foram pensados de forma "inocente", ganharam duplo sentido - inclusive conotações sexuais.
Foi pensando nisso que o site 'Techtudo' apresentou os sentidos "escondidos" de certos emojis - para que você não mande sem saber o que realmente pode significar:
1. Pêssego
Depois que a celebridade Kim Kardashian postou uma foto no Snapchat em que usava um vestido da mesma cor do emoji, o desenho do pêssego virou sinônimo de "bumbum".
2. Berinjela e banana
Fique ligado, pois o simples desenho do legume e da fruta muitas vezes representa os órgãos genitais masculinos.
3. Lua
Acredite se quiser: o emoji de lua cheia pode ser associado a uma proposta sexual - ou, pelo menos, é o que garante uma corrente de WhatsApp.
José Bonifácio de Oliveira, o Boninho, usou seu perfil no Twitter na noite da última segunda dia 15, para revelar que um dos confinados para o “Big Brother Brasil 18”, da TV Globo, teve um surto e desistiu de participar do programa.
Faltando menos de uma semana para a estreia do reality show, o diretor da atração disse – sem revelar se o desistente é homem ou mulher – que o concorrente ao prêmio de R$ 1,5 milhão estava no hotel com os demais participantes, pediu para sair, e já foi substituído por outras duas pessoas.
“Olha que loucura. Você é escolhido para o ‘BBB’, faz teste, inscrição, passa por tudo. Aí, surta, vai para a descompressão e pede para sair. Gente, não é a primeira vez. Hoje perdemos um. Mas já botamos dois para substituir”, escreveu.
Boninho destacou ainda que quem costuma desistir do programa a essa altura tem sua identidade preservada e não conta como uma etapa do jogo.
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“Nosso lado: todos que desistiram nessa fase foram “esquecidos”. Protegidos. Temos o respeito da escolha. Não consideramos desistência. ‘BBB’ é power, quando você realiza, pode ‘freek out’, ‘super natural’, ‘faz parte’”, completou.
A 18ª edição do “Big Brother Brasil” estreia na próxima segunda dia 22. (Com Catraca Livre)