Fórum Nacional do Leite debate perspectivas para o setor

As perspectivas para o setor leiteiro estão sendo discutidas em Brasília por produtores, representantes da agroindústria e autoridades da área na primeira edição do Fórum Nacional do Leite. 

Organizada pela Associação Brasileira de Produtores de Leite (Abraleite) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e com apoio do Banco do Brasil, o evento termina nesta quarta-feira (13).

A abertura do encontro teve a presença dos ministros da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes; e do Meio Ambiente, Joaquim Leite; e do presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Carlos Melles.

Montes destacou os números do setor leiteiro, dizendo que o setor tem grande importância econômica e social para o Brasil. De acordo com o ministro, atualmente, o Brasil é o terceiro produtor mundial de leite, com mais de 35 bilhões de litros por ano. O setor emprega cerca de 4 milhões de pessoas em 98% das cidades brasileiras, disse o ministro.

Além dos debates, o evento tem exposições de produtores de leite e de queijos artesanais. O presidente do Sebrae enfatizou a evolução do Brasil na produção de queijo. O país é o quinto produtor mundial e tem cinco indicações geográficas registradas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial: queijo canastra (MG), queijo de Campos de Cima da Serra (SC e RS), queijo da Colônia Witmarsum (PR), queijo de Marajó (PA) e queijo do Serro (MG).

“Noventa por cento dos produtores de leite têm até 100 animais em suas fazendas. Nossos queijos artesanais são uma marca registrada brasileira, como o queijo da Canastra, reconhecido como um dos melhores do mundo em diversas premiações”, declarou.

O 1º Fórum Nacional do Leite ocorre na sede do Sebrae Nacional, em Brasília.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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Modalidades saque e troco do Pix movimentaram R$ 122,1 milhões

Em quase oito meses de existência, as modalidades Pix Saque e Pix Troco movimentaram R$ 112,1 milhões, divulgou hoje (12) o Banco Central (BC).

O órgão passou a apresentar estatísticas mensais de uso dessas funcionalidades do Pix após o fim da greve de seus servidores que durou três meses.

A utilização desse meio de pagamento vem aumentando mês a mês, desde o lançamento, no fim de novembro do ano passado. Em dezembro, primeiro mês da série histórica, os correntistas retiraram R$ 442,13 mil por meio do Pix Saque e R$ 26,21 mil por meio do Pix Troco. Em junho, os montantes saltaram para R$ 31,03 milhões pelo Pix Saque e para R$ 321,5 mil pelo Pix Troco.

O aumento também pode ser notado pelo número de transações. Em dezembro, foram feitas 3.588 retiradas pelo Pix Saque e apenas 293 pelo Pix Troco. Em junho, o número subiu para 223.423 operações pelo Pix Saque e 2.693 pelo Pix Troco.

Apesar da evolução, as duas modalidades ainda são pouco utilizadas em comparação ao volume total de transferências via Pix. Em junho, o sistema de pagamento instantâneo movimentou R$ 772,735 bilhões, em 1,634 bilhão de transações. Desde a criação do Pix, em novembro de 2020, R$ 17,537 trilhões foram movimentados nessa modalidade de transferência.

Histórico

As duas ferramentas foram lançadas em 29 de novembro de 2021. Essas modalidades permitem o saque em espécie e a obtenção de troco em estabelecimentos comerciais e outros lugares de circulação pública.

No Pix Saque, o cliente pode fazer saques em qualquer ponto que ofertar o serviço, como comércios e caixas eletrônicos, tanto em terminais compartilhados como da própria instituição financeira. Nessa modalidade, o correntista aponta a câmera do celular para um código QR (versão avançada do código de barras), faz um Pix para o estabelecimento ou para a instituição financeira e retira o dinheiro na boca do caixa.

O Pix Troco permite o saque durante o pagamento de uma compra. O cliente faz um Pix equivalente à soma da compra e do saque e recebe a diferença como troco em espécie. O extrato do cliente especifica a parcela destinada à compra e a quantia sacada como troco.

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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Senado pode aprovar medida que libera R$ 1,2 bi para agricultores familiares

O plenário do Senado pode votar nesta quarta-feira (13) a medida provisória 1.111/2022, que libera R$ 1,2 bilhão para o programa Agropecuária Sustentável.

O objetivo será compensar perdas de agricultores familiares atingidos pela seca em quatro estados: Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Uma vez liberados, os recursos vão atender produtores de municípios que decretaram estado de emergência ou calamidade nos quatro estados em questão. O dinheiro será aplicado no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

De acordo com o Ministério da Economia, os níveis de chuva na safra 2021/2022 ficaram abaixo da média histórica. O poder Executivo vai conceder descontos de até 58,5% nas parcelas de financiamentos contratados pelos agricultores no âmbito do Pronaf, com vencimento de 1º de janeiro a 30 de junho.

Agricultores familiares que poderão ser atendidos

A condição para o recebimento é que os agricultores familiares não sejam cobertos pelo Proagro ou pelo Seguro Rural. Ainda segundo o Ministério da Economia, o crédito extraordinário não será sujeito ao teto de gastos.

Microcrédito para empreendedores

Os senadores não devem avaliar apenas propostas sobre benefícios a agricultores familiares. Isso porque a MP de número 1.107/2022, que cria o Programa de Simplificação do Microcrédito Digital para Empreendedores (SIM Digital) também está na pauta do Senado Federal.

O texto aprovado na Câmara dos Deputados aumentou o valor dos empréstimos que poderão ser obtidos para R$ 1,5 mil, no caso de pessoas físicas, ou R$ 4,5 mil, para microempreendedores individuais (MEI). No texto original, os valores eram de R$ 1 mil e R$ 3 mil.

A MP também autoriza o uso de R$ 3 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para garantir operações de microcrédito e muda normas sobre infrações por falta de recolhimento de valores ao fundo pelas empresas. Uma emenda da Câmara ainda aumenta o prazo máximo de empréstimos imobiliários financiados pelo FGTS de 30 anos para 35 anos.

A expectativa do governo é que o SIM Digital beneficie um total de 4,5 milhões de empreendedores. Até junho deste ano, a Caixa Econômica Federal tinha concedido o crédito a mais de 3 milhões de pessoas com essa garantia.

 

 

 

 

 

 

Por - Canal Rural

Ex-juiz Sergio Moro marca coletiva para anunciar pré-candidatura pelo União Brasil, mas não informa cargo

O ex-juiz federal e ex-ministro Sergio Moro marcou uma coletiva de imprensa para a manhã desta terça-feira (12) para anunciar a pré-candidatura dele nas Eleições de 2022, pelo União Brasil.

A assessoria de Moro ainda não confirma para qual cargo ele deve se candidatar. O anúncio vai ser feito em um hotel de Curitiba, por volta das 11h.

Indefinição do cargo

Em junho, Moro fez uma outra coletiva para tratar da candidatura, mas na ocasião disse somente que pretendia percorrer o estado do Paraná antes de definir o cargo.

O ex-juiz teve a transferência de domicílio eleitoral negada pelo TRE de São Paulo, que entendeu que Moro, que é do Paraná, não tem vínculo com o estado paulista.

Sem poder concorrer ao Senado ou a deputado federal por São Paulo, como pretendia incialmente, bem como qualquer outro cargo nas eleições deste ano por SP, o ex-ministro de Bolsonaro passou a mirar uma vaga ao Senado ou à Câmara pelo Paraná, estado de origem dele.

Caso se concretize o cenário de disputa ao Senado, ele pode concorrer a uma vaga junto ao senador Álvaro Dias, um dos "padrinhos" do ex-juiz na ideia de lançá-lo à presidência pelo Podemos.

Isso porque, depois da filiação ao Podemos em novembro do último ano, Moro deixou a legenda e entrou para o União Brasil, partido que escolheu Luciano Bívar como pré-candidato à presidência.

Ainda em junho, ao ser questionado sobre a relação com Dias e a possível disputa entre os dois por um cargo no Senado, Moro classificou a situação como prematura: "O senador Alvaro Dias é uma pessoa que eu respeito. Tampouco ele está decidido se vai ou não concorrer ao Senado. Então, acho prematuro".

Também no mês passado, Moro disse que não deve entrar em conflito com o ex-coordenador da Lava Jato no Paraná, Deltan Dallagnol (Podemos), caso os dois concorram ao cargo de deputado federal.

Moro e Dallagnol são considerados pertencentes a um mesmo nicho, com convivência de anos nas ações da Operação Lava Jato.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - G1

Acordo entre BNDES e Sebrae cria fundo para pequenos negócios

O Banco Nacional Econômico e Social (BNDES) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) firmam hoje (12) um acordo de cooperação técnica para a criação de um fundo garantidor voltado exclusivamente para operações de crédito envolvendo microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte.

Espera-se que diversas instituições financeiras atuem como parceiras da iniciativa. A expectativa é que os financiamentos alavanquem inicialmente cerca de R$ 4,5 bilhões, podendo chegar a até R$ 15 bilhões.

Os fundos garantidores são criados para reduzir o risco das operações de crédito das instituições financeiras. Nomeado de BNDES FGI Sebrae, o novo fundo deve estar disponível em todo o país a partir dezembro de 2022. Conforme o acordo, BNDES e Sebrae irão aportar, a princípio, R$ 150 milhões cada um. Esse valor pode ser ampliado para R$ 500 milhões. 

O acordo prevê ainda outros serviços. Microempreendedores individuais e empresários de micro e pequenas empresas poderão receber orientação do Sebrae, por meio do programa Crédito Assistido. A iniciativa envolve acesso a diagnósticos, ferramentas digitais, conteúdos, capacitações e consultorias com o objetivo de reduzir os riscos de inadimplência e ampliar a sustentabilidade financeira dos negócios.

Já o BNDES disponibilizará sua plataforma de gestão para operacionalização do novo fundo. Trata-se de um sistema totalmente digital utilizado por dezenas de instituições financeiras parcerias, pelo qual já se viabilizou mais de R$ 100 bilhões em operações de crédito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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