Prouni 2026: prazo para entrega de documentos termina nesta sexta

Os pré-selecionados da segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) do primeiro semestre de 2026 devem entregar a documentação que comprove as informações prestadas no momento da inscrição, diretamente na instituição privada de educação superior em que foram selecionados até esta sexta-feira (13).

O estudante pode comparecer à faculdade privada para entregar a documentação ou encaminhá-la virtualmente, por meio eletrônico disponibilizado pela instituição.

O resultado da segunda chamada foi divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) no dia 2 de março, e pode ser acessado o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na aba do Prouni.

A iniciativa federal oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50% do valor da mensalidade do curso) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas.

Certificação 

Para os candidatos com 18 anos ou mais que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2025 e precisam do certificado de conclusão do Ensino Médio, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou um novo sistema que emite o comprovante de conclusão da educação básica.

Entre as exigências, é preciso ter alcançado 450 pontos em cada área do conhecimento do Enem 2025, além de ter obtido 500 pontos na redação.  

Bolsas de estudo

Neste ano, estão sendo ofertadas 595.374 bolsas, em 895 cursos de 1.046 instituições privadas de ensino superior de todo o país.

O MEC comemora que a edição de 2026 é a maior da história do Prouni, com 22 anos de existência.

O requisito para ter a bolsa integral do programa é comprovar a renda familiar menor ou igual a um salário-mínimo e meio por pessoa. Para a bolsa parcial (50%), a renda familiar não pode ultrapassar três salários-mínimos por pessoa.

Lista de espera

Quem está de olho nas vagas remanescentes e não foi selecionado na primeira e segunda chamadas, deverá manifestar interesse em participar da lista de espera do Prouni, nos dias 25 e 26 de março de 2026, também, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

Todas as informações sobre as regras do processo seletivo estão no Edital nº 2/2026.

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

 Educação midiática: mapa revela projetos de conscientização pelo país

Na hora do intervalo ou em trabalhos durante as aulas da escola municipal Josué de Castro, na área rural de Theobroma (RO), a comunicação ganhou novo sentido. Isso porque um estúdio improvisado de rádio, com dois microfones e outros equipamentos, tem feito com que crianças e adolescentes olhem a Amazônia, onde moram, de outra forma. 

O projeto de educação midiática, que existe há pouco mais de dois anos, faz com que das quatro caixas de som do pátio da escola, os estudantes possam se informar e reconhecer, em alto e bom som, temas como sustentabilidade, educação e saúde.

Inscrições de novos projetos

Projetos como o “Rádio na Escola”, da escola do interior de Rondônia, estão no Mapa Brasileiro da Educação Midiática que reúne até agora 226 iniciativas. O mapa é uma iniciativa da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), com apoio do governo do Reino Unido no Brasil, parceria técnica do Porvir (portal de inovação educacional) e cooperação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco Brasil).  

Até 16 de março, estão abertas as inscrições para a inclusão de novas experiências e recursos que promovam o uso crítico, responsável e criativo das mídias em diferentes contextos educativos.

Mobilização

No caso da escola de Theobroma (RO), de acordo com o diretor da unidade, Elias Bastos, o rádio é aplicado da pré-escola até o nono ano do ensino fundamental. 

Ele explica que as gravações feitas pelos próprios alunos, sob orientação dos professores, têm conseguido retornos até das famílias dos estudantes, em assuntos como a poluição da nascente do Rio São João.

“Eles já entenderam que é importante conservar a natureza que nos cerca”.  O projeto tem finalidade também de combater desinformação e boatos.

A escola, de 183 alunos, fica no interior de um assentamento do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, batizado de “Antônio Conselheiro” (liderança popular na guerra de Canudos).

“Pelo rádio, temos falado também de como evitar a proliferação da dengue e os riscos da evasão escolar”, diz o professor, que mora na área urbana, a cerca de 47 quilômetros de distância (ou mais de uma hora de viagem em estrada sem asfaltamento”.

Os resultados da iniciativa escolar têm animado os docentes a seguir viagem.

Contra fake news

As inscrições para integrar o mapa de educação midiática são feitas por um formulário online e analisadas pela equipe técnica do projeto. A nova edição do mapa está prevista para junho. Para participar dessa consolidação nacional de informações, o projeto deve, por exemplo, promover uma análise crítica da mídia, fazer checagem de fatos e produção de conteúdos em prol da cidadania.

“A segunda chamada é um convite para que mais educadores, pesquisadores e organizações compartilhem suas experiências.

"Queremos ampliar o mapeamento de ações de educação midiática no país, fortalecendo uma rede cada vez mais diversa, criativa e representativa”, destacou a coordenadora de Educação Midiática da Secom. Thaís Brito, 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

 Lula cita preocupação com conflito no Irã e fala em ampliar defesa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (9) ao presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, que os dois países devem focar na autonomia e no fortalecimento, por meio da produção de artigos militares para autodefesa.

“Se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente. O Brasil tem necessidade similar à da África do Sul. Portanto, vamos juntar o nosso potencial e ver o que podemos construir juntos”, disse Lula, ao receber Ramaphosa no Palácio do Planalto, em Brasília.

"Não precisamos ficar comprando dos 'Senhores das Armas'. Nós poderemos produzir. Ninguém vai ajudar a gente, a não ser nós mesmos", pontuou.

 

Brasília, 09/03/2026 Declaração a imprensa, durante encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
"Não precisamos ficar comprando dos 'Senhores das Armas'. Nós poderemos produzi", destacou Lula - Fábio Rodrigues-Pozzebom/ Agência-Brasil

O presidente brasileiro defendeu que os dois países do Sul Global articulem uma parceria estratégica para se tornarem um mercado relevante para a indústria de defesa.

A declaração de Lula foi dada após assinatura de acordos bilaterais nas áreas de turismo, de comércio exterior e da indústria, no Palácio do Planalto. A visita do presidente sul-africano ao Brasil vai até esta terça (10).

Lula também reiterou o perfil pacífico da América do Sul e que as tecnologias têm uso civil.

“Aqui, na América do Sul, nós nos colocamos como uma região de paz. Aqui, ninguém tem bomba nuclear, bomba atômica. Nossos drones são para agricultura, para a ciência e tecnologia e não para a guerra.”

Preço do petróleo

Lula também manifestou sua “profunda preocupação” com a escalada de conflito no Oriente Médio que, segundo o presidente, representam uma grave ameaça à paz e à segurança internacional. “O diálogo e a diplomacia constituem o único caminho viável para a construção de uma solução duradoura.”

O presidente Lula afirmou que, por conta da guerra contra o Irã, o preço do petróleo já vem subindo em quase todo mundo e deve encarecer ainda mais..

Lula destacou também os impactos humanitário e econômico do conflito iniciado em 28 de fevereiro, após os Estados Unidos e Israel atacarem de forma coordenada o Irã. Os bombardeios matarem o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei e quase duas centenas de pessoas em Teerã.

“Esses conflitos produzem efeitos deletérios sobre as cadeias de energia, de insumos e de alimentos. São mais vulneráveis, sobretudo, as mulheres e as crianças que sofrem os impactos mais severos dessas crises”, declarou  Lula.

Confira as informações sobre o encontro de Lula e Ramaphosa no Repórter Brasil, da TV Brasil

 

Terras raras

Durante a declaração à imprensa, o mandatário brasileiro explicou que o Brasil tem potencial para exploração de minerais críticos considerados essenciais para a transição energética e digital em curso.

O presidente Lula disse ainda ao presidente da África do Sul que é preciso repensar o papel da exploração dos recursos naturais nos territórios.

“Já está avisado ao mundo que o Brasil não vai fazer das terras raras e dos minerais críticos aquilo que foi feito por minério de ferro. A gente vendeu o minério e comprou produto acabado pagando 100 vezes mais caro.”

Para o presidente Lula o caminho é o fortalecimento das cadeias produtivas da mineração dos dois países, a partir do conhecimento do potencial mineral das duas nações.

“Chega! Já levaram toda a nossa prata, todo o nosso ouro, todo o nosso diamante, todo o nosso minério de ferro. O que mais querer levar? Quando a gente vai aprender que Deus colocou toda essa riqueza para nós e nós ficamos dando para os outros?”, questionou.

Lula enfatiza que não é questão de tomada de decisão política, mas que é preciso tirar proveito da exploração de minerais críticos para melhorar as condições de vida da população.

 

Brasília, 09/03/2026 Declaração a imprensa, durante encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Presidente da África do Sul está em visita oficial ao Brasil- Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agênc

Democracia

O presidente Lula confirmou que em 18 de abril estará em Barcelona (ES) a convite do primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, para quarta reunião Em defesa da Democracia.

“Queremos aproximar nossos países nos temas de regulação do ambiente digital, inteligência artificial e a valorização das fontes de informação de qualidade, incluindo tantas políticas domésticas quanto a articulação para fortalecer essa agenda no ambiente multilateral.”

Por fim, Lula enfatizou que o Brasil e a África do Sul compartilham a convicção de que o Sul Global deve ter voz ativa nas grandes decisões internacionais.

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

 Clientes do Banco do Brasil podem renegociar dívidas até o fim do mês

O Banco do Brasil abriu prazo até dia 31 de março para que clientes possam renegociar dívidas com condições especiais e descontos que podem chegar a até 90%, de acordo com cada perfil. Segundo o banco, o objetivo é reforçar o compromisso com a recuperação da saúde financeira de seus clientes e com o estímulo ao uso consciente do crédito. 

“Caso a renegociação não esteja disponível de forma automática, o cliente deve procurar sua agência de relacionamento para atendimento personalizado. Em todos esses canais, não é necessário o envio de documentos”, explicou o gerente-executivo da Unidade de Cobrança e Reestruturação de Ativos do Banco do Brasil, Daniel Brum.

A campanha do Banco do Brasil acontece simultaneamente ao Mutirão Nacional de Negociação e Orientação Financeira, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), quando será possível renegociar dívidas bancárias em atraso, como cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades de crédito sem garantia e não prescritas.

Segundo a Febraban, o mutirão representa uma oportunidade para que os cidadãos regularizem suas pendências financeiras, reorganizem o orçamento e evitem o superendividamento, além de fortalecer a relação entre consumidores e instituições financeiras.

Serviço

A renegociação pode ser feita nos canais de atendimento do Banco do Brasil:

  • Central de Relacionamento do BB (CRBB);
  • Telefones 4004-0001 ou 0800 729 0001;
  • WhatsApp BB, com o número (61) 4004-0001, escolhendo a opção #renegocie;
  • Aplicativo do banco;
  • Autoatendimento;
  • Site www.bb.com.br/solucaodedividas e
  • Nas agências do Banco do Brasil.

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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