A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva orientou o partido a não "comprar brigas" nem "bater boca" com o governo do presidente Jair Bolsonaro.
"A orientação principal dele é que a gente defenda os direitos do povo", declarou Gleisi ao UOL, nesta quinta (3), após visitar Lula na sede da Polícia Federal, em Curitiba.
"O que temos que fazer não é comprar brigas, bater boca, é sim defender os direitos do povo. Falar do nosso legado e falar daquilo que nós construímos durante 13 anos no Brasil", afirmou.
"[Precisamos] mostrar com dados concretos o que pode ser feito para melhorar a vida da população. O povo precisa de emprego, de salário, de renda. É isso que está preocupando as pessoas", disse Gleisi.
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Pelo segundo dia seguido, a Petrobras reduz o preço da gasolina vendida nas refinarias. Nesta sexta-feira (4), a empresa está negociando o litro do combustível a R$ 1,4537. Na quinta-feira (3) a estatal já havia reduzido o preço de R$ 1,5087 para R$ 1,4675.
De acordo com a Petrobras, a política de preços da empresa para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras "tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo".
Segundo a estatal, essa ?paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos?.
A Petrobras informa ainda que ?o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços).
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A Petrobras informou, em nota, que detectou uma mancha de óleo na Bacia de Campos, decorrente de vazamento de óleo em um dos tanques do FPSO Cidade do Rio de Janeiro (plataforma flutuante que produz, armazena e escoa petróleo e gás natural).
A empresa nega, no entanto, que o óleo vazado tenha chegado ao litoral do Rio de Janeiro. Segundo a estatal, "80% da mancha já foram reduzidos e não há qualquer possibilidade de que ela venha a atingir o litoral, uma vez que o restante encontra-se a 130 km da costa".
A unidade, que é afretada pela companhia e operada pela Modec do Brasil, encontra-se fundeada no campo de Espadarte, a aproximadamente 130 km da costa de Macaé, no litoral norte do estado do Rio.
A Petrobras sustenta, ainda, que a plataforma "já se encontrava com a produção interrompida desde julho de 2018 para processo de descomissionamento (desativação da unidade)".
De acordo com informações oficiais, ?o Plano de Emergência foi imediatamente acionado por ambas as empresas [Petrobras e Modec] e medidas de controle da situação foram tomadas, cessando o vazamento?.
Três embarcações atuam na dispersão da mancha, cujo volume inicial foi estimado em 1,400 m³ de óleo (1.400 litros).
Os órgãos reguladores foram devidamente informados e uma comissão de investigação irá apurar as causas do incidente em cooperação com a Modec?, conclui a nota.
O presidente Jair Bolsonaro disse que a proposta de reforma da Previdência em discussão no governo prevê a idade mínima de 62 anos para os homens e 57 anos para as mulheres com aumento gradativo. Segundo Bolsonaro, seria mais um ano a partir da promulgação e outro em 2022, mas com diferenças de idade mínima de acordo com a categoria profissional e a expectativa de vida.
Segundo Bolsonaro, o futuro presidente avaliaria a necessidade de novos ajustes no sistema previdenciário. "Quando você coloca tudo de uma vez só no pacote, você pode errar, e nós não queremos errar", disse em entrevista ao SBT, a primeira após ter tomado posse.
O presidente indicou que as medidas visam principalmente a previdência dos servidores públicos. "O que mais pesa no Orçamento é a questão da previdência pública, que terá maior atenção da nossa parte. Vamos buscar também eliminar privilégios", afirmou o presidente, que descartou aumentar a alíquota de contribuição previdenciária dos servidores, hoje em 11%.
Aprovação
Bolsonaro disse que a reforma não vai estabelecer regras únicas para todos os setores e todas as categorias profissionais. Citou a expectativa de vida no Piauí, que é 69 anos, argumentando que seria "um pouco forte estabelecer a idade mínima de 65 anos", como previa o texto da reforma enviado ao Congresso pelo governo do ex-presidente Michel Temer.
A diferenciação visa, conforme Bolsonaro, facilitar a aprovação no Congresso, mas também evitar "injustiça com aqueles que têm expectativa de vida menor". O presidente voltou a dizer que poderá aproveitar a proposta já em tramitação na Câmara dos Deputados, com alguns ajustes.
"O que queremos é aproveitar a reforma que já está na Câmara, que começou com o senhor Michel Temer. A boa reforma é aquela que passa na Câmara e no Senado, não aquela que está na minha cabeça ou na [cabeça] da equipe econômica", afirmou.
Bolsonaro argumentou que a reforma é necessária para impedir que o país "em mais dois ou três anos entre em colapso", a exemplo do que ocorreu com a Grécia. "Agora todos terão de contribuir um pouco para que ela seja aprovada. Eu acredito que o Parlamento não vai faltar ao Brasil", disse.
Justiça do Trabalho
Segundo o presidente, o governo poderá propor a extinção da Justiça do Trabalho, transferindo para a Justiça comum as ações trabalhistas. "Qual país do mundo que tem" Tem que ser Justiça comum e tem que ter a sucumbência - quem entrou na Justiça e perdeu tem de pagar, argumentou.
Bolsonaro disse que, antes da reforma trabalhista, havia 4 milhões de ações trabalhistas em tramitação. "Ninguém aguenta isso. Nós temos mais ações trabalhistas que o mundo inteiro. Algo está errado, é o excesso de proteção", afirmou.
O presidente voltou a criticar o excesso de encargos trabalhistas, que acabam onerando a mão de obra no país. Bolsonaro afirmou que não vai mexer em direitos trabalhistas previstos na Constituição, mas que vai aprofundar a reforma trabalhista. "O Brasil é um país de direitos em excesso, mas falta emprego. Nos Estados Unidos, não têm quase direito trabalhista. Não adianta você ter direitos e não ter emprego", afirmou.
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Os promotores sauditas tentarão pedir a pena de morte para pelo menos cinco pessoas acusadas de envolvimento no assassinato do jornalista da Arábia Saudita Jamal Khashoggi, de acordo com informações noticiadas pela imprensa local nesta quinta-feira, 3, quando ocorreu a primeira audiência sobre o caso.
Onze envolvidos compareceram. A agência e televisão estatais não nomearam os suspeitos, mas os acusados foram junto com seus advogados. Os promotores enviaram um pedido para a Turquia pedindo as evidências que o país afirma ter coletado desde a morte de Khashoggi, no início de outubro do ano passado no consulado saudita em Istambul.
"Não foi recebida nenhuma resposta até agora e o Escritório de Promotoria Público ainda está aguardando", disseram os promotores em declaração. A Turquia não atendeu ao pedido de comentário feito pela Associated Press. Os investigadores turcos haviam dito anteriormente que compartilharam provas com a Arábia Saudita e outras nações sobre a morte de Khashoggi.
O jornalista era crítico à monarquia saudita e à política conduzida pelo príncipe Mohamed bin Salman, futuro herdeiro do regime. O reino inicialmente negou que Khashoggi tenha sido morto, mas mudou a versão e reconheceu o assassinato semanas depois.
De acordo com a Petrobras, a política de preços da empresa para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras "tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo".






















