A firma israelense especializada em cibersegurança CheckPoint anunciou nesta quarta dia 08, que descobriu uma falha no aplicativo WhatsApp que permite que mensagens enviadas em particular, ou para um grupo, sejam lidas e modificadas.
Segundo o CheckPoint, os hackers podem atuar nas conversas de três formas: modificando as mensagens postadas por uma pessoa, postando uma mensagem em grupo fazendo-se passar por um dos participantes e enviando uma mensagem específica para um grupo, fazendo-a passar por uma mensagem de grupo.
A empresa de cibersegurança está preocupada com as manipulações em massa que podem ser realizadas por meio desta falha e recordou os casos dos falsos rumores propagados nos últimos anos por desse aplicativo em países como Brasil e Índia, onde ocorrem até mesmo linchamento de pessoas.
Em uma nota, o WhatsApp assegurou que "examinou atentamente este problema [...] Não há problema de segurança na encriptação do aplicativo, o que permite garantir que somente o emissor e o receptor possam ler sua troca de mensagens".
A CheckPoint destacou as consequências que tal falha pode ter em um período eleitoral, por exemplo, já que o "WhatsApp desempenha um papel cada vez mais importante, em particular nos países em desenvolvimento".
"Nos grupos importantes, para os quais se enviam cascatas de mensagens, há poucas possibilidades de que um membro tenha tempo de verificar uma das informações difundidas, e poderá se deixar enganar facilmente", acrescenta a empresa.
Neste sentido, o WhatsApp afirma que encara "o desafio da desinformação de forma muito séria e que integrou recentemente um limite no compartilhamento das mensagens e modificou os grupos de chat".
"Também vetamos os usuários que tentam modificar o aplicativo para contornar esses limites", acrescentou.
Fundado em 2009 e comprado pelo Facebook em 2014, o WhatsApp afirmou, no início do ano, que tinha mais de 1,5 bilhão de usuários e que em seu aplicativo eram trocadas 65 bilhões de mensagens diariamente. (Com Catve)
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Golpes por e-mails são bastantes comuns, muita gente já aprendeu a identificar. A Receita Federal já emitiu inúmeros alertas sobre mensagens falsas em nome da instituição.
O problema é que os estelionatários tem encontrado formas cada vez mais complexas para enganar as pessoas. Um tipo de extorsão que tem chamado a atenção da Receita Federal e voltou a ser aplicada, é o golpe do amor, onde os golpistas se aproveitam da fragilidade emocional das vítimas para pedirem dinheiro.
Nesse golpe os bandidos se passam por estrangeiros com boas condições financeiras e simulam um relacionamento amoroso com a vítima. Depois de se declararem apaixonados eles dizem enviar presentes que supostamente ficam presos na aduana.
A auditora da Receita Federal, Giovana Longo, explica ainda que os bandidos solicitam da vítima, dinheiro para retirar o suposto presente retido na aduana. Se passando por agentes federais eles passam um número de conta corrente para o depósito do dinheiro.
Muitas quadrilhas chegam a montar sites de empresas de remessas falsas com códigos rastreadores. A Receita Federal explica que no site existe uma lista com todas as companhias autorizadas a fazerem esse serviço, qualquer cobrança de taxas aduaneiras é feito por um documento de arrecadação de receitas federais, o Darfe e nunca por depósitos em conta corrente. (Com Catve)
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Justiça Federal em Minas Gerais homologou acordos entre a mineradora Samarco e órgãos públicos em razão dos danos decorrentes do rompimento da barragem de Fundão, na cidade de Mariana.
Os acertos preveem a alteração dos chamados "órgãos de governança", entre eles o conselho da Fundação Renova e o Comitê Interfederativo, além de adotar outras medidas.
O rompimento da barragem de Fundão ocorreu em novembro de 2015. O grande deslizamento de rejeitos deixou 19 mortos e 225 famílias sem casas. Além das mortes e prejuízos às famílias em Mariana, a tragédia causou grave impacto ao meio ambiente no Vale do Rio Doce, afetando regiões dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo.
O acerto foi homologado pelo juiz federal Mário Franco Júnior e incluiu a Samarco, suas acionistas (BHP Biliton Brasil e Vale) e os ministérios públicos, defensorias públicas e advocacias públicas da União e dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Ele foi celebrado no dia 25 de julho, após uma negociação entre as partes que levou quase dois anos. Segundo o juiz, ?trata-se do mais importante passo já dado no equacionamento do litígio envolvendo o maior desastre ambiental do país?.
O acordo homologado alterou os canais de discussão e diálogo entre representantes dos atingidos e a Fundação Renova, criada para implementar as ações de reparação. O Comitê Interfederativo, órgão instituído para monitorar e fiscalizar os programas de reparação, passará a ter mais quatro integrantes, chegando a 16 membros. O Conselho de Curadores da Fundação Renova também será sofrerá mudanças, incorporando dois representantes das entidades afetadas pelos danos causados pelo rompimento da barragem.
O termo aditivo também garantiu a autonomia das comunidades para escolha das entidades que vão oferecer assistência técnica a elas. E estabeleceu exigências e requisitos para as organizações que pleiteiem este serviço, buscando evitar a captura pelo poder econômico e pelo que o juiz chamou de interesses político-partidários.
Os termos do acordo preveem também um período de dois anos para discussão e ajuste dos 42 programas de reparação previstos no Termo de Transição e Ajustamento de Conduta firmado com a Samarco e suas acionistas em março de 2016. Segundo a Samarco, enquanto não houver a repactuação, a Fundação Renova manterá a execução das medidas nos termos acordados em 2016. (Com Agência Brasil)
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Cerca de 40% dos sites brasileiros ainda não usam protocolo de segurança chamado de SSL (Secure Socket Layer), segundo pesquisa da empresa BigDataCorp.
A ausência desse recurso torna as páginas vulneráveis a ataques de hackers e outras formas de invasões, além de prejudicar os sites em mecanismos de busca, como no caso do Google. O levantamento foi realizado pela empresa de tecnologia a pedido da companhia de serviços no ramo de crédito Serasa Experian.
O SSL é um protocolo de segurança que permite uma conexão segura usando criptografia entre o servidor onde são armazenados os dados e o seu tráfego. Isso garante um acesso seguro. A adoção deste protocolo é registrada na identificação das páginas, com o acréscimo do "s" às letras ?http?, apresentada antes do endereço de um site, e uma sinalização, com a imagem de um cadeado.
Os sites que não usam o protocolo SSL deixam os dados acessados por usuários expostos. Além disso, podem ser identificados como sites sem requisitos de segurança necessários. É o caso do Google, que sinaliza as páginas com SSL com um cadeado e classificam aquelas sem o recurso como sites não seguros.
Segundo a pesquisa, apesar do percentual alto, ele é menor do que o registrado na edição anterior, em 2016, quando mais de 60% dos sites não tinham certificados que atestavam o uso do protocolo. Mas, na comparação com a média mundial, o Brasil está bem atrás. A média global de sites sem SSL é de 8,57%.
Comércio eletrônico
Os sites de comércio eletrônico são os que mais utilizam o protocolo SSL (78,77%). Contudo, a existência de 21,23% de sites sem esse recurso de segurança é importante, uma vez que essas páginas fazem transações com dados importantes de compradores, como informações bancárias.
Também registram alto índice de adoção do SSL os blogs (80,9%), as páginas de empresas (73,5%) e os portais de notícia (60,26%). Os sites de governo ainda possuem baixa implantação do protocolo (39%). Esse percentual próximo aos 40% se mantém também nas páginas grandes, com mais de 500 mil visitas mensais (37%).
Atenção
O usuário deve ficar atento para verificar se um site utiliza esse protocolo por meio do ?s? junto ao ?http? e pela sinalização do cadeado. Uma dica dos especialistas é, em caso de visita a uma página não segura, evitar deixar qualquer dado. É por meio dessas falhas que pessoas podem clonar informações e cometer todo tipo de fraude, como compras usando dados do cartão de crédito. (Com Agência Brasil)
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O sorteio do concurso da Mega-Sena 2066 teve um acertador das seis dezenas sorteadas em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo, na noite desta quarta dia 08.
As dezenas sorteadas foram 06, 25, 27, 35, 45 e 55.
O grande acertador que levou R$ 35.155.103,28 é de São Paulo Capital.
Na quina 104 apostas levaram R$ 27.320,77.
Já na quadra 7.345 apostadores levaram pra casa R$ 552,63
O valor arrecadado para a mega da virada é de R$ 43.281.183,82 (Com Caixa)
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Cidades com até 1000 metros de altitude, nas serras entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina serão contempladas com flocos de neves, pois há condições para outras precipitações de inverno como chuva congelada e chuva congelante.
Segundo o Clima Tempo, a neve deve cair na noite de quinta e madrugada de sexta dia 10.
As condições para nevar estão associadas a presença de um ciclone extratropical entre a costa da Região Sul e do Uruguai e a forte massa de ar frio de origem polar que está chegando ao Brasil.
Além da baixa temperatura, a presença de um ciclone extratropical é uma das condições básicas para a ocorrência de neve sobre o Sul do Brasil.
O frio intenso vem com uma forte massa de ar polar que avança sobre o centro-sul do Brasil e vai fazer a semana terminar congelante no Sul do Brasil. O ar úmido necessário para formar as nuvens que poderão conter os cristais de gelo vem com os ventos de um ciclone extratropical que passa entre o litoral do Rio Grande do Sul e do Uruguai.
O vento forte gerado por este ciclone extratropical deixa o mar muito agitado nos próximos dias no litoral gaúcho e catarinense.
Se nevar entre esta quinta e a sexta-feira,10 de agosto, será o quarto evento de precipitação de inverno sobre o Sul do Brasil este ano. Nevou no sul do Rio Grande do Sul em 4 de julho.
Nevar em agosto não é comum, mas já ocorreu e não faz muito tempo. Em agosto de 2016 tivemos condições para neve. Em 2013 ocorreram vários eventos no Sul do Brasil e até no fim de agosto, o que é mais raro ainda. (Com Clima Tempo)
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