Trabalhadores de todas as idades que tiverem direito a cotas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) podem sacar seus recursos a partir desta segunda dia 14. O prazo ficará aberto até 28 de setembro.
Desde o dia 8 de agosto, o crédito para correntistas da Caixa e do Banco do Brasil está sendo feito automaticamente. A partir desta terça-feira, todas as pessoas poderão sacar os recursos corrigidos. Já a partir de 29 de setembro, só será possível receber as quantias dos dois fundos nos casos previstos na Lei 13.677/2018.
Para saber o saldo e se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sites do PIS e do Pasep. Para os cotistas do PIS, também é possível consultar a Caixa Econômica Federal no telefone 0800-726-0207 ou nos caixas eletrônicos da instituição, desde que o interessado tenha o Cartão Cidadão. No caso do Pasep, a consulta é feita ao Banco do Brasil, nos telefones 4004-0001 ou 0800-729-0001.
Têm direito ao saque as pessoas que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas de trabalhadores criadas entre 1971, ano da criação do PIS/Pasep, e 1988.
Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Até 2017, o saque das cotas era permitido quando o trabalhador completasse 70 anos, em caso de aposentadoria e em outras situações específicas. Desde o ano passado, o governo federal flexibilizou o acesso e até setembro pessoas de todas as idades podem retirar o dinheiro.
Em julho, o pagamento foi suspenso para o cálculo do rendimento do exercício 2017-2018. Na primeira etapa do cronograma, encerrada no dia 29 de junho, 1,1 milhão de trabalhadores fizeram o saque, retirando uma soma de R$ 1,5 bilhão. (Com Agência Brasil)
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Nos últimos anos, dados pessoais entraram no centro de disputas econômicas e políticas. Essas informações passaram a ser chamadas de "o novo petróleo" e organizações internacionais classificam como o principal insumo de uma 4ª revolução industrial.
Na política, as denúncias de interferências em processos políticos e eleições por grandes plataformas colocou em evidência o poder da coleta desses registros para direcionar anúncios e mensagens.
Neste cenário, emerge uma disputa silenciosa entre as diversas iniciativas de coleta de dados e as tentativas de se proteger dessa prática, seja por meio de legislações seja por condutas cotidianas. Navegadores usados em desktops e smartphones são um dos canais por meio dos quais cidadãos têm sido monitorados.
O alerta foi dado por Veridiana Alimonti, representante da entidade internacional Eletronic Frontier Foundation (EFF), na nona edição do ?Seminário sobre Proteção à Privacidade e aos Dados Pessoais, evento promovido pelo Comitê Gestor da Internet nesta semana em São Paulo e que reuniu especialistas internacionais no tema.
No encontro, a especialista em políticas digitais, que também já integrou o comitê, chamou a atenção para as formas de vigilância das pessoas por meio de sistemas como Chrome, Firefox, Safari e Internet Explorer.
Por meio de diversos mecanismos, empresas coletam e reúnem informações sobre pessoas sem que elas saibam.
Esses registros permitem que, ao acessar determinado site ou serviço (como uma página de comércio eletrônico), o site identifique de quem se trata, abrindo espaço para formas de segmentação e até mesmo discriminação. Um exemplo desse tipo de prática é a diferenciação de preços pelo CEP do comprador.
Um dos mecanismos utilizados nesse monitoramento são os conhecidos cookies, instalados em dispositivos ao acessar um site. Os cookies são pequenos pedaços de código (ou mini-programas) criados para registrar dados da navegação das pessoas e repassar a empresas com fins de rastreamento.
Esse tipo de recurso é utilizado em geral por agências de marketing digital, cuja adoção ocorre para que os anúncios sigam os usuários pelos sites pelos quais navegam. Nesses casos, o usuário pode apagar os cookies instalados. Cada navegador oferece essa funcionalidade em determinado local das suas configurações.
Outra técnica de vigilância é conhecida como supercookie. Nela, provedores incluem códigos nos cabeçalhos de navegação para cada cliente, mas que não são vistos pelo usuário. Assim, quando uma pessoa faz um acesso, o site pode ler o identificador e saber que se trata de determinado computador ou domicílio. (Com Agência Brasil)
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Admiradores de fenômenos astronômicos e curiosos poderão acompanhar na madrugada desta segunda dia 13, uma das chuvas de meteoros mais populares do ano, as Perseidas. O fenômeno pode ser visto a olho nu desde já é visível no país desde as 17 horas (horário de Brasília).
As Perseidas têm esse nome por ocorrer próximo a constelação de Perseu. Chuvas de meteoros acontecem quando os meteoros entram na atmosfera terrestre ao mesmo tempo, causando riscos luminosos no céu, popularmente chamados de "estrelas cadentes".
Em via de regra, o fenômeno acontece porque a Terra atravessa a órbita de algum cometa, ao longo da qual há infinidade de fragmentos do próprio cometa espalhados. No caso das Perseidas, nosso planeta está cruzando a trilha de destroços deixados pelo cometa Swfit-Tuttle que tem um período de 133 anos.
A trilha deixada pelo cometa é bem larga e está visível desde o dia 17 de julho indo até o dia 24 de agosto, quando a Terra só deve sair a órbita do cometa. Este ano, o pico máximo da chuva se dá entre os dias 11 e 13 de agosto, quando é esperado um número máximo de 60 meteoros por hora.
Visibilidade
A chuva das Perseidas é mais visível para observadores no hemisfério Norte. No Brasil, as regiões Norte e Nordeste são os melhores lugares para observar o fenômeno. O melhor horário será por volta das 2h da madrugada. Para quem estiver no Sudeste e noCentro-Oeste, a chuva estará mais visível a partir das 3h, em Brasília, e das 5h, em São Paulo. A constelação de Perseu aparecerá no céu já próximo do nascer do sol , o que praticamente inviabiliza a observação.
Para localizar a constelação de Perseu basta identificar inicialmente a constelação de Órion, onde ficam as Três Marias. Ao localizá-las, o observador deve seguir o olhar em direção ao o norte, onde está a constelação de Touro e, ao lado, a de Perseu.
A chuva desta madrugada é uma das muitas que ocorrem ao longo do ano e que podem ser vistas a olho nu. Em maio, por exemplo, foi a vez da chuva a Eta Aquariid, ou Eta Aquáridas, que teve seu pico na madrugada do dia 6 e foi visível em todo o Brasil . A chuva recebeu este nome, porque o seu radiante está localizado na constelação de Aquário, próximo da estrela mais brilhante da constelação, a Eta Aquarii.
A Eta Aquáridas é formada por fragmentos do Cometa Halley, um cometa com período orbital de cerca de 75,3 anos e seu próximo periélio será no ano de 2061, quando poderá ser visto novamente da Terra. Outra chuva de meteoros "nascida" do Halley é de Orionids, que ocorre em outubro.
Um mês antes, em abril, ocorreu a primeira das tradicionais chuvas de meteoros anuais e de grande intensidade: as Lyrids, ou Líridas. O nome se deve ao fato de que a região do céu da qual a chuva parece estar vindo em direção à Terra fica na constelação Lyra.
No Brasil, as Líridas tiveram teve seu pico máximo, na passagem do dia 22 para o dia 23 de abril, quando foi possível observar um fluxo de 10 a 20 meteoros por hora.
Registro
Quem registrar imagens de meteoros desta chuva pode enviá-las ao projeto Exoss, uma rede colaborativa, que busca conhecer as origens, natureza e caracterização de órbitas dos meteoros.
Na página da rede é possível obter dá dicas de como fotografar meteoros, explica os fenômenos, oferece estatísticas de meteoros e meteoritos e orienta os interessados para fazer observação visual, além de mostrar imagens em tempo real das estações instaladas.
No Brasil, são integrantes da Exoss, a sede do Observatório Nacional no Rio de Janeiro, o Observatório Astronômico do Sertão de Itaparica, em Itacuruba, Pernambuco. Essa rede reúne e analisa, ainda, os relatos e imagens enviadas pelo público.
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A exportação total de carne bovina in natura e processada bateu recorde em julho, com crescimento de 24% em comparação com igual mês de 2017, depois de quatro meses consecutivos de resultados negativos.
Foram embarcadas 159.004 toneladas no mês passado, em comparação com 127.787 toneladas em julho de 2017.
Os preços também melhoraram significativamente. A receita cambial, que em julho de 2017 atingiu US$ 533,5 milhões, saltou para US$ 840 milhões em julho passado, crescimento de 58%. As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), que compilou os dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
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Os números são positivos no acumulado do ano até julho, favorecendo alcançar a meta de crescimento de 10% em 2018, já que no segundo semestre do ano as vendas tendem a crescer, avalia a Abrafrigo. Em 2107 foram exportadas 783.735 toneladas de carne bovina até julho e a receita obtida foi de US$ 3,1 bilhões. Em 2018 a movimentação é de 841.002 toneladas e a receita cambial obtida atingiu US$ 3,5 bilhões, com crescimento respectivo de 7% e de 11%.
A China, por meio da cidade estado de Hong Kong e do continente, continua elevando suas importações de produto brasileiro. As compras chinesas passaram de 289.407 toneladas no acumulado de 2017 até julho para 370.192 toneladas este ano. A receita, que responde por 44,1% das vendas brasileiras, subiu de US$ 1,14 bilhão no ano passado para US$ 1,6 bilhão neste ano. (Com Canal Rural)
O dólar norte-americano voltou a subir nesta quinta dia 09, fechando em alta de 1% cotada a R$ 3,8034 para venda. O valor é o maior desde 19 de julho, quando o dólar alcançou R$ 3,8448.
Apesar da oscilação, o Banco Central manteve sua política de swaps cambiais tradicionais, sem ofertar nenhum leilão extraordinário para venda futura da moeda.
O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), fechou em queda de 0,98% com 78.767 pontos.
A Bovespa registrou o quarto dia de pregão consecutivo com fechamento em baixa, com as ações do Banco do Brasil na contramão da tendência as ações da instituição fecharam a quinta-feira em alta de 2,97%, após a divulgação do balanço no segundo trimestre registrar um lucro líquido ajustado de R$ 3,2 bilhões. (Com Agência Brasil)
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O Brasil antecipou o cumprimento de meta voluntária de redução de emissão de carbono na Amazônia e Cerrado, prevista para 2020. O gás é um dos responsáveis pelo efeito estufa. O dado foi divulgado nesta quinta dia 09, durante reunião do Fórum Brasileiro de Mudança do Clima, com a participação do presidente Michel Temer.
Em 2017, a diminuição do desmatamento nos dois biomas permitiu reduzir as emissões de dióxido de carbono em 610 milhões de toneladas na Amazônia e 170 milhões de toneladas no Cerrado.
A meta voluntária a ser alcançada pelo Brasil em 2020 era de uma redução de emissões de 564 milhões de toneladas de dióxido de carbono na Amazônia e de 104 milhões de toneladas no Cerrado.
Essa meta foi assumida voluntariamente pelo Brasil em 2010, junto à Convenção de Mudança do Clima, segundo explicou o Secretário de Mudança do Clima e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Thiago Mendes: "O que o Brasil se comprometeu em 2010 foi com a redução do desmatamento com base nessas reduções de emissão de toneladas de CO² equivalentes", explicou.
?Enquanto o mundo questiona se é possível ter a qualidade ambiental e o crescimento econômico, o Brasil apresenta que é possível reduzir as emissões e, de fato, ter desenvolvimento econômico?, acrescentou Thiago Mendes.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, além da redução do desmatamento, os principais fatores que permitiram antecipar o cumprimento da meta foram a gestão de áreas protegida e o Cadastro Ambiental Rural.
Durante a apresentação dos dados, o presidente Temer assinou documento solicitando que o Fórum Brasileiro de Mudança do Clima elabore uma proposta detalhando as ações necessárias para que o Brasil atinja a meta de zerar as emissões líquidas de gases de efeito estufa a partir de 2060.
A proposta deverá ser entregue em quatro meses, baseada em estudos e debates entre os diversos setores da sociedade civil, do terceiro setor e da academia.
Em discurso, Temer disse que a questão ambiental ganhou grande relevância nas últimas décadas e ressaltou que isso mostra a compreensão de governos e da sociedade de que a preservação do meio ambiente é a preservação da vida. (Com Agência Brasil)
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