Aposta de Atibaia, em SP, acerta os seis números da Mega-Sena

Pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP), da Universitat Jaume I, da Espanha, e do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) desenvolveram um tecido capaz de inativar o coronavírus SarS-CoV-2, agente causador da covid-19. O projeto teve ainda a participação de equipe da empresa Nanox, de nanotecnologia.

 

O tecido, que deve servir principalmente para a fabricação de peças de roupas hospitalares e já está chegando ao mercado, é capaz de eliminar 99,9% do novo coronavírus em cerca de dois minutos. A composição deriva de uma mistura de poliéster com algodão, que se soma, por meio de um processo chamado pad-dry-cure, à camada de micropartículas de prata, fixada. A aplicação de pequenas partículas de prata consiste em uma técnica difundida há algum tempo entre os industriais, estando presente nos ramos têxtil, de cosméticos e de tintas.

 

Conforme explicou à Agência Brasil o pesquisador Lucio Freitas Junior, que trabalha no laboratório de biossegurança de nível 3 (NB3) do ICB, o projeto aproveitou a amostra de novo coronavírus que havia sido isolada e cultivada a partir da carga contraída por um dos primeiros pacientes diagnosticados com a doença, tratado no Hospital Israelita Albert Einstein.

 

"Tínhamos o vírus isolado e armazenado no nosso laboratório, em grande quantidade. Nosso laboratório fornece vírus ao Brasil todo e ao exterior, para a realização de estudos", comentou.

 

Para se certificar da eficácia do material, os pesquisadores cumpriram uma segunda etapa, de análise molecular. Além de testes para avaliação da atividade antiviral, antimicrobiana e fungicida, avaliaram outros aspectos importantes para que o produto pudesse ser liberado para comercialização, como assegurar que não desencadeia alergias ou outras reações adversas no organismo. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

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23 de Julho: Dia do patrulheiro ao agente de pronta resposta federal

Em 23 de julho de 1935, foi criado o primeiro quadro de patrulheiros das rodovias, no qual figurava Antônio Félix Filho, o “Turquinho”, e sua turma de motociclistas. Desde então, esta nunca mais foi uma data qualquer, pois ficou instituída como o Dia do Policial Rodoviário Federal, um justo reconhecimento àqueles que tanto se dedicam para garantir um trânsito seguro, a segurança pública e a mobilidade no Brasil.

 

Às vésperas de completar 92 anos, neste dia 24 de julho, a PRF tem como seu mais valioso e estratégico recurso seus 10,5 mil homens e mulheres, indistintamente policiais rodoviários federais, que atuam nos mais de 70 mil quilômetros de rodovias federais e áreas diversas de interesse da União.

 

PRFs que continuam escrevendo a história da instituição rumo ao centenário e em um ano de transformações digitais. É o PRF protagonista dessa trajetória, na qual o patrulheiro ou guarda de trânsito que nem imaginaria fazer um auto de infração num aparelho celular é hoje um verdadeiro agente de pronta resposta federal que faz uso das mais diversas tecnologias.

 

Foi o PRF quem possibilitou o crescimento de uma instituição que sinalizava a estrada Rio-Niterói com lampiões vermelhos a uma polícia de pronta resposta às necessidades da segurança pública do País. Até aqui, a evolução a fim de oferecer um melhor serviço à sociedade é perceptível com a modernização de uniformes, viaturas, unidades e sistemas que tiveram como principais idealizadores e colaboradores PRFs.

 

Foi um policial quem criou o PRF Móvel, sistema que viabiliza praticamente todo o trabalho da atividade-fim, desde o atendimento ao usuário até o combate ao crime, pelo celular. E foi o agente que representa o efetivo de toda a instituição, o diretor-geral Eduardo Aggio, um dos que protagonizou o projeto dos uniformes, que hoje é um dos principais elementos de fortalecimento da identidade do órgão.

 

Embora este seja o ano da transformação digital, em que a PRF completa 92 anos, diferente da abstração dos bites e bytes, os valores institucionais devem ser elementos quase que palpáveis em cada um dos policiais, em cada ação policial. Profissionalismo, respeito e força devem nortear cada PRF no crescimento contínuo da instituição como referência em inovação, conhecimento e efetividade em segurança pública.

 

No rumo ao centenário e visando a um futuro próspero para a Nação, a PRF recebe em breve mais 600 novos agentes engajados na era digital, que se unem aos 10,5 mil profissionais já em campo. A todos esses, o dia 23 de julho, é a melhor oportunidade de reafirmar o compromisso da instituição de promover a proteção, o desenvolvimento, a valorização e o reconhecimento pelo valoroso trabalho.

Sigamos com a missão, que nunca acaba, sempre se transforma!!!

Parabéns a todos os policiais rodoviários federais!!!! (Com Agência PRF). 

Pesquisadores desenvolvem tecido que neutraliza novo coronavírus

Pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP), da Universitat Jaume I, da Espanha, e do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) desenvolveram um tecido capaz de inativar o coronavírus SarS-CoV-2, agente causador da covid-19. O projeto teve ainda a participação de equipe da empresa Nanox, de nanotecnologia.

 

O tecido, que deve servir principalmente para a fabricação de peças de roupas hospitalares e já está chegando ao mercado, é capaz de eliminar 99,9% do novo coronavírus em cerca de dois minutos. A composição deriva de uma mistura de poliéster com algodão, que se soma, por meio de um processo chamado pad-dry-cure, à camada de micropartículas de prata, fixada. A aplicação de pequenas partículas de prata consiste em uma técnica difundida há algum tempo entre os industriais, estando presente nos ramos têxtil, de cosméticos e de tintas.

 

Conforme explicou à Agência Brasil o pesquisador Lucio Freitas Junior, que trabalha no laboratório de biossegurança de nível 3 (NB3) do ICB, o projeto aproveitou a amostra de novo coronavírus que havia sido isolada e cultivada a partir da carga contraída por um dos primeiros pacientes diagnosticados com a doença, tratado no Hospital Israelita Albert Einstein.

 

"Tínhamos o vírus isolado e armazenado no nosso laboratório, em grande quantidade. Nosso laboratório fornece vírus ao Brasil todo e ao exterior, para a realização de estudos", comentou.

 

Para se certificar da eficácia do material, os pesquisadores cumpriram uma segunda etapa, de análise molecular. Além de testes para avaliação da atividade antiviral, antimicrobiana e fungicida, avaliaram outros aspectos importantes para que o produto pudesse ser liberado para comercialização, como assegurar que não desencadeia alergias ou outras reações adversas no organismo. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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OMS: não há expectativa de vacinação até início de 2021

Pesquisadores têm alcançado progresso no desenvolvimento de vacinas contra a covid-19, com alguns estudos em estágio avançado, mas o uso não é esperado até o início de 2021, disse o chefe do Programa de Emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan, nessa quarta-feira.

 

A OMS está trabalhando para garantir uma distribuição justa das vacinas, mas neste meio tempo é essencial conter a disseminação do novo coronavírus, disse Ryan, já que os novos casos diários estão quase em níveis recordes em todo o mundo.

 

"Estamos fazendo um bom progresso", afirmou o especialista, observando que várias vacinas já estão em testes de Fase 3 e que até agora nenhuma fracassou em termos de segurança ou capacidade de provocar uma reação imunológica.

 

"Realisticamente, só na primeira parte do próximo ano começaremos a ver as pessoas serem vacinadas", disse Ryan em um evento público nas mídias sociais.

 

A OMS está empenhada em ampliar o acesso a possíveis vacinas e a ajudar a aumentar a capacidade produtiva, acrescentou. "Precisamos ser justos nisto, porque este é um bem global. Vacinas para esta pandemia não são para os ricos, não são para os pobres, são para todos."

 

O governo dos Estados Unidos pagará US$ 1,95 bilhão por 100 milhões de doses de uma vacina contra covid-19 que está sendo desenvolvida pela Pfizer e pela empresa de biotecnologia alemã BioNTech, se ela se mostrar segura e eficiente, disseram as empresas.

 

Mike Ryan também alertou as escolas a serem cautelosas com reaberturas, até a transmissão comunitária da covid-19 estar sob controle.

 

O debate norte-americano sobre a retomada das aulas se intensificou agora que a pandemia está se alastrando em dezenas de estados. "Temos que fazer todo o possível para levar nossas crianças de volta à escola, e a coisa mais eficiente que podemos fazer é deter a doença em nossa comunidade", disse. "Porque se você controla a doença na comunidade, pode abrir as escolas." (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

Bolsonaro tem novo teste positivo para covid-19

O novo exame do presidente Jair Bolsonaro, divulgado nesta quarta dia 22, feito para verificar se ele ainda está com covid-19, teve resultado positivo. “O presidente Jair Bolsonaro segue em boa evolução de saúde, sendo acompanhado pela equipe médica da Presidência da República”, informou em nota a Secretaria Especial de Comunicação Social.

 

Bolsonaro tem 65 anos e está em tratamento desde o último dia 7, quando teve o diagnóstico positivo para o novo coronavírus. Desde então, ele segue em isolamento no Palácio da Alvorada, onde tem se reunido com ministros por videoconferência. Na semana passada, ele chegou a fazer um novo teste, que ainda detectou a presença ativa do vírus. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Usuário tem desconto em 72,6% dos municípios com abastecimento de água

As companhias estaduais de saneamento eram as principais responsáveis pelo abastecimento de água por rede em 2017, sendo as executoras do serviço em 69,5% dos municípios brasileiros. As prefeituras, associações, autarquias municipais e empresas privadas executavam o serviço em 35,2%, 11,6%, 10,3%, e 3,6% das cidades, respectivamente.

 

As informações estão na Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB) 2017, divulgada hoje (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Quanto às entidades responsáveis pela execução do serviço de esgotamento sanitário por rede, a proporção de municípios onde a prefeitura era a única ou uma das entidades executoras era de 46,2% em 2017. Já a presença das companhias estaduais como executoras do serviço alcançou 41,6% das cidades, as autarquias municipais, 11%, e as empresas privadas, 3,1%.

 

O novo Marco Legal do Saneamento Básico, que entrou em vigor, prevê a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033 e tem por objetivo viabilizar a injeção de mais investimentos privados nos serviços de saneamento.

 

Cobrança

 

Em relação à cobrança desses serviços de saneamento básico, o abastecimento de água era pago na grande maioria das cidades onde ele existia em 2008 (94%), passando para 94,6% das localidades com serviço em funcionamento em 2017. A cobrança pelo esgotamento sanitário era inferior, passando de 55,1% em 2008 para 63,9% das cidades, em 2017.

 

Segundo o IBGE, como instrumento econômico de política social para garantir a universalização do acesso ao saneamento básico, os subsídios (descontos) aos usuários estavam presentes em 72,6% (3.783) dos municípios com abastecimento de água e em 67,8% (1.387) daqueles com esgotamento sanitário, onde existia cobrança de tarifa ou taxa pelos serviços.

 

Nas cidades do Norte, para ambos os serviços, esse instrumento de política social existia em menos de 40% das localidades onde havia cobrança de tarifa ou taxa. Os maiores percentuais foram observados no Nordeste, onde havia subsídio a usuários do serviço de abastecimento de água em 79,2% dos municípios com cobrança; e no Sul, onde essa proporção era de 79,3% dos municípios para o serviço de esgotamento sanitário.

 

Segundo a pesquisa, os critérios mais comuns para concessão de subsídios foram inscrição em programas sociais (69,6% dos municípios com subsídio para o abastecimento de água e 52,8% para o esgotamento sanitário), características do imóvel (63,2% para água e 68,5% para esgoto) e rendimento do usuário ou de sua família (56,8% para água e 63% para esgoto).

 

No país, cerca de 2,8 milhões de unidades domiciliares atendidas pelos serviços recebiam subsídios na cobrança da taxa ou tarifa de abastecimento de água e 1,5 milhão na cobrança da coleta de esgoto.

 

Lei de proteção a mananciais

 

A Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) - Suplemento de Saneamento 2017, também divulgada hoje, aponta que, em 2017, menos da metade (44,7% ou 2.476) dos 5.544 municípios com abastecimento de água por rede geral de distribuição tinha lei de proteção a mananciais, enquanto 63,9% (3.544) tinham legislação que exigia aprovação para implantação de sistemas de abastecimento de água para loteamentos novos.

 

Em 64,7% (3.588) das cidades, havia um órgão municipal responsável pela fiscalização da qualidade da água. Em 14,3% (794) dos municípios com rede geral não havia legislação, nem órgão responsável pela fiscalização da qualidade da água.

 

Segundo a pesquisa, em relação ao esgotamento sanitário, a fiscalização para implantação de sistema em loteamentos novos existia em 61,6% dos municípios (2.032), superando 80% nas cidades com mais de 50 mil habitantes. A proporção de municípios com fiscalização foi menor no Norte (32,8%) e Nordeste (41,4%), enquanto no Sul (71,3%) foi a maior.

 

Em 54,8% (3.039) das 5.544 cidades com serviço de abastecimento de água existia estrutura organizacional para a gestão dos serviços, sendo que em 2.509 a estrutura estava ligada à administração direta e, em 530, à administração indireta. Em 2.504 cidades, não havia órgão municipal de gestão desse serviço.

 

De acordo com o IBGE, em 64,2% (2.118) dos 3.299 municípios com rede de esgotamento sanitário, havia estrutura organizacional para a gestão dos serviços, sendo que, em 1.757, a estrutura estava ligada à administração direta e, em 361, à administração indireta.

 

Em 2017, apenas 28,4% (1.575) dos 5.544 municípios com rede de abastecimento de água tinham quadro técnico atuando na área na prefeitura. Já entre as 3.299 cidades com esgotamento sanitário por rede coletora, 29,1% (961) tinham quadro técnico. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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