Governo do Estado repassa mais R$ 319,3 milhões para a Saúde

O governador Carlos Massa Ratinho Junior autorizou nesta quarta dia 15, crédito suplementar de R$ 319,3 milhões para a Secretaria de Estado da Saúde apoiar os municípios nas estratégias de enfrentamento contra o novo coronavírus. Os recursos serão usados para infraestrutura das unidades próprias, leitos contratados para apoiar o atendimento no sistema público, compra de equipamentos, materiais e pagamento do quadro funcional.

 

“É uma soma expressiva que vai agilizar o planejamento do Estado no combate ao coronavírus. Tomamos decisões diárias para conter a pandemia e nossa estrutura está ganhando corpo, com novos leitos, profissionais e equipamentos. Esse é um reforço importante para diminuir o impacto da doença sobre a população paranaense”, afirmou Ratinho Junior.

 

Essa rubrica é resultado da interrupção do pagamento de seis meses das parcelas da dívida do Paraná com a União. No final de março, o Governo do Estado conseguiu uma liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os repasses desde que os recursos fossem direcionados parra o combate ao novo coronavírus. O Estado ainda pleiteia junto ao governo federal o adiamento das parcelas por doze meses.

 

Em março, a Secretaria da Fazenda já havia liberado R$ 100 milhões para utilização em ações de enfrentamento à pandemia. Esses recursos se somam a injeções financeiras extraordinárias com apoio da Assembleia Legislativa do Paraná (R$ 37,7 milhões), do Ministério Público do Trabalho (R$ 6,5 milhões), do Tribunal de Justiça do Paraná (R$ 50 milhões), do Tribunal de Contas do Estado (R$ 15 milhões) e da Defensoria Pública do Paraná (R$ 8 milhões).

 

REDE DE ATENDIMENTO - O Paraná tem uma rede contratada de hospitais próprios, municipais, universitários, de santas casas, privados e privados-filantrópicos para atender a demanda estadual de atendimento. Nove hospitais são considerados estratégicos em Curitiba, Cascavel, Francisco Beltrão, Londrina, Paranaguá, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu, Maringá e Umuarama.

 

Os hospitais regionais de Guarapuava (Centro-Sul), Ivaiporã (Vale do Ivaí) e Telêmaco Borba (Campos Gerais) vão se incorporar a essa rede nos próximos 45 dias com mais 210 leitos (50 de UTI e 160 enfermarias) para reforçar o atendimento nessas regiões. As três estruturas ficariam prontas apenas no final do ano e as obras foram adiantadas para que atendam doentes com infecções causadas pelo novo coronavírus.

 

Até quinta  dia 09, o Governo do Estado havia contratado 419 novos leitos adultos de UTI em todas as regiões, incluindo áreas dos hospitais universitários de Londrina, Maringá, Cascavel e Ponta Grossa. A Secretaria da Saúde tem capacidade orçamentária para contratar mais 629 novos leitos adultos de UTI em toda a rede hospitalar para uso de pacientes do SUS que necessitem tratamento para a Covid-19.

 

Nas últimas semanas o Governo do Estado também autorizou a contratação de 362 novos servidores. Eles já finalizaram as avaliações médicas e estão atuando nos municípios. (Com AEN)

 

 

 

Mortes em rodovias federais do Paraná têm leve queda no 1º trimestre, aponta PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou uma queda discreta nos números de mortos, feridos e acidentes registrados no primeiros três meses de 2020, em comparação com o mesmo período do ano passado.

 

O total de mortes oscilou de 118 para 115, uma queda de 2,5%. O de feridos caiu 2,8%, de 2.035 para 1.977. E o número de acidentes também diminuiu 2,5%, de 1.809 para 1.762 ocorrências atendidas.

 

O balanço trimestral da PRF foi divulgado nesta quinta dia 16.

 

No geral, os dados apontam um quadro próximo à estabilidade quando comparados ao primeiro trimestre de 2019, apesar da redução de fluxo e de acidentes observada na segunda quinzena de março.

 

Por conta da pandemia do novo coronavírus, o fluxo de veículos, especialmente de carros de passeio, caiu significativamente a partir do último dia 16 de março. Nas duas primeiras semanas de isolamento social, os índices de violência no trânsito caíram aproximadamente à metade no estado, em relação aos dados de 2019.

 

O tipo de acidente em que mais houve vítimas mortas de janeiro a março deste ano foi a colisão frontal (29,6% dos óbitos), seguida por saída de pista (22,6%) e atropelamentos (12,2%). Em números absolutos, o total de pedestres mortos caiu pela metade, de 28 no trimestre inicial do ano passado para 14 este ano.

 

A principal causa dos acidentes fatais foi o excesso de velocidade (22,6% das mortes). Na sequência, aparecem desatenção do motorista (20%), desobediência às normas de trânsito (9,6%), desatenção do pedestre (7,8%), ultrapassagens malsucedidas (6,1%) e ingestão de álcool (5,2%).

 

A maioria das mortes aconteceu em trechos de pista simples (53,9%), à noite (56,4%) e com pista seca (75,6%). Quanto ao traçado, os trechos de reta concentraram 47,8% das mortes. As curvas, 31,3%. Homens representaram 72,2% dos óbitos.

 

Entre as 115 pessoas mortas no primeiro trimestre deste ano estão 22 ocupantes de motocicletas (19,1% do total de óbitos), 14 pedestres (12,2%) e três ciclistas (2,6%).

 

Ao longo de todo o ano passado, a PRF registrou o segundo menor número de mortes em rodovias federais nos últimos dez anos. Foram 500 óbitos no estado.

 

Ações de fiscalização

 

As equipes da PRF abordaram 1.094 motoristas dirigindo sob efeito de bebidas alcoólicas durante o primeiro trimestre deste ano no Paraná. Outros 4,9 mil foram autuados por realizar manobras proibidas de ultrapassagem.

 

Em 682 abordagens, os agentes da PRF encontraram crianças que eram transportadas sem cadeirinha.

 

Mais de 5,3 mil veículos foram recolhidos aos pátios do órgão, por diversos tipos de irregularidades. Durante fiscalizações de veículos de carga, cerca de 2.372 toneladas de excesso de peso foram detectadas.

 

No Paraná, a Polícia Rodoviária Federal fiscaliza cerca de 3.824 quilômetros de malha viária.

 

Balanço de acidentes nas rodovias federais no Paraná

 

1º trimestre de 2020:


- 115 mortos;


- 1.977 feridos;


- 1.792 acidentes atendidos.

 

1º trimestre de 2019:


- 118 mortos;


- 2.035 feridos;


- 1.809 acidentes atendidos.

 

Resumo das ações de fiscalização da PRF no Paraná
(janeiro a março de 2020)
- 1.094 flagrantes de embriaguez;


- 4.951 autuações por ultrapassagens proibidas;


- 682 crianças sem cadeirinha;


- 2.372 toneladas de excesso de peso;


- 5.330 veículos recolhidos. (Com Assessoria)

 

 

 

 

Regularização de CPF não é mais exigência para pedir auxílio

O juiz federal Ilan Presser, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), suspendeu nesta quarta dia 15, a exigência de regularização do Cadastro de Pessoa Física (CPF) para que a pessoa possa receber o auxílio emergencial de R$ 600.

 

A regularização do CPF é uma das exigências da Receita Federal para a pessoa receber o pagamento.

 

O magistrado tomou a decisão ao analisar uma ação apresentada pelo governo do Pará. Procurada, a Advocacia Geral da União (AGU) informou que ainda não foi notificada da decisão.

 

"Defiro o pedido [...] para determinar a suspensão imediata, em todo o território nacional, da exigência da regularização de CPF junto à Receita Federal, para fins de recebimento do auxílio emergencial", escreveu o juiz na decisão.

 

A decisão foi comunicada ao presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e ao secretário da Receita, José Tostes, para adotar a decisão em até dois dias, sob pena de multa de R$ 5 mil por dia de atraso.

 

Na decisão, o magistrado afirmou que a formação de fila provoca aglomerações e este tipo de situação representa "manifesta contrariedade" às medidas de distanciamento social, recomendadas pelas autoridades de saúde, entre as quais o Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

"As aglomerações, com sérios e graves riscos à saúde pública, continuam a se realizar, o que tem o condão de provocar o crescimento exponencial e acelerado da curva epidêmica, para atender à finalidade exigida pelo decreto regulamentar: de que sejam regularizadas as indigitadas pendências alusivas aos CPFs dos beneficiários junto à Receita Federal", escreveu. (Com Terra)

 

 

 

Cresce em 40% número de apreensão de drogas no Paraná

As forças de segurança estaduais apreenderam 143,6 toneladas de drogas de janeiro a dezembro de 2019 no Paraná, um aumento de 38,8% em relação ao ano anterior. A informação foi divulgada nesta quarta-feira dia 15 em relatório do Centro de Análise, Planejamento e Estatística da Secretaria da Segurança Pública.

 

Houve acréscimo na quantidade apreendida de todas as drogas divulgadas no relatório estatístico: maconha ( 36%), cocaína ( 212%), crack ( 38,4%), ecstasy ( 76,7%) e LSD ( 147,2%).

 

"O aumento nas apreensões de drogas é decorrente das diversas operações que as polícias Militar e Civil desenvolveram. Com mais polícia nas ruas, maior fiscalização e, principalmente, maior investigação por parte dos setores de inteligência correspondentes, conseguimos aumentar esse dado ano a ano", salientou o secretário da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares.

 

Para o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Péricles de Matos, o maior número de apreensões de entorpecentes colabora para a redução das outras estatísticas criminais, como de furto, roubo e homicídio. "Nós colocamos como prioridade o combate ao narcotráfico, em parceria com outros órgãos municipais, estaduais e federais. Quando atacamos a espinha dorsal que é o narcotráfico, todos os crimes satélites, aqueles que sustentam o narcotráfico, reduzem naturalmente", disse.

 

O delegado-geral da Polícia Civil, Silvio Jacob Rockembach, atribui o aumento à minuciosa investigação e à integração das forças policiais. "A Polícia Civil tem grande experiência na investigação de organizações criminosas que atuam no tráfico de drogas. Todo esse trabalho é realizado por todas as nossas unidades especializadas ou de área. Outro ponto chave é a integração e a troca de informações com outras forças de segurança federais, estaduais e municipais. Muitas das grandes apreensões são resultado do trabalho conjunto entre as polícias", explicou.

 

EM NÚMEROS - A cocaína foi a droga que teve maior aumento no volume apreendido no ano passado. De janeiro a dezembro de 2018 foi interceptada 1,6 tonelada, contra 5 toneladas durante 2019, um acréscimo de 212%. "Tivemos uma grande apreensão de cocaína no Litoral do Estado, em julho de 2019, quando foram interceptadas quase 3 toneladas em uma única operação", ressaltou o secretário Marinho.

 

O comandante-geral da Polícia Militar destaca que as ações no Estado colaboram também para a queda do tráfico de drogas internacional. "As grandes apreensões de cocaína do ano passado foram no Litoral. O trabalho de inteligência conjunta entre forças está impedindo o embarque da cocaína que é produzida na Colômbia, entra no território do Paraguai e, depois, passa pelo nosso território em direção ao Porto de Paranaguá e aos mercados europeu e americano. Nós estamos cortando essa logística", completou.

 

Além disso, o volume de crack apreendido cresceu 38,4% - 420 quilos a mais. Em 2019 foi apreendida 1,5 tonelada da droga. Somente em Maringá foram 325 quilos e em Curitiba 230 quilos.

 

DROGAS SINTÉTICAS - A quantidade de LSD apreendida também teve crescimento expressivo. Durante todo o ano de 2018 foram interceptados 14.539 pontos da droga, volume que subiu para 35.948 pontos em 2019 - são 21.409 pontos a mais, um aumento de 147%. Curitiba apreendeu 52% de todo o LSD retirado de circulação no Estado (18.844 pontos).

 

Em relação às apreensões de ecstasy, foram 40.408 comprimidos a mais em 2019, um aumento de 76,7%. No ano passado a polícia tirou de circulação 93.061 comprimidos. Os municípios que registraram maior volume apreendido foram São José dos Pinhais, com 43.231 comprimidos, e Curitiba com 32.853.

 

"Fazemos diversas operações para apreender cada vez mais entorpecentes no Paraná. As apreensões tem aumentado ano a ano porque o trabalho das unidades que compõem a secretaria também tem sido mais eficaz anualmente", completou o secretário.

 

MACONHA - No caso da maconha, foram apreendidas 137 toneladas em 2019, 36% a mais que as 100 toneladas em 2018. Quase 375 quilos da droga foram interceptados por dia em todo o Estado. Os municípios com maior volume apreendido foram Foz do Iguaçu (21,4 tonelada), Cascavel (11,4 tonelada), Santa Terezinha de Itaipu (7,2 tonelada), Alto Paraíso (5,3 tonelada), Guaíra (4,9 tonelada) e Curitiba (4,7 tonelada). (Com AEN)

 

 

 

Comissão nacional de ética aprovou 76 pesquisas sobre covid-19

A Comissão Nacional de Ética e Pesquisa (Conep) do Conselho Nacional de Saúde aprovou nesta terça dia 14,  21 protocolos de pesquisas que envolvem ensaios clínicos com pacientes de covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2). Os estudos fazem parte de um total de 76 pesquisas sobre a pandemia que foram aprovadas desde 23 de março, incluindo investigações epidemiológicas, trabalhos relacionados à saúde mental durante o confinamento e também pesquisas de ciências humanas.

 

Os 21 estudos com ensaios clínicos aprovados estão em cinco estados brasileiros, sendo 14 deles em São Paulo. Há também trabalhos em andamento no Ceará, Amazonas, Paraná e Rio de Janeiro. As pesquisas foram propostas por 17 instituições, e os tratamentos envolvem cerca de 8,7 mil participantes. Segundo a Conep, a maior parte dos proponentes é formada por universidades e hospitais brasileiros.

 

Se considerado o número total de 76 trabalhos, o que inclui os protocolos de estudos observacionais, há 53 em curso na Região Sudeste, nove no Sul, seis no Nordeste, quatro no Norte e mais quatro no Centro-Oeste.

 

Em três ensaios clínicos já aprovados pela Conep, pesquisadores avaliam o uso da cloroquina/hidroxicloroquina nos pacientes, e em sete essa substância é ministrada de forma associada à azitromicina. Entre essas pesquisas está a desenvolvida pela Fundação de Medicina Tropical e pela Universidade Estadual do Amazonas, que investigam o uso do medicamento em 81 pacientes graves. Nesses estudos, além de comprovar a eficácia, é preciso investigar a dose mais adequada, já que a substância pode causar efeitos colaterais como arritmia cardíaca devido à sua toxicidade.

 

Há ainda três estudos com uso de plasma sanguíneo de pessoas curadas de coronavírus, como o desenvolvido por pesquisadores dos hospitais Israelita Albert Einstein e Sírio-Libanês e da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Em nota divulgada no início do mês, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destacou que pesquisadores dedicados a análises semelhantes já têm obtido "resultados promissores", que ainda não podem ser encarados como "comprovação definitiva sobre a eficácia potencial do tratamento".

 

O coordenador da Conep, Jorge Venâncio, explica que qualquer pesquisa que envolva a observação ou experimentação em seres humanos deve ser aprovada pela comissão, que adotou um procedimento de urgência para avaliar em até 72 horas os estudos que investigam a pandemia de coronavírus. No trâmite normal, a avaliação teria um prazo de até 30 dias.

 

"Temos recebido uma quantidade grande. Chegaram à Conep mais de 400 pesquisas [relacionadas ao coronavírus]. Estamos recebendo o fluxo normal e mais essas 400", conta Venâncio. "A tendência é continuar tendo um fluxo grande".

 

Para dar conta desse trabalho, a Conep tem trabalhado em câmaras virtuais que funcionam sete dias por semana, e a prioridade tem sido pesquisas envolvendo ensaios clínicos, saúde mental ou com participação do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais de saúde. Para separar esse grupo das demais pesquisas, a comissão vai distribuir os outros estudos relacionados ao coronavírus para os mais de 800 comitês locais, que terão sete dias para dar um parecer.

 

Diversidade de pesquisas
Venâncio conta que já há cerca de 20 protocolos aprovados para serem incluídos no próximo boletim da Conep, que será divulgado na sexta dia 18.

Entre os 12 novos estudos divulgados no boletim de ontem, há pesquisas com diversos temas, como a análise da gravidade da covid-19 em soropositivos, a avaliação dos efeitos da quarentena na saúde física e mental, o contágio entre profissionais de saúde e pacientes e o uso de plasma convalescente para pacientes com infecção grave.

 

A maior parte das pesquisas relacionadas à covid-19 precisa também de aprovação da Anvisa para ser realizada, já que o uso de fármacos é regulado pela agência. A tarefa da Conep é avaliar se os direitos dos participantes das pesquisas estão sendo respeitados com informações claras e sem superestimação de benefícios ou subestimação de riscos.

 

"Geralmente, as pendências e cobranças que a gente faz são dessa ordem. Não pode prometer o que não vai entregar. Tem que colocar a realidade", afirma o coordenador, que conta que a comissão chegou a recusar poucos protocolos, por propostas sem fundamentação ou pesquisadores sem experiência em pesquisa clínica. "Quando a pessoa é chamada para uma pesquisa, muitas vezes está muito fragilizada. E a última coisa com que ela vai se preocupar é se os direitos dela estão sendo respeitados. É uma situação limite. Por isso, no Brasil e no mundo inteiro, temos esse sistema de proteção. das secretarias estaduais de saúde" (Com Agência Brasil)

Contrabandista capota carro a quase 200 km/h e é preso no Paraná

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 11,5 mil carteiras de cigarro em um carro na madrugada desta quarta-feira dia 15, em Palmeira (PR), na região dos Campos Gerais. A carga contrabandeada estava em um automóvel Chevrolet Vectra, que havia conseguido fugir de uma primeira tentativa de abordagem da PRF, em Guarapuava, na região centro-sul do estado.

 

Quase 150 quilômetros depois, o contrabandista, seguido por outra equipe de policiais rodoviários federais, perdeu o controle do veículo após quase atropelar um motociclista que esperava para cruzar a BR-277. Na sequência, o carro capotou, espalhando parte da carga de cigarro ao longo de aproximadamente 400 metros da rodovia.

 

O carro, que tinha vidros blindados, ficou inteiramente destruído.

 

Socorrido por uma equipe de resgate da concessionária Caminhos do Paraná, o homem, que sofreu lesões leves, recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Santa Casa de Irati, onde foi atendido, sob custódia da PRF. Às 10 horas, recebeu alta médica.

 

A prisão ocorreu às 4h40 da madrugada, no quilômetro 172 da BR-277. A primeira tentativa de parar o veículo havia sido realizada no quilômetro 319 da rodovia, pouco mais de duas horas antes.

 

Durante a fuga, o contrabandista, de 24 anos de idade, dirigiu em velocidades próximas a 200 km/h, expondo dezenas de outras pessoas a risco de acidentes graves. Fez uma série de ultrapassagens em locais de faixa amarela contínua e pelo acostamento. Por ao menos duas vezes, quase colidiu frontalmente contra veículos que transitavam no sentido contrário.

 

Aos policiais rodoviários federais, o preso disse que saiu de Cascavel (PR) e que levaria o cigarro até Guaratuba, no litoral do Paraná.

 

A PRF encaminhou o veículo e o cigarro para a unidade da Receita Federal em Ponta Grossa. Levado para a Delegacia da Polícia Federal na mesma cidade, o preso responderá a princípio pelos crimes de contrabando e direção perigosa. (Com PRF)

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