O advogado Frederick Wassef não faz mais a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Segundo informou o parlamentar pelo Twitter, a decisão foi do advogado.
"A lealdade e a competência do advogado Frederick Wassef são ímpares e insubstituíveis. Contudo, por decisão dele e contra a minha vontade, acreditando que está sendo usado para prejudicar a mim e ao presidente Bolsonaro, deixa a causa mesmo ciente de que nada fez de errado", disse Flávio Bolsonaro na postagem.
A lealdade e a competência do advogado Frederick Wassef são ímpares e insubstituíveis. Contudo, por decisão dele e contra a minha vontade, acreditando que está sendo usado para prejudicar a mim e ao Presidente Bolsonaro, deixa a causa mesmo ciente de que nada fez de errado.
Wassef defendia o senador na investigação sobre movimentações financeiras suspeitas quando Flávio era deputado estadual no Rio, mas resolveu sair do caso depois que o ex-assessor do parlamentar, Fabrício Queiroz, foi encontrado na casa do advogado, em Atibaia, na última quinta-feira (18).
Segundo a assessoria do senador, Rodrigo Roca e a advogada Luciana Pires passam a atender o senador. (Com Agência Brasil)
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) prorrogou - até o dia 10 de julho - o atendimento remoto aos seus segurados e beneficiários em razão da pandemia da covid-19.
A portaria, que normatiza a prorrogação, foi publicada hoje dia 22 no Diário Oficial da União, e prevê o retorno gradual do atendimento presencial nas agências no dia 13 de julho.
Com a reabertura, serão priorizados, nesta primeira fase, serviços de perícia médica, avaliação social, cumprimento de exigência, justificação administrativa e reabilitação profissional.
Segundo o INSS, o retorno destes serviços visa dar celeridade aos processos, uma vez que precisam essencialmente do atendimento presencial.
Para isso, o segurado deve realizar o agendamento pelo site ou aplicativo do Meu INSS ou pelo telefone 135.
“Segurados sem agendamento não serão atendidos nas agências, para evitar aglomerações, conforme determinações do Ministério da Saúde”, destacou o INSS, em comunicado.
Os serviços que não estarão disponíveis de forma presencial neste primeiro momento continuam pelos canais remotos (Meu INSS e telefone 135).
Além disso, o regime de plantão para tirar dúvidas continua nas agências enquanto o atendimento presencial não for totalmente retomado.
Retomada do atendimento nas agências
A retomada do atendimento considerará as especificidades das 1.525 agências da Previdência Social em todo o Brasil, que deverão oferecer condições mínimas de segurança sanitária.
Elas também deverão observar as regras de isolamento, quarentena e outras condições de funcionamento estabelecidas pelos estados, municípios e Distrito Federal.
Cada unidade deverá avaliar o perfil do quadro de servidores e contratados, o volume de atendimentos realizados, a organização do espaço físico para o adequado distanciamento social, as medidas de limpeza e desinfecção dos ambientes e os equipamentos de proteção individual e coletiva.
De acordo com o INSS, atualmente 753 agências estão aptas a voltar a funcionar, o que representa 70% da capacidade de atendimento do instituto. As unidades que não reunirem as condições necessárias para atender o cidadão de forma segura continuarão em regime de plantão reduzido para tirar dúvidas.( Com Agência Brasil)
A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 6,51% para 6,50%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.
Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há quatro semanas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB.
Dólar
A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,20, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5.
Inflação
As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 1,60% para 1,61%.
Para 2021, a estimativa de inflação permanece em 3%. A previsão para os anos seguintes - 2022 e 2023 - também não teve alterações: 3,50%.
A projeção para 2020 está abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.
Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.
Selic
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).
Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2,25% ao ano, a mesma previsão da semana passada.
Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 3% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 5% ao ano e para o final de 2023, 6% ao ano.
Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. (Com Agência Brasil)
O governo Donald Trump está determinado a encerrar em seis meses o programa Dreamers, que protege os imigrantes que entraram ilegalmente nos Estados Unidos (EUA) quando crianças, disse o chefe interino do Departamento de Segurança Interna.
A administração Trump considera o programa ilegal, e a Suprema Corte dos EUA - que na semana passada decidiu contra o encerramento do plano - não discordou, afirmou o secretário do departamento, Chad Wolf, ao programa Meet the Press da NBC.
"Em nenhum momento dessa decisão eles disseram que o programa era legal. Eles simplesmente não gostaram da lógica e dos procedimentos que usamos", disse Wolf.
A Suprema Corte dos EUA bloqueou na quinta-feira (18) os esforços de Trump para acabar com a política de Ação Diferida para Chegadas de Infância (Daca) adotada pelo ex-presidente Barack Obama, que protege cerca de 649 mil imigrantes da deportação.
A posição da Suprema Corte confirmou as decisões dos tribunais de primeira instância, que entenderam que a determinação de Trump de acabar com o programa em 2017 era ilegal, mas não impede Trump de tentar novamente encerrá-lo.
Donald Trump disse no sábado (20) que seu governo reenviaria os planos para acabar com a política, mas não deu detalhes.
Chad Wolf disse ao Face the Nation, da CBS, que o governo continuaria renovando os vistos para as pessoas cobertas pelo programa popular, enquanto procura uma maneira de encerrá-lo permanentemente.
Questionado se Trump descartou o fim do programa por meio de uma ordem executiva, Wolf disse que o governo continuará pressionando o Congresso para encontrar uma solução.
Acrescentou que o presidente também ordenou que o departamento olhe atentamente a decisão da Suprema Corte e a possibilidade de refazer a proposta com uma lógica diferente.
"Não vou avançar à frente do presidente. Ele tomará essa decisão na hora certa, mas o departamento estará pronto para fazer essa ligação", afirmou. (Com Agência Brasil)
As mortes por coronavírus na Argentina chegaram a mil nesse domingo dia 21, de um total de 41.204 casos confirmados. O país mantém isolamento obrigatório para combater os efeitos da pandemia que afeta a população mundial.
O governo argentino disse que 12.728 pessoas se recuperaram do vírus. "Quanto aos casos confirmados, 1.046 são importados, 15.528 são contatos próximos de casos confirmados, 17.095 são casos de circulação comunitária e o restante está sob investigação epidemiológica", mostrou relatório do Ministério da Saúde.
Na Argentina, há uma quarentena severa que começou no fim de março e vai até 28 de junho, mais grave na capital e em grandes regiões urbanas, a fim de impedir a propagação do novo coronavírus.
Os números de contágio na Argentina registram níveis muito mais baixos do que no Brasil, onde se estima que estejam concentradas mais da metade das infecções na América Latina. (Com Agência Brasil)
Em declaração à Agência Reuters na manhã desta sexta dia 19, a cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) Soumya Swaminathan afirmou que a agência espera que centenas de milhões de doses de uma vacina contra a covid-19 sejam produzidas ainda neste ano, e mais dois bilhões até o final do ano que vem.
Segundo a pediatra indiana, a OMS já trabalha com projeções para decidir quem deveria receber as primeiras doses da vacina, tão logo ela seja aprovada.
É certo que a prioridade deverá ser dada aos profissionais da linha frente, como médicos e enfermeiros, pessoas mais vulneráveis por causa da idade ou doenças preexistentes, e a quem trabalha ou vive em locais de alta transmissão como prisões e casas de repouso.
Afirmando-se muito esperançosa e otimista, Swaminathan reconhece que a área de desenvolvimento de vacinas é um empreendimento complexo e sujeito a muitas incertezas. Por outra lado, afirma, "o bom é que temos muitas vacinas e plataformas, então, se a primeira falhar ou se a segunda falhar, não deveríamos perder a esperança ou desistir".
Com a expectativa de disponibilização nos próximos meses para prevenção do novo coronavírus, em torno de dez vacinas encontram-se na fase de testes em seres humanos. Alguns paíse estão fechando acordos bilionários com empresas farmacêuticas para garantir o seu suprimento de doses antes mesmo que as vacinas se revelem eficazes.
Swaminathan considera que a expectativa por milhões de doses ainda em 2020 pode ser vista como otimista. Assim como a esperança por até dois bilhões de doses de três diferentes tipos de vacina seja ainda dependente de uma série de condições.
A cientista acrescentou que, até o momento atual, os dados de análises genéticas coletados não indicam que o novo coronavírus tenha passado por nenhuma mutação significativa que pudesse alterar o grau de severidade da doença que causa. (Com Mega Curioso)






















