Pedido de isenção de taxa de inscrição do Enem termina nesta sexta

Os interessados em fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 têm até as 23h59 desta sexta dia 17, para pedir a isenção de pagamento da taxa de inscrição. A solicitação é feita, exclusivamente, por meio da plataforma virtual Página do Participante, dentro do site do Enem. O procedimento não garante a participação no exame. As inscrições devem ser realizadas de 11 a 22 de maio.

 

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do Enem, o participante habilitado para a isenção em 2019 que não compareceu aos dois dias de exame deve comprovar o motivo da ausência para pedir nova gratuidade neste ano. O processo também deve ser realizado pela Página do Participante.

 

Tem direito à isenção da taxa quem cursar a última série do ensino médio em 2020, em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar; tiver cursado todo o ensino médio em escolas públicas ou como bolsista integral na rede privada, além de ter renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.

 

A pessoa precisa também declarar estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, por ser membro de família de baixa renda, inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), que requer renda familiar per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

 

Cadastro


Para justificar a ausência em 2019 e/ou solicitar a isenção em 2020, os participantes deverão ter o login único do governo federal, pelo portal gov.br. O acesso poderá ser realizado por meio da Página do Participante do Enem. A senha deverá ser memorizada ou anotada em local seguro, pois será necessária para acompanhar todas as etapas do exame, desde a solicitação de isenção da taxa de inscrição até a consulta dos resultados, em 2021.

 

Enem Digital
O exame digital será oferecido a partir deste ano, com implantação gradual e aplicação-piloto para 100 mil pessoas de todo o país. A estrutura das provas é a mesma do modelo impresso.

 

A modalidade tem edital próprio, mas as regras para pedidos de isenção e justificativas de ausência são as mesmas.

 

As provas da versão digital estão previstas para 11 e 18 de outubro e as do Enem impresso, para 1º e 8 de novembro. (Com Agência Brasil)

Posse do Ministro da Saúde, Nelson Teich

O Governo brasileiro realiza na manhã desta sexta dia 17, a solenidade de posse do novo Ministro da Saúde, Nelson Teich.

 

O ex-Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, agradeceu e se despediu do cargo onde permaneceu por 16 meses, desde janeiro de 2019. Mandetta descreve que pegou o SUS (Sistema Único de Saúde) com muitos problemas e precisou intensificar os trabalhos e ressalta que não existe saúde sem economia.

 

"Criamos pela primeira vez nestes 31 anos do SUS a secretaria nacional de atenção primária e demos os seis passos de restruturação do sistema: a criação da secretaria, a ampliação do sistema de saúde na hora, os médicos pelo Brasil com métrica de trabalho para que o profissional seja reconhecido, também o financiamento da atenção primária para medir também pela primeira vez o que país faz em saúde. Se saúde é investimento, todo investimento precisa ser medido para saber do seu retorno a sociedade", disse em discurso o ex-ministro.

 

Mandetta oficializou sua saída do ministério via redes sociais na tarde de quinta dia 16, quando disse que ouviu a fala do presidente Jair Bolsonaro sobre seu desligamento. Nelson Teich assume o posto. ( Com Catve)

 

 

 

Educação vai adotar tradução simultânea de libras em aulas EaD

A Secretaria de Estado de Educação e do Esporte anunciou que a partir de quarta dia 22, as aulas EaD terão tradução simultânea de libras. A novidade chega após a Secretaria buscar por melhores alternativas que incluíssem as mais diversas demandas dentro da educação.

 

Os estudantes da rede estadual de Educação que possuem a necessidade de um tradutor poderão acompanhar seus estudos sem ser prejudicados.

 

O secretário estadual da Educação, Renato Feder, diz que alunos com necessidades especiais que não conseguiram acompanhar todo o material das duas primeiras semanas de aulas à distância não serão prejudicados. “O aluno pode, com calma, resolver as atividades que já foram passadas e enviar ao professor no seu tempo”, afirmou. “Como o conteúdo já lecionado não terá tradução, entendemos que ele precisará de um tempo maior para o término do exercício, mas a partir de quarta-feira os próximos conteúdos e videoaulas virão com tradução, o que já facilita para o estudante”, acrescentou.

 

Segundo ele, o Estado está passando por um período excepcional que também exige medidas excepcionais. Diz que as aulas EaD são a solução encontrada para que os estudantes do Paraná não tenham seu ano letivo prejudicado. “A equipe da Secretaria está trabalhando muito para que o conteúdo chegue com qualidade aos nossos alunos nesse momento tão difícil”, afirmou o secretário Renato Feder.

 

AULAS EAD – As aulas na modalidade EaD foram a alternativa encontrada para que os cerca de 1 milhão de estudantes da rede não tenham seu processo de ensino e aprendizagem prejudicado. Os colégios só serão reabertos quando a situação for considerada segura pelas autoridades sanitárias.

 

A proposta foi desenvolvida respeitando a Constituição Federal e o conceito de amplo acesso à educação. Vale ressaltar que houve ampla aceitação por parte do Conselho Estadual de Educação (CEE), que deliberou de forma favorável por 17 votos a um.

 

MAIORES AVANÇOS NA INCLUSÃO – “Sabemos que a tradução em libras é apenas uma das demandas que precisamos melhorar e garanto que estamos fazendo o possível para continuar avançando e melhorando o sistema Ead para o conforto dos alunos”, disse o secretário. (Com CGN)

 

 

 

 

 

 

Bolsonaro anuncia Nelson Teich como ministro da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro anunciou, na tarde desta quinta dia 16, o médico Nelson Teich como novo ministro da Saúde, no lugar de Luiz Henrique Mandetta, que ficou pouco mais de 16 meses no cargo. Teich assume o cargo em meio à pandemia do novo coronavírus, que já infectou mais de 30 mil pessoas no país, levando cerca de 1,9 mil pacientes a óbito. Em um pronunciamento no Palácio do Planalto, ao lado do novo auxiliar, Bolsonaro ressaltou que é preciso combinar o combate à doença com a recuperação econômica e garantia de empregos, e defendeu uma descontuidade gradativa do isolamento social em vigor em todo o país.

 

"O que eu conversei com o doutor Nelson é que gradativamente nós temos que abrir o emprego no Brasil. Essa grande massa de humildes não tem como ficar presa dentro de casa, e o que é pior, quando voltar, não ter emprego. E o governo não tem como manter esse auxílio emergencial e outras ações por muito tempo", afirmou.

 

De acordo com Bolsonaro, houve um "divórcio consensual" entre ele e Mandetta, e destacou que o ex-ministro "se prontificou a participar de uma transição a mais tranquila possível, com a maior riqueza de detalhes que se possa oferecer".

 

Em seu discurso após o presidente, Nelson Teich disse que não haverá uma definição "brusca ou radical" sobre a questão das diretrizes para o isolamento social, mas enfatizou que a pasta deve tomar decisões com base em informações mais detalhadas sobre o avanço da pandemia no país. Nesse contexto, ele defendeu um amplo programa de testagem para a covid-19 e ressaltou que está completamente alinhado ao presidente Jair Bolsonaro, na perspectiva de retomar a normalidade do país o mais breve possível.

 

"Existe um alinhamento completo aqui, entre mim e o presidente, e todo o grupo do ministério, e que realmente o que a gente está aqui fazendo é trabalhar para que a sociedade retome cada vez mais rápido uma vida normal", disse.

 

Perfil
O novo ministro da Saúde é médico oncologista e empresário do setor. É natural do Rio de Janeiro, formado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), com especialização em oncologia no Instituto Nacional de Câncer (Inca). Também é sócio da Teich Health Care, uma consultoria de serviços médicos.

 

Teich chegou a atual como consultor informal na campanha eleitoral de Bolsonaro, em 2018, e foi assessor no próprio Ministério da Saúde, entre setembro do ano passado e janeiro deste ano.

 

Repercussão
A troca no comando do Ministério da Saúde repercutiu entre políticos, representantes da área médica e da sociedade civil. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o do Senado, Davi Alcolumbre, ambos do mesmo partido de Mandetta, divulgaram nota conjunta elogiando o trabalho do médico à frente da pasta, classificando-o como “guerreiro”.

 

“O trabalho responsável e dedicado do ministro foi irreparável. A sua saída, para o país como um todo, nesse grave momento, certamente não é positiva e será sentida por todos nós”, declararam os comandantes das duas casas do Congresso Nacional.

 

Partidos e lideranças do Congresso também divulgaram comunicados com avaliações positivas sobre o ex-ministro e sua gestão como o líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio (SP), a bancada do PSB na Câmara, o primeiro-vice-presidente do Senado, Antonio Anastasia (PSD-MG) e o DEM.

 

Já deputados da base do governo, como o líder do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO), a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PRB-RJ) elogiaram a mudança e deram boas-vindas ao novo ministro em seus perfis nas redes sociais.

 

O governador de São Paulo, João Dória, disse que a troca é uma “perda para o Brasil” e desejou sorte ao novo ministro, recomendando que “siga procedimentos técnicos e atenda às recomendações da OMS”. Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, lamentou a saída de quem “coordenou com competência a política de enfrentamento à covid-19”.

 

A Associação Médica Brasileira (AMB) divulgou nota em apoio a Nelson Teich e informou que participou da reunião entre ele e o presidente Jair Bolsonaro ocorrida na manhã de hoje.

 

“É um nome que conta com nosso total apoio e pelo qual temos muita simpatia. Respeitado na classe médica, eminentemente técnico, gestor e altamente preparado para conduzir o Ministério da Saúde”, afirma o presidente da entidade, Lincoln Ferreira.

 

Já o Conselho Nacional de Saúde, órgão do SUS com a participação de diversos segmentos da sociedade, considerou “irresponsável” a demissão de Mandetta frente ao cenário de agravamento da pandemia no território nacional.

 

“A decisão reafirma que o governo sobrepõe o discurso econômico diante da vida da população, no momento em que se aprofundam as contradições da sociedade já marcada pela desigualdade e pela exploração humana, em especial para as populações mais vulnerabilizadas, que podem ter aumento exponencial em número de óbitos por serem as que mais sofrem os efeitos desta conjuntura”, diz o texto do órgão.

 

A Oxfam Brasil, organização da sociedade civil, expressou “preocupação” com a substituição no que chamou de momento crucial da gestão da crise da saúde pública provocada pelo coronavírus. (Com Agência Brasil)

Caixa paga hoje auxílio emergencial para 3,3 milhões de pessoas

A Caixa Econômica Federal paga hoje dia 17, a 1.359.786 beneficiários do Bolsa Família cujo último digito do Número de Identificação Social - NIS - é igual a 2.

 

Também nesta sexta-feira, ela deposita o auxílio emergencial de R$ 600 para 1.958.268 de pessoas nascidas em setembro, outubro, novembro e dezembro (inscritas no Cadastro Único que não recebem Bolsa Família).

 

O crédito será feito na conta poupança digital da Caixa aberta pelo banco para cada beneficiário.

 

Saque em dinheiro


O auxílio emergencial começará a ser sacado em dinheiro no próximo dia 27. Os saques ocorrerão conforme o mês de nascimento do beneficiário. A medida visando reduzir os efeitos do coronavírus na economia brasileira.

 

As retiradas ocorrerão no dia 27 para os nascidos em janeiro e fevereiro, no dia 28 para os nascidos em março e abril, dia 29 para os nascidos em maio e junho e no dia 30 para os nascidos em julho e agosto. Em maio, será a vez de os nascidos em setembro e outubro sacar o benefício no dia 4; e os nascidos em novembro e dezembro, no dia 5.

 

O dinheiro poderá ser retirado sem a necessidade de cartão em casas lotéricas, caso elas estejam abertas, e em caixas eletrônicos.

 

A Caixa informou que não é necessário retirar o dinheiro porque o valor depositado na poupança digital pode ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, para pagamento de boletos e contas domésticas e para transferências ilimitadas para contas da Caixa, permitindo até transferências mensais gratuitas para outros bancos nos próximos 90 dias.

 

Bolsa família
Os beneficiários do Bolsa Família começam a receber o auxílio emergencial hoje, nos casos em que o valor é mais vantajoso que o recebido pelo programa de transferência de renda. (Com Agência Brasil)

 

O pagamento será feito para os beneficiários com Número de Identificação Social – NIS 1. Amanhã, será a vez de 1.359.786 famílias com NIS 2. Os valores serão creditados de acordo com o NIS até o dia 30 deste mês, quando será pago para aqueles com NIS 0. (Com Agência Brasil)

Sicredi: Em meio à pandemia, brasileiros reforçam reserva financeira e aumentam investimento na poupança

Em março, o Banco Central registrou R$ 12 bilhões a mais em depósitos do que retiradas da aplicação. Em todo o Sistema Sicredi, os investimentos na poupança somaram mais de R$ 850 milhões, maior incremento dos últimos três anos

 

Investimento tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou o melhor desempenho do ano no último mês. Segundo dados do Banco Central, os depósitos superaram as retiradas em mais de R$ 12 bilhões, demonstrando que os brasileiros estão mais cautelosos em meio à pandemia do coronavírus, redescobrindo a importância de fazer uma reserva financeira.

 

Em todo o Sistema Sicredi, a poupança registrou um incremento de mais de R$ 850 milhões, o maior desempenho dos últimos três anos na instituição financeira cooperativa, que está presente em mais de 22 estados e no Distrito Federal. Só na Central Sicredi PR/SP/RJ, houve um incremento de quase R$ 450 milhões. “O cenário econômico atual tem exigido investimentos mais seguros por parte dos brasileiros, o que impactou positivamente nos resultados da poupança. Neste momento, é importante fazer uma reserva para lidar com possíveis imprevistos ou planejar com mais segurança os investimentos futuros”, afirma a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Cássia Zandoná França.

 

Enquanto outros investimentos apresentam instabilidade, principalmente devido ao impacto econômico do coronavírus, a poupança está rendendo cerca de 2,625% em 2020, com a atual fórmula de rendimento - considerando a redução da Selic para 3,75% ao ano. “A modalidade é uma boa opção para quem não quer correr riscos, por oferecer uma remuneração garantida, com disponibilidade de resgate imediato em casos de emergência”, explica Adriana.

 

Outro fator que contribuiu para o crescimento nos depósitos da poupança do Sicredi, de acordo com o diretor, é a confiança dos associados na instituição financeira. “Os brasileiros precisam guardar e investir o seu dinheiro em uma instituição sólida e que coloque o investidor no controle do seu patrimônio. Além disso, com o modelo de negócio que adotamos, transparente e participativo, as pessoas se sentem ainda mais seguras”, destaca.

 

Com mais de 4,4 milhões de associados, 28 mil colaboradores e cerca de 1.800 agências, o Sicredi possui a maior rede bancária dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de ser a única instituição financeira presente em mais de 100 municípios do Brasil. A instituição fechou o ano de 2019 com R$ 111 bilhões de ativos totais, R$ 17,5 bilhões em patrimônio líquido e R$ 3 bilhões de resultado líquido. O salto na carteira de crédito total foi de aproximadamente R$ 71 bilhões, com depósitos totais na casa dos R$ 70 bilhões.

 


Por Assessoria

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