Covid-19: Associação de Futebol segura retorno do campeonato argentino

Se no Brasil o Campeonato Carioca retorna amanhã dia 18,  na Argentina, o futebol vai ter que esperar um pouco mais. O presidente da Associação Argentina de Futebol (AFA), Claudio Tapia, revelou em um vídeo, publicado no canal oficial da entidade no Youtube, que os treinamentos só serão permitidos quando todo o país estiver na fase quatro de abertura das atividades.

 

Tapia explicou que grande parte da Argentina já alcançou a fase quatro, porém há uma alta porcentagem de clubes localizados em áreas que ainda têm restrições mais severas, como a área metropolitana de Buenos Aires (AMBA).

 

“Todos queremos que a bola role, mas o mais importante é a saúde, a vida dos argentinos e da família do futebol argentino. Das 123 equipes profissionais que compõem nosso país, 59% se encontram na AMBA. De mais de 3900 jogadores profissionais do futebol argentino, 75% estão na AMBA. Não podemos transportar o vírus ao interior do nosso querido país e temos que ser responsáveis em tomar as decisões que nos levem a possibilidade de minimizar os riscos da pandemia quando o futebol argentino voltar. Por isso decidimos que a volta aos treinamentos vai ser quando todo o país se encontrar na fase quatro. Isto vai permitir manter o espírito do futebol quando ninguém terá nenhuma possibilidade de vantagem esportiva e vamos colocar em igualdade de condições todas as nossas famílias”.

 

O presidente Claudio Tapia informou que a AFA criou uma Comissão Médica para a formulação de protocolos de segurança. Os protocolos não serão iguais, ou seja, eles devem ser adequados às condições econômicas e estruturais das equipes. Tapia também afirmou que a AFA está trabalhando para gerar recursos econômicos que possam auxiliar os clubes e cumprir o protocolo de segurança. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Doria diz que governo não será complacente com violência policial

O governador João Doria disse hoje dia 17, que o governo paulista condena a violência policial. “O governo de São Paulo não será complacente com nenhum tipo de violência policial, de nenhuma ordem, sob qualquer justificativa”, afirmou.

 

“A avaliação do governo de São Paulo - e minha - é de que temos uma grande polícia, uma polícia eficiente e competente, a mais bem treinada e preparada do Brasil. O que não confere o direito a esta polícia, ainda que por poucos, de cometer equívocos, de cometer agressões ou de transgredir. [Para] aqueles que transgredirem [a lei], a orientação do governo do estado é de que eles serão afastados, julgados e, se culpados forem, que sejam penalizados, inclusive com expulsão da polícia”, disse Doria.

 

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, e a Corregedoria da Polícia investigam se policiais militares estão envolvidos na morte de um jovem negro de 15 anos. O rapaz, identificado como Guilherme, desapareceu na noite de domingo (14), na Vila Clara, distrito de Jabaquara, na zona sul de São Paulo.

 

Protestos


A sua morte mobilizou a comunidade do bairro onde ele morava e, na noite de segunda-feira (15), houve uma manifestação no local, quando foram incendiados sete ônibus e outros três foram depredados.

 

Além desse caso, policiais militares de São Paulo foram flagrados, esta semana, em imagens que circularam pelas redes sociais, agredindo pessoas rendidas no Jaçanã, na capital paulista, e em Barueri (SP).

 

Segundo o secretário de Segurança Pública de São Paulo, general João Camilo Campos, inquéritos já foram abertos para investigar a participação de policiais na morte do jovem na Vila Clara e policiais investigados já foram afastados da Polícia Militar.

 

“Não temos nenhum compromisso com o erro. A missão para a Segurança Pública é o farol. Nossa missão é proteger pessoas, aplicar a lei e combater o crime”, disse ele.

 

“Não podemos compactuar com o desvio, não podemos compactuar com o abuso, qualquer que seja. A legalidade tem que prevalecer. O bom policial é o policial que respeita a lei e o direito das pessoas”, afirmou Elizeu Soares Lopes, ouvidor das polícias.(Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Consulta pública vai definir especificações de novos ônibus escolares

Está aberta a consulta pública para definir as especificações técnicas dos novos ônibus do programa Caminho da Escola. De acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável pela consulta, o objetivo é dar transparência ao processo licitatório dos veículos urbanos e rurais que estarão disponíveis para aquisição pelos estados e municípios a partir de 2021 e garantir a oferta de transporte de acordo com as necessidades dos estudantes.

 

O documento com todas as especificações técnicas dos ônibus está disponível no portal do FNDE, na aba Compras Governamentais, até o dia 22 de junho. O FNDE espera receber contribuições de fornecedores, representantes de montadoras de veículos e cidadãos em geral. As sugestões devem ser enviadas para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. De acordo com o órgão, todas serão respondidas durante o processo licitatório.

 

Sobre a consulta


Após receber as sugestões do mercado e cidadãos, o FNDE realizará audiência pública para promover a discussão entre os agentes envolvidos. Em seguida, o órgão vai definir um edital de pregão eletrônico. Após a finalização do pregão, a autarquia disponibilizará atas de registro de preços para adesão por parte dos estados e municípios interessados em adquirir os veículos para as suas redes de ensino.

 

Existem três formas para entes federativos adquirirem veículos do Caminho da Escola: por meio de assistência financeira do FNDE, no âmbito do Plano de Ações Articuladas (PAR), conforme disponibilidade orçamentária consignada na Lei Orçamentária Anual; com recursos próprios; ou por meio de linha de crédito a ser disponibilizada por agente financeiro.

 

Entre o final de 2019 e início de 2020, o Ministério da Educação e o FNDE disponibilizaram atas para aquisição de 6.200 novos veículos, entre os quais 200 unidades de um modelo inédito no programa: um veículo menor, do tipo jipe, com tração 4x4, para tráfego em áreas de difícil acesso. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio de R$ 32 milhões

A Mega-Sena sorteia hoje dia 17,  um prêmio de R$ 32 milhões. A seis dezenas do concurso 2.271 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

 

O sorteio pode ser acompanhado, ao vivo, pela televisão ou pela internet. A aposta mínima, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

 

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa.

 

Quina de São João


As apostas para a Quina de São João podem ser feitas nas lotéricas de todo o país. O concurso especial chega à sua 10ª edição este ano.

 

O sorteio do concurso 5.299 da Quina será realizado no dia 27 de junho, às 20h, e a estimativa inicial do prêmio é de R $ 140 milhões.

 

O prêmio não acumula e, caso não haja vencedores na faixa principal, o prêmio será dividido entre os vencedores da segunda faixa (quatro números) e assim por diante.

 

Para apostar, basta marcar de cinco a 15 números entre os 80 disponíveis no volante. O preço de uma aposta simples, com cinco números, custa R $ 2. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Integrantes do Bolsa Família começam a receber 3ª parcela de auxílio

A população inscrita no programa Bolsa Família começa a receber nesta quarta dia 17, a terceira parcela do auxílio emergencial. Os repasses de R$ 600 a R$ 1.200 obedecem ao calendário habitual do programa, que segue até 30 de junho.

 

Os primeiros a receber são os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) final 1. Em maio, 14,28 milhões de famílias receberam o benefício, no valor total de R$ 15,2 bilhões. O calendário de pagamento para os demais cidadãos com direito ao auxílio emergencial será divulgado em breve, segundo o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

 

O auxílio emergencial prevê o pagamento de três parcelas de R$ 600 para trabalhadores informais, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda. O governo deve estender o pagamento do auxílio em pelo menos mais duas parcelas , mas com valor inferior aos R$ 600 pagos atualmente.

 

De acordo com a Caixa Econômica Federal, cerca de 59 milhões de pessoas já receberam a primeira parcela do benefício. A segunda parcela, de acordo com o ministro Onyx Lorenzoni, foi paga a 51 milhões. Cada parcela do auxílio emergencial custa aos cofres públicas cerca de R$ 48 bilhões

 

Outros lotes de solicitações do auxílio emergencial, feitos em maio, foram processados e os beneficiários começaram a receber a primeira parcela. Desses, um grupo de 4,9 milhões de novos beneficiados vai receber o pagamento ao longo desta semana. Serão mais R$ 3,2 bilhões em repasses.

 

Quem nasceu de janeiro a junho poderá movimentar digitalmente os valores pela Conta Social Digital da Caixa desde ontem (16); os nascidos de julho a dezembro, a partir desta quarta-feira (17). Já os saques em dinheiro poderão ser feitos a partir de 8 de julho, para aniversariantes de janeiro, e assim por diante até 18 de julho, para os de dezembro.

 

Números do programa


A Dataprev informou na última segunda-feira (15) que já recebeu mais de 124,1 milhões de solicitações para o auxílio emergencial e processou 98,6% delas. A empresa pública é responsável pelo cruzamento das informações autodeclaradas dos requerentes por meio do site ou aplicativo da Caixa com a base de dados federais. Atualmente, restam 1,6 milhão de cadastros em processamento, referentes ao período de 27 de maio e 11 de junho. Outros 34.043 pedidos de abril (0,03% do total) passam por processamento adicional no Ministério da Cidadania.

 

Do total de pedidos, 64,14 milhões foram considerados elegíveis e 16,69 milhões classificados como inconclusivos, quando faltam informações para o processamento integral do pedido. Os inelegíveis, que não têm direito ao benefício pelos critérios estabelecidos em lei, foram 41,59 milhões.

 

O governo consulta diversas bases oficiais de dados, resguardados os sigilos fiscais e bancários, de forma simultânea, para identificar se o requerente se enquadra nos critérios legais para receber o benefício. Até a semana passada, foram recuperados aos cofres públicos cerca de R$ 29,65 milhões pagos a pessoas fora dos critérios para recebimento.

 

Por meio do site devolucaoauxilioemergencial.cidadania.gov.br, um total de 39.517 pessoas que não se enquadravam nos critérios da lei que criou o auxílio emergencial emitiram Guias de Recolhimento da União (GRU) para devolver valores. Desse total, 23.643 foram militares, que somaram R$ 15,2 milhões em devoluções.(Com Agência Brasil)

 

 

 

 

Jogos de Tóquio: novo adiamento deve ser encorajado, defende Takahashi

Antes do adiamento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, o discurso das autoridades japoneses e do Comitê Olímpico Internacional (COI) rechaçava a possibilidade dos eventos não ocorrerem em 2020, mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Após a confirmação da mudança para o próximo ano, o otimismo dos porta-vozes parece ter arrefecido, e até o cancelamento das disputas já entrou em pauta. Diretor do Comitê Organizador dos Jogos, Haruyuki Takahashi não foi tão longe, mas alertou para a possibilidade de um novo adiamento. Mais que isso: disse que, se necessário, ele deve ser "encorajado".

 

Em depoimento a jornalistas reproduzido pelo diário japonês Nikkan Sports, Takahashi diz que se deve "evitar o cancelamento" dos Jogos e avisa que, se isso ocorrer, "o Japão e a economia mundial serão severamente atingidos". Ainda segundo o dirigente, caso a covid-19 ainda não esteja controlada e seja difícil manter os eventos nas datas remarcadas, o novo adiamento "deve ser encorajado". A Olimpíada está agendada para iniciar em 23 de julho, enquanto a Paralimpíada começará em 24 de agosto.

 

Tanto o governo japonês quanto o Comitê Organizador admitiram, mais de uma vez, dificuldade de imaginar uma nova mudança de data para os Jogos. Além dos eventos postergados para 2021, como Mundiais de Atletismo e Esportes Aquáticos, a temporada de 2022 terá ainda a Copa do Mundo de futebol, no Catar, e a Olimpíada de Inverno, em Pequim (China). Além disso, a estimativa do diário nipônico Nikkei, especializado em economia, é de o já consumado adiamento das disputas em Tóquio para o próximo ano gere um custo extra de US$ 2,7 bilhões (equivalente a aproximadamente R$ 13 bilhões) entre manutenção de estruturas e revisão de contratos.

 

A propagação da covid-19 é preocupante. São quase 7,9 milhões de casos confirmados e mais de 431 mil mortes causadas pela doença no mundo. Em entrevista à Agência Brasil, o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Mizael Conrado, avaliou que os Jogos em 2021 terão que ser repensados se a vacina contra a covid-19 não for desenvolvida até o final deste ano. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

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