O Ministério da Saúde informou nesta quarta dia 15, que o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, pediu demissão esta manhã. A saída acontece em meio à pandemia da covid-19 e notícias sobre a possibilidade de o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, deixar o cargo.
Nas últimas semanas, Oliveira vinha participando das coletivas de imprensa, ao lado de Mandetta e do secretário executivo do ministério, João Gabbardo, para apresentar os dados e as ações da pasta de enfrentamento ao novo coronavírus.
O Ministério da Saúde não informou se já foi escolhido um substituto para ocupar o cargo.
Oliveira é doutor em epidemiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atua também como professor da Escola Fiocruz de Governo da Fundação Oswaldo Cruz, em Brasília, e é servidor público federal, enfermeiro epidemiologista do Hospital das Forças Armadas, do Ministério da Defesa. Tem mais de 20 anos de experiência profissional, sendo 16 anos no Ministério da Saúde, onde também atuou na coordenação da Resposta Nacional às Emergências do zika vírus, em 2015, e de H1N1, em 2009. (Com Agência Brasil).
O transporte coletivo metropolitano está sofrendo as consequências do necessário isolamento social para conter a pandemia de coronavírus. Segundo dados da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (COMEC), nas primeiras semanas de isolamento houve uma queda de 70% dos passageiros, já nesta semana houve um acréscimo e a baixa está em 60%. Com isso, decisões têm sido tomadas no dia a dia e as empresas já estudam a suspensão de contratos de trabalho de funcionários, uma vez que não estão tendo o lucro esperado para a manutenção da folha salarial.
O presidente da Comec confirmou que o impacto tem sido muito grande no transporte coletivo. "Houve uma queda expressiva pelo fechamento do comércio e tudo mais. Nas primeiras semanas tivemos queda de 70% dos números de usuários, agora estamos quase chegando aos 60% no horário de pico. Em outros horários os ônibus estão trabalhando praticamente sem passageiros", falou. (Com Banda B)
Depois de regularizar a situação de cerca de 90 mil Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) no fim de semana, a Receita Federal recebeu, na segunda dia 13, cerca de 84 mil novos pedidos de inscrição e de regularização do cadastro. Segundo balanço divulgado pelo órgão, 24 mil contribuintes fizerem o pedido na segunda e 60 mil na terça dia 14.
A regularização do CPF é necessária para o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 pela Caixa Econômica Federal durante a pandemia do novo coronavírus. Para evitar aglomerações e deslocamentos às unidades do órgão, a Receita está recebendo pedidos de inscrição e de regularização por canais eletrônicos.
Segundo a Receita, cerca de 11 milhões de CPF com pendências relacionadas à Justiça Eleitoral serão liberados pela Caixa Econômica Federal nesta quarta dia 15 para receberem o auxílio emergencial. Depois de contato com a instituição financeira, a Receita foi informada de que os sistemas do banco estarão atualizados nesta quarta-feira.
Os pedidos de inscrição e de regularização do CPF podem ser feitos no site da Receita Federal. O contribuinte pode alterar dados no formulário "Alteração de Dados Cadastrais no CPF" entrar no chat da Receita, onde conversará com um atendente.
Caso não seja possível fazer o processo pelo site, o contribuinte pode enviar um e-mail a uma unidade da região fiscal onde mora. A lista está disponível na página da Receita na internet. Segundo o órgão, os e-mais serão respondidos em até 48 horas.
Jurisdição por estado e respectivos e-mails corporativos:
1ª Região Fiscal (DF, GO, MT, MS e TO) - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
2ª Região Fiscal (AC, AM, AP, PA, RO e RR) - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
3ª Região Fiscal (CE, MA e PI) - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
4ª Região Fiscal (AL, PB, PE e RN) - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
5ª Região Fiscal (BA e SE) - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
6ª Região Fiscal (MG) - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
7ª Região Fiscal (ES e RJ) - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
8ª Região Fiscal (SP) - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
9ª Região Fiscal (PR e SC) - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
10ª Região Fiscal (RS) - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
(Com Agência Brasil)
A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta dia 15, o auxílio emergencial de R$ 600 a 1,6 milhão de pessoas, nascidas em fevereiro, março e abril, por meio de poupança digital. Esse grupo reúne trabalhadores informais e mães solteiras que estavam com as informações em dia no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) em 20 de março e que não fazem parte do Bolsa Família. No caso das mães solteiras, o auxílio é de R$ 1.200.
Amanhã dia 16, será a vez do crédito pela poupança digital para mais 2,2 milhões de pessoas nascidas em maio, junho, julho e agosto. Sexta-feira (17) será feito o crédito para 1,95 milhão de pessoas nascidas em setembro, outubro, novembro e dezembro.
A Caixa informou que até as 18h de ontem, 35,5 milhões de cadastros foram finalizados. Já foram creditados R$ 2,1 bilhões a 3,3 milhões de pessoas.
Saque em dinheiro
O auxílio emergencial começará a ser sacado em dinheiro no próximo dia 27. Os saques ocorrerão conforme o mês de nascimento do beneficiário.
As retiradas ocorrerão no dia 27 para os nascidos em janeiro e fevereiro, no dia 28 para os nascidos em março e abril, 29 para os nascidos em maio e junho, 30 para os nascidos em julho e agosto. Em maio, será a vez de os nascidos em setembro e outubro sacarem o benefício no dia 4; e os nascidos em novembro e dezembro, no dia 5.
O dinheiro poderá ser retirado sem a necessidade de cartão em casas lotéricas, caso elas estejam abertas, e em caixas eletrônicos. A Caixa ressalta que não é necessário retirar o dinheiro porque o valor depositado na poupança digital pode ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, para pagamento de boletos e contas domésticas e para transferências ilimitadas para contas da Caixa, permitindo até transferências mensais gratuitas para outros bancos nos próximos 90 dias. (Com Agência Brasil)
O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, participa na manhã desta quarta dia 15, coletiva de imprensa no Palácio do Planalto. O ministro fala sobre o andamento de pesquisas brasileiras em busca de soluções de combate ao novo coronavírus.
Já de início foi apresentado um medicamento - já existente - que após testes clínicos apresentou porcentagem acima de 94% de sucesso, no processo de inibir a ação do novo coronavírus (covid-19). O ministro também anunciou que já será iniciado os testes clínicos em 500 pacientes e que todo o processo deve levar cerca de quatro semanas.
Marcos Pontes ressaltou que o nome do remédio não será divulgado até o fim das análises, para evitar "correria" até as farmácias sem a certeza da autenticidade do medicamento.
PESQUISAS
Uma das linhas de pesquisa que conta com investimento do ministério está relacionada à vacina BCG, usada contra a tuberculose. Para essa pesquisa, o ministério repassou R$600 mil que devem ser investidos em estudos clínicos. A intenção é testar se vacinados são mais resistentes ao coronavírus. A BCG é aplicada logo no nascimento para prevenir formas graves de tuberculose em crianças. Entretanto alguns dados recentes têm demonstrado que países que mantem o uso da BCG apresentaram menores proporções de covid-19 em comparação com países que suspenderam o uso da vacina como por exemplo os EUA, a Espanha e a Itália.
Outra pesquisa em andamento foi aprovada recentemente pela Comissão Técnica Nacional em Biossegurança (CTNBio), ligada ao MCTIC. O estudo busca uma vacina contra o novo coronavírus e é realizado pelo Centro de Pesquisa René Rachou - Fiocruz. Para realização do estudo, os cientistas irão manipular o vírus influenza com proteínas do vírus Sars-CoV2 (covid-19) para o desenvolvimento da vacina para dupla prevenção da gripe sazonal e covid-19. (Com Catve)
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou para 30 de junho o prazo para a renovação semestral dos contratos de financiamento concedidos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do 1º semestre de 2020. Os aditamentos dos contratos deverão ser feitos pelo sistema SisFies.
A Portaria nº 240/2020 que prorroga o prazo foi publicada hoje (14) no Diário Oficial da União. A medida vale para contratos simplificados e não simplificados.
No caso de aditamento não simplificado, quando há alteração nas cláusulas do contrato, como mudança de fiador, por exemplo, o aluno precisa levar a documentação comprobatória ao banco para finalizar a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.
Os contratos do Fies devem ser renovados semestralmente. O pedido de aditamento é feito inicialmente pelas instituições de ensino e, em seguida, os estudantes devem validar as informações inseridas pelas faculdades no SisFies. Inicialmente, o prazo seria até 30 de abril, para contratos assinados até dezembro de 2017. Os contratos do Novo Fies, firmados a partir de 2018, têm prazos definidos pela Caixa Econômica Federal.
O dia 30 de junho também é a data limite para a realização de transferência integral de curso ou de instituição de ensino e de solicitação de aumento do prazo de utilização do financiamento, referente ao primeiro semestre deste ano.
O Fies é o programa de financiamento estudantil em instituições privadas de ensino superior. Hoje, ele está dividido em duas modalidades: o Fies a juro zero para quem tem renda familiar de até três salários mínimos por pessoa e o P-Fies para aqueles com renda familiar per capita de até cinco salários mínimos, com juros que variam de acordo com o banco e a instituição de ensino. Essa última modalidade funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes. (Com Agência Brasil)











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