Construção da Ponte da Integração já atinge 34%

As obras da Ponte da Integração, em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado, atingiram 34% no final de setembro. O projeto é uma parceria entre a usina, o Governo do Estado e o governo federal. A gestão da obra é feita pela Secretaria da Infraestrutura e Logística do Paraná

 

Nesta etapa, já são visíveis os quatro principais pilares das margens, nos dois lados do Rio Paraná, e a primeira parte da estrutura metálica de sustentação da pista de rolamento dos veículos na margem brasileira. A estrutura como um todo envolve 470 funcionários.

 

Esses pilares são como partes de traves de futebol americano invertidas (λ), mas com uma diferença significativa de altura: cerca de 65 metros de altura no Brasil e 51 metros no Paraguai. Isso acontece porque o projeto de travessia é uma descida ou uma subida, dependendo do ponto de vista. Esse pormenor será imperceptível diante do comprimento da ponte estaiada: 760 metros.

 

Setembro marcou a conclusão da instalação, no lado brasileiro, das duas longarinas metálicas e das sete transversinas que formam a sustentação da primeira parte da pista. As peças vieram do Rio Grande do Sul, têm 20 metros de comprimento e pesam 60 toneladas. Elas foram colocadas sobre a caixa de equilíbrio e os primeiros pilares, são a base da sustentação da pista, serão concretadas e depois empurradas para frente, num movimento de encaixe de lego que avança paulatinamente sobre o rio.

 

Isso só é possível graças ao processo de cimbramento ao redor dessas estruturas, com a finalidade de dar sustentação à plataforma de trabalho da primeira travessa de ligação entre os pilares. O cimbramento é uma estrutura provisória cheia de nomes difíceis (escoras, vigotas, contraventamentos e acessórios de conexão), dimensionada para suportar as cargas permanentes (peça a ser concretada em si) e variáveis (movimentação de operários e equipamentos).

 

A travessa de ligação que será finalizada entre os pilares, incluindo seus nós de transição, é uma estrutura de 4,80 metros de altura por 39 metros de comprimento, possuindo câmaras vazadas em seu interior, o que gera um volume de concreto armado de aproximadamente 944 metros cúbicos, equivalente a um peso de 2.360 toneladas.

 

Na margem paraguaia, os trabalhos se encontram mais ou menos no estágio de junho da margem brasileira. Os operários mantêm bom ritmo e recuperaram o atraso do começo da execução, ocasionado por impeditivos alfandegários. Nesse momento estão sendo finalizados os pilares de apoio e a caixa de equilíbrio.

 

MEIO AMBIENTE – Em setembro também foi dado início às atividades do Programa de Monitoramento de Flora Remanescente. Ele consiste em ações de acompanhamento do desenvolvimento da estrutura da flora para coletar informações sobre as mudanças nos componentes ambientais da vegetação no entorno do empreendimento, que poderão ocorrer durante o período de implantação das obras da perimetral.

 

Nessas análises são observadas as características dendrométricas (crescimento da árvore) e fitossociológicas (característica, classificação e distribuição) de cada espécie, com o objetivo de avaliar a qualidade ambiental do local e verificar a susceptibilidade da flora remanescente ao efeito de borda, permitindo a identificação e proposição de novas medidas mitigadoras.

 

Também foram realizadas palestras de educação ambiental aos trabalhadores. Esses encontros são parte do projeto e têm o propósito de conscientizar os colaboradores que transitam naquele espaço sobre preservação ambiental, além de mantê-los informados sobre o processo de licenciamento e os programas correlatos.

 

As palestras do mês passado abordaram os temas Monitoramento de Fauna e Bioindicadores e Monitoramento de Atropelamento de Fauna. Eles foram escolhidos para destacar a importância dos cuidados com a fauna que transita pelo canteiro e entorno das obras e mostrar os principais pontos de registros e ocorrências neste espaço, compartilhado por todos.

 

PONTE – A segunda ponte internacional sobre o Rio Paraná e a nova perimetral até a BR-277, que acompanha a obra, terão investimentos de R$ 463 milhões da Itaipu Binacional.

 

A ponte está sendo construída nas proximidades do Marco das Três Fronteiras, ligando Foz do Iguaçu à cidade paraguaia de Presidente Franco. Batizada de Ponte da Integração Brasil-Paraguai, ela custará cerca de R$ 323 milhões. A Itaipu injetou mais R$ 140 milhões nas obras da Perimetral Leste, que ligará a nova estrutura à BR-277.

 

“É um projeto que está em discussão há mais de 25 anos e que tiramos do papel em tempo recorde”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Somos responsáveis pela gestão desta obra, que é parte do planejamento de melhorar a integração na América do Sul e ampliar o turismo em Foz do Iguaçu. É um símbolo, porque fica perto do Marco das Três Fronteiras, é uma ponte que marcará esse século como a Ponte Internacional da Amizade marcou o último”.

 

A estrutura terá 760 metros de comprimento e vão-livre de 470 metros, o maior da América Latina. Serão duas pistas simples com 3,6 metros de largura, acostamento de 3 metros e calçada de 1,70 metro nas laterais. A previsão é que a obra seja entregue em 2022. Ela será maior que a Ponte Internacional da Amizade e está localizada cerca de 10 quilômetros abaixo dela, em direção ao Rio Iguaçu.

 

A Ponte da Integração conta com 74 vigas menores de 12 metros que formam a estrutura de sustentação da pista de rolamento. Também compõem a estrutura outras 150 vigas transversinas, que são dispostas no sentido transversal, conectando as vigas longarinas da direita e da esquerda da pista de rolamento.

 

PERIMETRAL - A perimetral que faz parte da obra vai permitir que caminhões procedentes da Argentina e do Paraguai acessem diretamente a BR-277 na altura do Posto Paradão, reduzindo o fluxo de veículos pesados na área urbana de Foz do Iguaçu.

 

A perimetral do lado brasileiro está prevista para começar ainda neste ano e inclui toda a estrutura necessária para a aduana na chamada zona primária. A perimetral do lado paraguaio será de responsabilidade do governo local. Da mesma forma, na outra ponte ligando os dois países, entre Carmelo Peralta (Paraguai) e Porto Murtinho (Mato Grosso do Sul), cada um deles será responsável pela construção da sua respectiva perimetral.

 

DESENVOLVIMENTO - Segundo o diretor-geral brasileiro da usina, Joaquim Silva e Luna, a obra faz parte da missão da Itaipu de impulsionar o desenvolvimento econômico, turístico, tecnológico, sustentável no Brasil e no Paraguai. “Queremos que o cidadão perceba onde o dinheiro está sendo aplicado e, por isso, investimos em grandes obras estruturantes, como esta ponte, que será um marco da ligação entre os dois países”, acrescenta.

 

BOLETIM – O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) iniciou há três meses a publicação de boletins sobre o andamento da ponte. Cada edição conta com um resumo das principais realizações do mês, detalhes sobre a estrutura, e a porcentagem de conclusão da obra, de acordo com a medição mais recente.

 

Os boletins também incluem informações sobre programas ambientais realizados no âmbito da obra, como a prospecção arqueológica, monitoramento da qualidade da água no Rio Paraná, no Rio Iguaçu e em alguns rios menores da região, e o monitoramento da fauna e flora locais. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Crianças relatam saudade de contato próximo com professores e colegas

A pequena Maria Beatriz Niederauer, 5 anos, teve que se adaptar a uma nova rotina, com aulas por vídeo, desde o início da pandemia de covid-19, em março deste ano. As idas à escola, com o encontro animado com os coleguinhas pela manhã, deram lugar às videoaulas e a novos hábitos para evitar a contaminação pelo novo coronavírus.

 

Ela aprendeu os cuidados que deve tomar, como usar máscara ao sair de casa, passar álcool em gel e lavar as mãos com frequência. Maria Beatriz conta que gosta das aulas remotas, mas sente falta do contato mais próximo com a professora e os colegas. “Estou gostando das aulas pelo computador. [Mas] eu prefiro a aula na escola porque dá pra abraçar a tia e encontrar os coleguinhas. Gosto das tarefinhas que eu acho muito fáceis e também da hora do parquinho”. E se alguém perguntar porque ela ainda não voltou para as aulas presenciais, a responda está na ponta da língua: “Eu não voltei a ter aula na escola porque eu estou de quarentena do coronavírus”, diz.

 

Olívia Verdelio Lemos, 7 anos, também entende porque passou meses longe da escola, estudando em casa. Ela retornou às aulas presenciais em setembro. “Já voltei para as aulas presenciais. Eu não gosto das aulas online porque fico longe da professora. Não dá pra abraçar”, conta. Ela explica quais cuidados têm que tomar na escola: “Tem que passar álcool em gel e usar máscara. Depois do lanche tem que colocar outra máscara”.
 

Lucas Gabriel dos Reis Cerqueira, 11 anos, diz que as aulas remotas “não são tão ruins”. “Mas não são as melhores do mundo porque não têm contato com as pessoas para conversar cara a cara”, afirma. Ele diz que o coronavírus “pode ser perigoso” e também sabe os cuidados que deve tomar: “passar álcool, manter distância” entre as pessoas.

 

João Matos, 5 anos, retomou às aulas presenciais na última quarta-feira (7), depois seis meses longe da escola. O retorno às aulas presenciais passou por um período de adaptação com a participação dos pais A primeira visita à escola durou 15 minutos para ver as adaptações feitas pela instituição. Depois, João ficou por apenas uma hora na escola. Até que chegou o dia de voltar a frequentar a escola no tempo normal. Neste vídeo, no caminho de volta para casa, a mãe de João, Christiana Matos, 40 anos, artista plástica, pergunta a ele como foi o dia na escola.

 

 

No exterior

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Fora do Brasil, a rotina das crianças também precisou de adaptações. Lara Freitas, 7 anos, é brasileira e mora com os pais, também brasileiros, nos Estados Unidos há quatro anos. Ela ficou cinco meses em casa, por conta da pandemia. Quando voltou às aulas, no início de setembro, a escola tinha adaptado as salas, com separação entre as mesas. A sala de Lara tem apenas cinco crianças e as aulas presenciais ocorrem em semanas alternadas. Lara conta que sentiu "um pouquinho de medo" ao retornar à escola. "Mas têm poucas crianças", completa. Ela diz que gosta das aulas online porque pode ficar com os pais, mas também gosta de ir à escola para ver os amigos. "Os amigos estão fazendo tudo para não pegar a doença", diz Lara, que sabe que precisa lavar as mãos por 20 segundos e é preciso manter distanciamento dos colegas.

 

Voltar ou não às aulas presenciais?

 

A psicóloga clínica e escolar Carla Ciollete diz que muitas crianças se adaptaram bem à rotina de aulas em casa. “É muito mais tranquilo, não enfrenta trânsito, [não precisa] colocar uniforme, os horários são mais flexíveis e o olhar do professor é diferenciado”. Mas ela diz que essa adaptação foi mais fácil para crianças acima de 10 anos, que já estão acostumados a ter contato com redes sociais e jogos.

 

Carla Ciollete afirma ainda que há um lado positivo nesse processo de adaptação que é a maior aproximação dos pais com as crianças, valorizando o “estar juntos”.

 

A psicóloga orienta que a decisão dos pais de retorno às aulas presenciais ou de manutenção dos filhos em casa com aulas remotas deve ser comunicada aos filhos, com explicação dos motivos. Ela destaca que qualquer que seja a decisão, os pais devem passar confiança aos filhos. “Quanto aos pais que não estão se sentido seguros, é direito deles ficar em casa. Aqueles que preferem que os filhos voltem às aulas presenciais devem explicar ao filho o motivo e transmitir segurança de que vai dar certo”, disse. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Brasil acumula 5,1 milhões de casos e 150.689 mortes por covid-19

O Ministério da Saúde atualizou nesta segunda dia 12, feriado nacional, o boletim de casos de covid-19 no Brasil. Com 201 novos óbitos registrados em 24 horas, o país soma 150.689 mortes pela doença. O número acumulado de infectados desde o início da pandemia é de de 5.103.408. 

 

Do total de infectados desde o início da pandemia em todo o país, quase 4,5 milhões estão recuperados e outras 457 mil seguem em tratamento. 

 

A taxa de letalidade está em 3% e a mortalidade por 100 mil habitantes está em 71,7. A incidência de casos do novo coronavírus por 100 mil habitantes é de 2.428,5.

 

Estados

 

O estado de São Paulo tem o maior número de diagnósticos da doença. Desde o início da pandemia até hoje, o estado de São Paulo soma 1.038.344 casos confirmados do novo coronavírus, com 37.279 mortes. Do total de casos confirmados, 920.961 pessoas estão recuperadas da doença. Em todo o estado, 8.702 pessoas estão internadas em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, sendo que 4.251 delas estão em estado grave. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) é de 42,9% no estado e de 41,1% na Grande São Paulo.

 

Em seguida vem a Bahia (326.634 casos e 7.159 óbitos), Minas Gerais (323.967 casos e 8.130 mortes) e Rio de Janeiro (283.858 casos e 19.312 óbitos).

 

O Acre é o estado com menor número de infectados, com 29.063 casos e 675 mortes, seguido pelo Amapá (49.424 casos e 726 óbitos), Roraima (52.659 infecções e 670 mortes) e Rondônia (67.973 casos e 1.398 óbitos). (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Conheça as medidas de segurança contra covid-19 para o dia da votação

Por causa da pandemia do novo coronavírus, uma série de protocolos de segurança serão adotados pela Justiça Eleitoral no primeiro e no segundo turno das eleições municipais nos dias 15 e 29 de novembro, respectivamente. Elaborado por uma equipe de especialistas dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e por técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), consultados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o plano de segurança sanitária para as eleições municipais de 2020 é focado em duas frentes: mesários e eleitor. Cartazes ilustrativos com o passo a passo da votação serão fixados nas seções eleitorais.

 

Eleitores

 

Horário de votação ampliado: 7h da manhã até as 17h. Até as 10h será preferencial para maiores de 60 anos. Máscaras: uso obrigatório, sem ela o eleitor não poderá votar. Caso seja necessário, o mesário pode pedir que o eleitor se afaste e abaixe a máscara para conferir a foto na identidade. Distanciamento: será exigido mínimo de 1 metro. Comida: não será permitido comer ou beber nada na fila de espera. A medida é para evitar que as pessoas tirem a máscara.

 

Álcool em gel: será distribuído em todas seções para que os eleitores limpem as mãos antes e depois da votação.

 

Caneta: o TSE recomenda que os eleitores levem sua própria caneta para assinar presença no caderno de votação.

 

Mesários receberão máscaras e terão que trocá-las a cada quatro horas, usar álcool e uma proteção facial de acetato (face shield), que terá de ser usada o tempo todo.

 

Covid-19

 

Tanto mesários quanto eleitores que estiverem com sintomas da covid-19 no dia do pleito não devem comparecer ao local de votação. Posteriormente, a ausência poderá ser justificada na Justiça Eleitoral. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

FMI: mudança climática é ameaça significativa ao crescimento global

A mudança climática representa uma séria ameaça ao crescimento global, disse a chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) nessa segunda dia 12, ao fazer um apelo aos principais emissores do mundo que concordem com um piso para os preços do carbono.

 

A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, afirmou a ministros da Economia, em reunião sobre mudança climática, que os países também devem garantir que os investimentos verdes sejam incluídos no dinheiro que estão gastando para conter a pandemia de covid-19 e reduzir seu impacto econômico.

 

Ao fazer isso, disse ela, poderiam impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) global em 0,7% em média nos primeiros 15 anos de recuperação. "Mesmo enquanto estamos no meio da crise de covid, devemos nos mobilizar para evitar a crise climática", disse Georgieva na reunião de ministros da Economia de 52 países que trabalham para integrar as mudanças climáticas em suas políticas econômicas.

 

O grupo, criado em abril de 2019 e liderado pelos ministros do Chile e da Finlândia, promoveu um encontro virtual, paralelamente às reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial. China e Estados Unidos, os maiores emissores mundiais de gases que retêm calor, não fazem parte da coalizão.

 

Juntos, eles respondem por 43% das emissões mundiais. “A evidência é clara: a mudança climática é uma ameaça profunda ao crescimento e à prosperidade. E as políticas macroeconômicas são centrais para a luta contra a mudança climática”, disse Georgieva.

 

Segundo ela, pesquisa do FMI mostrou que medidas estratégicas poderiam ajudar a alcançar emissão líquida zero até 2050, apesar da pandemia, mas é imperativo que os países reservem parte dos US$ 12 trilhões em estímulos fiscais para investimentos verdes.

 

A precificação do carbono deve estar no centro da estratégia, disse a diretora, acrescentando: "É fundamental fazer a implementação certa, inclusive para proteger as pessoas e setores vulneráveis ​​para garantir uma transição justa".

 

Expressando preocupação de que a estrutura atual do acordo de Paris não proporcionaria a necessária redução de 25% a 50% das emissões na próxima década, Georgieva pediu aos principais emissores que adotem um piso para o preço do carbono, o que poderia abrir caminho para um consenso global. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

Inflação para idosos acumula taxa de 4% em 12 meses, diz FGV

O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de pessoas com mais de 60 anos de idade, registrou inflação de 1,93% no terceiro trimestre do ano. No segundo trimestre, o indicador havia registrado deflação (queda de preços) de 0,03%.

 

Com o resultado do terceiro trimestre, o IPC-3i acumula taxa de inflação de 4% em 12 meses, acima da registrada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a variação da cesta de compras para todas as faixas etárias e que acumula taxa de 3,62% em 12 meses.

 

No terceiro trimestre deste ano, os destaques ficaram com os transportes, que registraram inflação de 2,89% no período. O item que mais influenciou esse resultado foi a gasolina, com alta de preços de 8,64%. No segundo trimestre, o grupo de despesas havia tido deflação de 2,93%.

 

Também tiveram contribuições importantes a habitação (1,72%), os alimentos (2,74%), educação, leitura e recreação (4,65%) e despesas diversas (0,86%).

 

Por outro lado, vestuário teve deflação de 0,73%. Os demais grupos de despesas tiveram as seguintes taxas de inflação: saúde e cuidados pessoais (0,44%) e comunicação (0,92%). (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

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