O Índice de Confiança do Consumidor, da Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 2,7 pontos de dezembro de 2020 para janeiro de 2021. Essa foi a quarta queda consecutiva do indicador, que atingiu 75,8 pontos em uma escala de zero a 200 pontos, o menor patamar desde junho de 2020 (71,1 pontos).
O Índice de Situação Atual, que mede a confiança do consumidor brasileiro em relação ao presente, caiu 1,6 ponto e chegou a 68,1, o menor nível desde maio de 2020 (65 pontos). Já o Índice de Expectativas recuou 3,5 pontos e passou para 82,1.
“O recrudescimento da pandemia e a necessidade de adoção de medidas mais restritivas por algumas cidades geram grande preocupação com os rumos da situação econômica do país e das famílias. Sem o suporte dos benefícios emergenciais, as famílias continuam postergando consumo e dependendo da recuperação do mercado de trabalho, que tende a ser lenta diante do cenário atual”, explica a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt. (Com Agência Brasil)
Fausto Silva, apresentador do "Domingão do Faustão", vai deixar o programa e a TV Globo no fim de 2021.
Em nota, a emissora afirma que Fausto decidiu "encerrar sua jornada à frente de programas semanais" neste último ano de seu contrato.
"Só cabe à TV Globo respeitar e aplaudir a história que ele construiu", afirma a emissora.
"Fausto Silva é um dos maiores comunicadores da televisão brasileira e a Globo tem enorme orgulho dos 32 anos de parceria com ele no 'Domingão do Faustão'."
O apresentador agradeceu a emissora.
"Gostaria de deixar aqui registrada a minha gratidão à Globo, onde aprendi muito e com a qual tive a honra de viver nos últimos 32 anos uma parceria de respeito e sucesso. Repito aqui o que sempre disse no ar: a Globo é uma empresa quase perfeita", diz Fausto no comunicado.
Com a decisão do apresentador, a TV Globo afirma que "está determinada a fazer em 2021 a melhor temporada de todos os tempos do programa, com edições sensacionais do 'Dança dos Famosos' e do 'Show dos Famosos'".
Para 2022, a emissora diz que vai reunir sua equipe criativa para definir quais projetos podem se adequar aos domingos. (Com G1)
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 450 milhões para exportação de aviões brasileiros produzidos pela Embraer para a companhia aérea norte-americana SkyWest Airlines. A liberação é por meio da linha de crédito BNDES Exim Pós-Embarque, sendo a operação garantida por seguro de crédito chamado Aircraft Non-Payment Insurance (ANPI), operado pelo consórcio de seguradoras privadas Aircraft Finance Insurance Consortium (AFIC).
O BNDES destacou a estrutura inovadora do financiamento, em que, pela primeira vez, a instituição faz uma operação dessa natureza com seguro privado de crédito. “Trata-se de um marco para a fabricante brasileira e um importante instrumento na diversificação de garantias disponíveis para o apoio do BNDES às exportações do setor”, informou hoje (25) o banco.
Nessa modalidade, os recursos do BNDES são desembolsados em reais no Brasil, para a Embraer, que é a empresa exportadora. O financiamento será pago ao banco em dólares pela empresa estrangeira compradora dos bens. “Isso significa a entrada de divisas no país, a partir do apoio ao desenvolvimento industrial e à exportação de produtos nacionais de alto valor agregado”, completou.
A previsão é de que a SkyWest importe aeronaves modelo E175, que pertence à primeira família E-jets e é líder de vendas no seu segmento. O avião tem capacidade para transportar até 88 passageiros. Segundo o BNDES, mais de seiscentas aeronaves Embraer E175 estão em operação no mundo. O avião é ainda um dos modelos menos impactados pela crise mundial causada pela pandemia da covid-19.
Seguro
A AFIC é um consórcio de seguradoras privadas que oferece seguro de crédito para financiamento de aeronaves (ANPI), com classificação de risco investment grade e cobertura integral do crédito pelo prazo total da operação de financiamento.
SkyWest
O BNDES informou que a SkyWest, com sede em Utah, nos Estados Unidos, é um dos maiores e mais tradicionais clientes da Embraer. Além de ser a maior operadora mundial do modelo E-175, com 189 aeronaves, as subsidiárias da empresa já operaram aviões brasileiros de diferentes gerações: EMB-120 (Brasília), família ERJ-145 e, mais recentemente, o E-Jets.
Ainda conforme o banco, a companhia é hoje o maior grupo de transporte aéreo regional do mundo. Em 2019, transportou 44 milhões de passageiros em aproximadamente 2.300 voos diários para destinos nos EUA, Canadá, México e Caribe. Os principais clientes da SkyWest são Delta Airlines, United Airlines, American Airlines e Alaska Airlines.
“Isso porque empresas aéreas regionais geralmente não vendem serviços diretamente ao consumidor final, usuário do transporte aéreo, e, sim, a empresas aéreas tradicionais (conhecidas como majors), por meio de contratos denominados Capacity Purchase Agreement (CPA), ou Acordo de Compra de Capacidade”, completou o BNDES.
O apoio do BNDES às exportações da Embraer, que começou em 1997, é importante para permitir que a empresa brasileira tenha competitividade similar a de suas concorrentes internacionais, que também contam com financiamentos dos bancos de desenvolvimento e agências de crédito à exportação de seus respectivos países. A Embraer é líder mundial no segmento de jatos comerciais com capacidade de até 150 assentos. (Com Agência Brasil)
O Ministério da Educação publicou hoje (25), no Diário Oficial da União, as regras para o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao segundo semestre de 2021. O cronograma de seleção, entretanto, ainda será publicado em edital específico.
A portaria desta segunda-feira trata dos procedimentos e regras de oferta de vagas pelas instituições de educação superior, seleção das vagas a serem ofertadas, inscrição dos candidatos, classificação e pré-seleção dos candidatos, complementação da inscrição pelos candidatos pré-selecionados e redistribuição das vagas entre os grupos de preferência.
Para ter acesso ao fundo, é necessário ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos e ter participado de uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir de 2010, obtendo no mínimo 450 pontos na média das cinco provas do exame e não ter zerado a prova de redação. A seleção assegura apenas a expectativa de direito à vaga, já a contratação do financiamento está sujeita às demais regras e procedimentos de formalização do contrato.
O Fies é o programa do governo federal que tem o objetivo de facilitar o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas aderentes ao programa. Criado em 1999, ele é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies).
O primeiro é operado pelo governo federal, sem incidência de juros, para estudantes que têm renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; o percentual máximo do valor do curso financiado é definido de acordo com a renda familiar e os encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino. Já o P-Fies tem regras específicas e funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes, o que implica cobrança de juros. (Com Agência Brasil)
O Ministério da Educação (MEC) divulgou o cronograma e procedimentos para a adesão das instituições públicas de educação superior ao primeiro processo seletivo de 2021 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O prazo de adesão é de 8 a 12 de fevereiro e ela deve ser feita exclusivamente por meio do site Sisu Gestão.
O edital, publicado na última sexta-feira (22) no Diário Oficial da União, diz ainda que para a seleção dos candidatos às vagas disponibilizadas serão exigidos, exclusivamente, os resultados obtidos pelos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2020. Em razão da pandemia de covid-19, as provas presenciais começaram a ser aplicadas no dia 17 e terminaram ontem (24). Para esta edição, os estudantes também puderam optar pela prova digital, que será realizada de forma piloto nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.
O Sisu é o programa do MEC para acesso de brasileiros a um curso de graduação em universidades públicas do país. As vagas são abertas semestralmente, por meio de um sistema informatizado, e para participar é preciso ter garantido um bom desempenho nas provas do Enem e não ter zerado a redação. Após a divulgação do resultado do exame, o MEC publicará o edital com o prazo de inscrição e demais procedimentos para o primeiro processo seletivo do Sisu deste ano.
Além do Sisu, as notas do Enem podem ser usadas para acessar o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições privadas, e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que facilita o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior.
Adesão das universidades
O Sisu é o sistema informatizado do MEC, no qual instituições públicas de educação superior, sejam elas federais, estaduais ou municipais, oferecem vagas a serem disputadas por candidatos inscritos em cada uma das duas edições anuais do Sisu.
É de exclusiva responsabilidade da instituição participante descrever, no documento de adesão, as condições específicas de concorrência às vagas por ela ofertadas no âmbito do Sisu. Após o período de adesão, as instituições terão de 17 a 23 de fevereiro para retificar, se for o caso, as informações constantes nos documentos de adesão, que deverão ser encaminhados ao MEC.
O edital de adesão prevê ainda que seja disponibilizado, pelas instituições, o acesso virtual para que os estudantes selecionados pelo Sisu possam encaminhar a documentação exigida e efetuar suas matrículas de forma remota, caso não possam realizar os procedimentos necessários de forma presencial.
Cabe a elas, ainda, divulgar, tanto em suas páginas na internet como em locais de grande circulação de estudantes, as condições específicas de concorrência às vagas por elas ofertadas no âmbito do Sisu, conforme expressas em seus documentos de adesão, bem como editais próprios, quando couber, e a sistemática adotada para a convocação dos candidatos. (Com Agência Brasil)
Os brasileiros acreditam que a inflação acumulada nos próximos 12 meses no país será de 5,2%, de acordo com pesquisa de opinião feita em janeiro deste ano pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa é a mesma observada na pesquisa de dezembro de 2020, mas superior aos 5% do levantamento de janeiro do ano passado.
A pesquisa é feita mensalmente com base em entrevistas com 2.100 consumidores em sete das principais capitais - Brasília, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife. Eles dão respostas para a seguinte pergunta: “na sua opinião, de quanto será a inflação brasileira nos próximos 12 meses?”
Em janeiro, 14,2% dos consumidores projetaram valores abaixo do limite inferior da meta de inflação para 2021 (3,75%), a menor parcela nos últimos seis meses. Por outro lado, a proporção de consumidores estimando acima do limite superior da meta de inflação para 2021 (5,25%) ficou em 39,7%, a maior parcela dos últimos seis meses. (Com Agência Brasil)






















