O que é micro e macroeconomia?

Hoje em dia, gerenciar algum negócio envolve ter presença digital. Para isso é necessário contar com um site, uma boa hospedagem, um registro de domínio e também ficar atento ao que ocorre no cenário econômico.

 

Todos esses elementos são essenciais, ainda mais para uma economia que está se digitalizando cada dia mais. Tudo está se resumindo a sites, apps e tecnologia.

 

Hoje em dia, quem não tem um domínio registrado e um site, basicamente está fora do mercado ou sequer existe para alguns determinados públicos.

 

No entanto, é óbvio que não é necessário ser o mestre do assunto, nem rivalizar em conhecimento com algum doutor que estudou em Harvard. Já serve o conhecimento básico, aliado a algumas notícias que ajudam a se atualizar e a compreender melhor a situação no país e no mundo.

 

Ficar por dentro do que acontece na área econômica ajuda a conduzir com mais segurança uma empresa, orienta a elaborar com mais assertividade as próprias estratégias e, até mesmo, ter uma noção do comportamento do consumidor.

 

Uma das maneiras para entender um pouco mais desse tema é saber que existe a micro e a macroeconomia. O que ambas estudam? Quais as principais diferenças entre elas? Tais respostas você encontra nos tópicos desse artigo.

 

O que é a Microeconomia?

 

A Microeconomia é o segmento da Economia que analisa o desempenho econômico de diferentes entidades da nossa sociedade. Ou seja, as famílias, as empresas, os consumidores, o comércio, dentre outros. Essas áreas são estudadas de modo separado.

 

Dessa forma, ela analisa as tomadas de decisões de cada uma dessas partes em relação ao consumo de recursos, de preços, de bens e serviços.

 

De um modo geral, a microeconomia aponta os holofotes para os motivos que determinam as oscilações de preços disponíveis na economia, como, por exemplo, a oferta e demanda, as decisões do governo e também a inflação.

 

Para compreender melhor os movimentos que a microeconomia faz (e como ela faz), vale analisar como ela estuda esses diferentes segmentos. Vamos entender então?

 

Despesas do lar

 

Nesse caso, a microeconomia é importante para definir como promover uma eficiente gestão dos gastos e ganhos diários, do que deve ser cortado para aliviar para facilitar o pagamento das contas, bem como do que deve ser poupado para emergências futuras.

 

É interessante lembrar ainda que hoje em dia é possível contar com softwares que ajudam muito nesse aspecto. O Organizze é um exemplo. De acordo com o que o próprio nome indica, esse software ajuda a organizar as contas e as despesas do dia a dia.

 

Gestão de um pequeno negócio

 

A microeconomia é relevante, nesse aspecto, para determinar como uma loja poderia melhorar as vendas, como diminuir alguns gastos, como aumentar a sua participação de mercado.

 

Indústria

 

Na área industrial, a microeconomia surge para ajudar a elucidar como uma indústria tem condições de aumentar a produtividade, quais são os investimentos mais viáveis, como promover ações para reduzir os gastos e mais uma série de análises importantes.

 



O que é a Macroeconomia?

 

Se a micro pega uma lupa e estuda áreas individualizadas da economia no nosso dia a dia, a macro direciona o seu olhar para cenários abrangentes.

 

Nesse caso, o cotidiano de um lar ou a gestão diária de uma loja dão lugar para a análise econômica de uma região, de um país e, não raras vezes, do planeta inteiro.

 

Sabe aqueles termos que muitas vezes você encontra nas notícias e nas falas de economistas profissionais, tais como o PIB (Produto Interno Bruto), taxas de importações, entre outros? Pois então, bem-vindo ao mundo da macroeconomia.

 

Para entender melhor como a macroeconomia atua, vale analisar como ela estuda esses diferentes segmentos.

 

Desemprego

 

Diante da pandemia provocada pelo Coronavírus, muitas pessoas perderam o emprego. É aí que a macroeconomia entra em ação, analisando como isso pode afetar o PIB de forma negativa.

 

O PIB é um elemento importante dentro da macroeconomia, pois consiste em um indicador econômico. Ele mostra a soma de todos os bens produzidos em um determinado local e em um determinado período de tempo. Nesse caso pode ser trimestral ou anual.

 

Analisar o PIB, nesse caso, serve para os economistas obterem uma noção precisa do crescimento econômico e a realização de comparações desse crescimento em diferentes regiões.

 

Exportação

 

Como a diminuição das exportações de determinados produtos podem afetar o capital do país? Essa é uma missão para a macroeconomia responder. Ela pode oferecer dados e gráficos dos aspectos negativos que isso pode gerar.

 

Desse modo, ela ainda auxilia na análise de problemas mais complicados, como a balança de pagamentos, déficits e o excedente de uma economia, viabilizando uma melhor tomada de decisões para os governos gerenciarem melhor as finanças públicas.

 

Impactos econômicos

 

Esses impactos são importantes para os especialistas compreenderem melhor como determinados eventos possuem condições de afetar a economia do país.

 

Um exemplo disso pode ser o quanto um Estado pode perder em capital diante do enorme número de acidentes de trânsito, por exemplo.

 


Uma é mais importante que a outra?

 

Em uma disputa para ver qual é a mais importante, em quem você apostaria? Particularmente, é mais provável que haja um empate para esse duelo. O fato é que tanto a macro quanto a microeconomia são importantes.

 

Na verdade, não é um exagero afirmar que uma complementa a outra, pois se uma tem a função de olhar para aspectos específicos, a outra mantém o foco no que é mais abrangente.

 

Uma das vantagens da microeconomia, por exemplo, é auxiliar a estipular os preços dos produtos, entender o valor agregado dos vários fatores que fazem parte na produção de um determinado bem.

 

A partir do momento que ela passa a ser aplicada na gestão de um determinado negócio, seja ele uma grande empresa ou até mesmo uma loja virtual, ela permite ao gestor tomar as suas decisões com mais segurança e convicção.

 

E no caso da macroeconomia? Ela também tem a sua grande parcela de importância. Vale lembrar que ela permite aos gestores compreenderem problemas complicados, como, por exemplo, balança de pagamentos, déficits e suas causas e o excedente de uma economia.

 

Ademais, ela ainda ajuda na tomada de decisões, especialmente para quem atua na área da gestão pública, como os políticos ou quem lida com comércio exterior.

 

É por tudo isso que ambas são fundamentais não apenas para gestores conduzirem os seus respectivos empreendimentos, mas também para outros profissionais entenderem a sociedade, o modo como os indivíduos tomam as suas decisões e como podemos melhorar o estilo de vida e de consumo.

 

Afinal, é necessário entender desde os pequenos fatores até assuntos bem mais abrangentes e complexos que refletem no nosso dia a dia.

 

Entender o que a micro e a macroeconomia podem fazer permitirá o gestor a avaliar melhor os caminhos que estão sendo seguidos pela empresa. Os empresários, como isso, poderão aprimorar a sua percepção para administrarem com mais eficiência.

 

Economia é uma ciência importante

 

Ela se ocupa em entender melhor as relações entre o dinheiro, os investimentos e as finanças do dia a dia, seja nos gastos em casa quanto na gestão de uma empresa.

 

Para facilitar ainda mais essa percepção, existe a micro e a macroeconomia. Enquanto a primeira leva em conta áreas individuais, a segunda se preocupa em compreender assuntos de maior abrangência.

 

Por isso, quando o assunto é a gestão de um negócio, além de ter um site e um registro de domínio, é importante também ficar atento para o que a micro e a macroeconomia podem afirmar.

 

 

 

Governo lança edital para concessão de parques nacionais

O Ministério do Meio Ambiente deve publicar hoje dia 15, o edital de concessão à iniciativa privada dos parques nacionais de Aparados da Serra e Serra Geral, na divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Juntas, as unidades de conservação totalizam uma área de cerca de 30,4 mil hectares (cada hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo de futebol oficial), em meio à qual está um conjunto de grandes cânions que atraem um grande número de turistas.

 

 

Em nota, a assessoria da pasta informou que companhias e entidades brasileiras e estrangeiras poderão participar do processo de escolha do futuro concessionário autorizado a explorar, individualmente ou em consórcio, os serviços turísticos no interior das duas unidades de conservação ambiental.

 

A empresa ou grupo escolhido assumirá a gestão dos parques por 30 anos. Durante este período, deverá “revitalizar e modernizar a estrutura dos parques e gerenciar e fortalecer a conservação” das unidades, respeitando as normas ambientais específicas.

 

Segundo o ministério, a iniciativa faz parte de um projeto de concessões mais amplo que visa a “fortalecer a proteção ambiental por meio da promoção do ecoturismo e do desenvolvimento econômico das comunidades do entorno”.

 

Visita

 

Ao visitar hoje a região o ministro Ricardo Salles comentou a autorização para publicação do edital. “Esta é a primeira concessão de parque [seguindo o] novo modelo. Que é mais convidativo ao setor privado, deve atrair mais investimentos e, portanto, gerar mais empregos e mais conservação ambiental. Em seguida virão São Francisco de Paula [RS], Canela [RS] e outros parques do Brasil”, afirmou.

 

De acordo com Salles, a concessão de Aparados da Serra e Serra Geral movimentará em torno de R$ 270 milhões ao longo do contrato de 30 anos. “Nos primeiros quatro anos serão investidos R$ 14 milhões, com uma expectativa de um milhão de visitantes”, acrescentou o ministro, que viajou acompanhado pelo presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Fernando Lorencini, e pelo secretário de Áreas Protegidas da pasta, André Germanos.

 

De acordo com a assessoria do ministério, o edital foi estruturado por técnicos do ICMBio, autarquia responsável por administrar os parques Aparados da Serra e Serra Geral. Entre as obrigações do futuro concessionário, estão a manutenção de brigada de incêndio, monitoramento ambiental e manejo de espécies, programa de voluntariado, além de serviços de manutenção, limpeza, segurança dos visitantes, estacionamento, transporte interno, brigada de incêndio, acessibilidade, entre outros itens. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

Pesquisa com servidores federais é prorrogada até 23 de outubro

Os servidores federais ganharam mais prazo para responderem à primeira pesquisa de clima organizacional do governo federal. A data para o envio das respostas, que originalmente terminaria na última segunda dia 12, foi prorrogada até 23 de outubro.

 

Segundo a Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, o adiamento havia sido pedido por gestores da Administração Pública Federal que querem incluir mais sugestões de servidores. A pesquisa pretende reunir o máximo possível de informações que contribuam para modernizar da gestão de pessoal, melhorar o ambiente de trabalho e valorizar o servidor.

 

Realizada desde 21 de setembro, em parceria com a consultoria global Great Place To Work (GPTW), a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e o Instituto República, a pesquisa é aplicada por meio de formulário online. Por meio de 65 questões, a consulta coletará dados sobre o ambiente de trabalho, como forma de subsidiar a adoção futura de medidas para a gestão de pessoas no serviço público.

 

Sigilo

Segundo o Ministério da Economia, a participação na pesquisa é voluntária e totalmente sigilosa. Os dados serão tratados de forma anônima e analisados com base nos resultados globais. Nenhum chefe ou servidor do governo terá acesso às respostas individuais, com a garantia do sigilo do respeito à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Participação

 

Para participar da pesquisa, o servidor deve verificar o login e a senha padrão enviados por e-mail, e inserir os dados na página. Caso haja alguma dúvida ou dificuldade para o acesso, o servidor pode enviar um e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

Anvisa alerta para falsificação de remédios brasileiros no exterior

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta quarta dia 14, que recebeu do Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe) um comunicado sobre a utilização indevida no exterior da marca da empresa nas embalagens de dois medicamentos. Os produtos são o venatox e o enzelua 160 mg.

 

“Além de não serem fabricados pelo Lafepe, esses medicamentos não possuem registro na Anvisa, tratando-se de um caso inequívoco de falsificação”, afirmou a agência reguladora. 

 

De acordo com a Anvisa, não há nenhuma evidência de comercialização desses produtos falsificados no Brasil. A agência reguladora não informou em que tipo de tratamento teriam sido utilizados os medicamentos.

 

O informe foi divulgado para alertar população e distribuidores de medicamentos sobre a falsificação. Caso os remédios sejam encontrados, a Anvisa pede que o consumidor entre em contato para realizar denúncia junto à Gerência-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária para a adoção das medidas cabíveis. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

STF forma maioria para manter mandado de prisão de André do Rap

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou ontem dia 14, maioria de votos para manter o mandado de prisão contra o traficante André Oliveira Macedo, o André do Rap, acusado de tráfico internacional de drogas e de ser um dos líderes de uma facção criminosa que atua dentro e fora de presídios brasileiros. 

 

Até o momento, seis ministros votaram para manter a prisão. Após os votos, o julgamento foi suspenso e será retomado hoje dia 15. Mais quatro ministros devem votar. Uma cadeira está vazia em função da aposentadoria de Celso de Mello. 

 

No julgamento, os ministros da Corte votam sobre se mantêm a decisão do presidente do tribunal, ministro Luiz Fux, pela prisão do criminoso. 

 

No sábado (10), Fux derrubou uma decisão individual do ministro Marco Aurélio Mello, relator do caso, que concedeu liberdade ao traficante. No momento em que a prisão foi restabelecida, André Macedo, que estava preso desde setembro do ano passado, já tinha deixado a penitenciária de Presidente Venceslau (SP). 

 

A Polícia Civil de São Paulo realizou no último fim de semana uma operação para recapturar o traficante, mas não teve sucesso. De acordo com os investigadores, André do Rap pode ter fugido para o Paraguai. O nome dele foi incluído na lista de procurados da Interpol. 

 

Votos

 

Na sessão de hoje, ao reafirmar sua decisão, Fux acrescentou que as decisões da Corte devem ser tomadas de forma colegiada, no entanto, em casos excepcionais, cabe a atuação do presidente da Corte. 

 

O ministro citou a liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio para soltar o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, em 2000. Na ocasião, o então presidente Carlos Velloso também anulou a decisão, restabeleceu a prisão, mas Cacciola fugiu para a Itália. 

 

“Após o cumprimento da decisão liminar impugnada, André não se dirigiu ao endereço domiciliar por ele mesmo indicado. Em ato patente de má-fé, desprezo contra a autoridade do eminente relator e deste STF, debochou da justiça”, afirmou. 

 

Alexandre de Moraes também defendeu a manutenção do mandado de prisão. Para o ministro, durante os cinco anos em que esteve foragido, o acusado teve uma vida de luxo, usufruindo de um helicóptero e lanchas, além de continuar realizando o fluxo do tráfico de drogas entre o Brasil, Paraguai, Bolívia, Colômbia e a Europa. 

 

“Ele passou a atuar junto a máfia calabresa, enviando cocaína para a Europa. Isso tudo com a prisão decretada, foragido da polícia”, disse. 

 

Luís Roberto Barroso também defendeu a decisão do presidente. “Estamos falando de um grande traficante, um líder de organização criminosa condenado em pelo menos dois processos por tráfico internacional de quatro toneladas de cocaína”.

 

Os ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Dias Toffoli também seguiram a maioria. 

 

PGR 

 

O procurador-geral da República, Augusto Aras, manifestou-se a favor da decisão de Fux, por entender que o acusado ocupa de posição de liderança de organização criminosa e fugiu. Segundo Aras, André do Rap foi advertido que deveria cumprir algumas medidas, como declarar local de residência conhecido e se apresentar à Justiça quando chamado. 

 

“É público e notório que após a expedição do alvará de soltura, mesmo certificado das condições estipuladas para ser colocado em liberdade, evadiu-se. Diante da condição de foragido, a Polícia Federal requereu a sua inclusão no rol de pessoas procuradas pela Interpol”, afirmou Aras. 

 

Decisões 

 

Ao justificar a libertação, o ministro Marco Aurélio argumentou na decisão que o Artigo 316 do Código de Processo Penal (CPP) determina que a prisão preventiva seja reanalisada a cada 90 dias. No caso específico, o ministro entendeu que a manutenção da prisão era ilegal por ter ultrapassado o tempo determinado na lei. 

 

Ao derrubar a decisão do ministro, Fux alegou que a manutenção da prisão é necessária por se tratar de criminoso de alta periculosidade, que ficou foragido por cinco anos desde a decretação de sua prisão e para evitar “grave lesão à ordem e à segurança pública”. 

STJ

 

Nesta terça-feira (13), o Superior Tribunal de Justiça manteve a condenação de André do Rap a 15 anos e seis meses de prisão pelo crime de tráfico internacional de drogas. O caso foi decidido pela Sexta Turma do tribunal.  (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

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