O Congresso Nacional abre hoje dia 3, o ano legislativo, em sessão solene prevista para começar às 16h. A sessão será comandada pelo novo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que acumula a função de presidente do Congresso Nacional. Ao seu lado estará o novo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

A solenidade no plenário é precedida de uma cerimônia na área externa do Congresso, que começa com a chegada de militares das três Forças Armadas. São 40 militares da Marinha, 40 do Exército, e 40 da Aeronáutica. O Hino Nacional será executado enquanto são disparados 21 tiros de canhão. Em seguida, Pacheco e Lira subirão a rampa do Congresso Nacional, em direção ao plenário da Câmara.
O início da sessão será marcado pela leitura da mensagem enviada pelo Poder Executivo ao Legislativo. O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, e o procurador-geral da República, Augusto Aras, deverão comparecer à cerimônia.
A Mesa da solenidade é composta pelos presidentes do Congresso e da Câmara, pelo portador da mensagem do Poder Executivo, pelo portador da mensagem do Poder Judiciário;e por integrantes da Mesa do Congresso. Há a expectativa entre os parlamentares de que o presidente Jair Bolsonaro compareça à cerimônia. Tanto Pacheco quanto Lira foram os candidatos de sua preferência na eleição das duas Casas, ocorrida na última segunda-feira (1º).
Durante a sessão, estão previstas falas de Fux e, em seguida, do presidente da Câmara. A sessão solene é encerrada com o discurso do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Os demais parlamentares não fazem uso da palavra. (Com Agência Brasil)
Participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) digital que estão com sintomas de covid-19 ou outra doença infectocontagiosa e já estão com laudo médico podem solicitar a reaplicação do exame até sábado (6). Mesmo que tenham feito a prova do primeiro dia de aplicação, no último domingo (31), esses participantes não devem comparecer aos locais do exame no segundo dia de aplicação (7) para não contaminar os demais candidatos. 

A solicitação deve ser feita pela Página do Participante. O Enem será reaplicado nos dias 23 e 24 de fevereiro. A reaplicação será na versão impressa para todos os candidatos, independentemente de terem se inscrito ou não para essa modalidade.
Segundo os últimos balanços divulgados pelo Inep, até o dia 24 de janeiro 18.210 candidatos do Enem impresso solicitaram a reaplicação por causa de doenças infectocontagiosas. Desses pedidos, o Inep aceitou 13.716. Até o último domingo, 174 participantes do Enem digital pediram para participar da reaplicação. Desses, 118 foram aceitos.
Além da covid-19, podem solicitar a reaplicação participantes com coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, varicela.
De acordo com o Inep, para a análise da possibilidade de reaplicação, a pessoa deverá inserir, obrigatoriamente, no momento da solicitação, documento legível que comprove a doença. Na documentação devem constar o nome completo do participante, o diagnóstico com a descrição da condição, o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10), além da assinatura e da identificação do profissional competente, com o respectivo registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), do Ministério da Saúde (RMS) ou de órgão competente, assim como a data do atendimento. O documento deve ser anexado em formato PDF, PNG ou JPG, no tamanho máximo de 2 MB.
Novo prazo
Participantes que tiverem algum sintoma até a hora da prova não devem comparecer aos locais de aplicação. O sistema será novamente aberto no dia 8 de fevereiro, quando os participantes que tiveram sintomas neste final de semana ou que obtiveram comprovantes médicos após o dia 6, poderão pedir para participar da reaplicação. O prazo para enviar os pedidos vai até dia 12.
Além dos candidatos com doenças infectocontagiosas, poderão pedir para participar da reaplicação os candidatos que foram prejudicados por questões de logística ou de infraestrutura, como falta de luz e falhas no dispositivo eletrônico.
No primeiro dia de aplicação do Enem digital, foi registrado problema em um servidor, o que atrasou o envio das provas para os computadores onde os participantes fariam o exame. Por causa do tempo, eles não puderam fazer as provas. Esses participantes também terão direito à reaplicação.
Enem digital
Esta é a primeira vez que o Enem é aplicado no formato digital, de forma piloto. A intenção é que o exame seja 100% digital até 2026. As provas começaram a ser aplicadas no último domingo (31), quando os participantes responderam as questões de linguagens, ciências humanas e fizeram a redação. No próximo domingo (7), resolverão as questões de matemática e ciências da natureza. Ao todo, quase 70% não compareceram às provas.
A versão impressa do Enem 2020 foi aplicada nos dias 17 e 24 de janeiro. Cerca de 2,5 milhões de estudantes fizeram as provas, o que corresponde a menos da metade dos inscritos.
As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus são as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação.
O exame, tanto o impresso quanto o digital, foi suspenso no estado do Amazonas e o impresso foi suspenso em Rolim de Moura (RO) e em Espigão D'Oeste (RO) devido aos impactos da pandemia nessas localidades. Esses estudantes poderão fazer as provas também na reaplicação. Segundo o Ministério da Educação, foram cerca de 20 ações judiciais, em todo o país, contrárias à realização do exame. (Com Agência Brasil)
Curitiba e Foz do Iguaçu estão entre os 21 destinos listados pelo Ministério do Turismo como tendência para 2021. De acordo com o levantamento, a valorização do turismo doméstico foi uma das tendências identificadas no comportamento do turista pós-pandemia da Covid-19.
O resultado teve como base os principais sites de pesquisa do setor, além de publicações e dos destinos que se alinham à demanda do novo turista. A mesma publicação elencou o Cerrado brasileiro como único destino brasileiro indicado na lista de 25 melhores viagens para planejar no futuro.
A região Sul do País tem quatro destinos na lista do Ministério do Turismo: Curitiba, Foz do Iguaçu, Florianópolis (SC) e Gramado (RS). Eles seguem a tendência de comportamento identificada em viajantes pós-Covid, de optar por locais de natureza ou com foco no turismo rural.
O secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, afirmou que o Paraná tem diversos ramos dentro do turismo, como o religioso, gastronômico, rural, de negócios, entre outros. “A pandemia mostrou o peso do turismo dentro da matriz econômica do Estado. Nós temos atrativos ligados ao meio ambiente, justamente o ramo que mais vai crescer no mundo, após a pandemia”, disse.
De acordo com o site Booking, 59% dos entrevistados pretendem ir para um destino de natureza próximo. Ainda segundo o buscador, outra forte tendência é a opção por viagens rápidas, ou seja, três em cada quatro (73%) brasileiros querem fazer viagens mais curtas em 2021 do que fizeram em 2019.
Para João Jacob Mehl, diretor-presidente da Paraná Turismo, vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, a pesquisa vem ao encontro com o trabalho realizado desde março de 2020, para a retomada do turismo pós-pandemia.
“A ecologia está dentro do trabalho que já estamos fazendo, principalmente com o turismo rural, ciclismo e religioso. A regionalização do turismo mostra as belezas do Estado e estamos há um ano trabalhando em cima disso, para fazer com que as pessoas conheçam as belezas do seu próprio Estado”, afirmou.
De acordo com ele, a expectativa é promover atrativos em diversas regiões do Estado, em uma ação com apoio do Ministério do Turismo. Mais informações sobre o turismo do Paraná podem ser consultadas no site VIAJE PARANÁ.
CURITIBA – De acordo com informações do site, a Capital do Estado foi eleita a cidade mais inteligente do Brasil. É a maior do Sul do País, com quase 2 milhões de habitantes e referência em qualidade de vida.
São mais de 30 parques e bosques para todos os gostos e com atividades para todas as idades. Os lugares mais visitados são o Parque Jardim Botânico, o Museu Oscar Niemeyer e o Parque Barigui.
Outros exemplos de museus, teatros e locais de shows são Ópera de Arame, Pedreira Paulo Leminiski e Teatro Guaíra. Para quem gosta de feiras, Curitiba tem opções de sobra, com comidas típicas, roupas e artesanato. O destaque é a Feira do Largo da Ordem, que acontece todos os domingos no Centro Histórico da cidade.
O turista encontra a Linha Turismo, um ônibus com roteiro com 24 paradas nos pontos mais interessantes a serem visitados da cidade por um período de 24 horas e uma única passagem. Entre os locais a serem visitados, estão também o Passeio Público, a Rua 24 Horas, o Parque Tanguá, a Ópera De Arame, a Torre Panorâmica, o Bosque do Alemão, o Bosque João Paulo II o Museu Ferroviário.
FOZ DO IGUAÇU – O município abriga uma das sete maravilhas do mundo: as Cataratas do Iguaçu, um complexo de 275 quedas que se estendem por quase cinco quilômetros do Rio Iguaçu.
Com aproximadamente 260 mil habitantes, no extremo Oeste paranaense, a cidade fica na chamada tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina. É um dos destinos turísticos mais importantes do País e o mais visitado por estrangeiros do Paraná.
A cidade dispõe de uma média de 27 voos diários. A Terra das Cataratas também possui um dos maiores parques hoteleiros do Brasil. São aproximadamente 28 mil leitos em hotéis e a realização de eventos também movimenta o destino.
Foz abriga, ainda, a Hidrelétrica de Itaipu, a maior do mundo em geração de energia; o Parque das Aves; o Marco das Três Fronteiras; o Templo Budista; e outros atrativos.
BRASIL – De acordo com o levantamento do Ministério, o Sudeste e o Nordeste lideram a listagem com sete destinos. Angra dos Reis (RJ), Belo Horizonte (MG), Petrópolis (RJ), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), São Sebastião (SP) e Ubatuba (SP) formam o roteiro do Sudeste. No Nordeste, aparecem João Pessoa (PB), Ipojuca (PE), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Natal (RN), Porto Seguro (BA) e Salvador (BA).
“O levantamento reforça que estamos no caminho certo para que a retomada aconteça. O turismo doméstico tem um enorme potencial que merece ser conhecido pelos brasileiros e com esse foco que o Ministério do Turismo vem trabalhando – oferecer melhor infraestrutura, serviços cada vez mais qualificados e seguindo os protocolos de biossegurança”, afirmou o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto. (Com Agência Brasil)
A indústria brasileira fechou 2020 com uma queda de 4,5% em sua produção. O desempenho da indústria no ano passado foi afetado pela pandemia de covid-19. No período de março e abril, quando houve medidas de isolamento social para enfrentar a doença, a indústria recuou 27,1%.

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Vinte dos 26 ramos industriais pesquisados tiveram queda na produção no ano. Mais de 60% dos 805 produtos pesquisados pelo IBGE tiveram redução.
Entre as atividades industriais, a principal queda veio dos veículos automotores, reboques e carrocerias (-28,1%). Outras contribuições negativas importantes vieram dos ramos de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-23,7%), indústrias extrativas (-3,4%), metalurgia (-7,2%), couro, artigos para viagem e calçados (-18,8%), outros equipamentos de transporte (-29,1%) e impressão e reprodução de gravações (-38,0%).
Apenas seis atividades tiveram aumento de produção no ano, com destaque para produtos alimentícios (4,2%).
As quatro grandes categorias econômicas da indústria registraram queda: bens de consumo duráveis (-19,8%), bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (-9,8%), bens de consumo semi e não duráveis (-5,9%) e bens intermediários, isto é, insumos industrializados usados no setor produtivo (-1,1%).
Dezembro
Em dezembro de 2020, no entanto, a indústria brasileira apresentou altas de 0,9% em relação ao mês anterior e de 8,2% na comparação com dezembro de 2019. Na média móvel trimestral, a alta chegou a 1%.
Na comparação com novembro, as influências positivas mais relevantes, vieram das atividades de metalurgia (19,0%), de veículos automotores, reboques e carrocerias (6,5%) e das indústrias extrativas (3,7%). (Com Agência Brasil)
Uma equipe de investigadores liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou nesta terça dia 2, a uma instalação de saúde animal da cidade chinesa de Wuhan em busca de pistas sobre a origem da pandemia da covid-19.

A equipe independente já visitou hospitais importantes, o centro de controle de doenças regional e o mercado de frutos do mar de Huanan, onde se acredita que o primeiro foco de infecções se originou no final de 2019.
A viagem está indo "muito bem, excelente", disse Peter Daszak, um de seus membros e presidente da EcoHealth Alliance, à Reuters, nesta terça-feira ao ser indagado pouco antes de entrar na instalação de saúde animal.
O centro na província de Hubei, que combate doenças epidêmicas em animais, poderia dar informações de como um coronavírus endêmico no morcego de ferradura pequeno do sudoeste da China pode ter passado para os humanos, possivelmente através de uma espécie intermediária.
Peter Ben Embarek, principal especialista da OMS em doenças zoonóticas, que surgem em animais, foi um dos membros da equipe vestida com macacões brancos de equipamento de proteção pessoal vistos nas dependências do centro.
Um funcionário, também com equipamento de proteção, desinfectou a rua adiante depois da entrada da equipe.
Na segunda-feira (1), o principal especialista em emergências da OMS, Mike Ryan, disse que a investigação pode não encontrar todas as respostas sobre a origem da covid-19, descrevendo a missão como uma "história de detetive" que continua a suscitar novas perguntas.
Ele também criticou aqueles que dizem que não aceitarão as conclusões da equipe.
"Ela merece o apoio da comunidade internacional e merece poder terminar seu trabalho", acrescentou. (Com Agência Brasil)
O percentual de pessoas em home office, trabalho remoto, se manteve em queda em novembro de 2020 e atingiu 7,3 milhões de pessoas trabalhando remotamente, redução de, aproximadamente, 260 mil pessoas em relação ao mês anterior.

O resultado representa 9,1% dos 80,2 milhões de ocupados e não afastados. Os números fazem parte do estudo sobre o trabalho remoto no país durante a pandemia de covid-19, divulgado hoje (2) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
De acordo com o Ipea, a remuneração desses profissionais somou R$ 32 bilhões, valor equivalente a 17,4% dos R$ 183,5 bilhões da massa de rendimentos efetivamente recebida por todos os ocupados no país. No mês anterior, 9,6% das pessoas ocupadas e não afastadas foram responsáveis por 18,5% da massa de rendimentos.
O estudo mostrou ainda que as mulheres e pessoas brancas são a maioria no perfil dos trabalhadores em home office, que tem se mantido estável desde a primeira análise, baseada nos dados de maio de 2020. Em novembro, 57,8% das pessoas em trabalho remoto eram mulheres, 65,3% eram da cor branca, 76% tinham nível superior completo e 31,8% apresentavam idade entre 30 e 39 anos.
O setor formal continua predominando no teletrabalho, que representa 6,2 milhões de pessoas ou 84,8% do total. Já na informalidade eram 15,2% dos trabalhadores ou 1,1 milhão de pessos que desempenhavam as funções remotamente.
Conforme o estudo, 30% da massa de rendimentos na distribuição por atividade, foi gerada por pessoas no setor de serviços que não estavam em home office, 16,4% corresponderam ao setor público, 14,7% na indústria e 10,7% no comércio.
A contribuição das pessoas em trabalho remoto é similar à registrada com os trabalhadores da indústria ou do setor público, uma vez que elas foram responsáveis por 17,4% da massa em novembro.
O Brasil tinha 2,85 milhões de pessoas trabalhando remotamente em novembro no setor público e 4,48 milhões no setor privado. Isso significa que País tinha 2,85 milhões trabalhando remotamente no setor público e 4,48 milhões no setor privado em novembro, sendo que 38,9% em home office eram do setor público , o que corresponde ao maior percentual observado desde o início da análise.
Segundo o Ipea, o estudo utilizou dados da última análise da Pnad Covid-19, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para Geraldo Góes, um dos autores da pesquisa intitulada O Trabalho Remoto e a Pandemia: o que a Pnad Covid-19 nos mostrou, conclui uma etapa de avaliações sobre os impactos da pandemia no mercado de trabalho. “Essa nota encerra um ciclo que nos permitiu fazer um retrato do trabalho remoto no país”, observou.
Regiões
O Sudeste continuou sendo a região que concentrou a maior parte de pessoas em trabalho remoto (58,3%) e o Distrito Federal (20%), Rio de Janeiro (15,6%) e São Paulo (13,1%) tiveram os maiores percentuais de pessoas nessa situação. Já os menores percentuais foram registrados no Pará (3,1%), no Amazonas (3,5%) e no Mato Grosso (3,8%).
Desigualdade
Os estados do Nordeste, Sudeste e Sul, incluindo ainda o Amapá e o Pará apresentaram os maiores índices de desigualdade, enquanto os estados do Centro-Oeste registraram os menores índices. A análise foi feita também com base nos dados da Pnad Covid-19, com os quais os pesquisadores calcularam o Índice de Gini, utilizado para medir a desigualdade, do rendimento de todos os trabalhos remotos, por Unidade da Federação. (Com Agência Brasil)






















