Edição 2021 do Summit Jovem irá propor reflexões sobre a potência de ação das novas gerações e contará com participação de convidados como o autor de best-seller internacional e especialista em tendências, Rohit Bhargava e a ativista Melati Wijsen.
Valorizar o ser humano, despertar novos talentos e a capacidade transformadora que cada indivíduo tem para gerar impacto positivo na sociedade. A partir desses conceitos, a Central Sicredi PR/SP/RJ realiza, nos dias 19 e 20 de maio, mais uma edição do Summit Jovem, reunindo cerca de mil participantes. O evento, que neste ano acontecerá em formato online, é voltado a integrantes dos Comitês Jovem formados em 21 cooperativas do Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.
“Acreditamos no potencial das novas gerações para a construção de uma sociedade mais próspera. Atuamos com esse propósito hoje sem esquecer do amanhã. Por isso, incentivamos a formação contínua dos jovens e a capacitação de lideranças, tanto no cooperativismo como na sociedade. Uma iniciativa que, com o apoio local das nossas cooperativas, vem promovendo impacto positivo nas comunidades e, até mesmo, ganhando reconhecimento internacional”, ressalta o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.
Nos últimos anos, iniciativas desenvolvidas pelo Sicredi para engajar os jovens no cooperativismo têm servido como inspiração para diversos países que compõem o Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla em inglês).
Programação do evento
A edição 2021 do Summit Jovem foi pensada para gerar reflexões inspiracionais aos participantes, incentivando também o uso das aprendizagens na vivência de cada um em suas comunidades.
O evento terá a ativista, influencer e youtuber Hello Biello como mestre de cerimônia e contará, já na abertura, com a participação do neurocientista Edgard Morya, que vai propor uma reflexão sobre o poder da aprendizagem e a capacidade que o ser humano tem de gerar impacto. Ainda de forma inspiracional, o terapeuta Alexandre Coimbra Cabral abordará a gestão das emoções e o sensei Fernando Belatto trará indicações para o aprimoramento da inteligência espiritual. A primeira parte do evento contará ainda com práticas interativas com os jovens, além de propor um desafio de avaliação sobre as novas gerações e a construção do futuro.
As reflexões propostas serão trabalhadas de maneira vivencial no segundo dia do evento. O fundador da consultoria de tendências Non-Obvious Company, autor de sucesso e especialista em marketing, Rohit Bhargava, abordará maneiras de praticar um novo jeito de fazer negócios, especialmente no pós-pandemia.
Os jovens de impacto e suas ações empreendedoras no Brasil e no mundo serão apresentados em dois blocos do evento. O primeiro, com iniciativas nacionais, será mediado pelo diretor do Núcleo de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral, Heiko Spitzeck. Já o segundo bloco, que também contará com destaques de outros países, terá a mediação do presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ e diretor do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, Manfred Dasenbrock, e da embaixadora do Programa Global Women's Leadership Network (GWLN) no Brasil, Gisele Gomes.
A transmissão ao vivo ainda terá a participação da ativista da Indonésia Melati Wijsen, que contará como e o que a motivou para iniciar a transformação da sua região e do mundo. Como já é tradição no evento, os participantes irão concluir a jornada de aprendizagem e interação motivados por um novo desafio que levarão para as suas comunidades. “O Sicredi desenvolve projetos que estão diretamente ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela ONU para um mundo melhor. Os Comitês Jovem são um exemplo dessa ação transformadora do cooperativismo. Com o Summit, queremos reforçar esse despertar das potencialidades das novas gerações para um futuro cada vez mais próspero a todos", finaliza Dasenbrock.
O evento é voltado aos jovens associados, membros dos Comitês Jovem das cooperativas filiadas à Central Sicredi PR/SP/RJ e convidados. Mais informações pelo site oficial do Summit Jovem.
Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em dezembro podem sacar, a partir de hoje (17) a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 29 de abril.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.
Com a retirada, a Caixa conclui o pagamento da primeira parcela da nova rodada do auxílio emergencial. A segunda rodada começou a ser depositada ontem (16) para os trabalhadores e inscritos no CadÚnico nascidos em janeiro.
Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.
O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.
Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.
Regras
Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial. (Com Agência Brasil)
As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte de mulheres no mundo, representando 35% dos óbitos anuais, alertam especialistas na revista médica The Lancet, criticando o pouco reconhecimento dado a essas patologias nas mulheres.
No artigo, que cita dados de 2019 na escala global sobre prevalência, mortalidade e fatores de risco em mulheres, 17 especialistas pedem medidas urgentes, como diagnóstico precoce e programas de saúde específicos em regiões populosas e subdesenvolvidas, para reduzir em um terço as mortes prematuras por doenças não transmissíveis, incluindo as cardiovasculares, até 2030.
Em 2019, segundo nota da The Lancet, cerca de 275 milhões de mulheres tiveram uma doença cardiovascular em todo o mundo. A isquemia cardíaca e o Acidente Vascular Cerebral foram as que mais mataram mulheres, representando, respectivamente, 47% e 36% das mortes associadas.
O Egito, Irã, Iraque, a Líbia, o Marrocos e os Emirados Árabes Unidos figuram na lista de países com as taxas mais altas de doenças cardiovasculares entre mulheres, enquanto a Bolívia, o Peru, a Colômbia, o Equador e a Venezuela têm as taxas mais baixas.
Apesar de a prevalência mundial de doenças cardiovasculares nas mulheres ter diminuído desde 1990, países populosos como a China, Indonésia e Índia registraram aumento, respectivamente de 10%, 7% e 3% de casos.
A Ásia Central, Europa do Leste, o Norte da África, o Oriente Médio e a África Subsaariana Central são as regiões com as taxas de mortalidade mais altas, mais de 300 mortes por 100 mil mulheres.
Em contrapartida, a Europa Ocidental, América do Norte, Austrália, Nova Zelândia, Nova Guiné e algumas ilhas vizinhas no Pacífico, além da América Andina (Argentina, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Chile e Venezuela) são as regiões com taxas de mortalidade mais baixas, menos de 130 por 100 mil mulheres.
Hipertensão, colesterol elevado, menopausa precoce e complicações na gravidez são apontados como fatores de risco nas mulheres.
De acordo com os especialistas, as doenças cardiovasculares continuam, apesar das más estatísticas, a ser "pouco estudadas e pouco reconhecidas" nas mulheres. (Com Agência Brasil)
O Índice Geral de Preços–10 (IGP-10), indicador nacional medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de preços de 3,24% em maio deste ano, acima do 1,58% de abril. Com o resultado de maio, o índice acumula inflação de 12,70% no ano e de 35,91% em 12 meses.
A alta de abril para maio foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, cuja inflação subiu de 1,79% para 4,20% em maio.
Os preços no varejo e na construção apresentaram inflação mais moderada em maio em relação a abril.
O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,87% em abril para 0,35% em maio. Já o Índice Nacional de Custo da Construção recuou de 1,24% para 1,02% no período. (Com Agência Brasil)
Toda a população adulta de Botucatu, no interior paulista, foi vacinada neste domingo dia 16, contra a covid-19 como parte de um estudo da vacina da Oxford/AstraZeneca/Fiocruz. Botucatu tem cerca de 150 mil habitantes, dos quais 106 mil são maiores de 18 anos. Como parte dessa população já foi vacinada contra a covid-19, a expectativa é imunizar agora 80 mil pessoas com idade entre 18 e 60 anos.
Segundo o cronograma da prefeitura, a partir das 8h deste domingo, recebe a vacina o grupo que está na faixa de 51 a 60 anos de idade. Às 10h30, começa a vacinação de pessoas com idade entre 41 e 50 anos; às 13h, a dos que têm de 31 a 40 anos e, por fim, às 15h30, a do grupo com idade entre 18 e 30 anos.
A vacinação em massa tem apoio da Justiça Eleitoral, da regional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Botucatu e do Ministério Público e será exclusiva para os moradores da cidade.
De acordo com a prefeitura, os que estão na faixa acima de 60 anos não foram incluídos no estudo porque já estão vacinados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Os menores de 18 anos ainda não serão ainda vacinados porque, até o momento, não houve estudos sobre a aplicação do imunizante da Oxford/AstraZeneca/Fiocruz nesse público.
As gestantes também não serão vacinadas, seguindo orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que não recomenda a aplicação do imunizante nesse grupo.
Cadastramento
Para tomar a vacina, os moradores de Botucatu precisam estar cadastrados no site vacinaja.sp.gov.br. As pessoas precisam levar aos locais de vacinação comprovante de endereço recente em seu nome, título eleitoral e documento com foto. Eleitores da cidade poderão ser vacinados em suas próprias zonas eleitorais.
A prefeitura informa que não serão aceitos documentos impressos da internet. Cônjuges poderão apresentar comprovante de endereço conjunto, desde que acompanhado de certidão de casamento original, ou contrato de união estável original, ou declaração de acordo. Filhos também poderão apresentar comprovante de endereço dos pais, desde que comprovem a filiação com documento oficial.
As pessoas que tomaram a vacina da gripe (H1N1) em período inferior a 15 dias da data da imunização em massa, ou que tiveram covid-19 no prazo de 30 dias antes da vacinação, não deverão se apresentar hoje para receber a dose da Oxford/AstraZeneca/Fiocruz.
Segundo a prefeitura, nesses casos, a pessoa deve se cadastrar no vacinaja.sp.gov.br e no site botucatu.sp.gov.br, entrando no banner da vacinação em massa e preenchendo o cadastro. Esse grupo deverá ser vacinado entre os dias 18 e 22 de maio.
O estudo
De acordo com a Universidade Estadual Paulista (Unesp), uma das instituições responsáveis pelos testes com essa vacina em Botucatu, o estudo clínico vai atingir toda a população da cidade acima de 18 anos que ainda não foi vacinada. Além da Unesp, participam do estudo a Universidade de Oxford, no Reino Unido, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o laboratório AstraZeneca, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a prefeitura de Botucatu, o Ministério da Saúde e a Fundação Bill e Melinda Gates.
A vacina será doada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) e aplicada em duas doses, com intervalo de três meses entre a primeira e a segunda.
O estudo pretende investigar a efetividade do imunizante, ou seja, dar a real dimensão de como este pode impactar na redução do número de casos, internações e mortes por covid-19. Estudo semelhante já está em andamento na cidade de Serrana, também no interior paulista, mas com a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac. Os resultados desse estudo ainda não foram divulgados.
De acordo com o Ministério da Saúde, o estudo pretende ainda fazer a testagem em massa da população e o sequenciamento genético da covid-19 entre os casos positivos. Por isso, será possível descobrir a efetividade do imunizante contra as variantes do novo coronavírus que circulam na cidade.
O estudo terá duração estimada de oito meses, o que inclui a aplicação das duas doses e o acompanhamento da população que recebeu essas vacinas. (Com Agência Brasil)
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 2.372 da Mega-Sena sorteadas na noite de sábado (15) no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.
Segundo a Caixa Econômica Federal, o prêmio ficou acumulado, e a estimativa para o próximo concurso é de uma bolada de R$ 40 milhões. O sorteio será na quarta-feira (19).
A quina teve 128 acertadores, cabendo a cada um o prêmio de R$ 28.213,14. A quadra teve 7.636 apostas ganhadoras, cabendo a cada uma o prêmio de R$ 675,61.
As apostas da Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. (Com Agência Brasil)























