Astro da NBA, James Harden foi preso na madrugada deste sábado por porte ilegal de armas. Segundo informações da imprensa internacional, o jogador do Cleveland Cavaliers portava uma arma de fogo sem coldre no carro. Fontes disseram que Harden estava saindo de um bar em Houston, no Texas, acompanhado de um grupo de amigos, antes da prisão. O armador, de 36 anos, foi liberado sob pagamento de fiança nesta manhã, mas terá que responder judicialmente.
Ainda segundo a imprensa internacional, as autoridades alegaram em documento que a arma portada por Harden "estava à vista e sem um coldre (uma espécie de proteção)". Mais detalhes sobre a prisão não foram divulgados, e a defesa do jogador ainda não se manifestou sobre o caso. Ainda assim, fontes relataram ao jornal The Post que James Harden estava em um bar de Houston, no Texas, antes da prisão, acompanhado de "um grande grupo de amigos".
Atualmente no Cleveland Cavaliers, Harden foi liberado sob fiança na manhã de sábado, mas deve responder judicialmente. O jogador tem uma audiência marcada para o dia 22 de junho no tribunal, para a leitura das acusações.
O Texas tem uma das legislações sobre armas mais permissivas dos Estados Unidos. A legislação do estado permite o porte e posse de armas mesmo sem licença, em determinados locais. No entanto, o objeto não pode ficar à vista e precisa estar com uma proteção.
Fora das Finais da NBA, o Cleveland Cavaliers foi eliminado nos playoffs da Conferência Leste no mês passado, contra o finalista New York Knicks. Experiente na NBA, Harden atua na liga desde 2009, quando ingressou no OKC como a terceira escolha geral do draft.
Desde então, o astro passou por equipes como o Houston Rockets, Brooklyn Nets, Philadelphia 76ers e Los Angeles Clippers, antes de ir para os Cavs no ano passado.
Levantamento do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção a Adolescentes no Trabalho (FNPETI) mapeou mais de 130 iniciativas federais voltadas a crianças e adolescentes. Apesar da retomada de políticas públicas nos últimos anos, elas se mostram insuficientes diante dos 1,65 milhão de menores em situação de trabalho infantil no Brasil.

A publicação Políticas Públicas Federais para Infâncias, Adolescências e Juventudes entre 2024 e 2025: Prevenção e Enfrentamento ao Trabalho Infantil e Promoção do Trabalho Protegido para Adolescentes, divulgada nesta sexta-feira (12), Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, reúne ainda dados orçamentários e análise das políticas e programas mapeados.
“O Brasil não alcançou a meta de erradicação das piores formas de trabalho infantil prevista nos ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável] e isso mostra que ainda estamos longe de garantir proteção integral para todas as crianças e adolescentes”, disse, em nota, a secretária-executiva do FNPETI, Katerina Volcov. A meta 8.7 dos ODS estabelecia a erradicação das piores formas de trabalho infantil até 2025.
Segundo o fórum, a análise aponta que a existência de programas e diretrizes não garante, por si só, resultados concretos. A entidade mencionou que questões relacionadas ao financiamento, à execução orçamentária e à coordenação e diálogo entre órgãos federais continuam sendo obstáculos para a efetividade das políticas públicas.
Volcov avalia ainda que o enfrentamento do problema precisa ser prioridade permanente do Estado brasileiro, ressaltando que são 1,65 milhão de crianças e adolescentes que têm seus direitos violados. Segundo a PNAD Contínua 2024, do IBGE, o Brasil registra 1,65 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil. O número representa aumento de 34 mil casos em relação ao ano anterior.
O estudo destacou também o desequilíbrio na relação entre investimentos e garantia de direitos.
“Embora crianças e adolescentes representem cerca de 24% da população brasileira, os investimentos destinados a esse público correspondem a menos de 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto - riqueza produzida no país), segundo estudo do Ipea e do Unicef utilizado como referência pelo levantamento”, divulgou o fórum, em nota.
Interrupção de políticas
O caso das Ações Estratégicas de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI) é apontado, pelo fórum, como um dos exemplos evidentes dos impactos da descontinuidade das políticas públicas. Segundo o levantamento, a ação orçamentária do programa deixou de constar nos Projetos de Lei Orçamentária Anual entre 2020 e 2024.
Quando retornou ao orçamento federal, em 2024, a previsão era de R$ 3,6 milhões para todo o país, o que representava cerca de R$ 2 por criança e adolescente ao ano. Em 2016, o investimento havia alcançado R$ 83,9 milhões. No final de 2025, foi anunciada a destinação de valores anuais de R$ 79,2 milhões para as AEPETI.
“As AEPETI têm papel importante na articulação das redes locais de proteção. Quando o financiamento é interrompido, os municípios perdem capacidade de identificar casos, acompanhar famílias e desenvolver ações preventivas de forma continuada”, avaliou a assessora técnica do FNPETI, Izabela Ramos.
Para o FNPETI, o desafio dos próximos anos é garantir continuidade, financiamento adequado e articulação intersetorial das políticas públicas voltadas à proteção integral de crianças e adolescentes. “Além de ampliar recursos, é preciso assegurar uma governança comprometida, com transparência e continuidade às políticas públicas”, concluiu Katerina Volcov.
Por-Agência Brasil
Conectar o celular ao carregador é um hábito tão rotineiro que a maioria das pessoas faz o procedimento sem pensar. Especialistas em tecnologia móvel, porém, afirmam que a ordem utilizada para ligar e desligar os componentes pode influenciar a durabilidade da bateria, dos conectores e até dos cabos.
Fazer isso da maneira errada, com o tempo, pode acelerar o desgaste dos componentes e afetar a capacidade de retenção de carga.
Qual é a recomendação?
A recomendação técnica é conectar primeiro o carregador à tomada e somente depois ligar o cabo ao celular. Segundo especialistas, essa sequência permite que o fluxo de energia se estabilize dentro do adaptador antes de chegar ao aparelho.
Na prática, o carregador funciona como uma barreira inicial contra oscilações e pequenos picos de tensão da rede elétrica.
Já o procedimento inverso — conectar primeiro o cabo ao telefone e depois ligar o carregador à tomada — expõe os circuitos internos e a bateria ao impacto da energização inicial.
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Faíscas microscópicas podem acelerar desgaste
Especialistas explicam que a conexão em ordem inadequada pode gerar diferenças de potencial elétrico entre os contatos metálicos, produzindo pequenas faíscas invisíveis a olho nu.
Embora imperceptíveis, esses microarcos elétricos podem contribuir para processos de oxidação e corrosão dos terminais ao longo dos anos.
O problema tende a ser mais frequente em ambientes úmidos ou com acúmulo de poeira.
Em cabos Lightning, utilizados em modelos mais antigos de iPhone, um dos sinais desse desgaste é o escurecimento dos conectores, que passam a apresentar manchas escuras e falhas de contato.
Nos conectores USB-C, hoje predominantes no mercado, a combinação entre poeira acumulada e desgaste mecânico dos contatos internos pode reduzir a eficiência da conexão.
Como desconectar o aparelho da forma correta
A orientação dos especialistas também vale para o fim do carregamento.
Nesse caso, a ordem deve ser inversa: primeiro retirar o cabo do celular e depois desligar o carregador da tomada.
Segundo os especialistas, isso interrompe o circuito de forma mais estável e reduz a possibilidade de pequenos picos de retorno ou faíscas residuais na porta do aparelho.
Cuidados que ajudam a preservar a bateria
Além da sequência correta de conexão, especialistas recomendam algumas práticas para aumentar a vida útil das baterias de íons de lítio:
- Manter a carga preferencialmente entre 20% e 80%;
- Evitar deixar o aparelho conectado à tomada durante toda a noite com frequência;
- Utilizar carregadores e cabos originais ou certificados pelo fabricante;
- Retirar o carregador da tomada quando não estiver em uso;
- Evitar exposição do aparelho a temperaturas elevadas durante a recarga.
Segundo especialistas, esses cuidados ajudam a reduzir o estresse térmico e elétrico sobre a bateria, preservando seu desempenho ao longo dos anos.
Por - P Globo
É uma dúvida comum entre quem quer comprar passagens ou programar viagens com antecedência: afinal, quando cai o Corpus Christi neste ano? 🤔
A pergunta faz sentido. A celebração da Igreja Católica é considerada uma “data móvel” — ou seja, não tem um dia fixo no calendário e muda a cada ano.
O mesmo acontece com outras datas religiosas, como o carnaval e a Páscoa. E isso não é coincidência: todas seguem um cálculo definido há séculos, que combina tradição religiosa e até fenômenos astronômicos.
Sim, a conta envolve elementos como as fases da Lua, a posição do Sol e o calendário lunar. Parece complicado, mas dá para entender seguindo um passo a passo.
- 🕊️ Primeiro, define-se a data da Páscoa: a celebração acontece sempre no primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre depois do equinócio de março. (veja como é feito cálculo)
- ✝️ Depois, basta contar 60 dias a partir do domingo de Páscoa para chegar ao Corpus Christi, celebrado sempre em uma quinta-feira.
🎉 O carnaval também depende dessa lógica. A terça-feira de carnaval acontece 47 dias antes da Páscoa — ou, de forma mais precisa, 40 dias antes do Domingo de Ramos, que abre a Semana Santa.
Mas o que quer dizer Corpus Christi?
A expressão vem do latim e significa “Corpo de Cristo”. A data celebra, segundo a tradição católica, a presença de Jesus Cristo na eucaristia — representada pelo pão e pelo vinho.
De acordo com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a celebração marca a “presença real de Jesus Cristo no pão e no vinho”.
Quando cai o feriado de Corpus Christi em 2026?
Neste ano, o Corpus Christi será celebrado em 4 de junho, uma quinta-feira. A data é considerada ponto facultativo nacional.
Isso significa que estados e municípios podem transformá-la em feriado religioso por meio de regulamentação local — o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso para quem também folga na sexta-feira ou no fim de semana.
Nas cidades onde o Corpus Christi é feriado, a regra geral é a dispensa do trabalho. Caso o funcionário seja convocado para trabalhar, ele tem direito a receber em dobro ou a uma folga compensatória.
Das 27 capitais brasileiras, 20 decretaram Corpus Christi como feriado, cinco adotaram ponto facultativo, uma informou que a data não será feriado e uma ainda não publicou decreto sobre o assunto. (Veja a lista completa abaixo)
O que é ponto facultativo?
Em dias de ponto facultativo, os servidores públicos são dispensados do trabalho sem prejuízo na remuneração. Essa medida costuma ser adotada em dias úteis que ficam entre feriados e fins de semana.
No setor privado, como a data é considerada ponto facultativo e não feriado, as empresas não são obrigadas a dispensar seus funcionários.
Quais são os próximos feriados de 2026?
Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.
Depois de Corpus Christi, que é ponto facultativo nacional, os próximos feriados são 7 de setembro (Independência do Brasil) e 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida).
Ambos caem em uma segunda-feira e podem render um descanso prolongado para quem folga aos fins de semana.
Veja abaixo os próximos feriados nacionais e os dias da semana em que caem:
- 7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)
- 12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)
- 2 de novembro, Finados (segunda-feira)
- 15 de novembro, Proclamação da República (domingo)
- 20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)
- 25 de dezembro, Natal (sexta-feira)
Confira também os próximos pontos facultativos, que podem render folgas em alguns casos:
- 4 de junho, Corpus Christi (quinta-feira)
- 5 de junho (sexta-feira)
- 28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)
- 24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)
- 31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)
POr - G1
Entre a noite deste sábado (30) e a madrugada de domingo (31), o céu oferecerá um espetáculo astronômico pouco comum: a Lua Cheia que aparece no final de maio será, ao mesmo tempo, uma Lua Azul e uma microlua — dois fenômenos que raramente coincidem.
Os fenômenos podem ser vistos de qualquer região do Brasil, com ápice no fim da noite de sábado (30) e início da madrugada de domingo (31).
O que é a Lua Azul?
Apesar do nome sugestivo, a Lua não ficará azul. O termo é uma expressão do folclore astronômico para explicar a segunda Lua Cheia que ocorre dentro de um mesmo mês — situação que foge do padrão, já que o normal é termos apenas uma por mês.
Isso acontece em um ciclo de cada dois anos e é preciso uma combinação exata de fatores. O ciclo lunar dura cerca de 29,5 dias. Para que uma Lua Azul aconteça, é preciso:
- Que a primeira Lua Cheia do mês caia no primeiro ou segundo dia;
- Que o mês tenha 31 dias, abrindo espaço para uma segunda.
Microlua vai acontecer ao mesmo tempo
A órbita da Lua ao redor da Terra não é um círculo perfeito, mas uma elipse. Isso significa que a distância entre os dois corpos varia constantemente.
No ponto de maior afastamento — chamado de apogeu — a Lua aparece ligeiramente menor no céu do que o habitual. Quando a fase cheia coincide com o apogeu, temos a chamada microlua.
Normalmente, a Lua está a cerca de 384.000 km da Terra. Neste domingo, ela estará a 406.135 km — seu ponto mais distante do mês —, o que a tornará visivelmente menor e um pouco menos brilhante do que numa Lua Cheia comum.
A diferença, no entanto, é que esse fenômeno não é tão perceptível a olho nu.
O bônus: Antares no horizonte
Como se a combinação já não fosse suficiente, a Lua Cheia de 31 de maio ganhará um toque especial. Ao longo da madrugada, ela ficará próxima de Antares, a estrela mais brilhante da constelação de Escorpião, conhecida por seu característico brilho avermelhado.
O contraste entre o vermelho de Antares e o prateado da Lua promete uma cena visualmente marcante. O ápice dessa aproximação aparente ocorrerá no final da madrugada, próximo ao momento em que a Lua se põe no horizonte.
O mercado de iGaming no Brasil está no seu segundo ano devidamente regulamentado. Com isso, a Cactus Gaming continua se destacando como líder no segmento por desenvolver tecnologias proprietárias que são vitais para sua atuação.
A empresa, portanto, ganha importância por ter uma estrutura própria de dados e validação de identidade, que assegura um cadastro mais eficiente. Ou seja, é possível avaliar dados em tempo real, evitar fraudes e adequar o processo seguindo o comportamento de cada usuário desde o primeiro acesso.
No núcleo da plataforma, a Cactus Gaming apresenta um sistema tanto de gestão de risco quanto de prevenção de fraudes, que atua em todas as fases, passando de inscrição, depósito, retirada e utilização de bônus. Esse sistema oferece mais segurança para usuários e operadoras, uma vez que é sustentado por uma base recheada de dados. Uma das vantagens é permitir decisões precisas e análises frequentes.
Além disso, a Cactus também possui outro diferencial: a capacidade de atuar simultaneamente com vários operadores na mesma infraestrutura, com condições personalizadas. A escalabilidade automática também faz parte dessa integração, assegurando rendimento de altíssimo nível e estabilidade em momentos de imenso volume de acessos. Essa situação tende a se desenrolar em competições esportivas de impacto global, como a Copa do Mundo.
Dessa maneira, a Cactus Gaming repassa a seguinte mensagem: “nossa plataforma também se destaca na personalização da experiência. A Cactus conta com um sistema próprio de campanhas, bônus e gamificação que responde em tempo real às ações dos usuários”.
Cactus potencializa resultados com combinação de tecnologia, operação e planejamento estratégico
Neste sentido, a Cactus Gaming apresenta uma série de diferenciais competitivos em função de uma poderosa combinação: tecnologia, planejamento estratégico e operação. Isso porque a empresa possui um backoffice completo com visão 360º, rapidez na elaboração de soluções para acompanhar às novas demandas regulatórias, equipe de suporte totalmente em português, uma plataforma All-in-One e altíssima qualidade operacional.
Por fim, a Cactus não quer somente oferecer inovação, mas também ser reconhecida como uma parceira valiosa para sua base de clientes, pronta para sustentar crescimento com consistência!


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