Beber água acelera o metabolismo e ajuda a emagrecer

A ingestão de água é uma das mais importantes recomendações de cuidado com a saúde. Afinal, ela é essencial em todas as funções do organismo durante o dia. Por exemplo, na transpiração regulando a temperatura corporal; na urina eliminando toxinas; no transporte de nutrientes para todo o corpo pela corrente sanguínea; para o bom funcionamento do intestino; na respiração em forma de vapor; entre diversas outras funções vitais.


Maior hidratação acelera o metabolismo


Mas estudos indicam que a água pode, ainda, ajudar a emagrecer. Em 2007, uma pesquisa publicada no The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism analisou a influência da ingestão de água também na termogênese do corpo, ou seja, na produção de calor - o que pode auxiliar na perda de peso. Desde então muito tem se discutido sobre o efeito do consumo de água para acelerar o metabolismo.

 

Os pesquisadores mediram um gasto calórico em repouso maior após o consumo de água. Descobriram que o consumo de 500 ml de água à temperatura ambiente de 22º C aumentou em 30% o metabolismo, tanto nos homens como nas mulheres. Oito homens e oito mulheres participaram do estudo, sendo todos saudáveis com sobrepeso ou obesidade.

Saiba mais: Em experimento, mulher mostra efeitos de beber 3 litros de água por dia
Vale ressaltar que o metabolismo é a taxa em que o corpo consegue converter carboidratos ou gordura em energia em estado de repouso. Ou seja, sem a influência de atividades físicas ou outras formas externas de estímulo.


Desidratação deixa o metabolismo lento


Além disso, comprovou-se que o inverso também ocorre ao se fazer a medição do emagrecimento em casos de desidratação. A redução de 5% da água corporal foi responsável por uma queda de 20% a 30% na capacidade metabólica do corpo.

 

Quantidade ideal de água


Muita gente pergunta a quantidade ideal de consumo de água ao dia. "Dois litros?". "Beber água oito vezes por dia é mito?". Na verdade, o cálculo da quantidade de água que deve ser ingerida é individual, mas segue a fórmula de 35 ml por quilo de peso corporal. Por exemplo, uma pessoa de 80 Kg, portanto, deve beber no mínimo 2,8 L de água ao dia.

 

Conclusão


De qualquer forma, apesar de todas essas descobertas, é importante destacar que podemos afirmar que a ingestão de água auxilia na perda de peso. Contudo, não pode ser considerada como a única solução para todos os problemas. Esse comportamento deve estar inserido nos quatro pilares de uma vida saudável: atividade física, bons hábitos alimentares, cuidado com o emocional e com a espiritualidade. (Com Minha Vida)

 

 

 

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Cabelo elástico: como recuperar os fios danificados?

O cabelo elástico, ou famoso emborrachado pós-química, tem sido o pesadelo de muitas mulheres ao longo dos anos. Esse efeito acontece quando abusamos da química no cabelo sem tomar os devidos cuidados pré e pós-procedimentos, quando o intervalo de tempo entre um procedimento e outro é muito curto ou quando há uma mistura de químicas incompatíveis.


“O fio capilar perde os nutrientes, perde a queratina e perde massa capilar em um choque de químicas. Ele vai ficando cada vez mais fino, com as cutículas abertas, sem sustentação, sem nutrientes e sem massa. Dessa forma, ele não consegue suportar impactos e puxões, mesmo que leves, e vem a ficar elástico ou quebrar” é o que diz a especialista Cristiane Moreira, cabeleireira e empresária.

 

A dúvida mais comum sobre o assunto é referente à recuperação do cabelo após uma perda de massa. É possível ter fios saudáveis novamente? Trouxemos a especialista para responder essa e outras dúvidas comuns.

 

Cabelo elástico volta ao normal?


“Sim, o cabelo pode sim voltar ao normal após os danos que levam à elasticidade. A primeira coisa a se fazer é interromper todos os procedimentos químicos. Em seguida, é imprescindível fazer um cronograma capilar com hidratações e nutrições constantes. O cronograma vai recuperar os nutrientes perdidos do seu cabelo, como a queratina, os lipídios e a água.” diz a especialista. “É ideal que seja feita uma reconstrução e uma reposição de massa capilar. Para garantir a efetividade do seu ciclo de reconstrução, sempre lave os cabelos com um shampoo anti-resíduos. Ele vai abrir as cutículas do cabelo para fazer uma hidratação e nutrição de forma profunda.”

 

Qual a frequência necessária de reconstrução capilar para fazer os fios voltarem ao normal?


“O cronograma capilar vai depender da intensidade do seu dano. Se seus fios estiverem em estado crítico, a recomendação é que a reconstrução seja feita uma vez por semana, juntamente com hidratação e nutrição. Conforme o cabelo vai se recuperando, você pode diminuir a reconstrução para uma vez a cada quinze dias, mantendo a hidratação e a nutrição semanal.” diz Cristiane.

 

Pode pintar cabelo elástico?


É extremamente contraindicado usar mais químicas em um cabelo já sensibilizado. A especialista explica o porquê: “O cabelo elástico é um cabelo sem vida e sem estrutura justamente por ter sofrido química em excesso ou da forma errada. Usar mais químicas em cabelos já sofridos pode causar um corte químico, quando seu cabelo se parte em tufos, ou deixar seu cabelo em estado crítico. É ideal que se faça uma rotina de reconstrução e hidratação para recuperar os fios antes de tentar qualquer outro procedimento químico novamente.”


Cabelo elástico x cabelo ressecado: qual a diferença?


“Os fios ressecados são apenas fios que estão com as cutículas abertas, escamosos, ficam com um aspecto opaco e podem até ser levemente quebradiços, porém são mais comuns de acontecer e mais fáceis de resolver, pois a estrutura dos fios ainda está intacta. Já os fios elásticos tiveram sua estrutura alterada, perderam muita massa e nutrientes e necessitam de um cuidado mais intensivo.” explica Cristiane.

 

Os cabelos elásticos podem ser tratados e recuperados, mas necessitam de tratamento intensivo e constante. “Dentre as recomendações para lidar com cabelo elástico o principal é não ter medo de investir em um cronograma capilar. Também é indicado evitar chapinha, secador ou qualquer coisa que possa danificar mais os fios. Procure pentear seus fios da forma mais delicada possível para evitar a quebra e espere pelo menos três meses antes de fazer uma nova química no cabelo”, a especialista dá a dica.

 

Cabelo elástico: como recuperar


Além do cronograma capilar, existem outras dicas simples que você pode fazer para ajudar na recuperação. Alguns agentes naturais também podem ser bem efetivos, ajudando e até acelerando o processo de restauração do seu cabelo.

 

O cabelo elástico pode ser recuperado em casa, com produtos que você encontra em lojas especializadas ou pela internet. A Patrícia Suguino ensina o que ela faz pra recuperar os fios emborrachados. (Com Dicas de Mulher)

 

 

 

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Quer substituir a farinha branca, mas não sabe como? Nutricionistas dão dicas

É inevitável: todo mundo que está em busca de uma vida mais saudável acaba sentindo, em algum momento do processo, a necessidade de substituir alimentos que não fazem tão bem assim para o nosso corpo. Um dos primeiros ingredientes da lista a serem evitados em uma dieta balanceada é a farinha branca, vista como vilã para quem está tentando emagrecer.

 

Associada ao ganho de peso, o processo de refinamento da farinha branca é o grande responsável pelos problemas causados por ela. “É aí que grande parte dos nutrientes é perdido, pois o trigo é separado da casca e do gérmen, deixando apenas o endosperma do grão, que também sofre diversos processos”, explica a nutricionista da Estima Nutrição Edvânia Soares.

 

Esse procedimento acaba distanciando o vegetal dos seus valores nutricionais originais, tornando-os maléficos à nossa saúde, segundo o professor e naturopata Daniel Alan. “Apesar de ser uma fonte rápida de carboidratos, energia pura, as medicinas tradicionais chinesa e Ayurveda afirmam que não é possível extrair a 'energia', pois a essência da planta foi perdida no refinamento”, afirma.

 

Dessa forma, o ingrediente é considerado de alto índice glicêmico, ou seja, eleva o açúcar do sangue em um curto período de tempo, fazendo com que ocorra uma maior estocagem de gordura.


“Consumir alimentos que possuem a farinha branca em sua composição em grandes  quantidades diárias, pode promover ganho de peso junto a gordura abdominal, aumento de triglicérides, obesidade e doenças crônicas”, alerta Edvânia.

 

Além do mais, a nutricionista acrescenta que o alimento costuma ser enriquecido pelas indústrias com ferro e ácido fólico, que, quando consumido exageradamente, pode promover uma diminuição do movimento peristáltico e consequentemente diminuir a absorção nutricional, favorecendo o aumento do peso.

 

Devo cortar o pão e o macarrão?


Ficou impressionada e já quer cortar de vez tudo o que contém o ítem da sua dieta mas não sabe por onde começar? Calma. Existe um jeito de fazer isso sem sofrer.

 

Realmente, substituir a farinha branca pode exigir um certo esforço de sua parte, já que esse é o ingrediente básico para o preparo de pães, bolos, biscoitos, macarrão, pizza e muitos outros alimentos que fazem parte da nossa rotina. Mas a boa notícia é que você trocar o item por equivalentes, e os especialistas contam como fazer isso sem precisar abrir mão da sua comida preferida.

 

O primeiro passo é escolher aquele alimento que você mais costuma comer e tentar fazer a substituição. Como os mais frequentes nesta lista são pão e macarrão, Edvânia conta como fazer para encontrar uma versão saudável de cada um, sem precisar excluí-los de vez da sua dieta.

 

“Além de preferir as versões integrais, você pode substituir o pão - que é considerado o pior por conta dos ingredientes que estão presentes na sua composição como o fermento, o açúcar e o sal, que são ingredientes com fatores anti nutricionais - por uma crepioca, tapioca ou até mesmo um tubérculo cozido”, indica.

 

Já o macarrão, ela orienta que seja trocado por macarrões derivados de outros nutrientes. “Ou seja, macarrão de arroz, bambu, quinoa ou até mesmo de feijão. Esses alimentos são ótimas opções para uma alimentação saudável, pois, além de possuírem mais nutrientes, no processo de industrialização ocorre pouco refinamento”.

 

O que posso usar no lugar da farinha branca?

 

Existem outros ingredientes que podem ser usados nas receitas que levam a farinha branca. As opções, inclusive, são muitas e você pode escolher qual se adapta melhor ao tipo de alimento que você está preparando. Confira algumas opções indicadas pelos especialistas:

 

Farinha de trigo integral: a mais conhecida, essa é uma ótima opção para substituir a farinha branca, pois em sua composição há uma grande quantidade de fibra, o que faz da farinha integral uma grande aliada do emagrecimento e na função intestinal;


Farinha de coco: outra substituta indicada para incorporar receitas, esse alimento proporciona benefícios como a melhora na função intestinal e garantia da saciedade - o que auxilia no processo de emagrecimento;


Farinha de oleaginosas (amêndoa, amendoim, castanha): farinhas originadas das oleaginosas, aqueles vegetais que possuem óleos e gorduras, são ótimas opções para indivíduos que buscam uma vida saudável e para indivíduos que possuem algum tipo de intolerância ou alergia alimentar, como a doença celíaca. Também é interessante para quem deseja reduzir o consumo de carboidratos da dieta, como os adptos das dietas low carb .

 

Aveia (farinha, farelo e flocos): os derivados de aveia podem ser uma saída para suas receitas. Eles ainda são ricos em fibras e possuem propriedades para diminuir o colesterol;
Farinha de arroz: a farinha de arroz é rica em fibras e carboidratos complexos, essa farinha também pode ser usada em dietas de emagrecimento para substituir outros tipos de farinhas como também manter as caraterísticas organolépticas das preparações;


Fécula de batata: essa é uma excelente alternativa para quem deseja incorporar molhos, caldos ou outros tipos receitas ou para quem busca uma vida mais saudável. A fécula de batata auxilia no emagrecimento pois promove saciedade. Além disso, ela ajuda também na função intestinal. Por não possui glúten, é uma saída para indivíduos celíacos;


Farinha de mandioca: por mais que ela contenha uma quantidade relativa de carboidrato ela possui diversos outros nutrientes como cálcio, potássio e magnésio;


Biomassa de banana verde: Esse é um pré-biótico, ou seja, ajuda a melhorar o funcionamento do intestino. Também contribui para o processo de emagrecimento, pois mantém a sensação de saciedade por mais tempo devido às características de suas fibras, e promove o controle da glicemia e do colesterol;

 

Farinha de tapioca: um dos grandes problemas da farinha de trigo refinada é o fato de ela ser pró inflamatória ou seja, provoca micro inflamações de forma generalizada. A farinha de mandioca é a substituta ideal para esta condição, pois não contém glúten e gliadina, responsáveis por esse efeito;


Farinha de linhaça: promove saciedade e ajuda no controle de peso. Possui fito esteroides que ajudam a regular problemas ginecológicos, como TPM e menopausa, previne diabetes e pressão alta e ajuda prevenir colesterol alto, além de possuir antioxidantes que combatem informações e o envelhecimento;


Farinha de Quinoa: considerada sagrada pelos Incas, utilizada nos Andes bolivianos há mais de 5.000 anos, é fonte de proteínas e tem 16 aminoácidos essenciais presentes em sua composição entre eles o triptofano, precursor da serotonina, neurotransmissor associado a sensação de relaxamento. (Com Delas - iG)

 

 

 

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8 hábitos comuns que podem estar deixando o seu cabelo oleoso

A oleosidade dos cabelos é algo natural e pode ser muito importante para manter a saúde dos fios em dia, já que ajuda na hidratação, não deixa o fio rígido, mantém a elasticidade, deixa a haste capilar mais definida e ainda protege o couro cabeludo. Entretanto, alguns hábitos diários podem acabar desequilibrando esse processo e deixar o cabelo oleoso demais.

 

Como ninguém gosta de ter o cabelo oleoso ou ficar com aquela sensação de gordura acumulada na raiz, a especialista apontou os principais hábitos que podem causar oleosidade nos cabelos para te ajudar a entender melhor de onde vem esse excesso e rever atitudes para evitar esse problema. Confira:

 

Cabelo oleoso #1: dormir com o cabelo molhado


Cabelos molhados podem até ser refrescante no calor, mas dormir com eles ainda úmidos é um hábito que compromete a saúde dos fios. Domenica explica que, além de causar uma proliferação de bactérias no couro cabeludo que deixam a região oleosa, favorecendo o aparecimento da caspa e acelerando a queda capilar, também faz com que os fios fiquem frágeis e acabem quebrando em contato com o travesseiro.

 

"O ideal é secar os cabelos com calma antes de dormir, comprimindo-o suavemente com as mãos e, em seguida, retirando a umidade com uma toalha de algodão. Mas só tirar a umidade com toalha não é suficiente, é necessário lavar pelo menos três horas antes de dormir ou mais para dar tempo de secar o couro cabeludo também; ou então utilizar um secador”, diz.

 

Cabelo oleoso #2: lavar o cabelo com água muito quente


Apesar do chuveiro elétrico ser comum na maior parte das casas hoje em dia, a especialista afirma que este é um dos piores hábitos para quem quer se ver livre dos cabelos oleosos. "Além de deixar os fios frágeis e secos, a água quente resseca o couro cabelo e estimula as glândulas sebáceas a produzir mais oleosidade, causando o famoso efeito rebote. O recomendado então é usar água morna e realizar um último enxágue com água fria, para fechar as cutículas do fio.”

 

Cabelo oleoso #3: usar secador e chapinha em excesso e sem proteção


A chapinha, o secador e o baby liss podem ser muito práticos para qualquer ocasião, mas quando utilizados em uma temperatura muito alta e sem protetor térmico, podem causar ressecamento extremo nos cabelos, o que leva o couro cabeludo a produzir mais oleosidade na tentativa de manter os fios bem hidratados.

 

A hairdresser do Lefil Beauty recomenda que, neste caso, não se utilize essas ferramentas em temperaturas muito quentes, diariamente ou com o cabelo molhado. "Antes de usar chapinha e secador também é ideal passar um bom protetor térmico para evitar a desidratação do fio", diz.

 

Cabelo oleoso #4: aplicar condicionador e máscara capilar no couro cabeludo


“O couro cabeludo já tende a ser mais oleoso, logo é importante aplicar condicionadores e máscaras capilares somente no comprimento e nas pontas dos cabelos", explica Domenica. Segundo ela, esses produtos, quando aplicados no couro cabeludo, podem obstruir a raiz dos fios e causar uma série de danos além do cabelo oleoso, como queda e caspa.

 

Cabelo oleoso #5: usar os produtos errados para o seu tipo de cabelo

 

Para conquistar um cabelo bonito, saudável e livre de oleosidade é fundamental que você use produtos indicados para o seu tipo de fio. “Cabelos oleosos não combinam com shampoos e condicionadores hidratantes ou versões que diminuem o volume, porque eles retêm a umidade e acabam deixando os cabelos ainda mais oleosos", diz a profissional. Nestes casos, ela recomenda optar por produtos com ativos que controlem a oleosidade.

 

Cabelo oleoso #6: utilizar shampoo em excesso

 

Na hora de lavar o cabelo é importante que você não use shampoo demais, pois ele pode acabar retirando mais oleosidade dos fios do que deveria, deixando-os ressecados e, consequentemente, causando efeito rebote no couro cabeludo.

 

“O ideal para quem tem cabelo oleoso é prestar atenção na hora de escolher o shampoo e optar por aqueles que não contenham sulfato, pois, geralmente, esse tipo de produto tem menos detergentes e, logo, não ressecam em excesso", recomenda Domenica.

 

Além disso, se o seu problema é o couro cabeludo ressecado, acaba sendo ainda mais importante usar produtos sem sulfato na composição para não agravar o caso.

 

Cabelo oleoso #7: esfoliar o couro cabeludo com agressividade



“Esfoliar o couro cabeludo a cada duas semanas é essencial para remover o acúmulo de produtos e células mortas que podem estar fazendo seu cabelo ficar mais oleoso do que o normal. Porém, é preciso tomar cuidado pois, se feita de forma agressiva ou excessivamente, a esfoliação pode acabar irritando a região e provocando o efeito rebote, o que gerará mais oleosidade e até mesmo descamação", completa a hairdresser do Lefil Beauty.

 

Cabelo oleoso #8: mexer muito no cabelo com as mãos


Apesar de ser inevitável mexer nos fios durante o dia, a profissional explica que as mãos, mesmo quando limpas, carregam uma grande quantidade de gordura e sujeira que são invisíveis ao olho nu. "Logo, quando você passa as mãos na cabeça, todas estas impurezas acabam sendo transferidas para os fios e, consequentemente, acabam deixando o cabelo oleoso ”, finaliza. (Com Delas - iG)

 

 

 

Conheça os 10 alimentos com mais colesterol

A alimentação deve ser balanceada para controlar os níveis de colesterol. Conheça os 10 alimentos com mais colesterol.

 

Todo mundo conhece alguém que possui níveis altos de colesterol ou até mesmo sofre com esse problema.

 

Conhecido como colesterol alto, o problema faz com que o individuo se preocupe com a comida e viva fazendo dieta. Saiba mais sobre o assunto e veja os 10 alimentos com mais colesterol.

 

Colesterol 

Segundo o Ministério da Saúde, aproximadamente 30% da população brasileira tem colesterol alto. Esse aumento tem várias causas, dentre elas ingestão excessiva de alimentos ricos em colesterol e o baixo consumo de alimentos ricos em fibras (como verduras, legumes), sedentarismo, excesso de peso ou hereditariedade.

 

A maior parte do colesterol, cerca de 70%, é produzido pelo nosso corpo, sintetizado pelo fígado. Os demais 30% são obtidos através da alimentação. O colesterol é encontrado em alimentos de origem animal como leite, gema de ovo e muitos outros. Cada vez mais cedo esse problema tem feito parte da vida das pessoas, atualmente cerca de 30% das crianças sofrem de colesterol alto.

O sarapatel contém grandes quantidades de colesterol. Foto divulgação 10 alimentos com mais colesterol O sarapatel contém grandes quantidades de colesterol.

10 alimentos com mais colesterol

 

1. Gema de ovo: está em primeiro lugar, cozida durante 10 minutos, a cada 100 g ela apresenta 1272 mg de colesterol;

 

2. Fígado bovino: quando grelhado, esse alimento contém 601 mg de colesterol a cada 100 g. ocupando o segundo lugar no ranking;

 

3. Ovo de codorna: o ovinho de codorna inteiro cru contém 568 mg de colesterol a cada 100 g desse alimento;

 

4. Ovo de galinha inteiro frito: a cada 100 g desse alimento estão presentes 516 mg de colesterol;

 

5. Ovo de galinha inteiro cozido: esse alimento preparado cozido apresenta 397 mg de colesterol em 100 g;

 

6. Fígado bovino cru: contém 393 mg de colesterol a cada 100 g;

 

7. Omelete de queijo: esse delicioso alimento contém 384 mg de colesterol em uma porção de 100 g;

 

8. Ovo de galinha inteiro cru: o ovo contém 356 mg de colesterol a cada 100 g do alimento cru;

 

9. Fígado de frango: esse alimento cru apresenta 341 mg de colesterol em 100 g do mesmo;

 

10. Sarapatel: o alimento também é rico em colesterol e por isso deve ser consumido com moderação. A cada 100 g de sarapatel, estão presentes 315 mg de colesterol.

O colesterol é uma gordura que está presente no nosso corpo, sendo essencial para o bom funcionamento das nossas células. Essa substância é produzida pelo próprio organismo e pode ser obtida através da alimentação. Os alimentos ricos em colesterol devem ser consumidos com moderação, já que quando em excesso essa gordura pode ser prejudicial para nossa saúde. Aposte no consumo de alimentos que diminuem o colesterol e tenha uma vida mais saudável.

 

Fonte - Mundo das Tribos

Como emagrecer sem se torturar ? Veja 6 atitudes que você precisa abandonar agora

Iniciar uma dieta não é nada fácil, pois a pessoa precisa se adaptar ao novo estilo de vida e entender que o segredo de como emagrecer é ter acompanhamento profissional, determinação e muita paciência. O primeiro passo para esse processo ser bem sucedido é apostar em novos hábitos e fazer mudanças consideráveis no cardápio. O problema é que no caminho muitas coisas podem aparecer e prejudicar a dieta.

 

Além de mudar os hábitos, é preciso buscar motivação para saber como emagrecer e manter o peso. “Acredito que a vontade de emagrecer deve partir de dentro para fora e que todas as atitudes de quem busca essa mudança precisam vir do seu desejo de estar bem consigo mesma”, explica a especialista em clínica médica e em nutrição funcional Sarina Occhipinti.

 

 

 

De acordo com a especialista, ao começar uma dieta, você passa por um processo de desintoxicação que não acontece apenas no organismo, mas em diversas esferas da vida. “É preciso ter mais do que força de vontade. Você realmente precisa querer mudar e, para isso, a pessoa não pode estar insatisfeita ou se sentindo obrigada a fazer isso.”

 


Muitas pessoas não tem sucesso no processo de emagrecimento porque não entende que isso não se restringe a apenas perder de peso, mas envolve também a busca por mais qualidade de vida. “Tentar emagrecer de forma descontente e se impondo restrições e dificuldades não é certo. É preciso descobrir dentro de si a vontade e a autoconfiança para se transformar e alcançar o objetivo”, afirma Sabrina.

 

No meio dessa busca de como emagrecer, sempre vai aparecer uma coisa ou outra que vai te deixar tentada a desviar o caminho. Para não cair em tentação, veja quais são os hábitos que você precisa deixar de lado se quiser que esse processo funcione e dure.

 

1. Apostar em dietas de sucos

 

Existem muitas dietas loucas por aí e as que são à base de sucos realmente diminui a sua ingestão calórica, mas não é algo que você conseguirá sustentar ao longo da vida. “Já foi provado que não existe nenhum suco capaz de desintoxicar o organismo, então isso é só uma ilusão. Outro ponto importante é que uma dieta de sucos ficará pobre em proteínas, fibras e gorduras”, alerta Sarina.

 

2. Tomar bebidas adoçadas artificialmente

 

Refrigerantes (mesmo aqueles que são zero), sucos de caixinha e outros tipos de bebidas industrializadas colaboram para o ganho de peso, além disso, aumentam as chances de diabetes do tipo 2, problemas de pressão e outros ainda piores, como derrames e ataques cardíaco.

 

Uma pesquisa da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, aponta que os componentes artificias presentes nessas bebidas diminuem a habilidade do corpo em processar calorias que estão presentes nos doces. “Uma pessoa que ingere muito suco de caixinha, por exemplo, pode ficar com o fígado igual ao de uma alcóolatra por causa do excesso de frutose”, comenta a especialista.

 

3. Cortar a gordura de tudo

 

Como emagrecer comendo gordura? Pode parecer óbvio querer cortar a gordura de alguém que quer perder peso , mas isso não funciona muito bem na prática. Ao optar por uma dieta com pouca ingestão de gorduras, você pode acabar aumentando seu peso. Sabrina fala que é importante focar na quantidade de calorias que ingere e também no tipo de gordura.

 

As gorduras trans e as saturadas, que são encontradas em alimentos processados, fazem mal para o corpo. Já as gorduras mono e polinsaturadas devem estar presentes nos alimentos. Outra recomendação é sempre ficar atento às quantidades, pois é comum querer comer mais quando se sabe que o alimento tem com pouco índice de gordura.

 

4. Passar fome

 

Muitas dietas apostam em cardápios com baixíssimas calorias para trazer resultados rápidos, mas vários estudos comprovam que futuramente a pessoa ganha o peso que perdeu novamente. Um bom exemplo é um estudo que acompanhou participantes do reality show “Biggest Looser” e indica que praticamente 100% das pessoas que perdem peso com essas dietas voltam a engordar.

 

Também existe disponível no mercado medicamentos que são inibidores de apetite, eles até podem funcionam por um tempo, mas certamente você cairá no efeito sanfona quando parar de tomar.

 

Segundo Sabrina, a melhor estratégia é reduzir de forma balanceada os excessos que comete. “Somente dietas acompanhadas por bons profissionais dão certo porque são baseadas em técnicas muito modernas de prevenção do efeito rebote”, diz.

 

5. Pensar em dieta o tempo todo

 

O mais indicado para quem deseja descobrir como emagrecer sem se torturar é pensar que está mudando seu estilo de vida e não fazendo uma dieta. Esse é o grande segredo para um emagrecimento saudável e permanente porque ninguém segue uma dieta a vida toda, mas os bons hábitos acompanham a pessoa em todas as etapas.

 

Se você ficar o tempo todo pensando nisso, não dará certo, já que a dieta deve ser incorporada naturalmente ao cotidiano. “Durante o processo, é preciso que sejam usadas técnicas de motivação diárias vindas de uma equipe multidisciplinar de profissionais”, sugere a especialista.

 

6. Copiar a dieta de alguém

 

Cuidado com o que você vê por aí! “Usar dietas de amigos ou de celebridades não é uma boa opção e pode trazer frustrações, já que um mesmo regime não traz resultados iguais para pessoas diferentes”, ressalta Sarina. Apostar em uma nova alimentação só vai dar certo se for considerada as características particulares da pessoa que quer emagrecer.

 

A genética, os hormônios, o metabolismo e aspectos psicológicos são fatores que devem ser considerados na hora de pensar em mudar o estilo de vida. Esses detalhes podem trazer resultados muitos diferentes, por exemplo, para pessoas da mesma idade, do mesmo sexo e com perfis semelhantes, pois uma pode exagerar na gordura e a outra nos doces, então a forma de montar a dieta será diferente.

 

“O primeiro passo é sempre pensar em uma dieta de forma individualizada, procurando ajuda profissional para que a alimentação possa atender todas as suas particularidades, conforme as metas que determinou e sem pressa”, aconselha Sabrina.

 

Manter o equilíbrio é fundamental para garantir uma vida saudável . “Isso pode significar até mesmo que, uma vez ou outra, sair da dieta faça bem, com disciplina e o apoio de um profissional que saiba te guiar para conquistar os seus objetivos sem sofrimentos”, expõe Sabrina.

 

Para muitas pessoas, comer é algo que traz muita alegria, então como emagrecer sem deixar a felicidade de lado? Seja por motivos de saúde ou para elevar a autoestima, perder peso não deve ser um sofrimento. “O emagrecimento é um processo de transformação que precisa ser conduzido pelo amor próprio”, conclui a especialista. (Com Delas - iG)

 

 

 

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