A Pfizer, que desenvolveu uma das principais vacinas contra o coronavírus, está trabalhando no desenvolvimento de uma pílula anticovid-19.
De acordo com informações divulgadas pela própria farmacêutica, estão sendo realizados ensaios clínicos de fase intermediária e avançada de uma pílula para prevenir a covid-19 em pessoas expostas ao vírus.
Os trabalhos para o desenvolvimento dessa pílula começaram ainda em março do ano passado, na fase inicial da pandemia, e a ideia é que ela seja um medicamento capaz de impedir que a doença progrida em pacientes contaminados, evitando que cheguem ao estado mais grave da infecção.
Agiria, mais ou menos, como age o Tamiflu em relação à gripe: não substitui a vacina, mas age impedindo a multiplicação e bloqueando as ações dos vírus da gripe influenza A e B.
Na fase atual, o ensaio clínico da pílula anticovid da Pfizer envolverá 2.600 adultos que participarão dos testes assim que apresentarem sintomas de infecção por covid-19 ou assim que souberem que foram expostos ao vírus.
Como a farmacêutica precisa testar a segurança do medicamento, alguns dos voluntários receberão placebo e outros a pílula em desenvolvimento, que está sendo testada em combinação com o ritonavir, medicamento que já é usado contra o vírus da Aids
Com Rádio 2
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou hoje (28), em vídeo publicado nas redes sociais, que o governo vai iniciar a aplicação de dose de reforço da vacina contra a covid-19 em pessoas com mais de 60 anos de idade. De acordo com Queiroga, são cerca de 7 milhões de brasileiros nessa faixa etária.
“É possível hoje, no final do mês de setembro, já ofertar para os idosos brasileiros uma dose de reforço da vacina. Além dos idosos com mais de 70 anos e dos profissionais de saúde que já foram anunciados como contemplados com o reforço, agora o Ministério da Saúde vai atender aqueles com mais de 60 anos”, disse.
A aplicação do reforço é para as pessoas que tomaram a segunda dose há mais de seis meses, independentemente do imunizante usado no primeiro ciclo de imunização. Até então, essa nova etapa da vacinação está sendo realizada, preferencialmente, com a vacina da Pfizer/BioNTech. Na falta desse imunizante, a alternativa é usar as vacinas de vetor viral Janssen ou Astazeneca.
Até o momento, o governo federal já distribuiu mais de 284,6 milhões de doses de vacina contra a covid-19. Dessas, 233,2 milhões foram aplicadas, sendo 145,2 milhões em primeira dose e 87,9 milhões em segunda dose ou dose única. Mais de 639,1 mil foram doses de reforço para idosos, pessoas imunossuprimidas e profissionais de saúde. (Com Agência Brasil)
Representantes da farmacêutica Pfizer pediram à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorização para aplicar uma terceira dose da vacina Comirnaty em voluntários que receberam as duas primeiras doses do imunizante há, pelo menos, seis meses.
Atualmente, a bula da Comirnaty prevê que cada pessoa receba apenas duas doses. A autorização para uma dose de reforço depende da aprovação da agência reguladora, responsável por atestar a segurança e a eficácia da terceira dose.
Se o pedido para alteração da posologia for aprovado, a terceira dose poderá, posteriormente, ser aplicada em todas as pessoas a partir dos 12 anos que tomaram a Comirnaty.
A vacina da Pfizer contra o novo coronavírus foi a primeira a obter registro definitivo no Brasil, em 23 de fevereiro deste ano. Até então, apenas a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e a vacina produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a Universidade de Oxford e o laboratório inglês AstraZeneca tinham sido autorizadas para uso emergencial.
Em nota, a Anvisa informou ter o prazo de até 30 dias para responder à demanda da farmacêutica, desde que não sejam necessárias adequações ou esclarecimentos técnicos adicionais. Segundo a agência, o estudo clínico que a Pfizer apresentou para subsidiar o pedido contou com a participação de voluntários brasileiros, além de cidadãos dos Estados Unidos e da África do Sul. (Com Agência Brasil)
A importância de a família autorizar a doação dos órgãos e tecidos, em caso de morte cerebral, é lembrada pela campanha: Seja Doador, Avise sua Família, liderada pelo Instituto Brasileiro do Fígado em parceria com a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos.
Em todo o País, cerca de 45 mil pessoas aguardam na fila à espera de um transplante, de acordo com dados do Registro Brasileiro de Transplantes.
Uma pesquisa do Datafolha, encomendada pelo Instituto Brasileiro do Fígado, o Ibrafig, revela que sete em cada dez brasileiros gostariam de ser doadores, caso isso seja possível após seu falecimento.
No entanto, 46 por cento não informam esse desejo à família, que é quem deve autorizar a doação.
Não precisa deixar nada na carteira de identidade, nenhum documento assinado. A simples manifestação do seu desejo para os seus filhos, para os seus pais, irmãos, é suficiente para que a família, num momento de morte encefálica, morte encefálica essa que geralmente acontece decorrente de um acidente vascular cerebral, ou de um trauma craniano grave, ou de um projétil de arma de fogo na cabeça, ou de um acidente automobilístico, a família ao ter conhecimento dessa vontade da pessoa, ela costuma respeitar e efetivar a doação tão necessária para salvar essas 45 mil vidas que aguardam por um órgão.
Cerca de 70 por cento dos brasileiros querem doar seus órgãos. Essa vontade de ser doador não é homogênea em todo o Brasil. Na região nordeste, apenas 59% das pessoas desejam doar órgãos e essa queda nos números, a gente atribui à falta de informação. Países como, por exemplo, a Espanha, onde a população já vem sendo esclarecida há décadas, 95% dos espanhóis são doadores de órgãos. Então a gente tem muito o que melhorar no Brasil.
Os critérios são justamente realizados através da efetivação de exames que comprovem a ausência de sangue indo para o sistema nervoso central, normalmente isso é feito através de uma tomografia com contraste ou uma ressonância com contraste, ou através de um ultrassom com doppler transcraniano. E, também, através da realização de um exame chamado eletroencefalograma, que constata que não existe mais nenhum tipo de atividade elétrica no sistema nervoso central. Um cérebro que não tem atividade elétrica e não tem irrigação, ele não tem realmente mais vida. Essa avaliação, ela é feita em duas ocasiões, em momentos diferentes, por médicos diferentes, com intervalo mínimo de uma hora, entre um examinador e o outro.
Para saber mais sobre Campanha Seja Doador, avise sua família, para incentivar doação de órgãos, acesse a página do Ibrafig, no endereço @tudosobrefigado nas redes sociais.
Com Rádio 2
Segunda dose da vacina da Janssen – preparada para eficácia em dose única - aumenta em 94 POR CENTO a proteção contra a Covid-19.
Os dados foram divulgados, na terça-feira, pelo laboratório, braço farmacêutico da Johnson & Johnson.
Estudo feito nos Estados Unidos apontou o aumento da eficácia em casos moderados e graves, com a aplicação da segunda dose dois meses após a primeira.
A dose única da Janssen, como é usual em diversos países, inclusive o Brasil, garante 70 POR CENTO de proteção contra o novo coronavírus.
A fabricante pretende defender os resultados da pesquisa para que os órgãos reguladores norte-americanos recomendem a segunda dose como reforço.
Segundo a Janssen, o desempenho do imunizante aplicado dois meses após a primeira dose aumenta o nível de anticorpos de quatro a seis vezes.
Em outro estudo divulgado no mês passado, a aplicação da segunda dose com intervalo maior, seis meses, por exemplo, aumenta em 12 vezes os níveis de geração de anticorpos.
Os efeitos colaterais são semelhantes aos registrados na aplicação de dose única.
Praticar exercícios físicos com regularidade reduz em até 60 por cento o risco de ansiedade.
Também contribui para a qualidade do sono, promove bem-estar e relaxamento, além de fortalecer ossos, músculos e melhorar o condicionamento.
Os benefícios foram confirmados em estudo realizado por pesquisadores da Suécia e dos Estados Unidos, divulgado pela CNN Brasil.
Os cientistas observaram mais de 350 mil pessoas no período de 21 anos, a partir de mil 989, sendo que parte delas era praticante de uma corrida de esqui de longa distância.
Eles compararam dados dos esquiadores e dos indivíduos que não praticavam o esporte, com os registros nacionais da Suécia sobre diagnósticos psiquiátricos de pacientes.
No estudo, as pessoas fisicamente ativas apresentaram um risco significativamente menor de apresentar ansiedade.
Pesquisas anteriores indicam que os participantes da atividade, chamada de Corrida de Vasa, fumam menos, seguem uma dieta mais saudável e tem taxas mais baixas de mortalidade, na comparação com o restante da população sueca.
No entanto, um dado que chamou a atenção nesse último levantamento foi sobre as mulheres com desempenho superior no esporte, como melhor tempo de chegada para completar a corrida.
Elas apresentaram um risco maior de ansiedade, em relação às esquiadoras mais lentas, o que indica a necessidade de mais estudos, afirmam os pesquisadores.