Homem desaparecido em Cascavel, família diz que ele foi visto indo sentido a Curitiba

Antonio Hoter de Faria, de 42 anos, desapareceu na segunda-feira (1), no bairro Santa Cruz em Cascavel-Pr.

Segundo os familiares ele não tem nenhum problema de saúde, e trabalha há 21 anos no mesmo local.

Saiu de casa com shorts bege, tênis preto, camiseta branca, boné preto e uma mochila preta. A família acredita que ele pode estra em outra cidade. Algumas pessoas informaram te-lo visto na BR indo sentido a Curitiba-PR.

Qualque informação entrar em contato (45) 99986-2571.

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ANTT aprova edital e documentos das novas concessões rodoviárias do Paraná

A diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou nesta quinta-feira (4), por unanimidade, o relatório final da Audiência Pública e o plano de outorga do novo programa de concessões rodoviárias do Paraná.

Após esse trâmite, o processo retorna ao Ministério da Infraestrutura para então ser encaminhado para a análise do Tribunal de Contas da União (TCU), última etapa a ser cumprida para o projeto ir a leilão na Bolsa de Valores (B3).

Os três diretores da agência acompanharam o relator, diretor Davi Gomes Barreto, na aprovação do relatório e do encaminhamento, ao Ministério, do plano de outorga dos seis lotes de rodovias. Ao todo, serão concedidos 3,3 mil quilômetros de estradas, com a previsão de R$ 44 bilhões em investimentos, entre duplicações, contornos, obras de arte especiais e outras melhorias.

A participação social foi um diferencial nesse processo, com recorde de sugestões feitas pela sociedade civil a uma audiência pública da ANTT, afirmou Barreto. O trâmite envolveu duas sessões públicas, que ocorreram nos dias 24 e 25 de fevereiro, e um prazo de cerca de um mês para o envio de contribuições, que chegaram 4.349 no total.

“Isso demonstra um forte interesse social e a robustez da participação da sociedade nesse processo conduzido pela agência”, afirmou o relator. “Todas as contribuições recebidas foram analisadas e as aceitas foram incorporadas nas referentes minutas de edital, de contrato ou nos estudos de viabilidade. A audiência pública cumpriu o seu papel de oferecer à sociedade, aos agentes econômicos e aos usuários um ambiente propício para o encaminhamento de seus pleitos e sugestões”.

Já o plano de outorga encaminhado pela ANTT é composto pelos estudos de viabilidade técnica e econômica para a exploração dos serviços de infraestrutura e prestação de serviços de transporte terrestre. “Essa concessão pretende modernizar a malha e reduzir os custos e o tempo de viagem nas rodovias. Elas interligam grandes regiões do Paraná, que têm forte produção agrícola, ao Porto de Paranaguá e constituem também uma importante ligação com o Mercosul”, destacou Barreto.

O diretor-geral da ANTT, Rafael Vitale Rodrigues, e os demais diretores da agência elogiaram a construção do projeto e a participação da sociedade civil no processo. “Certamente foi um dos projetos mais desafiadores que tivemos na agência. Temos certeza que estamos construindo um modelo melhor, mais eficiente e que vai entregar os resultados que se esperam na concessão de rodovias”, salientou o diretor Fábio de Almeida Carvalho.

MENOR TARIFA – A modelagem foi construída em conjunto pelo Governo do Estado e pelo governo federal, por meio do Ministério da Infraestrutura. O projeto foi elaborado pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e é o maior pacote de concessões rodoviárias já estruturado no País.

Após amplo debate com a sociedade, foi definido o modelo de menor tarifa, sem limite de desconto e com a garantia de obras a partir de um seguro-usuário, que será proporcional ao desconto tarifário apresentado no leilão. Com isso, o preço do pedágio poderá ser em média 50% mais baixo que o atual.

Além disso, a modelagem atende também outras duas prioridades do governo estadual: maior transparência, com o leilão feito na Bolsa de Valores e aberto para participação de investidores de todo o mundo; e garantia de obras, que deverão ser executadas já nos primeiros anos de contrato. A previsão que 90% das obras sejam entregues até o sétimo ano do contrato.

 

 

 

Por - AEN

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No Paraná, trigo chega à reta final da colheita com preços em alta

Historicamente líder da produção nacional de trigo, o Paraná chega à reta final da colheita nesta semana com preços em alta, segundo informe do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

A comparação com 2020 mostra a valorização do cereal. Em média, os produtores receberam R$ 87,34 pela saca de 60 kg no mês passado, valor 27% superior ao praticado em outubro de 2020 (R$ 68,61).

Esse quadro colaborou para que os produtores de trigo do Paraná diminuíssem o ritmo da comercialização, na expectativa de que os preços continuem evoluindo. Cerca de 36% do volume de 3,2 milhões de toneladas projetado para a safra 2020/2021 foi vendido até outubro, contra um percentual de 47% em outubro de 2020. A capitalização dos produtores em virtude de boas safras de soja também tem possibilitado esse retardo.

“Apesar de estar mais lenta comparativamente ao ano passado, essa comercialização não torna indisponível o produto aos moinhos. Com a colheita chegando à reta final, a disponibilidade do cereal no Estado está praticamente no auge”, explica o agrônomo do Deral, Carlos Hugo Godinho. Em breve, essa disponibilidade se somará ao ápice das colheitas da Argentina e do Rio Grande do Sul, mercados importantes para a formação do preço paranaense.

MOINHOS - Na comparação entre outubro e setembro deste ano, os preços no mercado atacadista tiveram uma retração de 3% - em setembro, a tonelada de trigo custava, em média, R$ 1.656. “Os moinhos tiveram um alívio temporário neste mês, com as farinhas sendo vendidas cerca de 1% mais caras que em setembro, apesar de seu principal insumo ter barateado no mesmo período”, diz Godinho. Segundo ele, essa comparação mensal esconde a dificuldade de repasses de preço, pois o reajuste médio das farinhas desde outubro de 2020 é de 9%, menos da metade do reajuste do trigo disponível. No mercado atacadista, o preço do cereal passou de R$ 1.308 em outubro de 2020 para uma média de R$ 1.605 em outubro deste ano - alta de 23%.

PÃO FRANCÊS - O preço do pão francês no varejo tem se mantido abaixo da inflação, justificando a dificuldade de aumentos nas farinhas. Em outubro, a média de preços praticados pelo produto foi R$ 9,85 o quilo, 1% mais caro que em setembro (R$9,76) e 4% mais caro que em outubro de 2020 (R$ 9,46), segundo o Deral. “Além da dificuldade pela queda de renda do brasileiro, o represamento pode ser explicado por uma estratégia de mercado, já que o preço baixo do pão pode estimular o consumo de outros itens das padarias e supermercados”, acrescenta o agrônomo.

 

 

 

Por - AEN

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