Cresol é a 2ª Melhor Empresa para Trabalhar no Paraná

Reconhecimento inclui certificação de Impacto Positivo pelo GPTW 2025

A Cresol, instituição financeira cooperativa, que nasceu na região Sudoeste do Paraná e hoje tem atuação em todo o Estado, garantiu o 2º lugar no ranking das “Melhores Empresas para Trabalhar no Paraná”, pela Great Place to Work (GPTW), no porte de grandes empresas.

A cooperativa alcançou a 2ª posição entre as melhores empresas do Paraná em 2025, subindo da 4ª posição em 2024. "Esse reconhecimento mostra nosso crescimento contínuo, impulsionado principalmente pelo investimento em nossos colaboradores, que são a essência do aprimoramento constante da cooperativa", disse o presidente da Central Cresol Baser, Alzimiro Thomé.

Certificação de impacto positivo

Além de conquistar o 2º lugar entre as grandes empresas, a cooperativa foi reconhecida com a certificação de Impacto Positivo. O certificado destaca o compromisso da cooperativa com as práticas ESG e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A certificação da Great People ESG foi concedida por meio do processo "Estratégias de Sustentabilidade da Cresol". O projeto Juventude Conectada também foi incluído nesse reconhecimento ESG.

Esses resultados refletem o compromisso da Cresol em fortalecer sua jornada ESG, integrando práticas ambientais, sociais e de governança que promovem impacto positivo para colaboradores, cooperados e comunidades.

As ações sobre esse tema podem ser acessadas no Relatório de Sustentabilidade da Cresol: https://cresol.com.br/sustentabilidade/

Reconhecimento nacional e internacional

Em 2025, a Cresol também consolidou sua posição entre as melhores empresas para trabalhar no Brasil no ranking de Instituições Financeiras e Agronegócio ao conquistar, novamente, o 2º lugar entre as Cooperativas de Crédito de Grande Porte. Além disso, figura no novo ranking das Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina.

 

Sobre a Cresol

Com 30 anos de atuação, a Cresol é uma das principais instituições financeiras cooperativas do Brasil, oferecendo soluções para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais. Conta com mais de 1 milhão de cooperados e 970 agências de relacionamento em 19 estados brasileiros.

 

 

 

 

 

 

 

Por - Assessoria

 Produção mineral do Paraná bate recordes e alcança R$ 2,65 bilhões

A produção mineral paranaense quebrou recordes no ano passado. O valor total comercializado dos minérios no Estado em 2024 foi de R$ 2,65 bilhões, um aumento de 8,7% se comparado com os R$ 2,44 bilhões de 2023. Entre os destaques do período estão a quantidade comercializada, que passou de 71,99 milhões de toneladas para 73,46 milhões de toneladas (incremento de 2%), e o preço médio do minério comercializado, que foi de R$ 32,78/t para R$ 34,53/t (elevação de 5,4%).

As informações constam no 4º Informe Mineral de 2025 , divulgado nesta quarta-feira (10) pela Divisão de Geologia do Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Em crescimento desde 2018, a produção mineral no Paraná atende principalmente a demandas da construção civil e do setor agrícola. Os principais bens minerais produzidos no Estado são os agregados areia e brita e as rochas carbonáticas calcário e dolomito, usados para a produção de cimento, cal e corretivo agrícola. Esse conjunto de materiais respondeu por 90,8% da quantidade e 84,4% do valor da produção mineral comercializada em 2024.

Foi essa produção de rochas carbonáticas que permitiu que o Paraná produzisse 7,36 milhões de toneladas de cimento (11,2% da produção nacional) e 8,49 milhões de toneladas de corretivo agrícola (14,2% do estoque nacional). Além disso, foram consumidas no Estado 4,71 milhões de toneladas de cimento (7,3% do consumo no País) e 5,13 milhões de corretivos agrícolas (8,6% do mercado nacional). O restante da produção foi exportado – 2,65 milhões de toneladas de cimento e 3,36 milhões de toneladas de corretivo agrícola.

Além de agregados e rochas carbonáticas, outras substâncias importantes produzidas no Paraná incluem argilas usadas na fabricação de tijolos, telhas, pisos, revestimentos e louças sanitárias; talco para a elaboração de cosméticos, fabricação de tintas, borracha, inseticidas, fertilizantes e papel; feldspato, essencial para as indústrias de vidro; a fluorita, aplicada na indústria química para produção de flúor; a barita, usada na perfuração de petróleo; o carvão mineral para a produção de energia; e o ouro e a prata, usados na joalheria e na indústria de componentes eletrônicos.

MINÉRIO X AGRO – O levantamento do IAT também traçou um comparativo entre a produção mineral comercializada do Paraná com a produção agrícola do mesmo ano para estabelecer a dimensão do segmento para a economia estadual.

De acordo com os dados mais recentes disponíveis, em 2023 a produção mineral no Estado foi de 71,99 milhões de toneladas, o que equivale a 84,6% da produção agrícola. Uma proporção similar foi apresentada em 2022, quando as 68,55 milhões de toneladas de minérios foram equivalentes a 97,9% do conjunto agrícola (69,99 milhões de toneladas).

TÍTULOS MINERÁRIOS – A prática da mineração é realizada em áreas concedidas pela Agência Nacional de Mineração (ANM), após a obtenção da Licença Ambiental junto ao IAT, com a concessão dos chamados títulos minerários, que são autorizações que permitem a exploração dos recursos, com direito legal à pesquisa, extração, processamento e comercialização dos minerais encontrados em uma determinada área.

Em 2024, foram concedidos 2.826 títulos minerários no Estado com possibilidade de lavra (potencial de extração mineral), que correspondem a cerca de 1% do território paranaense. Houve, ainda, o recolhimento da chamada Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) por 535 empresas em 193 municípios paranaenses.

A atividade resultou na arrecadação de R$ 36,35 milhões em recursos do CFEM. Deste montante, 60% foram repassados aos municípios afetados pelas atividades, 15% para o Estado e 10% para os órgãos federais.

Os dados completos sobre a economia mineral, incluindo todos os informes e outros documentos relevantes, estão disponíveis no site do IAT.

 

 

 

 

 

Por - AEN

 PMPR e PF desarticulam grupo que usava redes sociais para ostentar crimes

Uma operação conjunta da Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio do Batalhão de Operações Especiais (Bope), e da Polícia Federal (PF) desarticulou um grupo criminoso que utilizava as redes sociais para divulgar atividades ilícitas e atrair novos integrantes. Nesta terça-feira (9), cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos estados do Paraná e Santa Catarina.

O trabalho integrado teve início em novembro de 2024, após investigações apontarem a atuação de uma organização criminosa na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. O grupo é suspeito de envolvimento em tráfico de drogas, contrabando e outros crimes, com forte atuação na região Oeste do Paraná.

A quadrilha mantinha um perfil em uma rede social, com quase 320 mil seguidores, chamado "É Uz Guri. Não Adianta" para divulgar suas ações. Segundo a inteligência do Bope, o administrador da página, principal alvo da operação, usava a conta para crimes como contrabando, descaminho, tráfico de drogas e estelionato, além de promover jogos de azar.

De acordo com o capitão Rodrigo Bandeira, o grupo "socializava o crime", atraindo seguidores com a promessa de laços de amizade e até de parentesco. "As postagens associavam a prática de crimes a relações de amizade, parentesco e vínculos comunitários, como se fossem parte de um processo de socialização do indivíduo", explicou.

Os criminosos também ostentavam a ligação com o crime organizado por meio da venda de bonés e camisetas personalizadas com símbolos do grupo. Esses itens, conforme a investigação, eram usados em ações criminosas e serviam para reforçar a identidade do grupo. A Justiça determinou o bloqueio da conta, que era usada para divulgar reiteradamente práticas ilegais.

Durante a operação um homem foi preso. Os policiais apreenderam uma pistola 9mm com dois carregadores e 36 munições; mais de R$ 17 mil e US$ 250 em dinheiro; um rádio comunicador; um simulacro de arma de fogo e diversos celulares.

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

 Garantia da casa própria: Estado propõe perdoar dívidas de até R$ 7 mil com a Cohapar

O governador Carlos Massa Ratinho Junior encaminhou à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) nesta terça-feira (9) um projeto de lei para instituir um programa de remissão de dívidas de contratos de mutuários junto à Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar). A iniciativa pode beneficiar até 17 mil famílias paranaenses que possuem débitos habitacionais. 

A proposta prevê que a quitação seja automática para contratos com dívidas de até R$ 7 mil e vai valer tanto para dívidas vencidas ou prestes a vencer da carteira imobiliária da Cohapar, quanto em cessões de uso a título oneroso. A ideia é que famílias que vivem há anos nestas residências, mas não conseguem pagar as dívidas, possam manter a posse de seus imóveis, regularizando suas situações perante o órgão estadual.  

A medida vai beneficiar em sua grande maioria pessoas em situação de vulnerabilidade social. Para isso, a proposta também inclui a remissão integral de multas e juros moratórios. 

Além de beneficiar estas pessoas, a proposta também ajuda na redução de custos que a Cohapar tem com a cobrança das dívidas e com ações judiciais. A proposta ainda está compatível com a Lei Orçamentária Anual de 2025 e em consonância com o Plano Plurianual 2024-2027.

COMO VAI FUNCIONAR – O programa abrange contratos com dívidas vencidas e prestes a vencer de até R$ 7 mil nas condições em que se encontrarem no Sistema Integrado de Gestão de Créditos Imobiliários (SIGCI) na data de publicação da lei.  

O projeto de lei afirma que o programa contempla 29 modalidades de financiamento ligadas à Cohapar. A quitação será automática, mas depende da concordância do beneficiário por meio de documento próprio.  

Para ter o benefício concedido, o imóvel não pode ser objeto de ação judicial, e o mutuário deve comprovar que o local esteja sendo utilizado para residência dele e de sua família.

 

 

 

 

 

Por - AEN

 Paraná derruba número de homicídios em 30,4% e roubos também caem 18,6% em 2025

Um novo levantamento da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) aponta continuidade da redução dos índices de criminalidade do Estado.

Os homicídios dolosos caíram 30,4% entre janeiro e julho de 2025 (678 homicídios) na comparação com o mesmo período do ano passado (974 homicídios). Os roubos seguiram a mesma tendência, com 18,6% menos ocorrências dessa natureza na análise que confronta os mesmos recortes temporais, caindo de 10.967 para 8.926,. 

"Nossas polícias continuam colhendo resultados de queda nos índices de criminalidade em todo o estado. Temos infraestrutura, preparo tecnológico, além de mais homens nos nossos efetivos e viaturas disponíveis. Todo esse aparato afeta a atuação da criminalidade no Paraná, o que faz com que a nossa população tenha mais segurança", ressalta o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira. 

Outros crimes também tiveram redução expressiva no comparativo dos primeiros sete meses deste ano com igual período do ano passado. Os furtos em geral caíram 5,5%, passando de 86.535 para 81.788, enquanto os roubos diminuíram de 10.967 para 8.926, numa queda de 18,6%. Já os furtos de veículos tiveram uma diminuição de 19,7%, indo de 6.642 para 5.334, e os roubos de veículos caíram 27,6%, com redução de 1.296 para 938 casos.

“São resultados expressivos e que mostram uma curva de tendência nos últimos anos, comprovando que estamos no caminho certo. Com maior integração das forças de segurança, valorização das pessoas, treinamento, tecnologia e estrutura, estamos conseguindo atacar de forma consistente e contínua o crime organizado, tornando o Paraná um dos estados mais seguros do País”, ressalta o secretário.

INVESTIMENTOS – O Estado do Paraná alcançou o maior volume de recursos da história destinado à segurança pública — passando de R$ 2 bilhões em 2018 para R$ 7 bilhões em 2025, abrangendo todas as forças de segurança: Polícia Militar (PMPR), Polícia Civil (PCPR), Polícia Penal (PPPR) e Polícia Científica (PCIPR) — sempre com apoio do Corpo de Bombeiros (CBMPR).

Atuando em conjunto, essas forças têm intensificado ações de patrulhamento, inteligência, investigações e repressão qualificada, apoiando-se em dados, planejamento e estratégia para a obtenção de resultados.

As apreensões de drogas também foram destaque no período, desferindo um forte golpe no crime organizado. Foram apreendidas nesse período 334,84 toneladas de maconha nos primeiros sete meses deste ano, contra 265,17 no ano passado. Um aumento de 26%. Em relação à cocaína, o aumento foi de 12,7% nas apreensões, passando de 3.087 quilos para 3.478 quilos. Houve também um grande aumento de apreensão de Ecstasy, de 127%, aumentando de 36.144 para 82.162 unidades nos sete primeiros meses deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado.

 

 

 

 

 

Por - AEN

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