BRDE busca iniciativas para reduzir impacto econômico da estiagem no Sul

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) busca iniciativas e estuda soluções, a fim de reduzir os impactos da severa estiagem da Região Sul do País.

Diante desse quadro que afeta diretamente a produção agrícola, a diretoria do banco está em comunicação com o Banco Nacional de Desenvolvimento  Econômico e Social (BNDES), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e outros agentes setoriais e governamentais, em demonstração e apoio para estratégias conjuntas e suporte nesse momento, além de diagnósticos e monitoramento da situação nas regiões mais atingidas com a seca.

De acordo com levantamento dos governos dos três estados, 295 municípios estão em estado de emergência ou calamidade pública e outros 178 estão ameaçados de entrar nesse perfil. A falta de chuvas atinge drasticamente o setor agrícola e os produtores rurais, o que afeta a contribuição do setor primário ao PIB da Região Sul do país.

Um relatório do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, estima prejuízo prévio de R$ 25,6 bilhões na safra de grãos do Paraná em 2021/22, em razão da estiagem que atinge o Estado de forma severa desde 2019.

O Estado já decretou situação de emergência hídrica, o que permite que os agricultores negociem com os fornecedores, seguradoras e instituições financeiras. No final do ano passado, o Estado também entregou caminhões-pipa aos municípios para ajudar no fornecimento de água e irrigação das lavouras, além de contar com programas para a proteção de nascentes e microbacias.

 

 

 

 

 

Por - AEN

 

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 Paraná ativa mais 152 leitos para atendimento à Covid-19 e H3N2

Nesta quarta-feira (26), mais 152 leitos para atendimento preferencial à Covid-19 e H3N2 foram reativados pelo Governo do Estado. São 142 enfermarias e 10 Unidades de Terapia Intensiva (UTI), que se somam aos já reabertos desde sábado (22), totalizando agora 609 UTIs e 948 enfermarias.

Desde o início do processo de reabertura de novos leitos, a capacidade de internamentos quase dobrou para os casos mais leves, passado de 515 para 948. 

Os novos leitos foram distribuídos nos municípios de Londrina (15 enfermarias e 5 UTIs), Maringá (20 enfermarias), Umuarama (10 enfermarias), Laranjeiras do Sul (10 enfermarias), Prudentópolis (10 enfermarias), Palmas (5 UTIs e 6 enfermarias), Chopinzinho (6 enfermarias), Coronel Vivida (6 enfermarias), Mangueirinha (6 enfermarias), Pato Branco (12 enfermarias), Clevelândia (6 enfermarias) e Curitiba (25 enfermarias e 10 UTIs).

“Não estamos medindo esforços para atender quem precisa, neste momento, em que todos os dias os casos de Covid-19 e Influenza aumentam no Paraná. Vale ressaltar que também estamos colocando nossas equipes de prontidão para continuar a vacinação.” disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Segundo o boletim mais recente da Covid-19, a média móvel de casos está em 15.420, aumento de 99% em relação a duas semanas atrás. No casos dos óbitos, a média é de 14. São 276 mil casos já registrados em janeiro - o pico até então tinha sido em maio de 2021, com 194 mil casos.

 

 

 

 

Por - AEN

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