O boletim semanal da dengue publicado nesta terça-feira (11) pela Secretaria de Estado da Saúde, registra 1.070 casos confirmados da doença.
São 70 a mais que no informe anterior. Os dados são do 9º Informe Epidemiológico, do novo período sazonal da doença, que iniciou no mês de agosto segue até julho de 2023.
Os casos confirmados estão distribuídos por 162 municípios e há, ainda, 3.528 casos em investigação. O boletim não traz novos óbitos confirmados. O Estado permanece com duas mortes registradas neste período, uma no município de Foz do Iguaçu (9ª RS) e outra em Maripá (20ª RS).
“O Governo do Paraná segue em alerta e mobilizado contra a dengue, mas além dos nossos esforços, é muito importante o apoio permanente da população para a eliminação dos criadouros do mosquito transmissor da doença. Cerca de 90% dos focos do Aedes aegypti estão em ambiente domiciliar”, alertou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.
INFORME – O boletim traz ainda 38 casos notificados de chikungunya. Desses, 10 já foram descartados e 28 permanecem em investigação. Em relação ao zika vírus, o informe apresenta 10 casos notificados, sendo que 7 estão em investigação e 3 já foram descartados.
Por - AEN
Em alusão ao Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado nesta segunda-feira (10), a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) lançou o Curso de Estratificação de Risco em Saúde Mental. O principal objetivo é qualificar o compartilhamento do cuidado entre a Atenção Primária à Saúde (APS) e a Atenção Especializada.
O curso, na modalidade a distância (EaD), começa nesta terça-feira (11) e tem a carga horária de 16 horas. As inscrições podem ser realizadas AQUI.
O secretário Beto Preto participou do evento e falou sobre a importância do cuidado com a saúde mental, principalmente no pós-pandemia.
“É preciso intensificar a linha de cuidado à saúde mental e entender qual o nosso papel como sistema público de Saúde. Depois da pandemia estamos diante de uma explosão de casos relacionados ao tema, e esse curso possibilita que os profissionais de saúde identifiquem de forma compartilhada um cuidado mais adequado para as pessoas que precisam de um atendimento mais humanizado”, disse.
De acordo com a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes, esse é mais um instrumento de trabalho para as equipes de saúde.
“É preciso que o cuidado com a saúde mental seja compartilhado, pois nenhum ponto de atendimento, sozinho, dá conta das necessidades de saúde dos usuários do SUS. Precisamos estar cada vez mais atentos e preparados, dar devolutivas em relação às demandas das pessoas que procuram os nossos serviços no âmbito da rede de Atenção à Saúde no Paraná”, afirmou.
O curso é realizado por meio da Divisão de Saúde Mental, em parceria com a Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP) e com o apoio do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems). O público-alvo são profissionais de nível superior que atuam na APS, Centros de Atenção Psicossocial, equipes multiprofissionais de Atenção Especializada em Saúde Mental e demais pontos de Atenção da Linha de Cuidado em Saúde Mental.
Por - AEN
A energia elétrica desperta a curiosidade de crianças em todas as idades e faz parte do conteúdo trabalhado pelas escolas nas mais diferentes áreas do conhecimento.
Para auxiliar na educação para o uso consciente e seguro da energia, a Copel está lançando dois jogos para celulares, disponíveis gratuitamente pela loja de aplicativos Google Play, do sistema operacional Android.
Os jogos “Se Liga” e “Click Esperto” foram especialmente projetados para crianças de sete a dez anos de idade, como um complemento ao conteúdo do programa educativo Iluminando Gerações, que leva informações por meio de palestras, teatro, vídeos e materiais impressos aos anos finais do Ensino Fundamental I, em todo o Paraná.
Com os jogos interativos, agora as crianças terão mais uma forma de colocar em prática, de forma lúdica, o que já aprenderam sobre o consumo consciente e a prevenção do choque elétrico. “Pensamos em algo que possa divertir enquanto ensina”, afirma a gerente de Meio Ambiente e Responsabilidade Social da Copel, Daniele Ciotta. “Após baixados, os jogos funcionam sem conexão à internet, portanto não exigem o consumo de dados móveis, nem expõem as crianças à conexão com outros usuários”.
SEGURANÇA E ECONOMIA – Na fictícia Cidade dos Desligados do jogo “Se Liga”, as crianças são os heróis e heroínas da segurança. Com a ajuda do mascote Lúcio e a força do conhecimento, elas podem andar pela cidade para acabar com as situações perigosas que encontram pelo caminho, prevenindo os acidentes por choque elétrico. Com um avatar personalizado, é só identificar os riscos e responder as perguntas de forma correta para ganhar pontos e salvar o dia.
Além do uso seguro da energia, outra preocupação constante no cotidiano é o uso sem desperdícios. Por isso, no jogo “Click Esperto” a ideia é acabar com os gastos desnecessários. É preciso ser rápido para apagar as lâmpadas acesas durante o dia, sem atingir nenhum obstáculo.
ILUMINANDO GERAÇÕES – O programa foi criado com o objetivo de levar aos estudantes, de forma leve e divertida, ensinamentos sobre o uso seguro e consciente da energia. Com as palestras nas escolas, apresentações teatrais, a Van da Eficiência Energética, vídeos e jogos educativos, o Iluminando Gerações contribui para a redução do número de acidentes com energia elétrica e estimula a mudança de hábitos não só das crianças, mas também dos familiares e vizinhos, pois os pequenos se tornam multiplicadores dessas informações.
Para marcar o lançamento dos games para celulares, haverá apresentações teatrais com atividades interativas para crianças da rede municipal de ensino no próximo dia 19, na sede da Copel no Mossunguê, em Curitiba, e dia 20, no Colégio Sesi do bairro Portão, também na Capital.
Os materiais do programa estão disponíveis na seção “Educação” do site www.copel.com, por onde professores interessados também podem requisitar a palestra da Copel.
Por - AEN
Em outubro é celebrado o Mês de Atenção à Pessoa Idosa, campanha de conscientização e valorização dos direitos da pessoa com 60 anos ou mais.
As ações do Governo do Estado para atendimento, proteção e garantia dos direitos fazem do Paraná uma referência em serviços voltados ao público idoso. A Secretaria da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf) é responsável pela área, em parceria com o Conselho Estadual dos Direitos do Idoso (CEDI-PR), mas as políticas são transversais.
“O Paraná recebeu a certificação nacional como o primeiro estado Amigo da Pessoa Idosa e é referência na valorização desta parcela da população. Temos o maior número de cidades Amigas da Pessoa Idosa, certificadas pela Organização Mundial da Saúde; além do curso de smartphone, finalista no prêmio Estratégia ODS”, destaca o secretário Rogério Carboni.
Das 29 cidades brasileiras que receberam a certificação internacional de Cidade Amiga do Idoso pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização Panamericana de Saúde (OPAS), 23 estão localizadas no Paraná. “Isso é resultado do trabalho do Governo do Estado, por meio da Sejuf, do CEDI-PR, das gestões municipais, dos Conselhos Municipais de Direitos da Pessoa Idosa e os nossos escritórios regionais. É uma articulação em rede”, afirma Adriana Oliveira, chefe do Departamento de Políticas da Pessoa Idosa.
O Paraná também é o único estado com conselhos municipais de direitos do idoso em todas as 399 cidades, além de 389 fundos municipais e 369 Planos Municipais de Direitos do Idoso já aprovados e vigentes. “Os conselhos são fundamentais para o exercício pleno da cidadania e controle social, bem como os fundos municipais preparados e regularizados para receber o aporte de recursos”, completa Adriana, que também é presidente do CEDI-PR.
Ela explicou que os Planos Municipais fazem o diagnóstico sobre a situação da pessoa idosa nas cidades e permite compreender onde, como e quem é, de fato, esta população. “É desta forma que o Paraná trabalha, procuramos conhecer a realidade da pessoa idosa para intervir por meio da proteção, promoção, defesa e garantia de direitos”, diz.
Somente em 2022, o Conselho Estadual dos Direitos do Idoso já deliberou, pelo repasse de R$ 5,375 milhões do Fundo Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa (Fipar) para ações, projetos e programas de atendimento em 215 municípios.
Também foram deliberados R$ 1 milhão para programas de capacitação dos membros dos Conselhos Municipais de Direitos da Pessoa Idosa (CMDPIs), e mais R$ 5 milhões de repasse destinadas às ILPIs (Instituições de Longa Permanência para Pessoas Idosas) de 124 cidades. No total, o montante de recursos disponibilizados do Fipar em 2022 chega a R$ 11,375 milhões.
DISQUE-IDOSO – Outra ferramenta fundamental para nortear as políticas públicas é o Disque-Idoso, serviço disponível em todos os 399 municípios de forma gratuita e sigilosa. Pelo canal, além de denunciar atos que violem direitos da pessoa idosa, a população pode receber informações, orientações e dar sugestões para a melhoria de serviços públicos prestados ao público idoso.
De janeiro a setembro deste ano o serviço recebeu 1.637 denúncias, tanto pelo canal telefônico 0800 141 00 01, quanto por vias eletrônicas, como o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e o portal Idoso Play 60+ do CEDI-PR.
“O Governo do Estado está muito atento à proteção da pessoa idosa. O Disque Idoso é uma ferramenta essencial para que estas situações sejam interrompidas. Quem tiver informações ou flagrar situações de violação de direitos, agressões físicas ou psicológicas contra a pessoa idosa deve denunciar de forma sigilosa para que os casos sejam apurados”, afirma o secretário Rogério Carboni.
Além das denúncias, os canais receberam 294 pedidos de orientações e 845 de informações diversas relacionadas aos direitos da pessoa idosa. Outros canais também recebem denúncias de violência contra o idoso, como o 190, da Polícia Militar; o 181 Disque Denúncia e o 197, da Polícia Civil. Também é possível contatar o Conselho Estadual dos Direitos do Idoso, pelo telefone (41) 3210-2415.
CURSO DE SMARTPHONE – Realizado em parceria com a Celepar (Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná) e as prefeituras municipais, o Programa de Inclusão Social e Digital da Pessoa Idosa promove cursos de smartphones e é outra política para essa faixa etária. Para Carboni, esta é uma ação que promove dignidade. “Não saber usar as tecnologias muitas vezes gera isolamento das pessoas e isso impacta diretamente na autoestima e na qualidade de vida”, afirma.
Ao longo de 2022, já foram realizadas 16 turmas em 12 cidades no Paraná, atendendo 506 pessoas, além de 34 monitores que auxiliaram nas dinâmicas do curso. O curso foi um dos 10 finalistas do Prêmio Estratégia ODS Brasil 2022, na categoria Empresa Pública e Privada, entre as 238 iniciativas inscritas em todo o Brasil. “Aquelas que participam do curso relatam a alegria de conseguir utilizar os smartphones para se comunicar com a família e os amigos, ter acesso à informação e entretenimento é transformador para eles”, arremata.
CONDOMÍNIO DO IDOSO – O Paraná ainda é referência nacional na implementação de Condomínios dos Idosos. Três estruturas já estão em funcionamento (Prudentópolis, Foz do Iguaçu e Jaguariaíva) e mais de 20 estão em diferentes etapas, de obras a convênios assinados com as prefeituras. Nesse sistema os idosos pagam apenas um aluguel social para conviver em um espaço fechado e com segurança, além de terem acesso a outros serviços disponibilizados pelas prefeituras parceiras.
SERVIÇO:
Polícia Civil: 197
Polícia Militar: 190
Disque Denúncia: 181 ou www.181.pr.gov.br
Disque Idoso: 0800 141 00 01 ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Conselho Estadual dos Direitos do Idoso: (41) 3210-2415
A Secretaria de Estado da Fazenda apresentou nesta segunda-feira (10), na Assembleia Legislativa, o resultado fiscal do segundo quadrimestre do Paraná.
A receita corrente teve aumento nominal de 24% e aumento real de 14% entre janeiro e agosto de 2022, na comparação com o mesmo período de 2021. A arrecadação de impostos (ICMS, IPVA e ITCMD), taxas e contribuições apresentou um crescimento de 21% (R$ 22,4 bilhões) em valores nominais e 11% (R$ 18,5 bilhões) em valores reais, descontados da inflação, em comparação ao mesmo período do ano passado.
Esse cenário atípico de arrecadação é decorrente da inflação acumulada de 8,73% nos últimos doze meses (IPCA) e de programas de recuperação fiscal (Refis) que aconteceram no período, mas ele já está sendo alterado com as mudanças na tributação do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e telecomunicações, com perdas de quase R$ 450 milhões aos cofres públicos com a Lei Complementar 194/2022 e projeção de perdas mais severas a partir de 2023, na casa de R$ 3,2 bilhões.
Segundo a apresentação, somente em agosto deste ano a arrecadação no setor de combustíveis teve redução de R$ 72 milhões, no setor de energia elétrica de R$ 213 milhões e no setor de telecomunicações de R$ 34 milhões. Esse impacto do ICMS não fica integralmente com o Estado, pois parte do valor arrecadado com o tributo deve ser repassado para os municípios e demais Poderes, dentre várias outras vinculações obrigatórias.
"Houve aumento em função da arrecadação normal do Estado e transferências da União. A Receita Patrimonial do Estado também cresceu em função da taxa básica de juros. Essa melhora é substantiva, mas se observarmos a evolução a partir de julho, com as mudanças nas alíquotas, há perda de arrecadação na comparação com o ano passado", afirmou o secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior.
DESPESAS E INVESTIMENTOS – As despesas correntes do Governo do Paraná também tiveram um aumento real, de cerca de 6% em comparação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro a agosto deste ano as despesas foram de R$ 29,5 bilhões, ante R$ 25,6 bilhões do mesmo período do ano passado.
As despesas com Pessoal e Encargos Sociais (ativo) representaram um aumento em 7% devido aos reajustes, reestruturações de carreiras, além do pagamento de promoções e progressões. Outras despesas correntes (despesas comuns da gestão) tiveram um aumento de 18%, chegando a R$ 9,7 bilhões.
Os gastos com educação (R$ 8,7 bilhões no quadrimestre) e saúde (R$ 2,2 bilhões no mesmo período) estão perto dos limites constitucionais. As despesas com pessoal (funcionalismo) representaram 39,48% no período.
O nível de investimento público no Paraná em obras e programas sociais superou R$ 3,5 bilhões em 2022, o que representa um aumento real de 74% em relação aos R$ 1,8 bilhão registrados no primeiro quadrimestre de 2021, ainda impactado pela pandemia da Covid-19 e o começo da campanha de imunização. Esse número também leva em consideração a execução dos financiamentos tomados em 2021, como o programa Avança Paraná, que está viabilizando a Revitalização da Orla de Matinhos. A dívida pública está na faixa de R$ 24 bilhões.
Com as contas equilibradas e em dia, o Paraná também continua entre os estados aptos a receber garantias da União para novos empréstimos. A capacidade de pagamento (Capag) paranaense segue com nota B – numa escala de A a D –, com boas perspectivas de chegar na nota A para o próximo exercício.
CENÁRIO ECONÔMICO – Durante a apresentação, o secretário da Fazenda destacou o atual momento econômico do Estado. O cenário, segundo ele, alterna desafios e boas notícias.
O Produto Interno Bruto (PIB) paranaense, por um lado, mostrou aumento da movimentação econômica e crescimento de 2,94% no segundo trimestre de 2022. Essa expansão é reflexo do desempenho positivo em todos os segmentos – indústria (5,64%), agropecuária (6,42%) e serviços (0,57%) –, segundo relatório divulgado na última semana pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). Outra boa notícia é a recuperação do mercado de trabalho, com recordes a nível estadual e federal de novas contratações pelas empresas.
Por outro lado, sanções à Rússia e possível envolvimento da China no conflito com a Ucrânia, elevação dos preços das commodities, altas taxas de inflação no mundo, desaceleração econômica global e taxa de juros em dois dígitos no Brasil formam alguns dos fatores que devem manter alerta vermelho sobre as contas públicas.
Por - AEN
Dados da Regulação de Leitos, administrada pela Secretaria de Estado da Saúde, mostram que pelo menos 295.020 cirurgias eletivas hospitalares e ambulatoriais já foram realizadas no Paraná entre janeiro e agosto deste ano.
O número representa 89% do total de cirurgias realizadas durante todo o ano de 2021 e praticamente iguala o total de 2020 – nesses dois últimos anos, houve impacto da pandemia de Covid-19. Os dados de 2022, no entanto, ainda são os menores dos últimos cinco anos: em 2018 foram 497.679 procedimentos; em 2019, 509.733; em 2020, 297.864; e em 2021, 331.787.
Deste total, 9.170 cirurgias já estão dentro das ações do programa Opera Paraná, lançado neste ano, que credencia hospitais e financia esses procedimentos. É um pacote de investimento de R$ 150 milhões do Tesouro do Estado com o objetivo de ampliar os procedimentos cirúrgicos eletivos regulares, de maneira descentralizada e regionalizada, atendendo a demanda represada. A expectativa é de alcançar os patamares dos anos sem pandemia e atender cada vez mais paranaenses.
Além disso, o Governo do Estado também destinou mais R$ 10 milhões para o Comboio da Saúde, com foco nas demandas de pacientes com catarata e pterígio. Dentro do Opera Paraná e do Comboio da Saúde, já foram realizados 13.809 atendimentos – parte destes pacientes é encaminhado para cirurgia e parte não precisa efetivamente de procedimento cirúrgico.
“As cirurgias eletivas são um gargalo histórico na saúde pública de todo o Brasil, mesmo antes da pandemia, mas com a chegada da Covid-19 essas filas aumentaram. Pensando nisso, o Paraná destinou R$ 150 milhões para o Opera Paraná e R$ 10 milhões para o Comboio da Saúde para aumentar a disponibilidade desses serviços e ampliar o número de cirurgias eletivas, diminuindo essa fila de espera, além da retomada habitual que os hospitais já realizam”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Atualmente estima-se que pelo menos 200 mil procedimentos eletivos e 300 mil consultas médicas especializadas ainda precisem ser realizadas no Paraná. Essa fila está sendo compilada em um programa de gestão que integre os dados do Estado, município e consórcios. A expectativa é que o Opera Paraná seja responsável por pelo menos 60 mil cirurgias a mais do que o habitual até 2023.
OPERA PARANÁ – A primeira fase do Opera Paraná contempla as seguintes especialidades, de acordo com a ordem de prioridade: I – sistema osteomuscular; II – aparelho digestivo; II – aparelho da visão; IV – aparelho geniturinário; V – vascular; VI – das vias aéreas superiores e do pescoço. Estas são as cirurgias com maior demanda, abrangendo a área geral, ortopédica, vascular, otorrino, oftalmologia e geniturinário.
A vigência da fase inicial findava em novembro deste ano, mas considerando a necessidade dos serviços de saúde em realizarem as adequações necessárias para ampliar os atendimentos, a Sesa prorrogou o prazo da primeira fase até 30 de novembro de 2023. “O nosso objetivo é normalizar a fila de atendimento, então essa prorrogação pode se estender ainda mais se houver dificuldade dos prestadores porque queremos que as cirurgias sejam realizadas”, afirmou Beto Preto.
TRANSPARÊNCIA NA FILA – Em setembro, o governador Carlos Massa Ratinho Junior também sancionou a lei que possibilita consulta à fila de espera por pacientes que aguardam atendimento pelo Sistema Único de Saúde – SUS. A lei ajuda a dar transparência aos pacientes que aguardam por consultas, exames, intervenções cirúrgicas, dentre outros procedimento, nos estabelecimentos da rede pública e instituições prestadoras de serviços de saúde.
A sanção da lei é um primeiro passo para a sua efetivação. De acordo com os termos aprovados na Assembleia Legislativa, ela entra em vigor apenas no início de 2024. Até lá a Secretaria de Saúde trabalhará no sistema que permitirá a consulta, a partir da base de dados dos pacientes que utilizam o Sistema Único de Saúde, e com a garantia dos termos da Lei Geral de Proteção de Dados.
Por - AEN


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