PRF faz leilão online com 157 veículos conservados e sucatas, com lances a partir de R$ 30; veja como participar

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realiza, neste sábado (22), um leilão online com 157 veículos, entre lotes em boas condições de circulação e sucatas.

A instituição afirma que são 99 sucatas e 58 veículos conservados disponíveis. Segundo a PRF, os lotes com sucatas possuem lances mínimos entre R$ 30 e R$ 3.500. Os lotes conservados variam entre R$ 200 e R$ 5 mil.

Os interessados podem participar, enviando lances pelo site da empresa responsável pelo leilão. No site, também é possível conferir os detalhes de cada lote.

Podem participar pessoas físicas ou empresas, porém, segundo a PRF, as sucatas só poderão ser adquiridas por pessoas jurídicas previamente cadastradas.

Os veículos foram retidos, abandonados, removidos ou recolhidos na região de Guarapuava, Pato Branco e Ponta Grossa e estão há mais de 60 dias nos pátios das Unidades Operacionais vinculadas à PRF no Paraná.

 

 

 

 

 

 

Por - G1

 Enfezamento do milho exige atenção na fase inicial da lavoura, alerta IDR-Paraná

Eliminação de plantas espontâneas (tiguera), tratamento de sementes, uso de híbridos tolerantes e vistorias frequentes para avaliar a presença e necessidade de controle da cigarrinha são os principais cuidados que os produtores devem tomar na implantação de lavouras de milho com o objetivo de minimizar prejuízos com o enfezamento.

“Embora os sintomas apareçam na fase de pendoamento e formação de grãos, os produtores devem atentar que a infecção ocorre imediatamente após a emergência das plantas”, alerta a pesquisadora Michele Silva, do IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná — Iapar-Emater).

Manchas avermelhadas ou amareladas nas bordas das folhas, manchas em formato de riscos e plantas com desenvolvimento prejudicado são os principais sintomas do enfezamento que aparecem na fase reprodutiva da planta. Esse quadro se fecha com a deformação ou malformação das espigas e o comprometimento da produção. O potencial de prejuízos é grande.

A fase mais crítica de infecção, segundo a pesquisadora, vai da emergência até o estágio V8 das plantas de milho — cerca de 40 dias, dependendo do híbrido semeado. “Nesse período, se houver necessidade de diminuir a população de cigarrinhas, a recomendação é fazer aplicações alternadas de inseticidas químicos e biológicos (à base de boveria, tricoderma ou isaria)”, ela orienta.

Michele Silva acrescenta que inseticidas biológicos devem ser aplicados em condição de alta umidade do ar (mais de 55%) e temperatura amena, ao redor de 30°C. “Também é importante usar diferentes princípios ativos, tanto para evitar a seleção de insetos resistentes quanto para preservar os inimigos naturais de pragas que atacam o milho”, ensina.

A rotação de culturas é outra prática incentivada pela pesquisadora, que também aconselha um esforço para realizar semeadura simultânea em uma mesma região a fim de evitar a chamada “ponte verde”, que é a existência de lavouras em diferentes etapas de desenvolvimento, o que favorece o “trabalho” de migração das cigarrinhas em busca de alimento e realimenta o ciclo de contaminação dos cultivos.

Michele aponta, ainda, a necessidade de fazer a colheita com o máximo de cuidado, a fim de não deixar plantas guaxas no terreno e interromper o ciclo do vetor e dos patógenos. Elas servem de reservatório do vetor e da doença para a safra seguinte.

ENFEZAMENTO — A doença foi detectada no Oeste do Paraná há cerca de 20 anos, inicialmente de forma esporádica. O problema ganhou proporção nos últimos anos — já se observou perda de até 60% da produção em algumas lavouras do Estado.  

O IDR-Paraná começou a pesquisar o enfezamento na safra de 2020, quando realizou uma primeira coleta de plantas adultas e recém-semeadas, cigarrinhas e tigueras nas zonas produtoras do cereal. “Ali, já confirmamos a presença do vírus da risca e das bactérias fitoplasma e espiroplasma, causadores da doença”, conta a pesquisadora.

Além do vírus da risca e das bactérias fitoplasma e espiroplasma (também conhecidas como molicutes), o complexo do enfezamento envolve a cigarrinha-do-milho, inseto que se contamina ao sugar a seiva de plantas infectadas e faz a transmissão da doença quando se alimenta em plantas sadias.

A cigarrinha pode voar num raio de 30 quilômetros, mas alcança distâncias ainda maiores, pois também é transportada por correntes de ar.

 

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

 Governo vai financiar estudo sobre doenças raras e cânceres no Paraná

O Governo do Estado vai financiar um estudo sobre a genética da população acometida por cânceres e doenças raras no Paraná.

O projeto de pesquisa será coordenado pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e desenvolvido em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP). O objetivo é avançar nos estudos genéticos, que podem trazer respostas mais precisas no diagnóstico e tratamento de doenças.

Serão aplicados R$ 408 mil, recursos da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), por meio do Fundo Estadual de Saúde do Paraná (Funsaúde). Esta é a primeira de duas fases de um macroprojeto para implementação de um Centro de Saúde Pública de Precisão no Tecpar.

A assinatura do acordo entre as três instituições, que integram o Parque Tecnológico da Saúde, e a Sesa aconteceu durante o 36ª Congresso Estadual de Secretarias Municipais de Saúde, em Foz do Iguaçu.

“Com o apoio do Governo do Estado, mais uma vez estas instituições, que são referência em saúde pública brasileira, se unem para apresentar novas soluções para o país. Para realizar o estudo, será implantado no Tecpar o Centro de Saúde Pública de Precisão, que irá reunir os especialistas para estudar a genética da população paranaense”, afirma o diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado.

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, ressaltou que o investimento vai modernizar as instalações das empresas integrantes do Parque Tecnológico da Saúde. "Esses recursos são parte de um pacote de investimentos em equipamentos que estão entre os mais modernos no Brasil. O Paraná dá passos largos em investimento em ciência e tecnologia no âmbito da saúde", salientou.

CENTRO – Tecpar, Fiocruz e IBMP iniciaram as tratativas para a implantação do Centro de Saúde Pública de Precisão em 2021, visando o fornecimento de novas soluções ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Agora, com o acordo e o financiamento firmados, especialistas das três instituições começam os estudos da população com doenças raras e diversos tipos de câncer, por meio de sequenciamento genético de nova geração e pesquisa genômica. Para isso será utilizada a tecnologia de sequenciamento de DNA do tipo Next Generation Sequencing (NGS), além de outros testes moleculares adicionais que possam contribuir para o diagnóstico de precisão em saúde ofertado à população.

“A implantação deste Centro de Saúde Pública de Precisão significa um serviço tecnológico de ponta, baseado na genômica, a serviço do SUS e também contribuindo para importantes pesquisas no diagnóstico e tratamentos personalizados para doenças raras e vários tipos de câncer”, destacou o diretor-presidente do IBMP, Pedro Ribeiro Barbosa.

A estratégia, explicou, é atuar no presente, olhando para o futuro. “Investindo em soluções para saúde, contribuímos positivamente para a vida das pessoas, para o SUS e para a pesquisa aplicada”, disse.

DOENÇAS RARAS – O Paraná já conta com um cadastro chamado de Síndrome de Doenças Raras (Sidora), criado pela Sesa em parceria com a Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe). Por meio do cadastro é possível mapear essas doenças e obter informações que possam subsidiar políticas públicas e ações de atenção e cuidados, de acordo com as necessidades dessa população.

Em 2021, o Sidora contava com 475 pacientes e 184 doenças raras cadastradas, em 158 municípios do Estado.  

COMPRAS DESCENTRALIZADAS – No início deste mês, o Tecpar e o IBMP firmaram outra parceria, para fornecer produtos a estados e municípios que tenham interesse em fazer compras descentralizadas do Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa pode agilizar a aquisição de itens para abastecer hospitais e unidades de saúde, por exemplo.

O acordo prevê o licenciamento de todos os produtos do IBMP ao Tecpar. Por ser uma empresa pública, o Tecpar poderá ofertá-los ao SUS por meio de compras descentralizadas pelas secretarias estaduais e municipais, começando pelo Estado do Paraná.

Hoje, estados e municípios recebem insumos do Ministério da Saúde para a demanda de suas localidades. No entanto, secretarias estaduais e municipais podem realizar aquisições para atender demandas específicas da sua população.

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

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 Governo libera mais de R$ 100 milhões para fortalecimento de ações na saúde

O Governo do Estado liberou nesta quarta-feira (19) mais de R$ 100 milhões em recursos para programas já em andamento.

O documento foi assinado durante o 36º Congresso do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), em Foz do Iguaçu. Ao todo, serão três grandes repasses, que contemplam desde a vigilância em saúde até ações para pesquisa de doenças graves e financiamento hospitalar. 

Um dos maiores investimentos será no Programa Estadual de Fortalecimento da Vigilância de Saúde - Provigia, que saltou de R$ 30 para R$ 50 milhões, valores destinados às ações e estratégias de vigilância nos municípios. Voltado à qualificação, o Provigia busca otimizar o repasse aos municípios de maneira estratégica e expandindo a regionalização da saúde.

"Estes são recursos que transformam a realidade da saúde de todos os 399 municípios do Paraná. O governador Ratinho Junior, desde o início da gestão, tem dado um direcionamento claro para o caráter municipalista do governo, onde as ações possam chegar até a casa dos paranaenses", disse Beto Preto, que assinou a liberação.

Ainda no âmbito de serviços de saúde da população, foi anunciado o repasse adicional de R$ 50 milhões no financiamento para o atendimento da Média e da Alta Complexidades Hospitalar. "Sempre tivemos total confiança na gestão da Sesa e do Governo do Estado. Todos esses recursos expressam a boa relação entre as esferas municipal e estadual que cultivamos no Paraná”, afirmou o presidente do Conselho de Secretarias Municipais do Paraná, Ivoliciano Leonarchik. “Temos um governador que ouve nossas demandas com atenção, e é precisamente por isso que temos tantos investimentos expressivos que fazem a diferença na vida dos paranaenses", completou.

TECNOLOGIA - Os investimentos em pesquisa também fizeram parte dos anúncios do dia. Numa parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde, Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Fiocruz e o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) foi firmado um termo de cooperação para pesquisa genética da população acometida por cânceres e doenças raras, no valor de R$ 408 mil.

"Esta é uma parceria histórica entre nossas instituições e o Sistema Único de Saúde, por meio da Sesa. Uma conquista para todo o Estado do Paraná, onde vemos o campo da ciência e tecnologia contribuindo para elevar a qualidade da saúde para todos", avaliou Pedro Barbosa, diretor-presidente da IBMP.

Para o diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, a cooperação mostra um cenário moderno e valoroso para a saúde paranaense. "É um projeto de grande amplitude para nosso Estado. Essa parceria não beneficia somente os portadores de doenças raras, mas a ciência e a tecnologia como um todo. O Paraná está dando passos largos para ser referência em saúde de ponta", finalizou Callado.

CONGRESSO - Durante as mesas de discussão do 36º Congresso do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) desta quarta-feira, a Sesa também apresentou ações, estratégias e outros investimentos destinados à Atenção Primária à Saúde. "Apenas neste ano, o Governo do Estado destinou repasses que somam mais de R$ 150 milhões para áreas de atuação direta da Atenção Primária em Saúde. Estes investimentos são fundamentais e vão desde equipamentos para UBS até custeio de serviços de uso diário da população",  destacou a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da secretaria, Maria Goretti David Lopes.

Entre os recursos liberados, destaca-se o Incentivo Estadual de Investimento para Transporte Sanitário, num total de R$ 88,19 milhões.

"Temos realizado uma gestão ampla e regionalizada, levando sempre em consideração as especificidades de cada um dos 399 municípios do Paraná. Nosso norte é levar o atendimento e os recursos em saúde até a porta da casa das pessoas", afirmou o secretário Beto Preto.

INCENTIVOS - Além dos recursos destinados ao transporte sanitário, também foi exposto aos gestores municipais outras ações de custeio e incentivo realizadas pela Sesa. Para a Atenção Primária à Saúde e Saúde Bucal, o valor ultrapassa R$ 50 milhões ao ano. Já em equipamentos de UBS, o recurso destinado supera R$ 10 milhões. 

"Temos perspectivas de ampliar ainda mais estes repasses para a Atenção Primária, promovendo e acelerando a capacidade do Estado em regionalizar a saúde. São valores expressivos e que permitem garantir o atendimento humanizado e perto da casa das pessoas", concluiu Goretti.

 

 

 

 

 

Por - AEN

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