Retornam ao Brasil nesta semana os 100 estudantes da rede estadual de ensino do Paraná que participaram da segunda edição do programa de intercâmbio Ganhando o Mundo, promovido pelo Governo do Estado.
Os alunos embarcaram no fim de julho para a Nova Zelândia, onde passaram um semestre letivo estudando em colégios locais, em séries equivalentes ao ensino médio.
No Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na manhã desta terça-feira (25), Ivani Roberto da Silva esperava ansiosa pela chegada da filha. “É muita alegria e emoção. Estávamos com muita saudade dela, mas felizes por saber que toda a vida ela teve o sonho de fazer intercâmbio e ela conseguiu realizar a partir desse projeto”, comentou.
Beatriz Roberto Lopes, do município de Tamarana, no Norte do Estado, passou os últimos três meses em Invercargill, cidade na Ilha Sul da Nova Zelândia. “É uma cidade bem pequena, mas o povo é muito acolhedor, principalmente os alunos da escola, que receberam a gente muito bem”, contou a estudante.
Maria Eduarda Melo da Cruz, de Alto Paraíso, também estava na Ilha Sul, na cidade de Winton. Entre seus momentos preferidos do intercâmbio estiveram as aulas de culinária que teve na escola, a adaptação às diferenças culturais (como a alimentação) e os passeios que fez com amigos e com a família que a hospedou.
“Minha família me levou para conhecer vários lugares incríveis. Paisagens naturais, montanhas com neve... Algo que nunca imaginei ver na vida”, disse.
A estudante acredita que toda a experiência, além do aprendizado da língua inglesa, trará benefícios para seu futuro profissional. Por isso, está empolgada para compartilhar o aprendizado com os colegas e professores na cidade que tem cerca de 3 mil habitantes. “Tenho certeza de que o pessoal vai ter muitas perguntas, e estou muito animada para responder”, contou.
Além do grupo que desembarcou nesta terça-feira (25) no Brasil, outro chegou na noite de segunda (24) e o último desembarcará na quinta (27). De volta ao Paraná, os estudantes se tornam embaixadores do programa, ao lado dos "paranaenses-canadenses" do primeiro semestre, e vão participar de ações nos colégios para compartilhar as experiências e estimular o engajamento escolar.
GANHANDO O MUNDO – O programa de intercâmbio financiado pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (Seed-PR) oferece vivência em uma escola do Exterior com a prática da língua inglesa, hospedagem com uma família local, desenvolvimento da autonomia e ampliação dos repertórios culturais e acadêmicos dos estudantes. Os alunos da primeira edição passaram um semestre letivo no Canadá, entre fevereiro e julho deste ano.
Em cada edição, foram selecionados 100 estudantes, cada um de uma cidade do Estado. Puderam participar do processo seletivo alunos regularmente matriculados na 1ª série do ensino médio em um colégio público da rede estadual, que cursaram do 6º ao 9º ano do ensino fundamental em um colégio da rede pública, além de ter no mínimo 14 e no máximo 17 anos e seis meses de idade na data de retorno ao Brasil.
Era preciso ter frequência igual ou superior a 85% em cada disciplina no ano letivo de 2021 e ter médias anuais do 9º ano, em 2021, iguais ou superiores a 7 em cada disciplina da BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Dentro desses critérios, foram selecionados os alunos com as melhores notas.
Antes da viagem, eles fizeram um curso de inglês preparatório promovido pela Seed-PR em parceria com a Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), por meio da Universidade Virtual do Paraná (UVPR) e do Programa Paraná Fala Idiomas (PFI).
Por - AEN
A Secretaria da Administração e da Previdência (Seap), por meio do Departamento de Gestão do Transporte Oficial (Deto), divulgou nesta terça-feira (25) leilão de veículos e sucatas.
No total, são 334 veículos, divididos em 287 lotes, sendo 269 de veículos recuperáveis e 18 de sucata, com lotes a partir de R$ 734,85.
A abertura para lances será no dia 14 de novembro. De acordo com o , o prazo será será de 21 a 23 de novembro, a partir das 9h.
Os interessados em visitar os lotes devem se atentar as datas e horários indicados abaixo:
I – Lotes 01 ao 246, - Município de São José dos Pinhais – Pátio da Polícia Civil: Rua Vanderlei Moreno, n.º 14.000, Borda do Campo - aberto para visita dia 16/11/2022 a 17/11/2022, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h.
II – Lotes 247 ao 265, - Município de Curitiba – Pátio da Polícia Científica: Rua Paulo Turkiewicz, n.º 150, Tarumã - aberto para visita dia 18/11/2022, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h.
III – Lotes 266 ao 287, - Município de Curitiba – Pátio da Emater: Rua Engenheiro Gastão Chaves, n.º 162, Santa Cândida - aberto para visita dia 18/11/2022, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h.
Para participar do leilão é necessário fazer o cadastro no portal do leiloeiro oficial até às 18h do dia 17 de novembro.
Por - AEN
Começa nesta terça-feira (25) a aplicação da Prova Paraná Mais para os estudantes da rede estadual de ensino.
A avaliação teve sua última edição em 2019. Ela não foi aplicada em 2020 e 2021 devido aos impactos da pandemia no andamento dos respectivos anos letivos. A prova segue até o dia 3 de novembro, dependendo da instituição de ensino.
Diferente da Prova Paraná regular, aplicada para todos os alunos da rede a cada trimestre, a Prova Paraná Mais é direcionada aos estudantes no fim de cada etapa de ensino: 5º ano do fundamental, o último dos anos iniciais; 9º ano do fundamental, o último dos anos finais; e 3ª série do ensino médio (ou 4ª série para alguns do antigo formato). A avaliação também é focada nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, ao contrário da edição regular, que abrange quase todos os componentes curriculares.
“A Prova Paraná Mais e a Prova Paraná têm muitas diferenças. A Prova Paraná é uma avaliação diagnóstica do trimestre, ela avalia apenas os conteúdos daquele trimestre específico e a gente entrega para cada professor, para cada escola, esse resultado – é algo muito imediato", explica o diretor de Educação da Seed-PR, Roni Miranda.
“Já a Prova Paraná Mais é uma avaliação de desempenho, para ver os níveis de aprendizagem dos estudantes. O conteúdo avaliado para o ensino fundamental anos finais, por exemplo, vai desde o 6º até o 9º ano. Cai uma gama diversificada de conteúdos, é uma avaliação de etapa inteira”, finaliza o diretor, que destaca que a avaliação segue as matrizes de referência do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica).
Na prática, além dos conteúdos abordados, a avaliação segue os mesmos parâmetros de aplicação do Saeb, exame aplicado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) e que compõe o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Contando com os alunos do 5º ano das redes municipais, ao todo mais de 350 mil estudantes devem realizar a prova até o início do mês que vem, uma vez que cada colégio definiu a data de aplicação dentro do período entre 25/10 e 03/11.
FORMATO – Para o 5º ano são 44 questões, sendo 22 de Língua Portuguesa e 22 de Matemática. Já para o 9º ano e ensino médio são 52 questões, sendo 26 de Língua Portuguesa e 26 de Matemática. A avaliação tem duração de 2h30.
GANHANDO O MUNDO – Além de possibilitar diagnosticar a qualidade da educação pública em todo o estado do Paraná, a Prova Paraná Mais retorna com uma novidade na edição de 2022. A nota da avaliação do 9º ano vai ser requisito para classificação da futura edição do programa Ganhando o Mundo, que terá o aumento na oferta de vagas, bem como dos destinos oferecidos para o intercâmbio.
Por - AEN
O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) desenvolveu um novo ensaio laboratorial voltado para a indústria alimentícia.
Trata-se da análise que identifica a presença de resíduos de soja em alimentos, solução que auxilia as empresas a atenderem aos requisitos de rotulagem, fornecendo informações técnicas seguras sobre seus produtos.
O diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, destaca que o Instituto trabalha de forma contínua para desenvolver novos serviços de apoio ao setor produtivo, entre eles os ensaios que auxiliam as empresas a se adequarem à legislação. “A validação técnica realizada pelo Tecpar oferece à indústria uma garantia de que seu produto foi testado e aprovado dentro dos mais rígidos protocolos de controle de qualidade, alinhados com as normativas da Anvisa e normas vigentes”, afirma.
No Brasil, a informação nutricional nos rótulos dos alimentos é obrigatória por lei. Para colocar no mercado um produto regularizado, as indústrias devem estar atualizadas quanto às normas legais de rotulagem. Entre as regras em vigor estão as específicas para produtos que causam alergias alimentares, como é o caso da soja.
ALÉRGENOS – Os alimentos alérgenos são aqueles com mais chances de causar reações adversas no sistema imunológico de indivíduos sensíveis. A reação alérgica acontece quando uma pessoa ingere ou entra em contato com determinadas substâncias, que podem ser tóxicas ou não para ela.
A soja está entre os 18 principais alimentos que causam alergias alimentares elencados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As ocorrências de reações alérgicas à soja são mais comuns em crianças, porém raras em adultos. No geral, estima-se que o problema afete menos de 0,5% da população.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) identifica oito proteínas alergênicas na soja, das quais sete podem provocar alergia alimentar. Estas proteínas são resistentes a altas temperaturas, ao suco gástrico ácido e às enzimas digestivas. Quando cozidas, o seu potencial alergênico aumenta.
CONTAMINAÇÃO CRUZADA – Responsável pela regulação da rotulagem de alimentos, a Anvisa é quem estabelece as informações que um rótulo deve conter, visando à garantia de qualidade do produto e a proteção da saúde do consumidor. No caso dos alimentos alérgenos, as regras estão descritas na RDC 26/2015.
Segundo a gerente do Centro de Tecnologia em Saúde e Meio Ambiente do Tecpar, Daniele Adão, a análise e a rotulagem correta dos produtos evita que os consumidores com alergia à soja tenham acesso a produtos com resquícios dessa substância.
Além de estar atentas para a formulação dos alimentos alergênicos, as empresas precisam fazer um rígido controle para saber se existe contaminação cruzada. Ela acontece quando há a presença de um alérgeno alimentar no produto, que não foi adicionado ali intencionalmente. Isso pode ocorrer durante o cultivo, ou nas fases de produção, manipulação, processamento, preparação, tratamento, armazenamento, embalagem, transporte ou conservação de alimentos. Pode, ainda, ser resultado da contaminação ambiental.
“Sem uma análise rigorosa e a rotulagem correta dificilmente o consumidor poderá identificar a presença da soja nos alimentos, já que ela pode ser adicionada como um ingrediente composto, especialmente em alimentos processados. Os ensaios realizados pelo Tecpar também auxiliam nesta identificação”, salienta.
OUTRAS ANÁLISES – O Laboratório de Alimentos do Tecpar realiza análises em diversos tipos de alimentos alérgenos. As empresas que atuam na produção de alimentos sem glúten, por exemplo, podem solicitar a validação técnica do instituto, que analisa a presença de glúten em alimentos rotulados como livres dessa substância.
Também é possível solicitar ensaios para verificar a presença de lactose em produtos alimentícios e laticínios. Segundo a Anvisa, a declaração de presença de lactose e glúten nos rótulos dos alimentos é obrigatória.
Por - AEN
A participação do modal ferroviário no transporte de cargas pelos portos do Paraná subiu de 19,6%, em 2021, para 20,2% em 2022, quase um ponto percentual.
Considerando os nove primeiros meses do ano, foram 9.022.935 toneladas de produtos que chegaram ou saíram em vagões. No mesmo período do ano passado, 8.752.258 toneladas.
“Pode até parecer um aumento pequeno, mas quando falamos em participação do modal ferroviário qualquer ponto porcentual de aumento é significativo, principalmente se considerarmos que a estrutura ferroviária é a mesma, o que vai mudar com os projetos que estamos implementando”, disse o diretor de Operações da Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior.
Enquanto subiu o uso da ferrovia, o volume de carga pelo modal rodoviário registrou pequena diminuição, de 77,9% de janeiro a setembro de 2021 para 77,1% neste ano. Foram 34.383.334 toneladas movimentadas em caminhões em 2022; no ano passado, foram 34.641.812 toneladas.
Na especificação de carga, houve crescimento no volume do granel líquido movimentado pelo Porto de Paranaguá. Em 2021, nos nove meses, 1.091.957 toneladas (31%) chegaram por esta via. Neste ano, 1.186.501 toneladas (33,15%). Entre eles, apenas os derivados de petróleo também utilizam a ferrovia. Das 3.579.189 toneladas totais movimentadas dos produtos neste ano, 420.852 toneladas (11,76%) chegaram ou saíram em vagões. As outras 1.971.836 toneladas foram por rodovias (55,09%).
“A participação do modal ferroviário aumentou significativamente no transporte dos derivados de petróleo”, destaca Teixeira. Em 2021, apenas 7% das 3.475.986 toneladas foram movimentadas em vagões, ou seja, 231.582 toneladas. O restante, 62%, pelo modal rodoviário: 2.152.447 toneladas.
PRODUTOS – Os produtos que mais utilizam a ferrovia para chegarem ou saírem dos portos paranaenses foram açúcar (80,4% em vagões); milho (35,39%); soja (20,86%); farelo de soja (20,09%); contêineres (14,03%); e os derivados de petróleo (11,76%).
“Os números desses três primeiros trimestres do ano comprovam que têm dado resultado os nossos esforços em equalizar a participação dos modais, principalmente aumentando o uso do transporte ferroviário”, afirma o diretor de Operações.
Segundo ele, com o avanço de projetos como o do “Moegão” (Cais Leste), de descarga ferroviária centralizada, a tendência é que aumente ainda mais, com melhores resultados. “O foco do projeto é o segmento dos granéis sólidos de exportação e a ferrovia. Porém, com o que estamos propondo, os resultados serão benéficos a todos os demais segmentos e também ao transporte rodoviário e à comunidade”, completa Teixeira, se referindo, principalmente, à redução das interferências rodo/ferroviárias.
Com capacidade para receber até 180 vagões simultaneamente, a expectativa é que o Moegão permita a descarga de mais 24 milhões de toneladas de grãos e farelos, por ano.
Tabela de participação do modal ferroviário:

A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda, causada pelo poliovírus e que pode provocar graves implicações no sistema nervoso central, como atrofia e paralisia de membros, especialmente dos inferiores.
Como meio de incentivar a conscientização sobre a doença, foi instituído, em 24 de outubro de 1984, o Dia Mundial do Combate à Poliomielite, em alusão ao nascimento de Jonas Salk, líder da primeira equipe que desenvolveu uma vacina contra a doença. Esta segunda-feira (24) marca, portanto, 38 anos da implementação da data.
“Essa é uma doença grave e que se prolonga por um período longo da história da medicina. Apesar de já a termos vencido uma vez, ela pode retornar, sobretudo devido a baixos índices de vacinação e disseminação de fake news. Por isso, a data representa um momento definitivo para alertar, novamente, sobre a importância fundamental da imunização”, comentou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
No Brasil, a forma mais tradicional de imunização se dá pela vacinação oral, popularmente conhecida como “gotinha”. Todas as crianças com menos de 5 anos devem estar devidamente protegidas, o que impede a poliomielite de prosperar.
“A aplicação da vacina oral contra a poliomielite, a famosa 'gotinha', é um marco para a história científica. Seu criador, o doutor Albert Sabin, esteve em Curitiba, no prédio da Sesa, durante a década de 80, para difundir sua vacinação num momento marcante para nosso Estado”, completou o secretário. “Portanto, temos uma missão valorosa, de seguir seu exemplo e apostar na ciência para a proteção de todos”.
De acordo com o Ministério da Saúde, o índice de vacinação de 2022 é o mais baixo dos últimos 30 anos no Paraná. Embora a meta de imunização seja de 95% para crianças com menos de 5 anos, apenas 74,03% do público estimado recebeu a vacina. Em recente campanha nacional, a estimativa era vacinar mais de 620 mil crianças em todo o Estado, mas o número de doses aplicadas foi de 459 mil.
Para incentivar ainda mais a vacinação, a Saúde pede adesão das prefeituras e da sociedade civil organizada, que tem um grande papel na difusão de boas informações sobre a saúde pública. "Instituições como os Rotarys Clubes têm realizado um grande trabalho de responsabilidade social ao longo dos anos em promover ações e elevar o nível de consciência da população acerca da vacinação”, arrematou Beto Preto.
Por - AEN




.jpg)



-PortalCantu-15-01-2026_large.png)
-PortalCantu-15-01-2026_large.png)
-PortalCantu-15-01-2026_large.png)
-PortalCantu-15-01-2026_large.png)


-PortalCantu-15-01-2026_large.png)
-PortalCantu-15-01-2026_large.png)
-PortalCantu-15-01-2026_large.png)
-PortalCantu-15-01-2026_large.png)
-PortalCantu-15-01-2026_large.png)
-PortalCantu-15-01-2026_large.png)
-PortalCantu-15-01-2026_large.png)
-PortalCantu-15-01-2026_large.png)






_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)