A fim de contribuir separação e gestão corretas dos resíduos sólidos administrativos recicláveis provenientes do Poder Executivo, o Governo do Paraná por meio da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), divulgou nesta semana uma cartilha para auxiliar na implementação da coleta seletiva dentro de cada órgão. Ela pode acessada diretamente no site da Sedest.
Além de explicar a cadeia de logística reversa e os princípios da coleta seletiva, a cartilha mostra um exemplo de fluxo de gerenciamento de resíduos e sugere, como forma de acompanhamento e avaliação das atividades, a realização de reuniões periódicas. Ela apresenta detalhes da Comissão para a Gestão e Gerenciamento da Coleta Seletiva, símbolos da reciclagem, formas de diagnosticar as ações e metas de educação ambiental.
O secretário do Desenvolvimento Sustentável, Valdemar Bernardo Jorge, diz que o Paraná possui hoje uma legislação ampla sobre a cadeia de logística reversa e reciclagem. “Fizemos essa cartilha para explicar de forma didática o que é o mais necessário para a administração pública”, afirmou.
Victor Hugo Fucci, coordenador de Saneamento Ambiental e Economia Circular, disse que a Comissão para a Gestão e Gerenciamento da Coleta Seletiva, por exemplo, pode ajudar a ampliar as iniciativas. “A comissão tem a importante missão de implantar e supervisionar a separação dos resíduos sólidos administrativos recicláveis gerados por cada órgão público do Poder Executivo”, afirmou.
LEGISLAÇÃO – A partir do Decreto 8.426/2017, que dispõe sobre a obrigatoriedade da separação seletiva dos resíduos sólidos administrativos recicláveis gerados pelos órgãos e entidades do Poder Executivo, o Estado deu início a um projeto que visa a gestão eficiente com a adoção de práticas adequadas de segregação e coleta, além do estabelecimento de parcerias estratégicas com cooperativas e associações de materiais recicláveis.
Essa cartilha é mais uma das ações desenvolvidas pela Sedest no âmbito dos resíduos sólidos urbanos. Além dela, será elaborado um questionário com perguntas pertinentes para realizar o levantamento de informações de como cada entidade governamental está trabalhando com sua comissão executiva e qual o alcance que o projeto estabelece. Desta forma, deverão ser definidas metas, atividades, responsáveis, cronograma e indicadores.
Por - AEN
A frota de veículos do Estado contabilizou 8.358.311 em 2023, 12% a mais do que em 2019, quando somava 7.453.198 veículos. Em relação a 2013 (6.159.417), o aumento é de 35,6%. Os dados são do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR), que publica a base de dados estatísticos desde janeiro de 2007 – naquela ocasião eram 3.693.284 veículos.
De acordo com o último Censo, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2022, a população do Paraná é de 11.444.380 habitantes. Na comparação com a quantidade de veículos, a relação é de 0,73 carro por pessoa.
A frota do Estado é composta principalmente por automóveis (4.731.957), motocicletas (1.223.839), caminhonetes (771.188), motonetas (342.265) e caminhões (293.589). São, ainda, 42.223 ônibus, 25.706 micro-ônibus e 2.827 triciclos.
As cidades paranaenses com mais veículos registrados são Curitiba, com 1.566.008, Londrina (419.119), Maringá (344.136), Cascavel (270.288), Ponta Grossa (238.905), São José dos Pinhais (236.193), Foz do Iguaçu (206.512), Colombo (154.421), Guarapuava (130.038) e Toledo (121.870). As com menos veículos registrados são Nova Aliança do Ivaí (853), Santa Inês (977), Mirador (978), Guaraqueçaba (987), Jundiaí do Sul (1.237), Miraselva (1.310), Iguatu (1.349) e São Manoel do Paraná (1.381).
O diretor-presidente do Detran-PR, Adriano Furtado, afirma que a frota de veículos no Brasil é uma das maiores do mundo e desempenha um papel importante na mobilidade e na economia do País. “O aumento expressivo na frota de veículos não apenas reflete o crescimento econômico e demográfico do Paraná, mas também sublinha os desafios de mobilidade urbana e infraestrutura viária do futuro”, destaca.
Ele também reforça que os dados de 2024 indicam crescimento de emplacamentos. O resultado de fevereiro já aponta 8.392.822 veículos, aumento de 34.511 carros.
Evolução da frota de veículos no Paraná nos últimos cinco anos:
2019: 7.453.198
2020: 7.661.859
2021: 7.900.866
2022: 8.112.645
2023: 8.358.311
Por AEN/PR
O Governo do Estado prorrogou por meio da Resolução Conjunta SEDEST/IAT Nº 004/2024 publicada no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira (27) os prazos para o preenchimento da Plataforma Contabilizando Resíduos, da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (Sedest), que se encerrariam domingo (31).
Agora, municípios podem preencher o módulo de “Resíduos Sólidos Urbanos - RSU” até 31 de julho de 2024.
Fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes dos produtos e embalagens pós-consumo também têm até 31 de julho de 2024 para apresentação, de forma individual ou coletiva, do Relatório Comprobatório dos Planos de Logística Reversa. Este relatório deve conter as informações e resultados, tendo como base o ano anterior (janeiro a dezembro) a fim de que seja avaliado e aprovado, e emitido documento que ateste sua aprovação pela Secretaria. A plataforma e os manuais de utilização podem ser acessados no site da SEDEST.
O coordenador de Gestão Econômica e Territorial da Sedest, Filipe Dalboni, afirma que havia necessidade de prorrogar o prazo para garantir a qualidade dos dados recebidos. “Aumentamos o prazo para que tivéssemos tempo hábil de fornecer uma formação online para quem está com dificuldades de preenchimento da plataforma, a fim de que possamos obter dados mais fidedignos”, explica.
A formação online ainda não possui data marcada, mas está prevista para ocorrer ainda em abril e buscará trazer informações aos gestores municipais sobre o preenchimento adequado da Plataforma Contabilizando Resíduos - Módulo RSU. Os municípios serão informados do dia da formação por meio do Grupo R-20.
OUTROS PRAZOS - Dentro deste contexto, a Sedest definiu 31 de outubro de 2024 como o prazo aos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes dos produtos e embalagens pós-consumo sujeitos à logística reversa submeterem o Plano de Logística Reversa referente ao ano de 2025. A razão desta definição é garantir que os empreendimentos sujeitos à logística reversa entrem no ano de 2025 com seus planos devidamente aprovados.
Para aqueles que que iniciarem suas atividades entre 01/11/2024 e 31/12/2024, será admitida a apresentação de seus respectivos Planos de Logística Reversa dentro deste período.
Dalboni reiterou a importância de municípios e entidades privadas estarem em dia com os prazos legais de preenchimento da Plataforma. “Queremos que os municípios estejam em dia com suas obrigações referentes aos resíduos sólidos urbanos, e lembramos que as empresas que não enviarem suas comprovações poderão ter dificuldade em renovar algumas licenças”, pontua.
SOBRE A PLATAFORMA - O Sistema Estadual de Informações sobre Resíduos Sólidos do Estado do Paraná, a plataforma digital Contabilizando Resíduos, é uma ferramenta de gestão e planejamento sobre os resíduos sólidos do Estado, a qual foi instituída pela Lei Estadual nº 20.607, de 10 de junho de 2021, e teve seus critérios e procedimentos regulamentados pelas Resoluções Conjuntas Sedest/IAT n° 20, de 20 de julho de 2021, e n° 22, de 28 de julho de 2021.
Por - AEN
A qualidade dos docentes das escolas estaduais do Paraná é reconhecida por pais e estudantes.
De acordo com sondagem do Instituto Paraná Pesquisas, 96% dos estudantes do Ensino Médio e 94% do Ensino Fundamental aprovam os professores. Entre os pais, o índice de satisfação chega a 96%.
O secretário de Educação, Roni Miranda, afirma que o papel dos docentes para a trajetória dos estudantes extrapola a transmissão de conhecimento. “Eles são verdadeiros agentes de transformação na vida de seus alunos. A Secretaria de Estado da Educação do Paraná reafirma seu compromisso em valorizar e apoiar os educadores, reconhecendo o papel fundamental que desempenham na construção de uma educação de qualidade e inclusiva em todo o estado”.
ATENÇÃO - Solange Rodrigues da Costa tem três filhas matriculadas no Colégio Estadual Rocha Pombo, em Antonina, litoral: Gabriela Vitória, do 6º ano do Ensino Fundamental; Ana Beatriz, do 8º ano do Ensino Fundamental, e Raquele, do 2º ano Ensino Médio. Para a mãe, a dedicação dos docentes fica evidente não só na atuação em sala de aula.
“Dá para ver em cada um o amor pela profissão. Quando é uma época festiva, por exemplo, eles sempre propõem algo diferente. Eles ajudam os alunos na decoração da escola. São profissionais maravilhosos, muito atenciosos com os pais e alunos”, relata Solange.
O professor Cássio Santos, que leciona Português e Inglês na Educação de Jovens e Adultos no CEEBJA Barigui, em Curitiba, ressalta que estabelecer relação próxima entre docente e estudantes é importante.
“Nas escolas temos pluralidade de pessoas, de culturas, de ideias, de vivências. Os alunos se sentem acolhidos pelos educadores em suas particularidades, por isso essa satisfação com os professores. Eu me sinto muito à vontade trabalhando na educação de jovens e adultos e gosto muito desse ofício”, declara o docente.
Para o estudante Ezequiel Jacinto Rodrigues Wassuaski, 16 anos, que cursa o 2º ano do Ensino Médio no Colégio Cívico-Militar Semíramis de Barros Braga, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, os professores incentivam positivamente.
“Eu adoro participar das aulas, fazer perguntas e adquirir cada vez mais conhecimento. Acho incrível a disposição e atenção dos professores na sala de aula, interagindo com os alunos, ensinando e nos influenciando a ser pessoas melhores. Nossos professores fazem de tudo por nós, por isso temos cada vez mais vontade de estudar e nos esforçamos para sermos cidadãos de bem.”
RESULTADOS - Os resultados explicitados pela pesquisa conduzida pelo Instituto Paraná Pesquisas mostram o reconhecimento da comunidade acadêmica aos docentes, que desempenham papel fundamental na formação dos estudantes. A pesquisa foi feita por entrevistas telefônicas, não robotizadas, com 1.515 pais ou responsáveis, 1.511 estudantes do ensino médio, 1.546 estudantes do ensino fundamental, 1.530 professores e 290 diretores. O grau de confiança é de 95%.
Por - AEN
Um jovem de 23 anos foi preso com carro carregado com maconha após bater contra barranco na BR 277 em Guarapuava, no Centro-Sul do Paraná, na manhã de quinta-feira (28).
A equipe da PRF (Polícia Rodoviária Federal) deu ordem de parada ao motorista do Chevrolet Celta, no entanto ele não obedeceu e fugiu sentido decrescente, em direção à Prudentópolis.
Durante a tentativa de fuga, o condutor do veículo realizou diversas manobras proibidas, transitando na contramão, nos acostamentos quando havia e realizando ultrapassagem proibida em trecho sinalizado com faixa contínua amarela, tendo quase jogado para fora da pista outro veículo que seguia na mesma direção.
Após cerca de 10 quilômetros de perseguição, o rapaz perdeu o controle da direção, saiu da pista, rodou e bateu contra o barranco.
Feita a checagem no veículo, foi encontrada maconha no porta-malas, além de vários tabletes espalhados pela via devido ao acidente. Ao todo foram apreendidos 80 quilos.
O motorista afirmou que pegou o entorpecente em Laranjeiras do Sul e que entregaria em Joinville, no estado de Santa Catarina.
Diante dos fatos, o envolvido foi encaminhado sem ferimentos e com o uso de algemas para a Polícia Federal de Guarapuava, à princípio, pelo crime de tráfico de drogas (art 33º da lei 11.343/2006).
Por - Catve
O clima é fator primordial para o desenvolvimento das plantas, determinando a germinação, o crescimento, a floração, a qualidade e a produtividade de cada espécie.
Os famosos produtos da época são mais frescos, com melhor sabor e aroma, ricos em nutrientes e antioxidantes, pois acompanham o ritmo das estações do ano em harmonia com a natureza. Com a maior oferta os preços também são mais acessíveis. Essa é uma dica para o outono, que começou há alguns dias.
Isabelle Lecheta, produtora rural de Tijucas do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, trabalha na produção de diversos alimentos dessa estação em sua propriedade: rúcula, rabanete, salsinha, espinafre, almeirão, radite, cebola, alho, couve, ervilha-torta, brócolis, couve-flor, repolho, alface, acelga, couve pak-choi, hortelã, melissa, poejo, beterraba, cenoura, alcachofra, couve de bruxelas, cebolinha e agrião. Entre as frutas de destaque no outono estão laranja, caqui, goiaba, abacate, kiwi, pera e uva.
Segundo a produtora, além de fazer bem para a saúde, escolher vegetais da estação é uma forma de consumo mais sustentável para o planeta. “São produtos fáceis de cultivar, consomem menos recursos, trazem benefícios para a saúde do ser humano e do meio ambiente”, afirma.
Ela é produtora orgânica e sintrópica – sistema de produção que propõe reordenar e restaurar o ambiente natural e florestas. A proposta é unir, na mesma área, a produção de hortaliças, frutas e madeira, que também recupera áreas degradadas e protege o meio ambiente.
BOLSO – Engenheiro agrônomo do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), Moacir Darolt destaca que os preços elevados de alimentos produzidos fora de sua temporada ocorrem devido à compra de diferentes regiões e estados, além da importação de outros países, ou ao cultivo em ambientes controlados.
“Do ponto de vista da produção, oferecer alimentos fora de estação significa modificar o ciclo natural das plantas. Para isso, são utilizados processos que artificializam os nutrientes da terra, estufas que controlam a iluminação e a temperatura do ambiente onde estão as culturas, além do uso de mais defensivos químicos para combate a pragas e doenças”, acrescenta.
Darolt aponta que esses alimentos, muitas vezes armazenados em câmaras frias por longo tempo, podem ter recebido maior quantidade de pesticidas ou passado por métodos de conservação que comprometem sua qualidade biológica. “A escolha ideal seria optar por alimentos da região e produzidos de forma orgânica, verificando sempre a sua procedência”, aconselha.
PINHÃO – Outro alimento típico da estação é o pinhão. Seguindo orientação do Instituto Água e Terra (IAT), a semente, um dos mais emblemáticos símbolos do Paraná, já poderá ser colhida, armazenada e comercializada a partir da próxima segunda-feira (1º). A medida, contudo, só é válida para pinhões que já tenham atingido o período completo de maturação, cuidado necessário para ajudar na preservação da espécie e também garantir a saúde dos consumidores. A safra se estende normalmente até junho.
Por - AEN



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