O prazo para que os municípios e setores empresariais do Paraná encaminhem à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) informações sobre o gerenciamento de resíduos sólidos foi prorrogado.
Agora, os municípios terão até 31 de agosto para preencherem os questionários de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), e de Gestão de Associações e Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis e Reutilizáveis, que visam coletar informações sobre a gestão municipal de resíduos.
Para a mesma data, os setores empresariais (fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos e embalagens) deverão encaminhar o Plano de Logística Reversa (PLR) referente ao ano de 2024. O PLR de 2025 também deverá ser encaminhado até o dia 31 de outubro.
O preenchimento dos questionários pelos municípios faz parte das obrigações regulamentadas pela Lei Estadual 20.607/2021, implementadas pelo Governo do Estado através da Sedest. "Esses dados são muito importantes para o Estado, pois permitem a previsão de projetos, ações e direcionamentos de recursos. Por isso, é importantíssimo e imprescindível que os municípios preencham esses questionários", destaca a coordenadora de Saneamento Ambiental e Economia Circular da Sedest, Isabella Tioqueta.
A coordenadora também ressalta que o envio do PLR pelas empresas contribui para a realização de novos planejamentos na área e no acompanhamento da expansão das metas geográficas e de recolhimento.
"Por meio desses planos nós vamos saber onde existem pontos de recebimento, os Ecopontos, de produtos e embalagens passíveis de logística reversa, onde as pessoas podem levar pilhas, baterias, lâmpadas, pneus e assim por diante. Todas essas informações também colaboram com a Sedest no planejamento estratégico, na formulação de políticas públicas, e na atualização do Plano Estadual de Resíduos Sólidos", acrescenta Isabella.
A apresentação do PLR e o preenchimento dos formulários RSU e de gestão de associações e cooperativas são obrigatórios. Caso empresas e municípios deixem de cumprir as obrigações dentro do prazo, podem ser aplicadas algumas penalidades, como a não liberação do licenciamento ambiental para empresas e a não recepção de recursos estaduais para os municípios.
PROCEDIMENTO – Os municípios podem preencher AQUI o questionário da Gestão Municipal de RSU, e neste link o questionário de Gestão de Associações de Catadores.
Já os setores empresariais podem encaminhar o PLR de 2024 e 2025 pelo sistema estadual de protocolo, através do site do Eprotocolo. O modelo de Plano de Logística Reversa pode ser obtido pelo site da Sedest.
AÇÕES – O gerenciamento inadequado dos resíduos gerados provoca diversos problemas no meio ambiente, tais como a poluição do solo, do ar, das águas superficiais e subterrâneas, além de causar danos à saúde humana com a transmissão de doenças infecciosas transportadas por vetores.
Por isso, para promover a gestão correta dos resíduos sólidos urbanos e a operacionalização da logística reversa, a Sedest executa, por meio da Lei 20.607/21, o Plano Estadual de Resíduos Sólidos com o apoio do Instituto Água e Terra (IAT) e de prefeituras e entidades representativas.
Entre as ações desenvolvidas pelo Plano, destacam-se o Programa de Tecnologia e Inovação, que incentiva a adoção de soluções tecnológicas consorciadas entre municípios para tratamento e disposição adequada dos resíduos, e o Programa de Regionalização, que fomenta o sistema de consórcios por meio dos quais os o custos para a disposição de resíduos é dividido entre diferentes municípios.
Em caso de dúvidas, é possível entrar em contato com a Sedest via WhatsApp pelo número (41) 99248-2170, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelos telefones fixos (41) 3304-7700/7767/7794.
Por -AEN
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) promove nos dias 21 e 22 de agosto, em Curitiba, o I Encontro de Médicos Veterinários SIM/Susaf/PR, que reunirá profissionais responsáveis pelos Serviços de Inspeção Municipais (SIM) e consórcios integrantes do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf/PR). O evento acontece na Sala de Convenções da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep).
O objetivo é promover a interação e a troca de experiências entre os fiscais de defesa agropecuária da Adapar que atuam na inspeção de produtos de origem animal e os Serviços de Inspeção Municipais que aderiram ao Susaf/PR.
O Susaf/PR é uma iniciativa do governo estadual que permite que agroindústrias que possuem apenas o registro no SIM comercializem seus produtos em todo o Paraná. Para isso, é necessário que o município tenha um sistema bem estruturado e que atenda as exigências higiênico-sanitárias legais e critérios da Adapar.
Segundo a chefe do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal e Vegetal da Adapar (DPAV), Mariza Koloda, o evento também busca mostrar canais de informações, divulgar ações entre os serviços, estimular a indicação de estabelecimentos ao Susaf/PR e apresentar os médicos veterinários aos parceiros e entidades representativas do setor.
“É uma ótima oportunidade para agregar um pouco dos conhecimentos que o Estado tem em seus 30 anos de Inspeção de Produtos de Origem Animal — SIP/POA e de instituições afins, e para os gestores dos serviços municipais promoverem o networking com parceiros relevantes do setor”, afirma.
A programação inclui palestras com temas sobre os serviços de inspeção, a aplicação da legislação e a qualidade sanitária para os municípios do consórcio. A iniciativa é vista pela DPAV como uma importante oportunidade para consolidar o trabalho dos médicos veterinários nos municípios e reforçar a segurança alimentar dos produtos de origem animal no Paraná.
SISTEMA – O Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf/PR), criado por lei em 2013 e regulamentado em 2020, destina-se especialmente à agroindústria familiar e de pequeno porte. Para obter o selo Susaf/PR, é exigido que as agroindústrias estejam registradas no Sistema de Inspeção Municipal (SIM).
Este selo pode ser concedido a municípios ou consórcios intermunicipais que apresentem como atribuição o serviço de inspeção e que ele seja estruturado, garantindo a qualidade dos produtos. Dados do DPAV demonstram que até o momento 153 municípios já aderiram ao sistema. A meta do Estado é chegar a 200 municípios integrados ao consórcio até 2026.
Por - AEN
As Agências do Trabalhador e postos avançados do Paraná começam a semana com a oferta de 21.242 vagas de emprego com carteira assinada.
A maior parte é para alimentador de linha de produção, com 5.950 oportunidades. Na sequência, aparecem as de abatedor, com 735 vagas, faxineiro, com 720, e operador de caixa, com 691.
A Grande Curitiba concentra o maior volume de postos de trabalho disponíveis (5.604). São 588 vagas para alimentador de linha de produção, 367 para operador de telemarketing ativo e receptivo, 357 para faxineiro e 277 para auxiliar nos serviços de alimentação.
A Agência do Trabalhador Central (Curitiba) oferta 98 vagas para profissionais com ensino superior e técnico em diversas áreas, com destaque para técnico de instalação de sistemas óticos (cursando técnico na área de Informática, TI ou Telecomunicações) com 50 vagas, técnico em gastronomia (curso técnico ou superior em gastronomia), com 10 vagas, supervisor administrativo (curso técnico na área de Informática, TI, Telecomunicações ou vendas), com seis vagas, e intérprete de Libras (superior em Pedagogia ou Letras com curso de libras), com três vagas.
Há vagas para profissionais com ensino superior, ainda, para contador, técnico de eletromecânica, engenheiro elétrico, engenheiro civil, analista de infraestrutura e profissional para aulas do ensino fundamental. Há, ainda, 18 ofertas de estágio em diferentes segmentos: auxiliar administrativo, auxiliar contábil, técnico de edificações e auxiliar financeiro.
A região de Cascavel tem 4.722 vagas abertas, com 1.450 oportunidades para alimentador de linha de produção, 494 para abatedor, 250 para magarefe e 170 para servente de obras.
Londrina (2.728), Campo Mourão (2.055), Pato Branco (1.575) e Foz do Iguaçu (1.358) também reúnem ofertas em todos os segmentos da economia. Em Londrina, as funções que lideram as ofertas de vagas são alimentador de linha de produção, com 825 vagas, operador de caixa, com 139, ajudante de motorista, com 131, e servente de obras, com 93 oportunidades. Na região de Campo Mourão, há oferta de emprego para as funções de alimentador de linha de produção, com 817 oportunidades, magarefe, com 238, abatedor, com 94, e trabalhador volante da agricultura, com 83.
Em Pato Branco, os destaques são para alimentador de linha de produção (558), magarefe (85), repositor de mercadorias (83) e operador de caixa (66). Na região de Foz do Iguaçu, são ofertadas 573 vagas para alimentador de linha de produção, 103 para repositor de mercadorias, 62 para operador de caixa e 60 para abatedor.
Em Ponta Grossa, são 86 vagas para alimentador de linha de produção e 21 para trabalhador de extração florestal em geral. Em Guarapuava, na região Centro-Sul, são 31 vagas para atendente de lojas e mercados, 23 para operador de caixa e 22 para vendedor de comércio varejista.
ATENDIMENTO – Os interessados devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é que o atendimento seja feito com horário marcado.
Confira a quantidade de vagas por regional da Agência do Trabalhador .
Por - AEN
O Paraná ultrapassou em 2023 a marca de 4 milhões de casas com acesso à internet, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (16).
Com isso, a proporção de domicílios com algum tipo de conexão chegou a 92,9% - ou seja, 9 em cada 10 casas têm acesso.
O índice evidencia uma evolução consistente ao longo dos anos no Estado. Em 2019, o Paraná tinha 3,4 milhões de domicílios com conexão, com uma cobertura de 86% das residências. Em números absolutos, a pesquisa aponta que mais de 600 mil casas passaram a ter conexão à internet ao longo de quatro anos.
O índice de 92,9% de domicílios conectados no Estado alcançado em 2023 também é superior à média nacional. Em todo o Brasil, a cobertura de casas conectadas é de 92,5%, o que representa um total de 72 milhões de residências com internet.
Considerando o número de pessoas com acesso à internet, a pesquisa diz que 88,2% dos paranaenses com 10 anos ou mais utilizaram a rede em 2023, o que significa que mais de 9 milhões de pessoas no Estado acessaram a internet ao longo do ano.
Em 2019, eram 8,18 milhões de pessoas com mais de 10 anos no Paraná com acesso à rede, o que representava 83% da população naquele momento. Em quatro anos, cerca de 838 mil pessoas passaram a utilizar a internet, segundo a pesquisa.
FAIXAS ETÁRIAS – A pesquisa também mediu o percentual de uso de internet para cada faixa etária. A faixa de paranaenses entre os 20 e 24 anos de idade, por exemplo, é aquela com a maior proporção de pessoas conectadas, com 96,4% de usuários de internet. Todas as faixas entre 14 e 49 anos, no entanto, têm uma proporção de pessoas com conexão à internet superior a 93,5% no Estado.
A maior evolução na proporção de conectados em relação à 2019 foi registrada na faixa de pessoas com 60 anos ou mais. Em 2023, a pesquisa identificou que 65,7% das pessoas no Paraná utilizaram a internet pelo menos uma vez em 2023. Em 2019, a proporção era de 47,1%.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) promove a partir deste mês de agosto e até novembro uma série de seminários nos seus 32 Núcleos Regionais.
Cada núcleo realizará o evento em data específica e ficará responsável por selecionar práticas de gestão e alfabetização aplicadas em sala de aula que surtiram resultados positivos e contribuíram para a garantia da alfabetização completa e de qualidade dos estudantes das redes municipais. O evento acontecerá na sede de cada núcleo e é direcionado a secretários municipais, coordenadores pedagógicos, professores e formadores.
Atualmente, o Governo do Estado oferece para os municípios uma diversidade de materiais didáticos e formação continuada para educadores, nas áreas pedagógica e de gestão, por meio de programas como o Educa Juntos e o Formadores em Ação.
A ideia com essa série de seminários é que as cidades que se destacaram com melhorias nos resultados educacionais apresentem suas ações como forma de aprimorar os processos pedagógicos entre pares e trocar experiências em prol do fortalecimento da educação em todo o Estado.
“O alinhamento entre estados e municípios é fundamental para fortalecer a educação e promover um sistema educacional conciso e eficaz no País", afirma o secretário estadual da Educação, Roni Miranda.
EDUCA JUNTOS – Instituído pela Lei Estadual nº 21.323, de 20 de dezembro de 2022, o programa Educa Juntos tem como objetivo apoiar os municípios paranaenses na melhoria da aprendizagem e alfabetização dos estudantes, desde a educação infantil. Algumas das ações feitas desde então foram a distribuição de material didático de Língua Portuguesa e Matemática para professores e cerca de 180 mil estudantes.
Pelo programa, o governo também oferta o Sistema Educacional da Rede de Proteção (SERP) a 296 municípios, para monitorar a frequência dos alunos e combater o abandono escolar.
As prefeituras também passaram a usar parte das funcionalidades do Registro de Classe Online (RCO), ferramenta que conta com quase 10 mil aulas editáveis (7,5 mil para ensino fundamental I e 2 mil para educação infantil) para os professores utilizarem o conteúdo da forma que preferirem, e o Prova Paraná, uma avaliação diagnóstica dos níveis de aprendizagem dos estudantes em relação aos conhecimentos considerados essenciais para cada etapa de ensino.
FORMADORES EM AÇÃO – Iniciado em julho de 2020, o programa Formadores em Ação é uma proposta de formação em que professores da rede estadual lideram grupos de estudo voltados a professores da mesma disciplina ou área do conhecimento.
Durante os encontros, são abordadas questões como uso de tecnologias, metodologias ativas e experiência em sala de aula. Cada professor formador orienta um grupo de 12 a 20 cursistas, com base no conteúdo do roteiro proposto pela Seed-PR.
Devido ao sucesso do programa Formadores em Ação Estadual, foi desenvolvida, por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Educação e o Paraná Educação (Preduc), uma versão do programa para os municípios. Ele oferece formação continuada para professores das redes municipais de ensino, por meio de grupos de estudo. Cada grupo é composto por um professor formador ou pedagogo formador que orienta um conjunto de professores ou pedagogos cursistas, de forma síncrona não presencial.
Por - AEN
O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta sexta-feira (16) da inauguração da nova fábrica de rações da cooperativa Coamo, em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná.
O investimento na nova planta, que vai produzir nutrição animal para gado de corte e leiteiro, equinos, suínos, aves, peixes, cães e gatos, foi de R$ 178 milhões. O parque industrial da cooperativa também vai ganhar uma indústria de etanol de milho, com capacidade para produzir 258 milhões de litros de biocombustível por ano e investimento de R$ 1,7 bilhão.
Com os dois empreendimentos, que juntos devem gerar 500 empregos diretos, a Coamo passa a industrializar a produção de milho de seus cooperados, como já faz com a soja, café, trigo e algodão. Maior cooperativa da América Latina e uma das primeiras instaladas no Estado, conta com cerca de 31 mil associados e está presente no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.
Ratinho Junior destacou que investimentos como o da Coamo consolidam o Paraná como um dos grandes produtores agropecuários do Brasil e ajudam na geração de empregos do Estado. “Chegamos ao maior número de carteiras assinadas da história do Paraná. E as cooperativas paranaenses têm grande participação nesse processo ao investir fortemente no processamento da produção do campo, o que gera empregos e agrega valor ao produto”, disse.
“Mais uma indústria que inauguramos no Interior do Estado, que ajuda a desenvolver toda a região, e já lançando uma indústria gigantesca, que terá investimento bilionário e vai ser uma das maiores plantas de etanol de milho do Brasil", salientou o governador.
De acordo com ele, são investimentos que representam a consolidação do Paraná como o supermercado do mundo. “Não queremos só vender soja e milho em grão, mas industrializar essa produção, vender tudo embaladinho, porque isso gera emprego e renda para o paranaense e faz o Estado crescer”, acrescentou Ratinho Junior.
PARQUE INDUSTRIAL – O parque industrial da Coamo em Campo Mourão é um dos maiores do mundo e conta com três indústrias de esmagamento de soja, duas refinarias de óleo de soja, dois moinhos de trigo, uma fábrica de gorduras e margarinas, uma fiação de algodão e uma torrefação de café. Com as duas novas indústrias, deve chegar a 1,7 mil pessoas trabalhando no local. A cooperativa conta ainda com 12 plantas industriais no Paraná e Mato Grosso do Sul.
A indústria de ração tem 6 mil metros quadrados de área construída e capacidade produtiva de 200 mil toneladas de rações por ano. Para fabricar os produtos de qualidade, são utilizados os equipamentos mais modernos existentes no mercado. As máquinas principais, que transformam os grãos em ração, são desenvolvidas por um fornecedor suíço e importadas pela Coamo.
“Estamos inaugurando a fábrica de ração e iniciando a de etanol, dentro de um planejamento nosso de industrialização do milho, que era o último produto dos nossos cooperados que ainda não era processado”, explicou o presidente do Conselho de Administração da Coamo e da Credicoamo, Aroldo Gallassini.
Atualmente, quase um terço do faturamento da Coamo provém de processos industriais. A cooperativa industrializa cerca de 47% de tudo o que recebe, retornando esses benefícios diretamente aos cooperados. “Fundamos a Coamo em 1970, com 79 cooperados, e hoje somos mais de 30 mil. Já iniciamos o processo de industrialização cinco anos depois, dentro de um objetivo de agregar valor ao que é produzido pelos cooperados", ressaltou Gallassini.
A unidade já opera com 100% da capacidade produtiva, mas o plano de expansão dessa produção já está em andamento. A construção da fábrica levou 27 meses, desde a terraplenagem até a edificação completa.
ETANOL – Prevista para ser inaugurada no segundo semestre de 2026, a planta de etanol será a primeira do Estado a utilizar o milho como matéria-prima. Até recentemente, a cooperativa não tinha um processo completo de industrialização do grão, que passou a ser mais consumido dentro da nova indústria de rações, utilizando 2% daquilo que ela recebe. Com a usina de etanol, esse percentual deve saltar para 20%, impactando positivamente a agregação de valor aos produtos dos cooperados.
A nova planta terá capacidade para produzir 765 metros cúbicos de etanol hidratado por dia, 510 toneladas de DDGS (farelo de milho) e cerca de 37,4 toneladas de óleo diariamente. A unidade vai contar ainda com uma usina termelétrica, com capacidade para produzir 30 MW de energia elétrica, suficiente para abastecer todo o parque industrial da Coamo em Campo Mourão.
“Temos um dos únicos parques industriais do mundo com tamanha diversidade de verticalização de produtos agrícolas. A indústria de etanol de milho está com o processo bastante adiantado de aquisição de equipamentos e será um marco, que vai mexer com esse mercado”, afirmou o presidente da Coamo, Airton Galinari.
“Parte do milho que era ofertado como grão vai passar a ser processada, o que impacta na cadeia de preços, valorizando o produto, transformando em um novo negócio, chegando ao mercado de biocombustível”, destacou.

PRESENÇAS — Participaram da solenidade o vice-governador Darci Piana; os secretários estaduais da Fazenda, Norberto Ortigara; da Indústria, Comércio e Serviços, Ricardo Barros; da Agricultura e do Abastecimento, Natalino Avance de Souza; do Turismo, Marcio Nunes; o chefe da Casa Militar, tenente-coronel Marcos Tordoro; os presidentes da Invest Paraná, Eduardo Bekin; e da Ocepar, José Roberto Ricken; e o deputado estadual Douglas Fabrício.
Por - AEN














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