Imposto de Renda 2018: mais de 189 mil contribuintes do Paraná estão no 4º lote de restituição

A Receita Federal abriu, nesta segunda dia 10, a consulta ao quarto lote de restituição do Imposto de Renda de Pessoas Físicas (IRPF) 2018. No Paraná, são mais de 189 mil contribuintes que têm direito ao pagamento, que será feito na segunda dia 17.

 

Faça a consulta no site da Receita


O montante a ser pago no estado é de mais de R$ 201 milhões. O valor contempla restituições residuais de 2018 e também dos exercícios de 2008 a 2017.

 

Lote de 17 de maio:
2008 - R$ 9.737,10
2009 - R$ 9.846
2010 - R$ 11.616,66
2011 - R$ 117.580,17
2012 - R$ 120.973,64
2013 - R$ 37.136,04
2014 - R$ 2.010.828,25
2015 - R$ 2.769.823,85
2016 - R$ 2.048.685,97
2017 - R$ 4.141.564,41
2018 - R$ 189.984.251,69

 

Consulta e pagamento


O contribuinte pode conferir se teve a declaração liberada, acessando o site da Receita Federal ou ligando para o Receitafone (146).

 

A Receita Federal disponibiliza também o aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF, diretamente nas bases de dados da Receita Federal.

 

Segundo a Receita, o valor da restituição fica disponível na conta bancária por um ano. Caso o contribuinte não resgate o dinheiro neste período, pode pedir o resgate do valor pela internet.

 

 

 

Empresas suspeitas de fraude em licitação são alvo de operação da Polícia Civil

Um esquema de fraude em licitações públicas no Estado do Paraná foi desvendado pela Divisão de Combate à Corrupção, da Polícia Civil. Nesta terça dia 11, foi deflagrada a "Operação Livre Concorrência" para cumprir seis mandados expedidos pela Justiça.

 

Os alvos são quatro empresas pertencentes a apenas dois grupos econômicos distintos que participam de forma dissimulada de licitações públicas, tentando transparecer que são negócios independentes. Essas empreiteiras participaram de licitações que somam mais de R$ 6 milhões.

 

Um dos certames previa a execução de serviços de reforma de 94 estabelecimentos da Rede Estadual de Ensino da Região Metropolitana de Curitiba; e o outro, obras de reparo urgentes na Cadeia Pública de uma cidade da região Centro Oeste do Estado.

 

É importante destacar que estas empresas investigadas não chegaram a participar das devidas licitações, pois os mecanismos do Estado apontaram indícios de fraude e as empresas foram desclassificadas - não havendo, assim, dano ao erário público.

 

Os mandados judiciais foram cumpridos em Curitiba, região metropolitana e em Campo Mourão.

 

Participam desta operação, policiais civis da Divisão de Combate à Corrupção, de Curitiba e Maringá, e da Subdivisão de Polícia Civil de Campo Mourão. (Com AEN)

 

 

 

Prazo de inscrição do vestibular da UFPR termina nesta terça dia 11

O prazo de inscrição do vestibular 2018/2019 da Universidade Federal do Paraná (UFPR) termina nesta terça dia 11, de acordo com a própria instituição. A inscrição deve ser feita no site do Núcleo de Concursos da UFPR.

 

A taxa de inscrição para quem for disputar uma vaga é de R$ 120. Para os chamados treineiros, que não concorrem às vagas, o custo é de R$ 119. O prazo para isenção da taxa terminou em agosto.

 

A prova objetiva, da primeira fase do processo seletivo, será em 21 de outubro. A convocação para a segunda fase do vestibular está marcada para de novembro. As provas serão nos dias 25 e 26 de novembro.

 

Serão disponibilizadas 5.421 vagas para os cursos de graduação da universidade. Outras 30 vagas serão oferecidas no vestibular específico para o curso de licenciatura em Letras/Libras e mais 40 vagas para o curso de Licenciatura em Educação do Campo.

 

Além disso, serão disponibilizadas via Sistema de Seleção Unificado (SiSU) 1.241 vagas.

 

O Núcleo de Concursos da UFPR mantém uma central de atendimento aos candidatos para tirar dúvidas sobre o processo. Os telefones para contato são (41) 3313-8800 ou (41) 3313-8801 - de segunda a sexta, das 8h às 18h. Há, também, um sistema interativo via internet. (Com G1)

 

 

 

Hashtag: |
Governo do Estado se pronuncia sobre prisão de Beto Richa

O Governo do Estado emitiu uma nota oficial a respeito da prisão do ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), na manhã de terça dia 11, na 53ª fase da Operação Lava Jato, chamada de "Operação Piloto".

 

Em nota, a assessoria de imprensa revela que está colaborando com todas as investigações e não aceita nenhum tipo de desvio de conduta dos seus funcionários. O governo ressalta ainda que criou a Divisão de Combate à Corrupção para inibir este tipo de crime.

 

Confira a nota na integra

 

"O Governo do Estado está colaborando com todas as investigações em curso.

 

A governadora Cida Borghetti ressalta que não aceita nenhum tipo de desvio de conduta dos seus funcionários e que criou a Divisão de Combate à Corrupção para reforçar o combate a esse tipo de crime. Hoje, a divisão está fazendo buscas e apreensão em uma operação que combate fraudes a licitação.

 

O Governo do Estado vai aguardar a divulgação de mais informações a respeito dessa fase da Operação Lava Jato para tomar outras providências". (Com Catve)

 

 

 

 

 

 

Lava Jato: 53ª fase da operação mira cidades do Paraná

Em mais uma ação ostensiva decorrente da chamada Operação Lava Jato, a Polícia Federal deflagrou, nesta terça dia 11, a Operação Piloto nos estados da Bahia, São Paulo e Paraná.

 

Aproximadamente 180 Policiais Federais cumprem 36 ordens judicias nas cidades de Salvador/BA, São Paulo/SP, Lupianópolis/PR, Colombo/PR e Curitiba/PR.

 

O objetivo da investigação é a apuração de suposto pagamento milionário de vantagem indevida no ano de 2014, pelo Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht, em favor de agentes públicos e privados no Estado Paraná, em contrapartida ao possível direcionamento do processo licitatório para investimento na duplicação, manutenção e operação da rodovia estadual PR-323 na modalidade parceria público-privada.

 

As condutas investigadas podem configurar, em tese, os delitos de corrupção ativa e passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro. Em Lupianópolis são cumpridos dois mandados de busca e apreensão, já em Colombo apenas um mandato. O grande foco está em Curitiba, capital do Estado, onde são cumpridos 28 mandados de busca e apreensão, além dois mandados de prisão preventiva e um de prisão temporária.

 

O nome dado à operação policial remete a codinome atribuído pelo Grupo Odebrecht em seus controles de repasses de pagamentos indevidos a investigado nesta operação policial.

 

Os presos serão conduzidos à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba onde permanecerão à disposição da Justiça. (Com Catve)

 

 

 

Ex-governador do Paraná, Beto Richa, é preso em Curitiba

O ex-governador do Paraná e candidato ao senado pelo PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), Beto Richa, foi preso na manhã de terça dia 11, em uma operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). A investigação é a respeito do programa Patrulha Rural criado durante o governo Richa.

 

Foram presos também a esposa de Beto Richa, Fernanda Richa e seu braço direito e ex-chefe de gabinete, Deonlison Roldo.

 

Os dois foram detidos no apartamento onde moram na Capital do Estado. O ex-governador, a esposa e Deonilson serão encaminhados à Superintendência da Polícia Federal.

 


A OPERAÇÃO

 

O objetivo desta fase é a apuração de suposto pagamento milionário de vantagem indevida no ano de 2014, pelo Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht, em favor de agentes públicos e privados no Estado Paraná, em contrapartida ao possível direcionamento do processo licitatório para investimento na duplicação, manutenção e operação da rodovia estadual PR-323 na modalidade parceria público-privada.

 

As condutas investigadas podem configurar, em tese, os delitos de corrupção ativa e passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro. Em Lupianópolis são cumpridos dois mandados de busca e apreensão, já em Colombo apenas um mandato. O grande foco está em Curitiba, capital do Estado, onde são cumpridos 28 mandados de busca e apreensão, além dois mandados de prisão preventiva e um de prisão temporária.

 

O nome dado à operação policial remete a codinome atribuído pelo Grupo Odebrecht em seus controles de repasses de pagamentos indevidos a investigado nesta operação policial. (Com Catve)

 

 

 

feed-image
SICREDI 02