Estudante que ameaçou 'matar negraiada' em vídeo é denunciado pelo Ministério Público por crime racial

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) denunciou o estudante de direito Pedro Bellintani Baleotti, de 25 anos, pela prática ou incitação de discriminação ou preconceito de raça e cor. A denúncia é do dia 13 de fevereiro.

 

Baleoti foi investigado pelas polícias civis de São Paulo e do Paraná após aparecer em vídeo indo votar, no segundo turno das eleições, em outubro de 2018, dizendo: “Tá vendo essa negraiada? Vai morrer, vai morrer!”.

 

Para o MP-PR, o estudante de direito praticou o racismo qualificado, cometeu o crime por intermédio dos meios de comunicação social.

 

“Desse modo, o denunciado, ao referir-se a cor das pessoas que estavam nas ruas do município, e insinuando o seu descontentamento em relação aos negros em geral, desconsiderou a importância do negro para a formação do Brasil,associando assim a cor negra a algo com pouco valor, desejando a morte das pessoas negras”, diz um trecho da denúncia.

 

O estudante não tem advogado constituído.(Com G1PR)

 

 
 
Homem que matou idosa é encontrado morto na cadeia

O homem que matou uma idosa de 78 anos e deixou seu esposo ferido, na segunda-feira (11), foi encontrado morto na cadeia em que estava preso, na Delegacia de Loanda, no domingo (17).

 

Os presos, que dividiam a sala com o homem, gritaram para chamar os agentes. O homem foi encontrado morto, com marcas de enforcamento.

 

A Polícia Civil (PC) investiga o caso. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML).(Com Massa News)

Babá é suspeita de maltratar menina de um ano; criança é encaminhada para o hospital

Uma babá é suspeita de agredir uma menina de um ano de idade, em Paiçandu. A criança precisou de socorro do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e apresentava ferimentos nos olhos, orelhas e pescoço.

 

O pai da menina acionou a Polícia Militar e, segundo ele, não foi a primeira vez que notou machucados no corpo da filha. A bebê foi encaminhada para o Hospital São José, em Maringá, para exames periciais, no sábado (16).

 

A Polícia Civil e o Conselho Tutelar investigam o caso.(Com G1PR)

 

Motorista da Uber é preso suspeito de estuprar jovem em Londrina

Um motorista do aplicativo Uber foi preso preventivamente suspeito de estuprar uma jovem de 18 anos em Londrina, no norte do Paraná. O homem, de 37 anos, foi apresentado pela Delegacia da Mulher nesta segunda-feira (18).

A investigação começou depois da vítima procurar a polícia. Ela contou que foi estuprada no dia 3 de fevereiro durante uma viagem com Ricardo Valenco da Silva. Ele não tem passagens pela polícia e, à RPC, negou o crime e disse que só vai falar em juízo.

A jovem contou que saiu de uma festa e foi para a casa. No trajeto contou ao motorista que iria se arrumar e seguiria para outra festa. Depois disso, o motorista insistiu que poderia esperar e fazer a corrida para ela na sequência. A vítima aceitou e o estupro teria ocorrido na nova viagem, que não foi registrada pelo aplicativo.

Segundo a delegada da mulher de Londrina, Carla Gomes de Melo, o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) comprovou o abuso.

"O suspeito se aproveitou na condição dela, ela estava embriagada, para estuprá-la. A vítima ainda estava com hematomas nos braços, o que comprova que ela tentou resistir, mas ele a segurou. Teve violência física", explicou a delegada.

A delegada contou ainda o suspeito enviou mensagens ameaçando à vítima após o crime. Para a Polícia Civil, as mensagens comprovam que ele percebeu que a jovem estava embriagada e que cometeu o crime.

A delegada destacou que a empresa dona do aplicativo colaborou rapidamente com as investigações fornecendo dados do motorista. O que ajudou a polícia a encontrar o suspeito.

Ricardo Valenco da Silva deve responder pelo crime de estupro de vulnerável, com pena que pode variar de 8 a 15 anos de prisão.

Em Londrina, durante 2018, foram 59 casos de crimes sexuais contra mulheres.

O que diz a Uber

Por nota, a empresa lamentou o caso e disse que está à disposição para continuar a colaborar com as autoridades durante a investigação. A Uber salientou que não tolera qualquer tipo de comportamento criminoso, repudia qualquer comportamento abusivo contra mulheres e acredita na importância de combater, coibir e denunciar casos de assédio e violência.

A Uber explicou que nenhuma viagem com a plataforma é anônima, todas são registradas por GPS. Isso ajuda a dar suporte às autoridades e acionar o seguro que cobre despesas médicas em caso de incidentes.(Com G1PR)

 

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