No primeiro semestre de 2018, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e Distrito Federal – registrou crescimento de 15,1% no volume de faturamento de seguros de pessoas, índice superior à média de mercado (8,5%), divulgada recentemente pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).
Segundo Eduardo Correa, superintendente de Produtos e Serviços Financeiros do Banco Cooperativo Sicredi, a alta reflete o relacionamento próximo da instituição com os seus associados. “A população está mais consciente e tem mais conhecimento dos benefícios dos produtos de seguros.
Neste cenário, é importante oferecer um produto adaptado à realidade das pessoas, considerando a atual situação econômica e, principalmente, esclarecer todas as dúvidas na hora da contratação, como forma de um relacionamento mais próximo, que faz parte do DNA e é um dos diferenciais do Sicredi”, explica Correa.
No Sicredi, as modalidades de seguros de pessoas que se destacaram foram o Vida Individual e o Vida em Grupo, com crescimento de 12,8%. Ao final deste ano, a instituição financeira cooperativa estima manter o percentual de crescimento de 15% no faturamento de seguros de pessoas, que hoje representa mais de 2,5 milhões de seguros ativos.
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Vinte passageiros de um ônibus de Guarapuava ficaram feridos em acidente ocorrido às 7h35 desta sexta dia 14, na BR-470, na curva do Belvedere, em Veranópolis, sentido ao município de Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul.
De acordo com informações da Rádio Difusora de Bento Gonçalves, na curva, o motorista invadiu a pista contrária e tombou.
A empresa de ônibus é a Aloha, que presta serviços no terceiro planalto.
Chovia no local do acidente. Não há informações, ainda, sobre vítimas fatais.
O Samu, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Corpo de Bombeiros de Bento Gonçalves ainda estão no local do acidente (9h15), que é de difícil acesso.
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A projeção da população dos municípios, estados e do país, feita anualmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) irá afetar a arrecadação de ao menos quatro cidades do Sudoeste. Realeza, Clevelândia, Planalto e Mangueirinha passarão a uma nova faixa do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e receberão menos recursos federais.
Levantamento feito pela Amsop (Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná) com base nos repasses de 2017 estima que a queda na arrecadação seja de R$ 9,5 milhões por ano nos quatro municípios afetados. O FPM é hoje uma das principais fontes de receitas das prefeituras e pode ser utilizado para custear uma série de serviços públicos, além de servir como investimento em diversas áreas.
O dinheiro é distribuído pelo governo federal de acordo com a população de cada município: conforme o número de habitantes, cada cidade se enquadra em uma faixa do índice e irá receber transferências quase que semanais. Realeza, Mangueirinha e Clevelândia tinham índice 1,2 no FPM – população entre 13,5 e 16, 9 mil – mas pela nova estimativa perderam habitantes e passaram para o índice 1. Cada Prefeitura deixará de receber cerca de R$ 2,4 milhões por ano.
Prefeituras se mobilizam
Através da AMP (Associação dos Município do Paraná), outros 11 municípios paranaenses que tiveram o índice rebaixado estão se organizando para rever as estimativas. “É uma situação complicada, mas pretendemos entrar com um recurso administrativo contestando a estimativa”, explica o prefeito de Clevelândia, Ademir Gheller. Em Mangueirinha, o prefeito Elídio Zimmermann de Moraes disse que “irá acompanhar outros municípios afetados e buscar reverter a decisão do IBGE”.
Em Realeza, a Prefeitura está fazendo um levantamento próprio reunindo dados para comprovar que o município possui mais habitantes do que o IBGE aponta. “Temos uma série de fatores que mostram que Realeza está crescendo em número de habitantes e estamos buscando isso para apresentar ao órgão”, destaca o prefeito Milton Andreolli.
Para o prefeito de Planalto, Inácio Werle, a metodologia do IBGE não considera características locais e pode estar em desacordo com a real situação dos municípios. “Faz oito anos que não temos uma contagem populacional, hoje são somente estimativas e no nosso caso, vamos perder recursos por ter 56 habitantes a menos que a faixa de corte, o que é uma margem de erro da estimativa”, analisa. Planalto deve deixar de receber R$ 2,4 milhões com a medida.
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O Corpo de Bombeiros de Guarapuava está há cerca de 60 dias sem ambulâncias para atendimento na região. De acordo com o comandante do 5º Subgrupamento de Bombeiros Independente de Guarapuava (5ºSBBI), major Sanches, o problema ocorreu com o sistema de gestão de frotas do Estado.
“O uso freqüente dos veículos acabou causando desgastes e eles precisam de manutenção. Apesar dessa dificuldade do gestor de frotas, nós acreditamos que até o próximo final de semana a situação esteja resolvida”, destacou o major.
O Corpo de Bombeiros tem três ambulâncias, que servem de apoio para as equipes do Samu. “Apesar desse contratempo com as nossas ambulâncias, o Samu está conseguindo incorporar essa demanda e não está havendo nenhum prejuízo para a população. Todo o trabalho de resgate e de atendimento que é pertinente ao Corpo de Bombeiros continua sendo realizado normalmente”, explicou Sanches.
Conforme o comandante, as ambulâncias de Guarapuava estão sendo encaminhadas para consertos em Ivaiporã, Irati e Pitanga e a previsão que elas estejam em operação até o final da próxima semana.
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Três homens e uma mulher foram detidos pela Polícia Civil, suspeitos de planejarem uma fuga em massa na PEP (Penitenciária Estadual de Piraquara), na região metropolitana de Curitiba, na terça dia 11. O grupo teria envolvimento com o PCC (Primeiro Comando da Capital).
As prisões aconteceram depois que as investigações sobre a fuga em massa. Os suspeitos estavam em uma casa no Bairro Vargem Grande, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.
Segundo informações do Cope (Centro de Operações Policiais Especiais), um dos detidos se apresentou como agente de cadeia na Penitenciária de Piraquara. Com ele, foram apreendidos uma arma irregular, balança de precisão, mixa, documentos policiais com suspeita de falsificação, como identidade funcional do Depen (Departamento Penitenciário do Paraná), carteira de agente de operações policiais e agente de cadeira públicas.
"Nossa equipe já estava investigando a residência dos indivíduos após apurarmos que ali poderiam estar pessoas ligadas ao PCC. Foi quando o suspeito chegou com o Porsche em frente à casa e levantou a suspeita dos policiais. Ele foi abordado e com ele encontramos os documentos falsos e na sua residência, foram apreendidos dinheiro, drogas prontas para venda e munições", conta o delegado Rodrigo Brown.
A polícia ainda percebeu que o agente teria avisado os comparsas que estavam dentro da casa para esconder provas do envolvimento com o grupo criminoso. Depois de entraram na casa os policiais ainda encontraram estacionados quatro carros.
"Com essas pessoas foram encontradas diversas provas da participação deles, inclusive a suspeita é que eles sejam a parte financeira do grupo em Curitiba. Encontramos cadernos com anotações A Blazer foi encontrada pela Polícia Rodoviária Federal abandonada próximo à penitenciária. O documento dessa Blazer também estava na residência. Esse veículo foi flagrado por câmeras de segurança enchendo galões em um posto de combustíveis. A suspeita é que essa gasolina tenha sido usada pelos bandidos para atear fogos nos carros e caminhões que trancaram as vias de acesso da penitenciária no dia da fuga", esclarece o delegado.
RECAPTURA
A polícia agora continua com as investigações a fim de recapturar outros fugitivos e desmantelar o grupo criminoso. Até o momento, quatro dos 29 presos que fugiram foram recapturados.
Os quatro suspeitos presos nesta quarta-feira foram autuados por crimes como falsificação de documentos, roubo, adulteração de adquirir fornecer drogas porte ilegal de arma receptação.
Ao todo foram apreendidos seis carros, um deles com alerta de roubo. Os outros estão sendo investigados. Também foram apreendidas drogas, além de quatro notebooks, colete balísticos, balança de precisão, uma arma pistola 380 irregular, muitas anotações, cadernos e documentos referente ao tráfico de drogas e associação criminosa. (Com Banda B)
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Beto e Fernanda Richa seguem presos no regimento da polícia montada Coronel Dulcídio, em Curitiba. Ainda nesta quarta dia 12, o desembargador Laertes Ferreira Gomes, do Tribunal de Justiça do Paraná, negou o pedido de Habeas Corpus apresentado na terça dia 11, por oito advogados da família.
O desembargador ainda determinou a transferência de Pepe Richa, que estava no complexo México Penal, em Pinhais, para a cavalaria, perto do casal. Ambos devem ser ouvidos ainda hoje.
Segundo os promotores, o ex-governador e atual candidato ao senado é chefe de uma organização criminosa que fraudou uma licitação de mais de R$ 70 milhões para manutenção de estradas, em 2011.
Entre as provas que caem sobre Richa, está uma conversa do tucano com o Delator Tony Garcia, que faz menção ao atraso da propina que deveria ter sido paga por Celso Frare, empresário da Ouro Verde, uma das empresas beneficiadas pela licitação supostamente fraudada.
Entre as complicações vividas pelo ex governador na justiça do paraná, a situação do político está comprometida também na Justiça Federal. Denúncias de negócios ilícitos são investigados pela lava jato, que prendeu na última terça-feira, Deonilson Roldo, ex chefe de gabinete e homem de confiança de Beto Richa.
Um áudio de Deonilson, este que está preso aqui na polícia federal, revela um suposto favorecimento da Odebrecht em obras.
Segundo o ministério público, foram encontradas irregularidades nos processos licitatórios, de 2014, para a duplicação da PR 323, entre os municípios de Francisco Alves e Maringá. (Com Catve)








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