Jovem de Curitiba supera câncer e se torna enfermeira do hospital onde tratou doença

Nos corredores do segundo andar do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, as lembranças são inevitáveis para a enfermeira Mayara Majevski, de 24 anos, que trabalha há dois meses na unidade.

 

Diagnosticada com leucemia aos 12 anos, ela fez o tratamento no hospital onde agora dedica aos pacientes os mesmos cuidados que recebeu. A vocação surgiu enquanto enfrentava a batalha pela vida.

 

"Sempre tive vontade de fazer pelos outros aquilo que tinham feito por mim", diz.

 

Mayara não tinha ideia do que estava por vir ao ficar internada por um mês após o surgimento de manchas roxas pelo corpo e repetidos exames. "Foram os piores dias", conta.

As primeiras medicações, que desencadearam reações nada agradáveis, deram uma noção - assim como o medo dos pais. A notícia da queda dos cabelos - encaracolados e pelos ombros - foi o primeiro grande impacto.

 

"Perdi toda minha configuração de menina. Fiquei muito magra, passei a usar sonda e ficar inchada. Eu cheguei a pensar que as coisas não dariam certo", recorda.(Com G1PR)

 

 

Atropelamentos na BR-373 deixam dois mortos e motoristas fogem sem prestar socorro

Um homem morreu atropelado na Avenida Souza Naves, no trecho urbano da BR-373 em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, por volta das 4h desta sexta-feira (15).

 

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista que o atropelou fugiu sem prestar socorro. A polícia estima que a vítima tinha em torno de 45 anos.

 

A faixa da direita da rodovia, sentido Cristo Rei-Centro, ficou interditada entre 4h30 e 5h. O trânsito fluiu pela da esquerda.

 

Imbituva

 

Em Imbituva, na região central do Paraná, ainda na BR-373, um homem de 39 anos também morreu atropelado nesta madrugada, por volta das 2h30.

 

Assim como no outro atropelamento, o motorista deixou o local sem socorrer a vítima.

 

A faixa sentido Imbituva/Ponta Grossa ficou interditada durante o atendimento da ocorrência, encerrada por volta das 4h. Nesse período, o trânsito foi desviado para o acostamento.(Com G1PR)

 

 

2ª Fase da ‘Operação Pandora’ cumpre seis mandados de prisão em Guarapuava

 

Na manhã desta quinta dia 14, a Polícia Civil de Guarapuava, deflagrou a 2ª fase da Operação Pandora e cumpriu mais seis mandados de prisão expedidos pela 1ª Vara Criminal de Guarapuava.

 

As prisões são em decorrência da análise dos documentos e aparelhos telefônicos apreendidos na primeira fase da operação, conduzida pelo delegado Alysson de Souza. Também foi apreendida uma espingarda calibre 12.

 


Os acusados não tiveram os nomes revelados e foram encaminhados à carceragem da Cadeia Pública de Guarapuava, onde ficarão a disposição da justiça.

 

NÚMEROS DA OPERAÇÃO PANDORA

 

No dia 19 de dezembro de 2018, a Polícia Civil efetuou 44 prisões de integrantes de uma quadrilha investigada por tráfico e associação para o tráfico de drogas, nos estados do Paraná e Santa Catarina. Ainda na primeira fase da operação, no dia 21 de dezembro de 2018, a Polícia Civil prendeu outras quatro pessoas envolvidas com o tráfico de drogas em Manoel Ribas, Inácio Martins e em Jaguariaíva, na divisa com Estado de São Paulo.

 


Na primeira fase, a Polícia Civil apreendeu mais de 15 quilos de crack, e fez sete autuações em flagrante de armas de fogo, drogas e munições, além da apreensão de três veículos.

 


Dois anos e meio de investigação da Polícia Civil de Guarapuava resultaram no cumprimento de mais de 50 mandados de prisão, e envolveu na primeira fase da operação, 160 policiais que integram o Grupo Tigre, Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) e Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), além de dois helicópteros que deram suporte às operações terrestres. (Com RSN)

 

 

 

Padre afastado de igreja na Região de Curitiba é investigado por suspeitas de abuso sexual

Um padre afastado de uma igreja em Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, está sendo investigado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) por suspeitas de abuso sexual.

 

O oficial de Justiça Ruy Borba, primeiro a denunciar os supostos casos, os abusos do padre Tadeu Camilo ocorreram entre 2001 e 2002, quando ele era coroinha da Paróquia Nossa Senhora do Amparo, em Rio Branco do Sul.

 

"Começou com abraços mais carinhosos", conta. Segundo Borba, as investidas do padre aconteciam quando eles estava sozinhos em locais como a sacristia, secretaria e casa paroquial.

 

"Eu sempre me constrangia de falar deles porque em certo ponto me sentia culpado", afirma.


Além de denunciar o caso à igreja e ao MP-PR, ele também publicou a história em uma rede social. "Se eu não revelasse, ninguém ficaria sabendo. Daí optei por isso pra tentar encorajar", diz.

 

Quando a denúncia se tornou pública, no fim do ano passado, o padre estava em Colombo, também na Região de Curitiba.

 

Por determinação da Arquidiocese de Curitiba ele foi afastado da paróquia e não pode mais exercer funções religiosas.

 

A arquidiocese também abriu uma investigação e encaminhou o processo ao Vaticano, que vai esperar decisão da Justiça. Se for considerado culpado, o padre será demitido pelo Papa.

 

O promotor Francisco de Carvalho Neto afirma que depois da denúncia de Ruy apareceram outras supostas vítimas do padre Tadeu, que vai ser ouvido na semana que vem.

 

"Ele vai ser investigado ou processado por esses crimes segundo a legislação da época, que prevê o crime de atentado violento ao pudor, que tem pena de 6 a 10 anos", explica.

 

O padre foi ordenado em 1998 e passou por pelo menos sete cidades do estado. A reportagem não conseguiu contato com a defesa dele. (Com G1)

 

 

 

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Paraná teve mais de quatro mil acidentes com aranha-marrom

O Paraná registrou 4.098 acidentes com aranha-marrom em 2018, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, o que representa uma diminuição em relação a 2017, quando houve 4.198 ocorrências no Estado.

 

A maior incidência ocorre em Curitiba e municípios da Região Metropolitana, que concentram aproximadamente 50% dos casos a cada ano, de acordo com levantamentos anuais feitos desde 2015.

 

Do início do ano até agora, já foram registrados 203 casos. Os períodos de calor propiciam uma maior frequência de picadas, pois as altas temperaturas aumentam o metabolismo destes animais, que se movimentam mais em busca de alimento e de um parceiro para reprodução.

 

"Essa movimentação aumenta também o encontro entre homem e animal, e com isso acontecem mais acidentes no período do verão, não só com aranhas, mas também com serpentes, escorpiões e lagartas", afirma Emanuel Marques da Silva, biólogo da Divisão de Zoonoses e Intoxicações e coordenador do Programa Estadual de Vigilância de Acidentes por Animais Peçonhentos e Venenosos.

 

As aranhas-marrons procuram abrigo em locais secos, quentes e escuros, pois não suportam claridade. À noite, sai para caçar, em busca de alimento e da água que ele contém.

 

CUIDADOS


O controle químico (com inseticidas) não é recomendado na eliminação de animais peçonhentos, até para não intoxicar seres humanos e outras espécies.

 

O mais apropriado é fazer o manejo ambiental, com práticas simples que devem ser adotadas dentro das residências. "É preciso eliminar os quatro "As" que garantem a sobrevivência desses animais: abrigo, acesso ao abrigo, alimento e água. Quando eliminamos qualquer um desses quatro "As", estamos alterando o ambiente natural dele", afirma o biólogo.

 

O acesso a abrigos da aranha-marrom pode ser as frestas de casas em paredes, rodapés, caixilhos de portas, que devem ser fechados com massa corrida ou outro material apropriado. "Isso vai diminuir a presença destes animais, pois não terão onde se esconder, e assim podem ser abatidos mais facilmente. Diminuindo a população, eles se reproduzem menos e infestam em menor quantidade as residências", afirma Emanuel.

 

VIAGEM


O biólogo também chama a atenção para os períodos de férias, quando as pessoas voltam de viagem. É recomendado que os moradores vistoriem a casa, em especial dentro de sapatos e em roupas e toalhas encostadas em paredes ou no chão, que podem ser esconderijos de aranhas-marrons.

 

É importante também organizar materiais que estejam em caixas de papelão, livros velhos e outros objetos acumulados que podem se tornar abrigos para elas. O mesmo vale para materiais de construção fora de casa.

 

Tábuas devem ficar em pé, e não deitadas; assim como tijolos e telhas, que além de ficarem na posição vertical, devem estar a pelo menos 20 centímetros do solo, em um estrado ou outro suporte. Com estas medidas de manejo ambiental, as pessoas também não se intoxicam com produtos químicos.

 

SORO


Em caso de picada da aranha, a orientação é lavar o local do ferimento com água e sabão para mantê-lo limpo; não cobrir a ferida e nem fazer qualquer outro procedimento. Uma Unidade de Saúde deve ser procurada o mais rápido possível. Quanto antes for feito o diagnóstico, melhor vai ser a evolução do quadro, com a medicação adequada.

 

Em situações mais graves, a vítima poderá ser encaminhada para um hospital. Caso seja necessário, no paciente será feita uma soroterapia, mas este tratamento não ocorre com muita frequência. "Menos de 5% dos casos necessitam do uso do soro antiaracnídico ou soro antiloxoscélico, e somente um médico vai poder avaliar a necessidade", afirma Emanuel da Silva. Apenas a rede SUS tem o soro disponível, que não é encontrado em hospitais particulares e não é comercializado.

 

Se for possível, o paciente deve levar a aranha capturada em um recipiente, esteja ela viva ou morta, para ajudar o médico na identificação do animal (isso vale também para ocorrências com escorpiões, lagartas ou outras espécies peçonhentas). Caso esteja morta, é preciso colocar um pouco de álcool no recipiente para preservar o animal, que se deteriora muito facilmente.
(Com AEN)

 

 

 

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