O Paraná contabilizou a abertura de 12.761 empresas nos três primeiros meses do ano, um aumento de 19% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram formalizados 10.710 novos negócios no Estado. As estatísticas da Junta Comercial do Paraná (Jucepar) indicam, ainda, uma evolução considerável em março, com 4.851 novas empresas, contra 4.426 em 2018, acréscimo de 9,6%.
Segundo a Jucepar, os dados confirmam a trajetória de expansão, já que em janeiro foram abertas 3.303 mil empresas e em fevereiro outras 4.607 (crescimentos de 14,6% e 35,3%, respectivamente, em relação aos mesmos meses do ano passado).
Na avaliação do presidente do órgão, Marcos Sebastião Rigoni de Mello, o desempenho positivo reflete a confiança do empresariado na retomada da economia paranaense em ritmo mais forte que o nacional. “Os empreendedores paranaenses estão otimistas em relação ao Governo do Estado. Os números vêm aumentando mês a mês, são um destaque nacional, mas um crescimento mais expressivo ainda depende do Governo Federal, da reforma da Previdência e da confiança dos investidores no Brasil”, afirma Mello.
NATUREZA - O levantamento da Jucepar abrange empresas de todas as naturezas jurídicas, com exceção dos microempreendedores individuais (MEIs), cujo processo de formalização é iniciado pelo Portal do Empreendedor. Nos três primeiros meses desse ano, aumentaram os registros de sociedade empresária (de 4.653 para 5.408), empresário (de 3.896 para 4.557), Eireli - Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (de 2.004 para 2.569), sociedade anônima (de 95 para 149) e sociedade cooperativa (de 50 para 67).
NACIONAL - De acordo o Sebrae, a expectativa para 2019 é de que sejam criadas 1,5 milhão de novas empresas no Brasil, considerando microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas. Cerca de 98,5% das empresas brasileiras estão nesses segmentos. (Com AEN)
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O delegado Ricardo Jorge, responsável pela investigação da morte de Eduarda Shigematsu, de 11 anos, revelou em conversa via telefone a Catve, que o pai da menina confessou em depoimento a ocultação do cadáver.
O corpo de Eduarda foi encontrado na noite de domingo dia 28, depois de uma ampla investigação da Polícia Civil. A menina foi enterrada nos fundos de uma residência - com pés e mãos amarrados. A residência é de aluguel e pertence à família.
Os pais da menina são separados e a criança vivia há algum tempo sobe a custódia do pai.
A criança estava desaparecida desde 24 de abril, segundo o Sistema de Pessoas Desaparecidas do Paraná, a última vez que Eduarda foi vista estava com uniforme do Colégio Kennedy, na Rua Teixeira de Freitas, no Jardim Caviuna, em Rolândia.
Ele foi preso em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver, mas em depoimento disse que não assassinou a filha. A investigação continua.
O inquérito policial deve ser concluído em até 30 dias. (Com Catve)
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Pecuaristas paranaenses estão se preparando para mais uma etapa de vacinação da Febre Aftosa, que começa na quarta dia 1°. O estado é livre da doença com a vacina, mas há um trabalho para que o rebanho do Paraná seja livre da doença sem vacinação, como já acontece em Santa Catarina.
Nessa fase da imunização, devem ser vacinados animais de 0 a 24 meses.
ÚLTIMA VACINAÇÃO
A Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) informou que o Estado foi autorizado pelo Ministério da Agricultura a antecipar a suspensão da vacinação do rebanho bovino contra a febre aftosa a partir de maio, quando ocorre a última imunização.
Em nota, a Ocepar diz que a aprovação foi dada na quarta-feira (24) durante a 2ª Reunião do Bloco V do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), no auditório da entidade em Curitiba. Representantes de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, Estados que com o Paraná integram o Bloco V, deram respaldo à decisão.
Pelo cronograma, a autorização ocorreria no primeiro semestre de 2021. Ainda conforme o comunicado, a mudança de status do Paraná para área livre de aftosa sem vacinação será oficializada em setembro próximo, quando o ministério publicará ato normativo sobre o assunto.
O diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério, Geraldo Marcos de Moraes, disse que "ficaram pendentes alguns detalhes e poucas ações para serem finalizados, o que irá ocorrer até setembro". O Ministério da Agricultura, então, editará normas relacionadas à suspensão da vacinação no Paraná e as demais normas que implicam o controle de ingresso de animais no Estado.
Na nota, o presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Otamir Cesar Martins, garantiu que os pontos pendentes apontados pelos técnicos do ministério serão concluídos dentro do prazo estabelecido.
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Um adolescente de 16 anos foi espancado até a morte na madrugada deste domingo dia 28, em Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba. Eder Adão Gonçalvez de Oliveira Budniak foi cercado por quatro homens, chegou a ser socorrido ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Não há informação sobre a motivação do crime.
O garoto foi espancando na Pracinha do Itaqui, ao lado da Avenida das Porcelanas, no bairro Jardim Itaboá. Segundo a mãe do adolescente, ele passaria a noite na casa de um amigo.
“Ele saiu para ir na casa de um amigo que mora aqui perto, depois ele voltou com uma amiga para pegar o narguile. Ele disse que não iria dormir em casa, que ia ficar na casa do amigo, se despediu e saiu. Depois disso, vi meu filho morto”, disse Maria Domingas Gonçalves à Banda B.
Uma garota, amiga da vítima, viu o espancamento e chegou a ser ameaçada pelos homens. “Ele estava na casa com a gente, saiu dizendo que ia comprar uma bebida para gente. Eu vi que tinha dinheiro para ajudar na compra, fui atrás dele, mas nisso já vi os caras batendo nele, uma covardia, tinha uns quatro em cima dele, ao lado de um Gol azul. O cara disse pra mim assim: ‘vaza, senão você vai, também”, disse ela à Banda B.
A garota teria voltado para ajudar aos amigos e quando retornaram já encontraram o adolescente bastante ferido. “Ele cuspia sangue, colocamos dentro do carro e fomos pro hospital. Não tenho ideia porque eles fizeram isso, foi na covardia”, finalizou a garota. O caso será investigado pela Polícia Civil de Campo Largo. (Com Banda B)
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Pai e filha morreram eletrocutados dentro de um condomínio no fim da tarde de sábado dia 27, em Contenda, na região metropolitana de Curitiba.
O caso aconteceu em uma região de condomínios, na Avenida Eleutério de Souza Padilha, no Bairro Sabiá. O pai Antonio Cesar dos Santos era responsável pelos serviços gerais, antes da entrega oficial aos moradores, que estaria programada para acontecer nesta semana.
Os dois estavam no condomínio recém-construído, finalizando a limpeza para a entrega aos moradores. Segundo informações apuradas, a descarga aconteceu quando eles mexiam na máquina de cortar grama.
Chovia no momento do acidente e, pelas primeiras informações, pai e filha estavam cortando grama no momento em que passaram por cima do fio. Uma ambulância do município foi acionada para socorrer os dois, mas Lorraine Araújo dos Santos, 14 anos, e Antonio Cesar dos Santos, com cerca de 65, já estavam mortos.
Os corpos foram recolhidos ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba. O velório acontece na capela mortuária e o sepultamento está marcado para as 10 horas dessa segunda dia 29. (Com Banda B)
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O menino de três anos, mantido refém por quase 20 horas pelo próprio pai, está realizando exames no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, desde a manhã deste domingo (28). Após passar mal e vomitar, o pequeno foi levado a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Boa Vista, que decidiu pela transferência da criança. A suspeita é que ele possa ter ingerido uma quantidade de veneno, já que o pai chegou a afirmar a policiais que teria preparado uma mistura para dar ao menino, durante o surto.
De acordo com informações apuradas pela Banda B por uma fonte próxima à família, o menino foi levado pelos familiares a UPA e logo depois internado para realização de exames, no Pequeno Príncipe. "O medo de todos é que ele saia da delegacia porque tem amigo policial, essas coisas", disse um familiar à Banda B sobre o pai do menino, pedindo para não ser identificado.
O menino foi mantido refém pelo próprio pai, por cerca de vinte horas, no bairro Santa Cândida, em Curitiba. De acordo com a PM, a situação teve início depois que o homem se envolveu em uma discussão com o sogro e a esposa, por volta das 11 horas de sábado. Não há informações sobre o motivo da briga.
Segundo informações da Polícia Militar (PM), ele ameaçou a criança com uma faca, um galão de gasolina, preparou uma seringa com veneno de rato, entre outras situações. Segundo a família, o homem tem problemas com álcool e outras drogas. A PM isolou a rua e seguiu na negociação até de madrugada. O homem se rendeu por volta das 4 horas.
A criança foi avaliada e liberada para a família, antes de passar mal. O pai foi encaminhado ao Nucria para depoimento. (Com Banda B)
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