Polícia desarticula quadrilha que vendia drogas pelo Whatsapp no Paraná e outros 4 estados

A Polícia Federal (PF) realizou na manhã desta terça dia 12, uma operação contra uma quadrilha que usava o WhatsApp para vender drogas em cinco estados. Eram cumpridos dez mandados de prisão e dez de busca e apreensão em São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Sergipe e Minas Gerais. Até as 8h30, nove pessoas foram presas.

 

Os mandados judiciais foram cumpridos no estado de São Paulo nas cidades de Indaiatuba, Casa Branca, Osvaldo Cruz, Bauru e Birigui. Também houve diligências em Aracaju/SE, Florianópolis/SC, Curitiba/PR e Divinópolis/MG).

 

Foram cumpridos 10 mandados de prisão temporária e 10 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Sergipe e Minas Gerais. Todos os mandados foram expedidos, a pedido da PF, pela 4ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

 

As investigações começaram em abril de 2018, após a própria PF detectar a existência de um grupo que se utilizava de rede social para realizar um mural de classificados virtual do tráfico de drogas, aproximando vendedores e compradores e intermediando as transações de maconha, MDMA e LSD.

 

As investigações apontam que o grupo responsável pelo mural atuava de forma organizada. (Com Bem Paraná)

 

 

 

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Carro bate em árvore e mata passageiro na BR-376, em Tibagi

Um acidente de trânsito deixou um homem morto e outro gravemente ferido na BR-376, em Tibagi, na região dos Campos Gerais do Paraná, por volta das 6h desta terça-feira (12).

 

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o carro - com placas de Balneário Camboriú, em Santa Catarina - saiu da pista e bateu de frente contra uma árvore.

 

O acidente aconteceu na altura do quilômetro 448, no sentido norte do estado.

 

O passageiro, de 38 anos, morreu na ambulância. Já o motorista, que não teve a idade informada, foi levado com ferimentos graves para o Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais, onde permanecia internado até a publicação desta reportagem.(Com G1PR)

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Mulher do ex-governador Beto Richa é denunciada por lavagem de dinheiro em processo da Lava Jato

A força-tarefa da Operação Lava Jato denunciou a mulher do ex-governador do Paraná, Beto Richa, Fernanda Richa, pelo crime de lavagem de dinheiro em um processo que investiga um esquema de propina em contratos de pedágio no estado.

 

A denúncia já tinha sido apresentada pelos procuradores do Ministério Público Federal (MPF) no dia 29 de janeiro, e o nome da ex-primeira dama foi incluído, nesta segunda-feira (11), depois da análise de novas provas, conforme a força-tarefa.

 

O ex-governador, um dos filhos dele, André Richa, e o contador da família, Dirceu Pupo, também foram denunciados por lavagem de dinheiro no processo.

 

Esta é a segunda denúncia contra Beto Richa apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) envolvendo um esquema de pagamento propina em contratos de pedágio. A primeira tratava dos crimes de corrupção passiva e pertencimento a organização criminosa.

 

Nesta segunda denúncia, os procuradores afirmam que um dos destinos de parte da corrupção recebida por ele era a incorporação do dinheiro, de forma dissimulada, ao patrimônio de familiares com atos de lavagem de dinheiro na aquisição de imóveis em nome da Ocaporã Administradora de Bens.

 

Motorista é preso com quase meia tonelada de maconha em caminhonete roubada

Após perseguição, policiais rodoviários federais prenderam um homem transportando 467 kg de maconha em uma caminhonete roubada. O flagrante foi feito na manhã desta terça-feira (12) na BR-467, em Sede Alvorada, distrito de Cascavel, no oeste do Paraná.

 

O motorista não obedeceu a ordem de parar em uma abordagem na rodovia e tentou fugir. Segundo a PRF, depois de 3 km de fuga em alta velocidade, o suspeito tentou seguir por uma via marginal, mas teve os dois pneus dianteiros furados e foi alcançado. Na caminhonete, que havia sido roubada em Valinhos (SP) em dezembro de 2018, os policiais encontraram a droga.

 

O suspeito foi preso e levado para a Delegacia da Polícia Civil em Cascavel. Ele deve responder pelos crimes de tráfico de drogas e de receptação de veículo roubado.(Com G1)

 

 

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Polícia apreende veículos de luxo em estacionamento

A Polícia Civil apreendeu dois veículos de luxo em um estacionamento, na manhã desta terça-feira (12), em Maringá. De acordo com as investigações, um dos carros teria sido furtado e estava sendo depenado para fornecer peças ao mercado ilegal de automóveis.

 

O outro veículo, um Camaro Vermelho, que tem placas de Passo Fundo, ainda está sem identificação e será periciado pela Polícia Civil.

 

Os carros foram apreendidos depois que uma moradora encontrou os veículos em um estacionamento e suspeito da procedência deles.(Com MAssa News)

Após pedido da Lava Jato, Justiça determina bloqueio mensal de 33% da receita bruta da Viapar

A Justiça determinou a indisponibilidade imediata de 33% da receita bruta mensal da concessionária de rodovias Viapar. A decisão liminar do juiz Friedmann Anderson Wendpap, da 1ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, é do domingo dia 10.

 

Conforme o despacho, as três empresas que controlam a Viapar devem depositar em juízo 11% do valor que receberam da concessionária desde 2018. A concessionária informou que ainda não foi notificada.

 

O pedido foi feito em janeiro pela força-tarefa da Operação Lava Jato, em conjunto com procuradores de Paranavaí, Apucarana e Ponta Grossa.

 

A determinação é um desdobramento de duas fases da Operação Integração - parte da Lava Jato - que investiga crimes como corrupção, fraude a licitações e lavagem de dinheiro na gestão de concessões de rodovias federais no Paraná.

 

As irregularidades, conforme o Ministério Público Federal (MPF), começaram em 1999, a partir de quando as concessionárias passaram a pagar propinas para obter aditivos em contratos considerados prejudiciais ao interesse público.

 

Em complemento, a decisão judicial também determinou a integral indisponibilidade da caução contratual prestada pela concessionária, vedou que a Viapar aumente a remuneração dos dirigentes, distribua lucros e obtenha empréstimo de instituição pública.

 

A liminar determina também que a União apure, até o final do mês de agosto, as irregularidades da concessão de rodovias para a Viapar, manifestando-se sobre a manutenção ou não do contrato.

 

De acordo com a força-tarefa, o Governo do Paraná foi intimado antes da decisão e aderiu integralmente aos pedidos do MPF.

 

Em nota, a Viapar informou que ainda não foi intimada da decisão e que depois que isso ocorrer vai se manifestar no processo judicial.

 

Investigação


Conforme a força-tarefa, irregularidades na administração da concessão de rodovias começaram a ser apontadas pelo MPF em 2013. À época, segundo os procuradores, foram identificados 13 atos secretos que beneficiaram as concessionárias, além de diversas doações eleitorais.


O MPF afirma que as investigações comprovaram que os atos eram editados como contraprestação por propinas pagas pelas concessionárias.

 

No caso da Viapar, de acordo com a força-tarefa, a investigação identificou que a concessionária, em razão do pagamento de propinas, conseguia aprovar aditivos suprimindo obras indevidamente, como a duplicação da BR-369, entre Campo Mourão e Cascavel, e, mesmo assim, elevar a tarifa cobrada dos usuários.

 

Ainda conforme o MPF, os valores dos danos materiais causados pela Viapar, somados aos danos morais, ultrapassam R$ 3 bilhões.

 

Anel de integração


A Viapar é uma das concessionárias que administram trechos do Anel de Integração, criado em 1997, e que interliga as principais cidades do estado.

 

São seis lotes de concessão de estradas federais feitas por 24 anos. O Anel de Integração tem 2,4 mil quilômetros.

 

A Viapar tem praças de pedágio em Arapongas, Marialva, Presidente Castelo Branco, Floresta, Campo Mourão e Corbélia. (Com G1)

 

 

 

 

 

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