A morte de uma jovem de 22 anos neste domingo dia 05, chocou os moradores da cidade de São Mateus do Sul (122 quilômetros de Ponta Grossa). O crime aconteceu na Praça do Olho, na Vila Pinheirinho, e causa espanto pela crueldade do autor do feminicídio.
Elza Ribeiro Micharski foi morta com golpes de barra de ferro e, em seguida, foi atropelada várias vezes. Ela sofreu lesões na cabeça e no abdômen e não resistiu aos ferimentos.
O principal suspeito de cometer o crime é Alisson Ferraz Barbosa, de 24 anos, ex-marido da vítima. Ele fugiu do local, mas foi preso pela Polícia Militar pouco tempo depois. A Polícia Civil informou que eles foram casados por sete anos e o rapaz não aceitava o fim do relacionamento, o que teria motivado o crime. Inclusive, a vítima já tinha registrado vários boletins de ocorrência por ameaça e violência doméstica.
O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de União da Vitória. O suspeito foi levado até a delegacia da Polícia Civil e deve ser transferido para uma unidade prisional da região nas próximas horas para aguardar o julgamento em regime fechado. Ainda não há informações sobre a versão do suspeito para o crime.
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A Polícia Civil deu início nesta , o trabalho de correição presencial em delegacias do Estado. O controle interno tem caráter preventivo contra irregularidades que possam ocorrer nas atividades de polícia judiciária e investigativa e tem como um dos objetivos acompanhar a prestação dos serviços à comunidade, como a condução de inquéritos.
O delegado-geral, Silvio Jacob Rockembach, afirma que as correições vão ao encontro da modernização que o atual governo vem implementando. Após o trabalho de levantamento de dados e problemas nas unidades policiais, Rockembach prevê mudanças. "A intenção é orientar os policiais quanto às atividades e a partir dessa identificação vamos otimizar esses processos internos para melhorar o atendimento à população e ampliar a nossa capacidade e velocidade de resposta em relação à solução de crimes pela Polícia Civil", explicou.
O corregedor-geral da PCPR, Marcelo Lemos de Oliveira, explica que desde o início do ano o departamento trabalha na criação de um protocolo que permita verificar aspectos diversos nas delegacias. O documento inédito prevê obter dados da estrutura física, como mobiliário, viaturas, armamento, estrutura de pessoal, como número de servidores, presos, além de índices de produtividade em relação aos serviços básicos prestados à população.
Oliveira avalia que o protocolo permitirá padronizar os dados encontrados nas delegacias e cobrar soluções. Vamos comunicar com antecedência às autoridades policiais e outros órgãos para fazer as correições. Se forem constatadas eventuais irregularidades vamos cobrar para que problemas sejam sanados em até 90 dias, para que a qualidade no serviço prestado à população seja garantida, afirma o corregedor geral.
O controlador-geral do Estado, Raul Siqueira, afirmou que este programa de correição da PCPR, vem ao encontro das diretrizes traçadas pelo governador Carlos Massa Ratinho Júnior. A medida adotada precede e prepara o ambiente da Polícia Civil para receber as metodologias do Programa de Integridade e Compliance do Estado, medida proposta no plano de governo e determinada pelo governador, disse.
A portaria publicada no dia 16 de abril no Diário Oficial determina que cada delegado-chefe deverá reservar espaço adequado e reservado ao trabalho da Corregedoria da PCPR, que deverá permanecer por cinco dias até à conclusão do serviço. As correições serão ordinárias, mas também podem ser extraordinárias, quando têm caráter mais urgente.
Também serão informados sobre a correição, delegados divisionais, magistrados e membros do Ministério Público das comarcas e integrantes do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp).
CRONOGRAMA - A primeira visita do calendário será, hoje (6), no 13º Distrito Policial da Capital, localizado no bairro Tatuquara, em Curitiba. A segunda unidade a receber a equipe correcional será a Delegacia da PCPR em Fazenda Rio Grande, no dia 13 de maio, seguida pela Delegacia da Polícia Civil em Pontal do Paraná e o Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes em Paranaguá, ambas no dia 20, e a Delegacia da PCPR em Santa Helena, no dia 27. (Com Catve)
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Uma idosa de 77 anos, que tem deficiência visual, denunciou o próprio neto por estupro. O crime teria acontecido na madrugada deste sábado dia 04, quando a residência da mulher foi invadida por volta das 3 horas e ela acabou sendo violentada.
Depois do crime, um filho da vítima foi até a casa e a idosa relatou ter reconhecido o suspeito pela voz. Ao ouvir o relato da mãe, o homem fez o neto voltar até o local, mas ele negou tudo.
Ao sair da casa da avó, entretanto, o suspeito afirmou à esposa que iria até o Centro de Sarandi, município em que a família mora, e não voltou mais para casa ou entrou em contato com familiares. O homem seria dependente de álcool e outras drogas, de acordo com a Polícia Civil.
Ainda ontem a vítima foi encaminhada para o Hospital Universitário de Maringá, onde realizou exames diversos, dentre eles os que podem comprovar o abuso e, dependendo, até coletar material genético do abusador. Nos próximos dias, a idosa e seu neto ainda serão ouvidos na delegacia. (Com Bem Paraná)
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A reitoria da Universidade Federal do Paraná reuniu-se na sexta dia 03, pela manhã, com os diretores de setores e superintendentes da instituição a fim de definir diretrizes organizacionais frente ao corte de mais de R$ 48 milhões da verba da universidade.
Para esclarecer a gravidade da situação, a reitoria apresentou mais um vez, como tem feito ao longo da gestão, a base numérica com que tem trabalhado. Esse corte, de R$ 48 milhões, foi subtraído do orçamento de manutenção da instituição, que era de R$ 161 milhões.
Para a manutenção da UFPR, até o momento foram gastos cerca de R$ 50 milhões e o corte do governo federal não atingiu a verba de R$ 20 milhões destinados à assistência estudantil (Programa PNAES).
Em resumo: até o final de 2019, por sete meses, precisaremos manter a centenária Federal com cerca de R$ 40 milhões.
A fim de tentar minimizar os impactos no segundo semestre da UFPR, as seguintes ações serão adotadas:
• Avaliação de possíveis ajustes nos contratos vigentes da UFPR;
• Articulação das universidades paranaenses junto à bancada parlamentar;
• Comitê jurídico para avaliar os impactos e consequências das ações;
• Comitê de comunicação para informar a comunidade interna e externa dos impactos das medidas e do papel das universidades públicas;
• Ações que busquem apoio nas esferas municipais e estaduais; e
• Ato em defesa das Universidades Federais em conjunto com as entidades representativas de professores, técnico-administrativos e estudantes da UFPR.
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O juiz federal Marcos Josegrei da Silva condenou treze investigados em um processo da Operação Research, que investiga fraudes no repasse de bolsas e de auxílios à pesquisa pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Entre os condenados estão a a ex-chefe do setor de Orçamento e Finanças, Conceição Abadia Mendonça, condenada a 17 anos e oito meses de reclusão, e a ex-secretária da pró-reitoria de Planejamento e Orçamento, Tânia Márcia Catapan, condenada a 16 anos e seis meses de reclusão.
As duas vão responder pelos crimes de associação criminosa, peculato e lavagem de dinheiro e tinham sido presas pela Polícia Federal (PF) em fevereiro de 2017 e foram soltas no mesmo ano. Em março de 2018, elas foram demitidas da universidade.
No caso específico de Conceição Abadia Mendonça, as investigações apontam que ela se valeu do cargo para tirar proveito pessoal ou de outros, se aproveitando da função pública, além de utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em atividades particulares. Conceição prestou serviços por mais de 40 anos na UFPR, conforme as investigações.
Outros 21 investigados no processo foram absolvidos pelo juiz.
R$ 7,3 milhões desviados
A investigação aponta desvios de pelo menos R$ 7,3 milhões em bolsas de pesquisa para 27 pessoas entre 2013 e 2016. O dinheiro desviado, conforme o juiz, financiou cruzeiros marítimos, joias, roupas, viagens e jantares aos investigados.
"No caso, parte desses valores deveria ser devolvida à sociedade sob a forma de bolsas para estudantes e pesquisadores. Mas foi usada para permitir o deleite pessoal de um pequeno grupo de criminosas, algumas delas travestidas de servidoras públicas e suas familiares e amigas próximas", declarou o juiz.
Na sentença, Marcos Josegrei destacou ainda que o mecanismo que envolvia o esquema era relativamente simples e que funcionava em procedimentos de pagamentos de bolsas que eram submetidos ao pró-reitor e à pró-reitora substituta de pós-graduação da UFPR para que fossem aprovados e encaminhados para quitação.
Na sequência, os valores pagos mensalmente para nomes e dados bancários de pessoas das relações pessoais das líderes e agenciadoras do esquema que não tinham nenhuma relação com a universidade.
"O estratagema, conquanto rudimentar, funcionou mensalmente sem que fosse detectado por qualquer sistema de controle interno da UFPR, até ser descoberto com relativa facilidade pela Controladoria Geral da União em inspeção realizada no segundo semestre de 2016", declarou o juiz.
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A batida aconteceu depois que a condutora do carro branco, precisou frear ao ver o homem armado, que vinha em direção ao veículo.
Não há tempo para evitar o roubo. O comparsa do homem armado chega logo atrás e rapidamente os dois levam o carro embora. O caso foi registrado recentemente na BR 277, em Foz do Iguaçu.
Nessa outra situação, também registrada na BR 277, a Polícia Rodoviária conseguiu recuperar o veículo em São Miguel do Iguaçu.
Horas antes do carro ter sido localizado, o casal que estava no veículo foi rendido. As vítimas foram deixadas em uma estrada rural, às margens da rodovia.
É por conta de situações como essa que o Conselho de Segurança de Cascavel quer encontrar alternativas para tornar a BR 277 um local mais seguro, principalmente no trecho de Cascavel a Foz do Iguaçu. O intuito é mobilizar as prefeituras e também abrir um diálogo com os deputados da região.
A previsão é que a reunião aconteça no mês que vem. Até lá, a PRF segue mapeando os trechos da rodovia onde os assaltos mais acontecem. O objetivo é intensificar as fiscalizações nestes locais e evitar que os casos se repitam. Para os motoristas que utilizam a 277, a atenção deve ser redobrada. (Com EPC)
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