Presidentes do Brasil e do Paraguai se encontram para lançar segunda ponte

Os presidentes do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, e do Paraguai, Mario Abdo Benítez, se encontram às 13h desta sexta dia 10, em Foz do Iguaçu, para o lançamento da pedra fundamental da segunda ponte entre os dois países. Em menos de três meses, este é o segundo encontro na fronteira dos dois chefes de Estado. O primeiro foi em 26 de fevereiro, na posse do diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna.

 

A solenidade de lançamento da pedra fundamental da ponte que vai ligar Foz do Iguaçu a Presidente Franco inclui a assinatura do repasse de recursos da Itaipu Binacional, que vai bancar as obras, e convênio com o governo do Estado, que vai administrar a execução do projeto, desenvolvido pelo Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit).

 

Além dos presidentes, a solenidade contará com a presença de ministros dos dois países, do governador paranaense Carlos Massa Ratinho Júnior, de autoridades locais e de diretores e conselheiros da Itaipu Binacional. A ponte é resultado de negociações entre os presidentes Bolsonaro e Marito. O presidente brasileiro deu seu aval após parecer favorável da Advocacia Geral da União.

 

Sem onerar tarifa

 

Essa segunda ponte tem custo previsto de R$ R$ 456.138.389,24, que será bancado pela Itaipu Binacional, sem afetar a tarifa da energia elétrica produzida pela binacional. O valor inclui obras da estrutura, desapropriações e a construção de uma perimetral no lado brasileiro.

 

Os recursos, ao longo dos três anos previstos para durar a obra, serão remanejados de convênios e patrocínios sem aderência à missão da empresa.

 

Este remanejamento teve início logo após a posse de Joaquim Silva e Luna, que adotou na empresa uma gestão de redução de custos e otimização dos recursos, para permitir que a usina continue apoiando projetos importantes para o desenvolvimento socioeconômico da região.

 

O diretor-geral brasileiro de Itaipu afirma que a binacional deve priorizar projetos estruturantes, como é o caso da ponte. Segundo ele, as cidades de fronteira, com a nova ponte, se firmarão como um "hub", um centro de conexão regional, com interligação de vários países.

 

Importância

 

A segunda ponte é fundamental para toda a região de fronteira e vai beneficiar diretamente Foz do Iguaçu e as cidades paraguaias de Presidente Franco e Ciudad del Este. Hoje, a única ligação entre o Paraguai e o Brasil é a Ponte Internacional da Amizade, entre Foz e Ciudad del Este, que vive congestionada devido ao intenso tráfego de veículos, mercadorias e pessoas.

 

A nova ponte será utilizada para o tráfego de caminhões e será conectada à Aduana da Argentina. No lado brasileiro, haverá uma ligação direta da ponte com a BR-277, sem que os veículos pesados precisem utilizar como rota o centro de Foz do Iguaçu, como acontece hoje.

 

A par dos benefícios locais, no entanto, a ponte integrará, além do Brasil e do Paraguai, outros países da região, especialmente Argentina, Chile e Bolívia, que terão acesso direto aos mercados brasileiros, enquanto o Brasil terá, além deste acesso aos mercados da região, também ao Oceano Pacífico, para exportação de grãos à China, especialmente, o que reduzirá o custo dos fretes.

 

A melhor integração regional possibilitará o aumento da circulação de bens e riquezas, contribuindo fortemente para alavancar as economias desses países. Para se concretizar esse processo, será preciso ainda melhorar as rotas de transporte no Paraguai e na Argentina, para acesso mais rápido ? e de menor custo - aos outros países. O Paraguai já iniciou algumas obras viárias importantes, nesse sentido.

 

 

Por Assessoria

 

 

 

 

 

Frente fria avança pelo Sul do Brasil e despenca temperaturas no Paraná

Para quem gosta de frio pode tirar os casacos do guarda-roupa que ele está chegando. A frente fria avança lentamente pelo do Sul do Brasil neste fim de semana.

 

Nesta sexta dia 10, a condição de chuva aumenta nas regiões oeste, noroeste, sudoeste e Centro-Sul do Estado. No sábado dia 11, a chuva volta a espelhar e atingir várias regiões do Paraná, inclusive com previsão de temporal para as regiões oeste, sudoeste e também no centro-sul.

 

No domingo dia 12, o tempo ainda fica instável, mas a chuva é mais localizada e fraca (um pouco mais forte nos Campos Gerais, RMC e litoral).

 

A temperatura consequentemente fica mais baixa no Paraná. Na região Sul ? uma das mais frias do estado, a temperatura máxima deve cair e a máxima por lá chega à casa dos 17ºC. (Com Catve)

 

 

 

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Forte esquema de segurança é montado para receber presidentes em Foz do Iguaçu

O presidente Jair Bolsonaro chega a Foz do Iguaçu na manhã desta sexta dia 10, para o lançamento da pedra fundamental da segunda ponte entre Brasil e Paraguai. O presidente do país vizinho, Mario Abdo Benítez também estará no encontro.

 

Um forte esquema de segurança foi montado pela Polícia Federal para conduzir o presidente até a solenidade marcada para às 13 horas, no Marco das Três Fronteiras, no Jardim Porto Meira, em Foz.

 

A obra de quase meio bilhão de reais - R$456.138.389,24 - será custeada pela Itaipu Binacional e junto terá o convênio com o governo do Paraná que vai administrar a execução do projeto coordenado pelo Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre). O valor inclui obras da estrutura, desapropriações e a construção de uma perimetral no lado brasileiro.

 

Além de Bolsonaro e Benítez, o encontro terá a presença de ministros dos dois países, do governador paranaense Carlos Massa Ratinho Júnior, de autoridades locais e de diretores e conselheiros da Itaipu Binacional. A ponte é resultado de negociações entre os presidentes Bolsonaro e Marito. O presidente brasileiro deu seu aval após parecer favorável da Advocacia Geral da União. (Com Catve)

 

 

 

 

Bebê morre asfixiado por leite em Cascavel

Um bebê deu entrada no Instituto Médico Legal de Cascavel na manhã desta quinta dia 09.

 

Segundo as informações, a criança de quatro meses morreu no Bairro Universitário.

 

O laudo apontou a causa da morte como asfixia, provocada por leite.

 

O corpo do menino passou por necropsia e foi liberado para os familiares.

 

A família estava bastante abalada e preferiu não dar entrevista. (Com CGN)

 

 

 

 

 

Educação lança pesquisa para avaliar clima nas escolas do Estado

A Secretaria do Estado da Educação (SEED) lançou, a Pesquisa Nossa Escola, com o objetivo de levantar informações sobre as mais de 2 mil escolas estaduais do Paraná. A pesquisa pode ser respondida até o dia 19 de maio.

 

O levantamento tem como alvo três públicos: alunos, familiares e funcionários da Educação (professores, pedagogos e agentes educacionais). As respostas são anônimas, havendo apenas a identificação da escola.

 

A ideia é, com as respostas, criar indicadores de satisfação do ambiente escolar, com atualização semestral. Assim, a equipe da SEED conseguirá enxergar que pontos precisam ser aprimorados na escola, bem como quais instrumentos podem ser disponibilizados aos profissionais para atingir essa melhora.

 

PARTICIPAÇÃO

 

“No Núcleo Regional de Educação de Laranjeiras do Sul já está havendo essa devolutiva, no entanto gostaríamos que o máximo de pessoas respondessem ao questionário, pois só assim os resultados se aproximarão da realidade. A pesquisa dura menos de 5 minutos e sua contribuição é muito importante para nós”, destaca o Chefe do Núcleo, professor Lidio dos Santos.

 

O diferencial da Pesquisa Nossa Escola é que, além de estudantes e profissionais da Educação, familiares poderão dar sua opinião sobre o ambiente escolar paranaense. Não há limite de participação de familiares de alunos – podem responder aqueles que, de alguma forma, acompanham a vida escola das crianças e adolescentes.

 

 

 

 

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Produção industrial do Paraná tem o maior crescimento do País

A produção industrial do Paraná foi a que apresentou o maior crescimento do Brasil no primeiro trimestre deste ano. O aumento foi de 7,8% em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), divulgados nesta quarta dia 08.

 

A produção industrial brasileira fechou o primeiro trimestre com redução de 2,2%. O segundo melhor resultado foi o do Rio Grande do Sul, com aumento de 5,5%. São Paulo, o maior centro industrial do País, registrou queda de 2,6% na produção industrial dos três primeiros meses.

 

O resultado do acumulado de janeiro a março confirma a posição de liderança que o Paraná já havia alcançado com o resultado do primeiro bimestre. “O Paraná teve o melhor resultado entre as unidades da federação abrangidas pela pesquisa. É um resultado fora da curva, um grande destaque nacional”, afirmou o diretor do Centro de Pesquisa do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), Julio Suzuki Júnior.

 

Puxaram o bom desempenho do Estado no trimestre os segmentos de máquinas e equipamentos (18,5%), derivados de petróleo (14,3%), alimentos (12,8%) e automotivo (11,7%).


“O resultado do Paraná vem principalmente destes quatro setores. Ou seja, é um crescimento sustentado em ramos industriais diversos, o que evidencia uma das principais característica da indústria paranaense, que é a diversificação”, afirma Júlio Suzuki. “O setor industrial paranaense é também mais aberto ao mercado internacional, comparativamente à média brasileira, o que se traduz em maior relevância nas exportações, contornando as limitações do mercado doméstico”.

 

ALIMENTOS – O diretor do Ipardes também ressalta o desempenho do segmento de alimentos, por sua representatividade dentro do setor industrial. “Este segmento abrange o agronegócio, que é muito significativo no Estado, principalmente no Interior. Além disso é grande empregador e esse resultado da produção industrial provavelmente se refletirá em mais vagas de emprego na indústria de alimentos.

 

Também o desempenho de máquinas e equipamentos tem influência do agronegócio, já que um dos destaques foi a produção de colhedeiras.

 

MARÇO – Especificamente em março, a produção industrial paranaense cresceu 2,4% em relação ao mesmo mês de 2018 e 1,5% em comparação a fevereiro. (Com AEN)

 

 

 

 

 

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