Enquanto o governador Ratinho Junior se vira nos trinta para tentar reduzir a máquina e fazer caixa – contabilizou R$ 84 milhões em três meses de luta – diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, em apenas uma canetada mandou cancelar todos os convênios de patrocínio que estavam em vigor mas não tinham qualquer relação com a missão da empresa, resultando em economia de R$ 42 milhões.
Um dos nove convênios cancelados foi o assinado entre a Itaipu e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que promove o VII Fórum Jurídico de Lisboa, de 22 a 24 de abril, em Portugal. O encontro tem entre os seus organizadores o ministro do STF, Gilmar Mendes.
Esse convênio foi assinado em novembro e tinha como valor total R$ 3,369 milhões, a serem pagos em três parcelas. No entanto, ainda em dezembro, foi enviado para a FGV R$ 2,492 milhões. Os R$ 876 mil restantes, que deveriam ser repassados no início do ano, foram bloqueados pela nova administração de Itaipu e não serão mais repassados. “Sou favorável a convênios que deixem legado para a sociedade”, disse o general à reportagem do Estadão.
Há pouco menos de dois meses no cargo, o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, conseguiu, só num primeiro mapeamento, reduzir drasticamente os gastos em convênios considerados sem aderência à missão de Itaipu. A rescisão soma mais de R$ 42 milhões. Toda essa economia será aproveitada em obras estruturantes e em outras parcerias com impactos sociais mensuráveis. Nenhuma das medidas afeta a região Oeste do Paraná, área de influência da empresa.
O bom emprego dos recursos públicos e sua realocação em ações que deixem legado foi uma das primeiras medidas adotadas pelo diretor desde sua posse, no dia 26 de fevereiro.
Silva e Luna determinou a reavaliação de diversos convênios. Os que foram considerados fora dos rigorosos padrões estabelecidos pela nova diretoria foram cancelados.
Um dos primeiros exemplos foi o corte do repasse de verbas para o convênio com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que promove o VII Fórum Jurídico de Lisboa, de 22 a 24 de abril, em Portugal.
O convênio foi assinado em novembro do ano passado. No mês seguinte, foram repassados para a fundação R$ 2.492.375. A partir de fevereiro, com a posse do diretor, o convênio foi analisado e, por não ser considerado aderente à missão de Itaipu, foi determinado seu cancelamento.
Por determinação do diretor-geral brasileiro, Itaipu permanecerá revisando todos seus contratos, convênios e patrocínios a fim de adequá-los à política de austeridade adotada desde que assumiu o cargo, seguindo diretrizes do governo do presidente Jair Messias Bolsonaro.
“Sou favorável a convênios que deixem legado para a sociedade, como obras estruturantes ou que gerem um impacto social mensurável, e não em ‘coisas que no dia seguinte terminam’.”, diz Silva e Luna.
Todas as medidas têm como premissa respeitar os bons preceitos da administração pública: legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade e eficiência, conforme previsto no Artigo 37 da Constituição Federal. “Os convênios e patrocínios que não se enquadrarem à nova política de austeridade serão suspensos”, finaliza o general.
A reavaliação das prioridades nos gastos de Itaipu, determinada por Silva e Luna, tem como objetivos básicos: não onerar o custo da energia elétrica, em respeito ao consumidor brasileiro; investir na atualização tecnológica da usina; e dispor de recursos para dar início à construção da segunda ponte entre Brasil e Paraguai, prevista para começar ainda no primeiro semestre deste ano.
O programa da Itaipu cidade sustentável o qual o município de Guaraniaçu faz parte vai ser mantido.
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Desde que a crise política e econômica começou a se agravar e a se tornar mais evidente por todo o país, em 2015, o mercado de trabalho formal (com carteira assinada) encolheu significativamente do Paraná.
E a prova disso é que, mesmo após fechar os anos de 2017 e 2018 com saldo positivo e abrir 2019 com o sinal verde, o estado ainda luta para recuperar as vagas perdidas no auge da tragédia brasileira.
Segundo informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), entre janeiro de 2015 e março de 2019 (os dados do último mês foram divulgados ontem pelo Ministério da Economia), o Paraná viu fechar um total de 56.527 postos de trabalho, saldo negativo que é fruto de um total de 4.949.542 admissões ante 5.006.069 desligamentos registrados no período.
Além disso, dos oito setores pesquisados pelo Caged, cinco encolheram em termos de vagas de emprego formal: extrativa mineral (saldo de -721), indústria de transformação (-56.940), serviços industriais de utilidade pública (-518), construção civil (-33.313) e comércio (-6.806). Por outro lado, os setores de serviços (+39.321), administração pública (+129) e o de agropecuária (+2.321) viram o estoque de empregos formais crescer.
Nesta quarta dia 24, o relatório do Caged de março mostrou que o Paraná perdeu 1.211 vagas, primeira queda após altas seguidas. (Com Bem Paraná)
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A Polícia Civil do Paraná prendeu 100 pessoas na manhã de quarta dia 24, durante a Operação PC 27 deflagrada em todo o território nacional.
Batizada de Operação "PC 27" a ação é uma iniciativa do Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil e contou com apoio de 4,5 mil policiais no país.
No Paraná, a operação tem como alvo cumprir mandados contra suspeitos por diferentes crimes, como tráfico de drogas, roubo, homicídio, estupro, participação em crime organizado, entre outros, além de realizar prisões em flagrante.
Ao todo, a operação contou com o trabalho integrado de todas as divisões da PCPR e com a participação de 550 policiais civis. A expectativa é que mais mandados sejam cumpridos pelo estado e um novo balanço deve ser feito no final da tarde. (Com Catve)
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A Receita Federal recebeu 1,2 milhão de declarações de paranaenses até às 17h desta quarta dia 24.
Isso corresponde a 61,5% do total que é esperado no Estado.
Até o dia 30 de abril a expectativa é de que 1.970.000 paranaenses entreguem a declaração.
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Nas últimas semanas, centenas de motoristas foram identificados por burlar a lei vigente no Brasil desde 2016.
Em 2016, entrou em vigor a Lei Federal13.103 que tornou obrigatória a realização do exame toxicológico para emissão e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias C, D e E, e na admissão e desligamento de motoristas contratados pelo regime CLT. Agora, o exame toxicológico voltou a ganhar destaque no Brasil após o Ministério Público intensificar a identificação de motoristas que tentam burlar a lei nacional.
Nos últimos cinco meses, o Ministério Público identificou quase 300 caminhoneiros, nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que pagaram de R$ 800 a R$ 1.500 para forjar resultados de exames antidrogas. A primeira medida contra os infratores será o bloqueio da Carteira Nacional de Habilitação, e nos próximos meses a identificação e fiscalização deverá ser intensificada em todo país.
Infelizmente, as drogas sempre foram muito comuns nas estradas brasileiras. Segundo números do Ministério do Trabalho, um terço dos caminhoneiros utilizam algum tipo de substância para se manter acordado por horas e horas. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, em 2017 foram registrados 89.318 acidentes graves nas estradas e 48% deles foram provocados por caminhões.
Exame toxicológico
Além de garantir a segurança nas estradas brasileiras, o exame toxicológico é rápido e extremamente eficiente, detectando a presença de metabólitos de drogas psicoativas que se depositam nos fios de cabelo ou pelos, por um período de até 90 dias. Hoje, o exame é encontrado em laboratórios de todo Brasil e, de acordo com a legislação, o resultado deve sair em até 15 dias.
Para assegurar confiabilidade, todo processo de coleta de cabelos ou pelos é realizada na presença de uma testemunha para garantir um resultado seguro. Quando o exame é feito a partir de cabelos, são necessários 120 a 150 fios com, no mínimo, 4 cm de comprimento. Já em casos de coleta de pelos do corpo, é retirado uma quantidade equivalente a uma bola de algodão com 2 cm de diâmetro. São coletadas duas amostras - uma vai para análise e a outra fica à disposição das autoridades e do motorista, no banco de dados do laboratório.
“O teste verifica diversas substâncias, entre elas as anfetaminas mazindol, femproporex e anfepramona e as anfetaminas ilegais ecstazy, MDA e MDMA. Além disso, conseguimos identificar metanfetaminas, maconha, cocaína, bezoilecgnonina, cocaetileno, norcocaína, opiáceos codeína, morfina e heroína. A legislação exige até 15 dias para o resultado, mas estamos preparados para entregar em no máximo em 10 dias. Agilizar resultados beneficia o processo de liberação do motorista”, explica o gestor do DB Toxicológico (www.dbtoxicologico.com.br), Jean Haratsari.
A empresa, que pertence ao grupo Diagnósticos do Brasil, é certificada pelo INMETRO, tem uma estrutura exclusiva de atendimento para exame toxicológico e responde por aproximadamente 15% dos procedimentos realizados no país. Para garantir a segurança do teste, a empresa trata a cadeia de custódia dos exames taxológicos com muito rigor, que começa pela capacitação dos coletores. Desde a implantação da ferramenta, quase 4 mil já foram treinados. Outro diferencial fica por conta da logística do grupo, que consegue atender o mercado brasileiro com agilidade por meio de dezenas de unidades de atendimento e mais de 400 rotas que atendem, aproximadamente, 6.000 cidades.
De acordo com números do DB Toxicológico, a cocaína ultrapassou a anfetamina, popularmente conhecida como “rebite”, e é a droga mais utilizada por caminhoneiros. “O custo da cocaína baixou e ela passou a ser vendida em muitos pontos das estradas. Hoje, ela é responsável por mais da metade dos exames toxicológicos com resultado positivo. Ela é utilizada por aqueles caminhoneiros que querem se manter acordados por várias horas”, detalha Jean Haratsari.
Caso o resultado do exame seja positivo para qualquer substância ilegal, o motorista terá a CNH suspensa e deverá aguardar três meses para realizar um novo exame. “Após a realização de um novo toxicológico, a suspensão da carteira pode ser revista caso o resultado seja negativo. Sabemos da importância dos caminhoneiros para o Brasil, e é importante que eles entendam que a lei é benéfica para todos e visa aumentar a segurança em nossas estradas. Desde que ela entrou em vigor, houve uma redução de 40% no número de acidentes com veículos pesados”, completa Haratsari.
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O empresário, dono de uma distribuidora de bebidas, foi alvo de mais uma tentativa de homicídio na manhã desta quarta dia 24, na Rua Xavantes, esquina com Itaquatiaras, no Bairro Santa Cruz, na região Oeste de Cascavel. A vítima foi atingida por 24 disparos de pistola.
A vítima estava no estabelecimento quando foi surpreendida pelo criminoso armado com pistola 9MM. Os moradores próximos a cena do crime relataram que foram efetuados mais de vinte disparos.
Socorristas e médico do Siate foram acionados para atender a vítima que está em estado grave. O homem foi encaminhado ao Hospital Universitário e deve passar por cirurgia para remover os projéteis. O caso é grave e ele corre risco de morte.
A Delegacia de Homicídios está no local e dá inicio as investigações para apurar o crime e identificar possíveis autores da tentativa de homicídio.
A Polícia Militar está em rondas para tentar localizar os criminosos.
Em 29 de novembro de 2018, a vítima foi atingida por vários disparos e ficou em estado grave internado no Hospital Universitário. (Com Catve)
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