Depois dos temporais que provocaram muitos estragos no Paraná, o clima deve melhorar nos próximos dias. A previsão do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar) é que gradativamente o tempo fique mais firme, sem chuvas significativas nesta semana. Uma massa de ar mais seca deve começar a atuar no Estado e, assim, a ocorrência de chuva fica mais fraca.
As temperaturas ficam mais baixas. No interior as máximas ficam na casa dos 23ºC. Na Região Metropolitana de Curitiba variam entre 17 e 18 graus. As mínimas ficam perto dos 10ºC na parte Sul do Estado.
Em Curitiba, as temperaturas também não se elevam. A máxima na quarta-feira deve ficar em apenas 15ºC. As mínimas devem oscilar entre 10 e 11 graus. O próximo final de semana tem previsão de mínima de apenas 8ºC na Capital.
Balanço
O número de pessoas afetadas pelo temporal que atingiu a Região de Curitiba e algumas cidades do interior do Paraná chegou a 28.008 ontem, três dias após as fortes chuvas, informou o novo boletim da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, atualizado às 14h30 de ontem. O número de casas danificadas também subiu para 4.834 residências, e 198 pessoas permaneciam desalojadas.
Ao todo 39 municípios foram atingidos, em maior ou menor escala, no Estado. No sábado a Defesa Civil começou a distribuição de donativos para os municípios mais afetados pelo temporal. (Com Bem Paraná)
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Até pouco tempo, as políticas sociais voltadas à infância no Brasil preocupavam-se com o combate à fome e à desnutrição. Hoje, porém, a chave já começa a mudar e o problema é exatamente o oposto daquele que o país enfrentava há algumas décadas: o aumento do excesso de peso. Hoje, inclusive, celebra-se o Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil.
Segundo informações da plataforma digital Crianças e Adolescentes em Dados Estatísticos (CADÊ Paraná), atualmente 27,32% dos jovens paranaenses (0 a 17 anos) estão acima do peso, o que significa que, em média, um em cada quatro crianças ou adolescentes estão tendo de lidar com o sobrepeso no estado. Os dados do CADÊ, obtidos apartir do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), do Ministério da Saúde, revelam ainda que o problema se agrava na medida em que os jovens vão envelhecendo.
Entre as crianças de 0 a 4 anos,por exemplo, 7,8% estão com peso considerado elevado para a idade. Já na faixa de 5 a 10 anos, 32,7% estão acima do peso, sendo que 9,5% já estão obesos e outros 5,8%, com obesidade grave. Por fim, entre os adolescentes (11 a 17 anos), 34,3% estão acima do peso,com o porcentual de obesos em 10,8% e os casos de obesidade grave alcançando 2,7% dessa população.
Segundo a endocrinologista Rosana Bento Radominski, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM-PR),a obesidade pode ser desencadeada por fatores ambientais, biológicos, hereditários e psicológicos. A especialista, contudo, destaca que os hábitos são os principais causadores do problema. “Menos de 5% dos casos são decorrentes de doenças endocrinológicas e a hereditariedade só se manifestará se o ambiente permitir”, explica.
Ainda de acordo com a especialista, os índices de sedentarismo e a alimentação inadequada no ambiente familiar são os principais colaboradores para o crescimento exponencial no número de crianças e adolescentes obesos. “As crianças estão passando muito tempo em frente ao computador e celular e fazendo pouca atividade física”, reforça a médica. “Além disso, é preciso uma mudança de hábitos na alimentação de toda a família para que a criança seja motivada a se alimentar melhor”. A médica ressalta ainda que há poucas opções de medicamentos para auxiliar no emagrecimento infantil. O tratamento é baseado em atividade física e reeducação alimentar.
Aspectos psicológicos devem ser considerados pela família
A família também deve considerar os aspectos psicológicos da obesidade infantil. Segundo os especialistas, conforme o avanço na idade, maior a probabilidade de sofrer preconceito e bullying devido ao excesso de peso. Isso afeta a interação da criança com os grupos, a socialização e pode levar, até mesmo, a um quadro de depressão. “É um círculo vicioso: a criança sofre com a diferença, se isola e tende a praticar menos atividades físicas e compensar a tristeza na alimentação”, revela a endocrinologista.
Outro fator importante a ser observado é se o quadro de obesidade não é decorrente de fatores psicológicos. Muitas vezes, desequilíbrios emocionais e até mesmo casos de abuso sexual desencadeiam a doença. Nesses casos, o acompanhamento de psicólogos e uma equipe multidisciplinar é essencial.
Plataforma do Cadê traz panorama da juventude no Paraná
Na última semana, o Centro Marista de Defesa da Infância relançou oficialmente a plataforma digital Crianças e Adolescentes em Dados Estatísticos (CADÊ Paraná). Criado em 2016, o sistema passou por uma reformulação completa e agora traz dossiês com panoramas de indicadores sobre a infância para cada um dos 399 municípios paranaenses e um mapa sobre os equipamentos públicos que prestam atendimento à infância.
Na última semana, foi divulgado um informe temático sobre trabalho infantil. Já no ano passado, o tema abordado por pesquisadores convidados foi justamente a obesidade infantil. “A obesidade é atualmente um dos agravos mais frequentes da infância. Um dos riscos decorrentes é o desenvolvimento de doenças que podem afetar as condições metabólicas, cardiovasculares, ortopédicas, neurológicas, hepáticas, pulmonares e renais; e ainda as condições crônicas como diabetes e hipertensão, seja em idade adulta ou em idade mais jovem”, diz o documento, disponível no site do CADÊ Paraná (http://www.cadeparana.org.br/).na seção Biblioteca - Publicações. (Com Bem Paraná)
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O motorista de 50 anos foi preso com carreta carregada de cigarros na manhã de segunda dia 03, na BR 277, em Cascavel.
A abordagem foi feita pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) no quilômetro 560 da rodovia, sentido Curitiba.
Durante revista pelo veículo foi encontrado uma grande quantidade de cigarros contrabandeados na carroceria do caminhão com placas de Cascavel. A carga ainda não foi contabilizada.
O motorista confessou que receberia R$ 15 mil pelo transporte de Guaíra até Irati, região de Guarapuava. O condutor foi preso. (Com Catve)
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Um caso de agressão a uma criança de dois anos chocou moradores de Campo Largo e Fazenda Rio Grande neste final de semana. Vídeos que circularam nas redes sociais nas últimas horas mostram uma mulher agredindo seu filho pequeno por ele ter evacuado nas calças. Na gravação, ela afirma que o filho “é relaxado e nojento igual ao pai”, enquanto puxa violentamente os cabelos do menino.
Em entrevista à Banda B, a avó da criança afirma ter recebido os vídeos e encaminhou para familiares pedindo conselhos de como proceder sobre as agressões. Os arquivos acabaram ‘viralizando’ na internet, mostrando agressões e falas exaltadas da mulher. “Eu vejo esse menino e lembro do pai dele. Eu tenho ódio e raiva de olhar para a cara dele, com esse choro horroroso dele”, reclama em áudios enviados pelo Whatsapp. “Não dei para o Conselho Tutelar porque ninguém vai querer ele, nem o pai, nem as avós, nem ninguém”, diz.
“Na sexta à noite ela me mandou áudios e vídeos que me chocaram muito. Ela dizia que era para eu tomar uma providência senão ela mataria a criança, que não suportava mais vê-lo na frente dela”, afirmou. A avó acionou a delegacia de Fazenda Rio Grande e o Conselho tutelar do município. “Essa não é a primeira vez. Com oito dias de nascido, ela já o abandonou no mato e dizia que preferiu matá-lo a passar a guarda pra mim”, contou emocionada.
Mãe e filho se mudaram recentemente para o município de Campo Largo, onde viviam com o atual marido. Por isso, foi necessária uma ação conjunta das equipes policiais de ambas as cidades, que encontraram a criança ainda na tarde de ontem (1). “Eu disse que iria visitá-los e enviar um dinheiro para ajudar a situação e pedi o endereço, pois não sabia onde eles estavam vivendo. Ela me passou e a polícia foi realizar a prisão”, contou a avó.
De acordo com Juliana Theodoro, conselheira tutelar que atuou na ocorrência, a mulher estava exaltada durante a prisão. “Tanto ela quanto o cônjuge estavam muito nervosos. Então trouxemos a criança para Fazenda Rio Grande e ficará na guarda provisória com a mãe do pai biológico até que o processo seja encerrado e decisões sejam tomadas”, relatou.
Segundo informações preliminares apuradas pela reportagem, a mãe já está solta. A identidade dela e do filho foram preservados para a segurança da criança. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil de Campo Largo. (Com Banda B)
Por volta das 15h, saiu a decisão da Vara de Execuções Penais (VEP) de Guarapuava. A juíza Liliane Gracieli Breiteisser determinou que o ex-deputado estadual Fernando Carli Filho cumpra a pena utilizando tornozeleira eletrônica.
De acordo com o criminalista Miguel Nicolau Júnior, Carli Filho deixará a prisão, onde ocupa uma das celas desde a terça dia 28, até o fim da tarde desta sexta dia 31.
“Não sabemos quanto tempo, mas deve demorar, porque a decisão vai para a PIG e terão que agilizar a tornozeleira eletrônica”, disse o advogado.
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Um homem de 40 anos morreu após uma explosão em um compressor de ar em um lava-jato, em Juranda, na saída para Ubiratã, na sexta dia 31.
O homem estava manuseando o aparelho.
Robson da Silva Rocha, de 40 anos, morreu no local.
Segundo informações o corpo foi dilacerado pela explosão.
Ainda não se sabe como aconteceu o acidente. Mas a explosão teria ocorrido supostamente quando ele foi desligar o compressor.
O corpo foi levado para Instituto Médico Legal de Campo Mourão. (Com Goionews)
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