Avião UTI da Secretaria Estadual de Saúde está a caminho de Cascavel para buscar gestante de bebê com cardiopatia Congênita complexa grave , que necessitara de tratamento cirúrgico imediatamente após o parto. O caso chegou a ser judicializado e a vaga saiu no Hospital do Trabalhador, na Capital. A cirugia no bebê será no Hospital Pequeno Príncipe.
Pouso em Cascavel previsto para 12:10h. Avião não veio mais cedo por mas condições meteorológicas.
Uma UTI móvel do Samu está indo ao HUOP buscar a paciente e conduzir ao aeroporto .
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A força-tarefa da Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) fechou nesta quarta dia 06, acordo de leniência com a concessionária de pedágio Rodornorte, acusada de envolvimento em um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro com a participação de políticos, agentes e órgãos públicos do Paraná.
Pelo acordo, a concessionária se compromete a pagar R$ 750 milhões até o final do contrato, em 2021, e a reduzir em 30% as tarifas cobradas nas praças operadas pela empresa no Estado. A redução da tarifa deve ser implementada no prazo de 30 dias contados da homologação. Além disso, a Rodonorte também concordou em destinar R$ 365 milhões para as obras nas rodovias previstas no contrato original.
O acordo ainda depende de homologação da 23ª Vara Federal de Curitiba e da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal (5CCR/MPF). Segundo o MPF, a Rodonorte admitiu o pagamento de propinas a integrantes do governo do Estado para a obtenção de aditivos contratuais com o cancelamento de obras e aumento de tarifas desde 2000.
Palácio
Segundo o jornal ‘Folha de São Paulo’, um ex-motorista da concessionária, que trabalhava na presidência da Rodonorte, disse aos procuradores que entregou malas de dinheiro no Palácio Iguaçu, sede do governo paranaense. Além dos montantes levados ao Palácio, ele também relatou entregas no Tribunal de Contas do Estado e na associação das empresas concessionárias, que era usada para repassar propina aos políticos.
O ex-governador Beto Richa (PSDB) foi um dos alvos da investigação, e chegou a ser preso preventivamente. Ele, que nega participação em desvios, é réu sob acusação de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, apontado como um dos beneficiados pelo esquema.
De acordo com o MPF, além de reconhecer os crimes praticados, apresentar informações e provas sobre a participação de terceiros nos crimes, a empresa se comprometeu a implementar medidas de combate à corrupção. A Rodonorte também concordou em se sujeitar a monitoramento independente pelo prazo de 32 meses, que será realizado por profissionais especializados, às custas da empresa e sob supervisão do MPF.
Regra do jogo
A Rodonorte administra sete praças de pedágio no Estado, com tarifas variam entre R$ 7,90 e R$ 12,40 para veículos de passeio. “Pela primeira vez na história a questão do pedágio no Paraná caminha por uma resolução efetiva com redução tarifária substancial e a realização das obras originalmente pactuadas”, disse o procurador Diogo Castor de Mattos, da força-tarefa da Lava Jato. “Os fatos revelados pela empresa e as provas trazidas por ela demonstram que o pagamento de propina e o direcionamento de atos administrativos eram a ‘regra do jogo’ no âmbito das concessões de pedágio no Estado do Paraná, em um típico ambiente de corrupção sistêmica”, afirmou o procuradorFelipe D’Elia Camargo. “Essas novas evidências abrem a possibilidade de ampla responsabilização de todos os agentes públicos e privados que cometeram ilegalidades e prejudicaram a sociedade e os usuários das rodovias paranaenses”, explicou ele.
Leniência
A Operação Lava Jato em Curitiba já celebrou 11 acordos de leniência, e segundo a força-tarefa este celebrado com a Rodonorte é um dos maiores. Segundo a procuradoria, as provas obtidas com o acordo permitirão que as investigações avancem, especialmente em relação a esquemas que se desenvolveram no Estado.
Por Assessoria
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Os Portos do Paraná se preparam para um ritmo mais intenso no escoamento dos grãos destinados para exportação, com a chegada da safra 2018/19, que vem do interior do Estado e dos estados do Sudeste e Centro-Oeste do país. A partir desta semana, a expectativa é um amento tanto no fluxo de caminhões para descarga do produto quanto no número de navios para carregar as commodities com destino a outros países.
A equipe operacional do Porto de Paranaguá prevê um aumento gradativo na quantidade de caminhões com destino aos terminais paranaenses. O fluxo no Pátio de Triagem, que normalmente é de mil veículos por dia, subiu para1,7 mil caminhões e pode alcançar até dois mil veículos já no início de março.
A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina trabalha junto com a comunidade portuária para evitar filas nas estradas e vias de acesso, além de manter a eficiência no embarque dos navios, reduzindo o tempo de permanência das embarcações. “Estamos preparados para receber uma quantidade de carga. No trânsito, nossa maior preocupação é finalizar a construção do viaduto na BR 277, na entrada da cidade. Estamos dentro do cronograma e esperamos finalizar ainda neste primeiro semestre”, disse o diretor-presidente Luiz Fernando Garcia.
Desde o início do ano, 47 navios saíram do Paraná carregados com a produção agrícola brasileira, 27 deles só com soja. Até o dia 10 de março são esperados três navios para carregar soja.
Da soja exportada pelo Porto de Paranaguá 72% são produção do próprio Estado, outros 10% vêm do Mato Grosso, 9% de Goiás, 3% do Mato Grosso Sul e uma parcela em torno de 2% ainda vêm de Santa Catarina, São Paulo e outros Estados.
Obras
A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) trabalha junto com a comunidade portuária para evitar filas nas estradas e vias de acesso, além de manter a eficiência no embarque dos navios, reduzindo o tempo de permanência das embarcações. “Estamos preparados para receber uma quantidade de carga. No trânsito, nossa maior preocupação é finalizar a construção do viaduto na BR 277, na entrada da cidade. Estamos dentro do cronograma e esperamos finalizar ainda neste primeiro semestre”, disse o diretor-presidente Luiz Fernando Garcia.
Os caminhões que chegam passam pelo Pátio de Triagem onde aguardam para descarregar nos terminais.
Clima reduz produção de grãos paranaense, mas preços são bons
O Paraná irá colher na safra de grãos de verão 2018/19 um volume de 19,9 milhões de toneladas, 12% menor que a safra anterior que rendeu um volume de 22,7 milhões de toneladas. Apesar da perda, os preços dos principais produtos permanecem bons para os produtores.
A produção foi prejudicada pelo clima, de acordo com boletim mensal do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e Abastecimento, divulgado no dia 22 de fevereiro. Houve períodos de estiagem, chuvas excessivas e altas temperaturas ao longo do ciclo de desenvolvimento das principais culturas como soja, milho e feijão.
Para o secretário da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, a expectativa agora é com o desempenho da segunda safra de grãos, que está em desenvolvimento no campo, com tendência a ser promissora. (Com Bem Paraná)
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Na noite da última quarta dia 06, uma forte chuva acompanhada de ventania mobilizou bombeiros para atender famílias que tiveram suas casas alagadas ou destelhadas em Cascavel.
Além das casas atingidas, o que chamou a atenção foi o problema das goteiras nas Unidades de Pronto Atendimento da cidade. Além disso, o muro de um colégio cedeu e um barranco às margens de BR 277 desmoronou e interditou parte da pista.
O temporal durou, em média, apenas 1h, mas foi suficiente para deixar estragos. As rajadas de vento chegaram a 120 km/h e chuva de quase 58 mm.
O alerta de tempestades ainda está mantido para esta quinta dia 07.
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O Paraná dá sinais de retomada econômica mais forte que a do País no início deste ano. É o que apontam os primeiros indicadores sobre 2019 já divulgados pelos órgãos oficiais. Com aumento de 14,6% na abertura de empresas e criação de 9,1 mil novos empregos formais em janeiro, o que representa 26,6% do total nacional de 34.313 vagas, a renda média dos trabalhadores subiu.
Este cenário favorável injetou maior volume de dinheiro na economia estadual e ampliou as operações de crédito, enquanto o nível de inadimplência caiu.
Segundo dados do Banco Central, o saldo das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) no Estado atingiu R$ 225,9 bilhões em janeiro, um aumento real (descontada a inflação) de 3,7%, comparado ao primeiro mês de 2018, e bem acima do crescimento brasileiro de 1,2%. “A economia do Paraná vem apresentando uma retomada mais vigorosa que a média da nação”, afirma Julio Suzuki Junior, diretor de Pesquisa do Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social), ressaltando que isso decorre da expectativa positiva dos consumidores e agentes produtivos.
PESSOAS JURÍDICAS - As operações de crédito para pessoas jurídicas - como empréstimos e financiamentos de capital de giro e incentivo à produção e exportação - no Paraná somaram R$ 87,1 bilhões em janeiro, um avanço real de 2,7% - contrastando com o declínio de 2,7% no País. “As empresas paranaenses vislumbram no Estado uma condição mais favorável para efetivação de novos negócios”, aponta Suzuki.
PESSOAS FÍSICAS - Já a concessão de crédito para pessoas físicas - como empréstimos e financiamentos para aquisição de veículos, imóveis e outros bens, cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e consignado - totalizou R$ 138,8 bilhões, um aumento de 4,4% - quase igual à alta nacional (4,5%). “A contratação de volumes maiores de crédito pelos consumidores paranaenses deriva da melhor condição do mercado de trabalho”, diz Suzuki. “O maior consumo garante, posteriormente, um melhor contexto de emprego que, por sua vez, gera novamente mais consumo. É o círculo virtuoso que pode redundar em taxas de crescimento econômico no Paraná mais pronunciadas que no Brasil”, projeta o diretor do Ipardes.
INADIMPLÊNCIA - As estatísticas do Banco Central mostram ainda quedas expressivas nas taxas de inadimplência em janeiro deste ano, em relação ao mesmo mês de 2018. No total das operações de crédito do SFN no Paraná, o índice caiu 20,6%, de 3,05% para 2,42%. A taxa de inadimplência das pessoas físicas recuou 10,9% (de 2,66% para 2,37%) e a das pessoas jurídicas reduziu 31,2% - de 3,65% para 2,51%. “Mesmo em um contexto de maior endividamento, os consumidores paranaenses vêm conseguindo arcar com seus compromissos financeiros. É um processo de investimento que não vem penalizando demasiadamente os orçamentos familiares”, analisa Suzuki. A metodologia do BC considera inadimplente qualquer dívida com mais de 90 dias de atraso.
(BOX 1).
Governador firma parcerias para atração de novos negócios.
Em dois meses de mandato, o governador Carlos Massa Ratinho Junior já firmou algumas parcerias com objetivo de atrair novas empresas que gerem mais emprego e renda no Estado.
No dia 14 de fevereiro, o governador assinou um protocolo de intenções com a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) visando um trabalho integrado com a Paraná Desenvolvimento, agência responsável pela prospecção de novos negócios ao Estado, para fortalecer o setor industrial paranaense no cenário nacional e internacional.
No dia 19, no evento de lançamento do novo modelo da fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, o governador afirmou que o Paraná está aberto a investimentos produtivos nacionais e de outros países e que o Governo do Estado colabora e apoia pequenos, médios e grandes empresários para que gerem mais empregos e movimentem a economia.
Ratinho Junior já declarou que o objetivo é desenvolver as habilidades regionais do Paraná e identificar novas vocações. A viagem do governador ao Vale do Silício (EUA), na semana passada, é outra iniciativa voltada a transformar o Estado em um grande polo tecnológico, com a criação de startups para o setor agropecuário. Além de conhecer cases inovadores, foram firmados acordos de cooperação técnica, capacitação, transferência de tecnologia e inovação.
(BOX 2)
Número de empresas, vagas de emprego e renda crescem.
EMPRESAS – A Junta Comercial do Paraná (Jucepar) registrou a abertura de 3.303 empresas em janeiro de 2019. Este número representa um incremento de 14,6% em relação ao total contabilizado em igual mês do ano passado (2.881).
EMPREGOS – O Paraná abriu 9.145 novas vagas no mercado formal de trabalho em janeiro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. É o segundo melhor resultado para janeiro desde 2015 e representa um incremento de 0,35% em relação ao estoque de trabalhadores celetistas em dezembro, que era de 2,6 milhões de pessoas. O crescimento nacional foi de 0,09%.
RENDA – Os dados do Caged indicam que o salário médio de admissão para emprego formal celetista no Estado foi de R$ 1.574,68 em janeiro. Isso representa uma alta real (deflacionada pelo INPC) de 0,58% em relação a igual mês do ano passado, que foi de R$ 1.565,66. É a quinta maior remuneração de ingresso no mercado de trabalho brasileiro, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. (Com AEN)
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A maior concentração é nas rodovias BR 277 e BR 376, que levam às praias do Paraná e Santa Catarina. Nesta quarta dia 06, de cinzas, o dia amanheceu com movimento elevado, mas sem trechos de lentidão. O fluxo mais intenso foi registrado nesta terça dia 05.
Na BR 277, sentido Curitiba, cerca de dois mil veículos circularam por hora. Um número quatro vezes acima do normal. O mesmo aconteceu na BR 376, que contou com trechos mais lentos. Já a rodovia que liga a capital ao interior do estado, BR 277, o fluxo era 64% acima do normal. Quase três mil veículos por hora.
Ainda na BR 277, mas no oeste do Estado, a estimativa é de 300 mil veículos circulando entre ontem e hoje. Nesta quarta-feira, o movimento teve um aumento de 12%.
Até agora, segundo a Polícia Rodoviária Federal, a maior infração registrada tem sido o excesso de velocidade, foram mais de 11 mil ocorrências. A segunda, que também chama atenção da PRF nos últimos dias foi a ultrapassagem proibida, principal causa de mortes nas estradas. (Com Catve)
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