Uma suspeita de traição fez uma mulher denunciar o namorado a polícia e derrubar um ponto de tráfico no Bairro Pinheirinho, em Curitiba. De acordo com as informações da Polícia Militar, até a equipe policial duvidou, no primeiro momento do relato da mulher, mas, ao conferir a informação apreendeu grande quantidade de drogas.
De acordo com o cabo Machado, da Rotam, a equipe policial seguia em patrulhamento pelo Bairro Uberaba, na noite de quarta-feira (5), quando foi abordada por uma mulher que afirmou que "tinha brigado com o namorado após descobrir uma traição e que ele era traficante e mantinha drogas em casa".
A mulher apontou o endereço aos policiais, uma casa no Bairro Pinheirinho, e lá a equipe encontrou o namorado e cerca de 10 quilos de maconha. Não satisfeita, ela ainda revelou a polícia que tinha mais drogas em outro local, no mesmo bairro.
No outro endereço foram encontradas mais drogas, sendo maconha, crack, cocaína e haxixe, em grande quantidade. Conforme a polícia, o entorpecente possivelmente abasteceria o tráfico em Curitiba.
Também foram encontrados a apreendidos um revólver de calibre 38 com numeração raspada, uma pistola de calibre 9 milímetros, carregadores e munições.
O homem que já tinha passagem por tráfico e usava tornozeleira eletrônica foi preso em flagrante. (Com Massa News)
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A força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) denunciou nesta quarta dia 05, Carlos Alberto Richa (Beto Richa), Ezequias Moreira, José Richa Filho (Pepe Richa), Luiz Abi Antoun, Dirceu Pupo Moreira, Rafael Gluck e José Maria Ribas Mueller pela prática, ao longo de 2014, dos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude licitatória e lavagem de dinheiro, relacionadas à licitação para Parceria Público Privada para exploração e duplicação da PR-323, que liga Maringá a Francisco Alves, no noroeste do Paraná.
De acordo com a denúncia, Beto Richa, Ezequias Moreira, José Richa Filho em conluio com Rafael Gluck e José Maria Ribas Mueller, fraudaram a licitação em favor do Consórcio Rota das Fronteiras, composto, entre outras, pela empresa Tucumann Engenharia e pela Odebrecht. A investigação apontou o contato entre empresários ligados às empresas integrantes do consórcio e os agentes públicos antes mesmo da publicação das diretrizes para a licitação ganha posteriormente pelo consórcio.
Os agentes públicos atuaram para o afastamento de outros potenciais concorrentes e descumpriram formalidades legais. Para garantir o favorecimento do consórcio, o grupo criminoso integrado pelo ex-governador recebeu vantagens indevidas de cerca de R$ 7,5 milhões.
Para garantir que o Consórcio Rota das Fronteiras vencesse a licitação para a exploração e duplicação da PR-323, executivos da Odebrecht ofereceram pelo menos R$ 4 milhões a Denilson Roldo, no interesse de Beto Richa, Pepe Richa e Ezequias Moreira e, para viabilizar o recebimento dissimulado de valores, Dirceu Pupo Moreira e Luiz Abi Antoun atuaram como intermediários. Dentro deste valor prometido pelos empresários, perícias dos sistemas DROUSYS e MyWebDay, da Odebrecht, revelaram no intervalo de dois meses ao longo de 2014, pagamentos superiores a R$ 3,5 milhões para o codinome "Piloto", utilizado para identificar o ex-governador.
Cessão de imóvel
O recebimento de outra vantagem indevida, no valor de R$ 3,4 milhões, deu-se pela cessão, em favor de Beto Richa, de cotas de um imóvel em valor subfaturado por parte de Rafael Gluck e de José Maria Ribas Mueller, executivos da Tucumann Engenharia, empresa que fazia parte do consórcio e que foi beneficiada pelo esquema criminoso. Este valor foi dissimulado pela participação da Ocaporã como intermediária, empresa formalmente gerida por Dirceu Pupo Ferreira, mas ligada por intrincadas relações societárias a Beto Richa e seus familiares.
A análise das operações financeiras e das informações contábeis da Ocaporã demonstrou que Rafael Gluck e José Maria Ribas, após seis anos de investimento, venderam um empreendimento imobiliário concluído à empresa de familiares de Beto Richa por valor inferior ao investido. A estimativa feita pelo setor técnico da Procuradoria-Geral da República é de que a venda formal se deu em um valor 44% inferior ao preço de mercado.
Pelos recebimentos em espécie e pelas outras dissimulações adotadas para o pagamento das vantagens, a denúncia também apontou o cometimento de crimes de lavagem de dinheiro. (Com MPPR)
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A manhã desta quarta-feira (5) foi a mais fria do ano em Curitiba. Os termômetros na capital paranaense marcaram 4,8°C, segundo o Sistema Meteorológico Simepar. No Paraná, a temperatura mais baixa foi registrada em General Carneiro (1,0°C).
Ainda segundo o Simepar, destacam-se São Mateus do Sul (3,2°C); Colombo (3,9°C); Telêmaco Borba (4,3°C) e Lapa (4,6°C). A partir de amanhã (6), a previsão é de que as temperaturas fiquem mais altas ao amanhecer, de forma gradativa. Até domingo a variação deve ser de 7°C de mínima e 20°C de máxima na capital.
Em uma previsão mais estendida, o Simepar aponta que não há previsão de chuva para os próximos dez dias. (Com Banda B)
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Morreu no hospital na noite desta terça dia 04, a adolescente de 12 anos atacada pelo irmão de 14 com golpes de martelo dentro do apartamento da família em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.
A menina chegou a ser internada, mas diante da gravidade dos golpes, inclusive com exposição da massa encefálica, não resistiu. O irmão que a atacou e feriu também a mãe segue internado sem risco de morte. Após oa taque, ele pulou da janela do apartamento, que fica no segundo andar. A mãe também se feriu moderadamente.
O caso aconteceu na tarde desta terça em um apartamento na Rua Joaquim Nabuco, no centro de São José dos Pinhais. Sem nenhum motivo aparente, o adolescente, de 14 anos, agrediu com um martelo a mãe e a irmã, de 12 anos.
Segundo informações de vizinhos e familiares, o adolescente teria chego da escola e depois do almoço, sem mais explicações, começou a golpear a irmã na cabeça com um martelo. A mãe, tentando conter as agressões, também acabou sendo ferida pelo filho. Em seguida, o menino se jogou pela janela do apartamento da família, que fica no segundo andar.
Segundo o soldado Júlio, do Siate do Corpo de Bombeiros, a situação é atípica e a mãe contou acreditar que alguém poderia ter dado alguma droga para o filho na escola. “A mãe conta que o menino era doce e tranquilo e achou que alguém pudesse ter dado alguma droga para ele na escola que o deixou nesse estado. No atendimento, constatamos que a menina estava com ferimentos extremamente graves, inclusive com exposição de massa encefálica. O menino tem uma suspeita de fratura nos dois tornozelos e a mãe está em estado moderado. No transporte dentro da ambulância, o adolescente já não lembrava de nada que aconteceu”, afirmou Júlio, logo após o atendimento. Ele acredita que o menino possa ter algum problema psiquiátrico.
Uma vizinha da família contou à Banda B que ficou surpresa com o ocorrido. “A mãe e o menino são clientes do meu salão de beleza que fica aqui do lado e nunca vimos acontecer nada parecido. Eu ouvi quando os bombeiros chegaram, foi quando vi que o menino tinha se jogado e a irmã estava bastante desfigurada”, relatou.
O caso segue investigado pela Delegacia de São José dos Pinhais. (Com Banda B)
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Em Cascavel às 23h desta terça dia 04, no km 580 da BR 277, em fiscalização de rotina, foi abordado ônibus interestadual itinerário Assunção (PY) - Criciuma (SC), em fiscalização nas bagagens na parte superior do coletivo foi encontrada uma mochila junto ao corpo de uma passageira de 22 anos moradora de Criciuma.
Alegou estar a passeio em Cascavel, onde embarcou e deslocaria de retorno a Criciuma, disse desconhecer a origem da droga (maconha) que totalizou 4,95 kg em 09 tabletes.
Diante dos fatos foi presa em flagrante e encaminhada a Polícia Civil de Cascavel.
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A Polícia Militar deflagrou, na terça dia 04, uma operação com objetivo de desarticular uma quadrilha que fabricava e comercializava submetralhadoras caseiras com alto poder lesivo. Foram cumpridos mandados em Londrina, Ibiporã - no Norte do Estado -, Jataizinho e Cornélio Procópio - no Norte Pioneiro.
De acordo com o tenente Renan Taguchi, da Polícia Militar, foi um ano de investigação que resultou na operação. Ainda segundo ele, as armas eram produzidas na cidade de Cornélio Procópio e depois eram trazidas para Jataizinho, onde eram vendidas para cidades da região.
Ao todo foram 14 mandados de prisão e 10 de busca e apreensão, sendo que sete dos suspeitos já estavam detidos. Outras três pessoas permanecem foragidas da justiça. A ação ainda contou com apoio do MP-PR (Ministério Público do Paraná).
As investigações apontaram que a organização era liderada por presos da PEL (Penitenciária Estadual) de Londrina que utilizavam telefones celulares para repassarem as instruções aos demais integrantes do grupo que estavam em liberdade.
Durante a operação um foragido da comarca de Londrina que possuía dois mandados de prisão foi localizado e encaminhado à prisão. (Com Bonde)
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