Polícia Civil deflagra operação 'PC 27' para cumprir mandados Judicias em todo o Paraná

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas, desde as primeiras horas da manhã desta quarta dia 24, realizando a operação “PC 27”, em todo o Estado. O objetivo é dar cumprimento a mandados judiciais contra suspeitos pela prática de diferentes tipos de crime.

 


Mais de 550 policiais civis, de todas as divisões da PCPR, participam da ação.

 

Estão sendo cumpridos 88 mandados de busca e apreensão, além de dezenas de mandados de prisão, em várias cidades do Paraná.

 

Além da PCPR, participam da operação “PC 27”, as polícias civis dos outros 25 estados e do Distrito Federal. A ação é uma iniciativa do Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil (CONCPC), e foi deflagrada simultaneamente, em todo território nacional.

 

O delegado-geral da PCPR, Silvio Jacob Rockembach, e os delegados divisionais apresentarão os números e os detalhes da ação no Estado, durante coletiva de imprensa.

 


 

 

 

Cocaína apreendida em Cascavel vale mais de 150 mil dólares

Na manhã desta terça dia 23, a Polícia Federal fez uma apreensão de 3,5 quilos de cocaína, no Aeroporto Municipal de Cascavel.

 

A droga que seria entregue em Lisboa - Portugal foi preparada de forma pensada para não ser detectada pela equipe. A droga foi impregnada na roupa - o cloridrato de cocaína - e quando chegasse ao destino, o criminoso lavaria a roupa e com a evaporação teria a cocaína pura.

 

A Polícia Federal faz comumente apreensões deste nível em São Paulo e Foz do Iguaçu.

 

A prisão do suspeito paraguaio foi feita durante fiscalização de rotina no Aeroporto de Cascavel. A droga em valor no mercado brasileiro é de aproximadamente R$ 100 mil, mas a venda no exterior pode ultrapassar os US$ 150 mil dólares.

 

O homem foi preso e deve responder pelo crime de tráfico internacional de drogas.

 

 

 

 

Motociclista tenta esconder placa de moto com os pés para evitar multa, cai e acaba pego pela PRF

Neste domingo dia 21, um motociclista se deu mal ao tentar esconder as placas da moto de uma equipe da PRF na BR-277 em Foz do Iguaçu, no Paraná.

 

O condutor da moto dirigia a 110km/h, onde o limite é 80km/h, e ao ver um radar tentou em vão esconder a placa com os pés.

 

O motociclista acabou caindo. Ele levantou, subiu na moto novamente e fugiu por aproximadamente 2km quando foi abordado pela PRF. Ele foi autuado por excesso de velocidade, embriaguez, malabarismo, desobediência, escapamento alterado e falta de retrovisor.

 

Apesar das escoriações ele recusou atendimento médico. (Com Massa News)

 

 

 

 

 

 

 

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Caso Tatiane Spitzner: MP-PR pede que acusado seja mandado a júri popular

O MP-PR (Ministério Público do Paraná) pediu, em alegações finais, que Luis Felipe Manvailer seja submetido a júri popular. O educador físico é acusado pela morte da advogada Tatiane Spitzner. O caso aconteceu em Guarapuava, na região central do estado, em julho do ano passado.

 

Os promotores ainda pedem a manutenção da prisão preventiva do réu. Interrogado no mês passado, ao final da instrução processual, Manvailer negou o crime. Ele fez um breve pronunciamento alegando inocência, mas optou por ficar em silêncio no restante do interrogatório.

 

Conforme a denúncia, Luis Felipe Manvailer responde pelos crimes de feminicídio, por ter matado a então companheira; cárcere privado, por ter impedido que ela deixasse o apartamento durante as agressões; e fraude processual, por alterações na cena do crime.

 

O CRIME


Imagens de câmeras de monitoramento do prédio onde Manvailer e Tatiane moravam registraram o momento em que o ex-casal retorna para casa depois de uma festa de aniversário. As imagens mostram o momento em que o acusado agride a então companheira na garagem e depois força ela a subir até o apartamento deles, no quarto andar.

 

Minutos depois, as câmaras externas flagram o educador físico deixando o prédio de carro. Antes disso ele troca de roupa e tenta limpar as marcas de sangue do elevador. A advogada foi encontrada morta depois de cair do quarto andar. A acusação aponta Manvailer como responsável pelo homicídio. A defesa sustenta que Tatiane morreu depois de cair da sacada.

 

Manvailer foi preso no dia 22 de julho de 2018, poucas horas após o crime. Ele foi detido em São Miguel do Iguaçu, depois de se envolver em um acidente na BR 277, enquanto supostamente tentava fugir para o Paraguai. (Com Massa News)

 

 

 

 

 

Número de acidentes cai, mas mortes aumentam em rodovias estaduais

O número de acidentes nas rodovias estaduais do Paraná durante o feriado de Páscoa caiu 24,69% na comparação com o mesmo feriado do ano passado, assim como o número de feridos, com redução de 25,68%. Já o número de óbitos subiu de seis para 11. Os dados são do BPRv (Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual).

 

A fiscalização foi reforçada desde as 14h de quinta dia 18 até as 23h59 deste domingo dia 21. Durante os quatro dias de operação foram registrados 61 acidentes, sendo quatro atropelamentos, com 55 pessoas feridas e 11 mortes, além de quatro prisões por embriaguez ao volante.

 

As fiscalizações das equipes policiais nos Postos Rodoviários e em pontos estratégicos resultaram em 1.551 autuações, 5.038 flagrantes de excesso de velocidade e 1.198 testes do bafômetro.

 

GRAVIDADE


Na sexta dia 19, três acidentes em locais distintos resultaram em oito óbitos. A primeira situação, por volta de 3h30, foi uma colisão entre dois veículos na PR-323, entre Umuarama e Perobal, em que seis pessoas morreram.

 

Uma pessoa também morreu em outro acidente, na mesma rodovia, em uma colisão frontal entre dois carros, na cidade de Paiçandu. Na PR-437, em Alvorada do Sul, ocorreu a morte de um motociclista após a queda do veículo.

 

Na comparação com a Páscoa de 2018, o número de acidentes caiu 24,69% - de 81 para 61 - e o de feridos foi 25,68% menor - de 74 para 55. Houve também pequena queda na quantidade de autuações, de 2,94% a - foram 1.598 durante o feriado de Páscoa de 2018 e 1.551 neste ano. (Com AEN-PR)

 

 

 

 

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Sanepar garante a qualidade da água que distribui à população

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) garante a qualidade da água que distribui à população do Paraná em 345 municípios e de Porto União (SC). A Companhia segue rigorosamente a legislação brasileira que determina os parâmetros da potabilidade da água para abastecimento público.

 

A Sanepar informa que não foi detectada presença de agrotóxicos em nenhuma análise realizada pela empresa acima do Valor Máximo Permitido (VMP) pela Portaria de Consolidação 5, anexo XX, do Ministério da Saúde, conforme histórico disponibilizado a este Ministério.

 

Matérias veiculadas na mídia utilizaram informações do Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua), de forma incompleta.

 

No momento de registrar os resultados de suas análises, não há no cadastro do Sisagua a opção de informar a não detecção do princípio ativo do composto. O Sistema de Informação aceita apenas o registro como “no limite” em vez de “ausente”. Desta forma, fica registrada a presença de agrotóxico na água, mesmo que não tenha sido detectada, distorcendo a informação.

 

Quatro laboratórios da Sanepar realizam semestralmente análises de agrotóxicos de todas as localidades atendidas pela empresa, conforme determina a legislação do Ministério da Saúde. São investigados 27 tipos de agrotóxicos e, em todos os testes, os resultados ficam abaixo dos limites permitidos, ou seja, não foi detectada a presença de agrotóxicos na água distribuída para a população.

 

A Sanepar, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), e a Associação das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe) estão pedindo esclarecimentos ao Ministério da Saúde sobre os valores disponibilizados com relação à presença de agrotóxicos na água usada para consumo humano, para não ocorrer interpretação equivocada como ocorreu no material divulgado.

 

 

 

 

 

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