Papagaio roubado de zoológico escapa de bandidos e volta para casa

O que não falta na vida de Freddy, um papagaio que vive no Zoológico de Cascavel, é emoção. Roubado na madrugada da última terça-feira, quando homens armados renderam um guarda do parque, levando em seguida um botijão de gás e dois animais, Freddy voltou para sua casa nesta quinta-feira (18 de abril), segundo o médico veterinário Ilair Detoni.

 

A ave, que se recupera de uma picada de cobra, voltou ao zoológico voando após fugir dos bandidos que haviam o levado. Ele passa bem e agora o zoológico trabalha para resgatar outro papagaio que também foi levado no assalto.

 

Mas esse foi apenas um dos episódios marcantes da trajetória de Freddy. Antes de ir para o zoológico, o animal vivia com criminosos envolvidos com o tráfico de drogas. Um dia, porém, a polícia bateu na residência e, na tentativa de prisão dos bandidos, houve troca de tiros e o bico da ave acabou atingido, ficando com uma deformidade na face.

 

A ave então foi encaminhada ao ambulatório do zoológico, onde recebeu todo o tratamento necessário. Mas quando já estava quase 100%, acabou sendo picado por uma cobra e teve de voltar ao ambulatório.

 

Terceira tentativa de arrombamento

 

O roubo das aves e do botijão de gás marca a terceira tentativa de arrombamento do zoológico de Cascavel apenas em 2019. Esta, entretanto, foi a primeira vez em que os criminosos foram até o local armados.

 

Para dar mais segurança aos trabalhadores e aos animais, a prefeitura promete reforçar as rondas da Guarda Municipal pela região e também estuda implementar o uso de cãmeras de monitoramento, embora não dê um prazo para que isso aconteça.

 

Nos últimos anos, inclusive, o zoológico tem ficado famoso por acontecimentos inusitados. Nos últimos quatro anos já houve fuga de macados, de dois jacaré e o furto de outros quatro papagaios. O local conta com apenas dois guardas patrimoniais para tomarem conta de uma área de 17 hectares. (Com RIC/TV)

 

 

 

 

 

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Deficiente visual sem CNH e com carro sem freio causa acidente na BR 277

Um deficiente visual que não possui CNH, que conduzia um veículo sem freios, causou um acidente na manhã desta sexta dia 19, na BR 277, em Guarapuava.

 

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, a colisão transversal ocorreu no trevo de acesso ao município de Goioxim, por volta das 08h40, e envolveu um GM Corsa, com placas de Goioxim, e um Renault Fluence, com placas de Curitiba.

 

O motorista do Corsa, que não é habilitado, contou aos policiais que ao acessar a BR 277 seu veículo ficou sem freio, por isso não conseguiu parar, obstruindo a passagem do veículo Fluence, ocorrendo assim a colisão transversal.

 

O condutor do Corsa disse ainda ser deficiente visual e receber benefício referente a essa invalidez. Diante dos fatos foi encaminhado esse condutor para a 14ª SDP. em Guarapuava.

 

A vítima, passageira do Corsa, foi encaminhada para a UPA BATEL em Guarapuava com lesões leves. No Fluence não houve feridos.

 

 

 

 

 

Sicredi Grandes Lagos PR/SP distribui mais de R$ 3,6 milhões em resultados para os seus associados

Os valores pagos são de acordo com o volume de negócios que os associados efetivaram com a cooperativa ao longo do ano passado. É o equivalente a quase 34% do lucro obtido em 2018.

 

Os mais de 25 mil associados da Sicredi Grandes Lagos PR/SP receberam na terça dia 16, parte do lucro obtido pela cooperativa em 2018 que superou os R$ 10,6 milhões. Ao todo, R$ 3,6 milhões desse resultado, o equivalente a 33,96% do total, foi distribuído aos associados, de acordo com o volume de negócios que foram efetivados com a instituição financeira cooperativa ao longo do ano passado. Parte desse valor já havia sido creditado na cota capital (uma espécie de participação acionária) em dezembro passado, e o restante foi pago nesta semana na conta corrente dos associados que movimentaram com a cooperativa.

 

O total distribuído foi definido pelos próprios associados durante as assembleias, realizadas entre 23 de janeiro e 9 de março. Quase 20% do quadro associativo participou das reuniões que servem como prestação de contas e no qual se tomam decisões estratégicas, como a que foi feita com o resultado obtido pela cooperativa. As assembleias foram realizadas em 15 municípios do Paraná e de São Paulo, especialmente na região da Baixada Santista.

 

De acordo com o presidente da Sicredi Grandes Lagos PR/SP, Orlando Muffato, mais importante do que a boa performance da cooperativa e a possibilidade de distribuir resultados, é o benefício gerado à comunidade, que está em linha com a missão da instituição. “O impacto causado pela cooperativa está alinhado ao volume de recursos financeiros que giram nas localidades nas quais estamos presentes. Há uma relação direta de parceria entre o associado e a cooperativa: ambos crescem juntos, e a comunidade é a principal beneficiada”, diz.

 

Na comparação com 2017, a performance da cooperativa pode ser considerada positiva, visto que houve aumento de 17%. O total de recursos administrados foi de R$ 304 milhões para R$ 383 milhões – um salto de 25% e um incremento líquido de R$ 79 milhões. Em relação às operações de crédito, a cooperativa cresceu 27%, fechando o ano anterior com R$ 330 milhões emprestados para os seus associados, o que também fomenta a economia da região.

 

 

 

 

 

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Paraná segue em alerta contra a febre amarela

O boletim semanal da febre amarela divulgado nesta quarta dia 17, pela Secretaria de Estado da Saúde não registra novos casos da doença no Estado. Porém, o Paraná segue em alerta com 15 casos confirmados, incluindo uma morte e 85 ocorrências em investigação. Outros 269 já foram descartados.

 

“A nossa recomendação é para que a população busque a unidade de saúde mais próxima da sua casa e tome a vacina contra a doença, que está disponível nos 399 municípios”, alerta o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. Ele destaca a preocupação com algumas pessoas que não querem se vacinar. “A vacina é segura e a única forma eficaz de proteger a população”.

 

A secretaria segue com as ações de combate à febre amarela em todo Paraná. A superintendente de Vigilância em Saúde, Acácia Nasr, informa que a vacina demora dez dias para fazer efeito. “Portanto, recomendamos que todos procurem o serviço de saúde para a imunização. Devem receber a vacina pessoas com idade entre 9 meses e 59 anos”, orienta.

 

Mais uma epizootia (morte de macaco) foi confirmada na 3° Regional de Saúde, em Jaguariaíva. No total, são seis casos. Além deste, outros ocorreram em Antonina, Morretes, Paranaguá, São José dos Pinhais, Castro e Jaguariaíva. Outras 28 ocorrências estão em investigação e 54 já foram descartadas.

 

 

 

 

 

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