O Instituto Emater e a Embrapa Soja obtiveram bons resultados no manejo de pragas e doenças nas últimas safras de soja no Paraná. A redução no uso de agroquímicos chegou a 50% em determinados casos. A perspectiva é melhorar ainda mais os números com o uso de uma nova plataforma web.
Para desenvolver a plataforma web, foi assinado um protocolo de intenção entre Emater, Embrapa Soja, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, campi Cornélio Procópio e Dois Vizinhos, e o Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural). A previsão é de que a plataforma esteja em pleno funcionamento na próxima safra 2019/2020.
De acordo com o gestor estadual do Projeto Grãos da Emater, Edivan Possamai, o Instituto e a Embrapa Soja estão há seis anos trabalhando em conjunto na área de manejo de pragas e doenças. "Temos as unidades de referência que adotam o manejo integrado de pragas. Nelas, o extensionista da Emater segue um protocolo técnico, estabelecido entre pesquisa e extensão, para que o resultado seja positivo", esclarece Possamai.
Segundo ele, nas últimas safras reduziu-se pela metade a aplicação de inseticida nas áreas onde foi realizado o manejo integrado de pragas. "É um resultado bastante expressivo. O agricultor teve uma redução no custo de produção sem perder produtividade, o que aumentou a rentabilidade da lavoura", salienta o gestor. No manejo integrado de doenças o resultado também foi bom. Nas últimas três safras a redução no uso de fungicidas foi de 35%.
PLATAFORMA WEB
Para melhorar ainda mais esses números, será desenvolvida uma plataforma web para coleta e análise dos dados do manejo integrado de pragas e doenças na cultura da soja.
"Com essa plataforma, o extensionista poderá fazer o lançamento dos dados no sistema para termos informações das pragas e doenças em todo o estado. Isso vai compor um banco de dados para sabermos exatamente a quantidade e o momento certo de realizar as aplicações dos agroquímicos", explica Possamai.
O protocolo para desenvolvimento da plataforma web foi assinado durante o Treinamento Emater 2019 com foco na cultura da soja, finalizado quarta-feira (31), em Londrina. Durante o evento foram apresentados os números do manejo integrado de pragas e doenças e realizadas palestras de atualização, como eficiência dos fungicidas no controle da ferrugem. (Com AEN-PR)
O Paraná chegou a 90 mortes por gripe em decorrência do vírus Influenza em 2019, conforme boletim da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), divulgado nesta quarta dia 31. Em relação ao boletim anterior, são três mortes a mais.
As ocorrências foram em Guarapuava, na região central, Londrina, no norte, e em Capitão Leônidas Marques, no oeste do estado. As três vítimas são homens, com idades entre 48 e 72 anos.
Conforme a Sesa, as mortes por Influenza atingem principalmente os idosos, que representam 55%. Pessoas entre 50 a 59 anos correspondem a 18,9% dos casos.
O boletim aponta que 92,2% dos óbitos são de pessoas que apresentaram fatores de risco, como fragilidades decorrentes da terceira idade, doenças cardiovasculares crônicas e doenças que afetam os pulmões.
Em uma semana, os casos confirmados da doença subiram de 448 para 488. O vírus que registra maior circulação é o H1N1, presente em 421 casos de Influenza, ou seja, 86,3%, indica a Sesa.
A região que apresenta mais casos é a Metropolitana de Curitiba, com 193 confirmações, seguida da região de Foz do Iguaçu, com 55, e a região de Ponta Grossa, com 38 confirmações.
Transmissão e prevenção
Segundo a secretaria, a transmissão do vírus Influenza, causador da gripe, ocorre durante todo o ano, mas no inverno existe a tendência do aumento em função das pessoas permanecerem por mais tempo em locais fechados e com pouca ventilação.
O clima seco predominante no período e as baixas temperaturas também propiciam maior sobrevida ao vírus, informa a Sesa.
Ainda conforme a secretaria, as medidas preventivas contra a gripe são a higienização frequente das mãos, cobrir nariz e boca com espirrar ou tossir, não compartilhar objetos de uso pessoal e deixar os ambientes ventilados. (Com G1)
Uma tragédia ocorreu na cidade de Arapongas, região metropolitana de Londrina. Uma bebê de apenas um mês de vida, morreu asfixiada na cama onde dormia. O caso ocorreu nesta terça-feira (30). A filha estava dormindo com os pais na cama do casal, quando sem querer o pai teria se virado em cima da criança.
Ao constatar que a filha não respirava, os pais correram até o hospital com a menina, mas ela já estava em óbito. A família está em choque.
O corpo da bebê foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Apucarana. O caso também será investigado.
Os familiares, pais e amigos estão desolados.
Entenda os riscos
Especialistas não indicam que pais, mães e bebês recém nascidos compartilhem da mesma cama, durante os primeiros meses de nascimento. O hábito é condenado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) devido ao alto risco de morte súbita. (Com Redação Tem)
A mulher de 48 anos teve mais de R$ 1 mil de prejuízo após cair no golpe da penela em Chopinzinho.
O crime aconteceu na sexta dia 26, de julho quando a vítima foi abordada pelo casal de vendedores ambulantes.
O casal oferecia panelas importadas da Alemanha e afirmavam ser de ótima qualidade e que estavam abaixo do valor de mercado.
Após a insistência da dupla, a mulher comprou o jogo com 23 peças, pagando R$ 1.340,00.
Depois de alguns dias de uso a vítima percebeu que caiu no golpe, pois as panelas estavam ficando danificadas e não conseguiu contato com os vendedores.
Na delegacia a mulher informou que o casal utiliza uma caminhonete branca para realizar as vendas.
O Boletim de Ocorrências foi registrado, mas até o momento ninguém foi preso.
Agosto começa com temperaturas médias em todo o Paraná.
O dia pretende ser de muitos ventos, com rajadas de até 50 km/h e a máxima pode alcançar durante a tarde os 24ºC.
A frente fria avança rapidamente pelo Paraná, inclusive na sexta dia 02, o clima muda drasticamente com chuva e o fim de semana será de frio intenso, coma chegada da massa de ar polar que deve provocar geada em boa parte do Estado e temperaturas negativas. (Com Catve)
O 44º boletim epidemiológico da dengue registra 22.946 casos da doença confirmados no Paraná. O informe publicado pela Secretaria de Estado da Saúde consolida os dados do período sazonal da doença, monitorado entre 29 de julho de 2018 até esta segunda-feira, 30 de julho. O ciclo registra 23 mortes por dengue no Estado.
“Estamos encerrando mais um ciclo de acompanhamento dos casos de dengue e outras arboviroses. Mas as ações de Vigilância e combate ao mosquito transmissor da dengue seguem em todo Estado e, da mesma forma, manteremos o monitoramento para o novo período de 2019/2020”, explica a coordenadora da Divisão de Vigilância Ambiental da Sesa, Ivana Belmonte.
O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, reforça o pedido à população para que não deixe de tomar medidas de combate ao mosquito Aedes Aegypti. “É exatamente agora, no inverno, que devemos observar atentamente e eliminar os criadouros que podem estar próximos, principalmente em lugares não tão comuns como o pneu velho no quintal ou os pratos dos vasos de plantas”.
ALERTA - A orientação da secretaria estadual da Saúde é para que as pessoas fiquem atentas a todos os tipos de criadouros. A coordenadora destaca que é importante verificar locais que muitas vezes não são identificados como criadouros, mas que colocam a saúde de todos em risco. Alguns exemplos são as caixas de água, que devem estar bem fechadas, antenas parabólicas, grades e portões, troncos ocos de árvores, além de ralos e vasos sanitários de residências que estão fechadas, como casas de praia.
Todo lugar que pode acumular água de ser investigado, limpo e protegido. “Os ovos do mosquito Aedes aegypti permanecem viáveis por até 450 dias. No momento em que encontram as condições ideais, como o aumento das temperaturas na mudança para a próxima estação, eclodem, se transformam em larvas e depois em mosquitos”, explica Irvana.
O médico Enéas Cordeiro de Souza Filho, da Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores, da Secretaria da Saúde, chama a atenção para a possibilidade de aumento do número de casos de dengue no próximo ciclo. “O risco é alto devido à circulação do novo sorotipo do vírus da dengue, o Den-2. Pessoas infectadas por subtipos diferentes em um período anterior podem evoluir para formas mais graves da dengue. Por isso, reafirmamos que este é o momento da eliminação dos criadouros”.
CONSOLIDAÇÃO DE DADOS – O Paraná encerra o período com 22.946 casos confirmados de dengue, 22.360 deles considerados autóctones, ou seja, em que as pessoas contraíram a doença no município onde residem. O Estado registrou neste ciclo 23 óbitos por dengue. Foram confirmados também 29 casos de chikungunya e cinco de zika vírus.
As 22 Regionais de Saúde do Estado registram casos da doença – 96 municípios estão no patamar de epidemia de dengue e 57 estão em alerta. Apesar do encerramento do período, os dados do Boletim Semanal Epidemiológico nº 44 estão sujeitos a atualizações em função da finalização de investigação de casos.




















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