A Polícia Militar, Polícia Civil e o Conselho Tutelar de Palotina foram acionados na noite desta sexta dia 26, para dar atendimento a uma situação de afogamento.
Conforme as primeiras informações, uma criança de quase três anos caiu em uma piscina residencial e foi encontrada pela mãe já desacordada.
De imediato os familiares levaram o pequeno até o hospital municipal, a equipe plantonista fez o possível para reanimá-lo, mas, infelizmente já era tarde, o menino, acabou falecendo.
Ainda conforme informações, a família mora há pouco tempo em Palotina e a criança completaria três anos no próximo mês. (Com Portal Palotina)
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A Polícia Militar registrou nesta madrugada dia 27, uma ocorrência de achado de cadáver em Toledo, Região Oeste do Estado.
Segundo informações, a equipe foi chamada até uma casa na Rua Sagrada Família, Bairro Bom Jesus, pois um rapaz teria encontrado o amigo enforcado.
Um dos moradores do imóvel relatou aos policiais que chegou do serviço aproximadamente às 23h30, quando encontrou o jovem de 27 anos enforcado.
Equipes do Samu foram mobilizadas, mas só os socorristas só puderam constatar o óbito do jovem.
A Polícia Civil, criminalística e IML também foram mobilizadas para prestar atendimentos à ocorrência.
O corpo fica à disposição de familiares após a necrópsia. (Com CGN)
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Um gravíssimo acidente de trânsito foi registrado às 05h desta madrugada dia 27, na rodovia BR-277, em Foz do Iguaçu, Região Oeste do Estado.
Segundo informações da PRF, um veículo teria batido violentamente contra um poste, nas proximidades do KM-724.
Quatro pessoas estavam no carro, sendo que uma entrou em óbito e outras duas ficaram presas às ferragens, a quarta pessoa também foi socorrida.
Equipes de socorro prestaram atendimentos à ocorrência, encaminhado os feridos à casa hospitalar.
O trânsito no local ficou interditado durante o atendimento à ocorrência.
A vítima do acidente é um jovem de 20 anos que era passageiro do carro. (Com CGN)
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Após 25 dias de investigação, Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) decidiu que indiciará a diretora da escola Cimdy, localizada no bairro Água Verde, em Curitiba, Jussara Pazim, 64 anos. Segundo o documento entregue ao Ministério Público do Paraná (MPPR), crianças eram obrigadas a se alimentar em pratos com os próprios vômitos.
O delegado José Barreto garantiu que ela será indiciada por tortura-castigo. “Concluímos por indiciar essa mulher por tortura castigo, a partir desse momento, o inquérito já está relatado e encaminhado ao Ministério Público (MPPR), que vai oferecer denúncia para que o juiz possa determinar as penas do processo”, disse à imprensa, na manhã desta sexta dia 26.
Ao todo, 54 pessoas foram ouvidas, entre 19 crianças, por meio de escutas especializadas. Segundo a delegada Ellen Victer, também do Nucria, que esteve à frente das investigações, as crianças foram ouvidas por meio de trabalho lúdico e psicológico. “O que podemos dizer apenas é que essas 19 crianças eram vítimas dessas agressões praticadas pela diretora desse colégio. Ela forçava essas crianças a comer, algumas crianças vomitavam, esse vômito ia na comida e ela forçava a comer com o próprio vômito. Fazia fila em banheiro para dar palmadas em crianças, deixava algumas presas em vasos sanitários por horas a fio, sentadas, ficaram até com hematomas nas perninhas, levava para castigo em uma sala e lá essas crianças permaneciam o dia todo, sem ver outras crianças, sozinha. Diversas formas de agressão, físicas e psicológicas”, detalhou.
Segundo os delegados, ex-alunos também foram ao Nucria para relatar, já adultos, que sofriam agressões quando crianças estudantes da escola. “Isso tudo gera trauma nessas crianças. Temos relatos de que elas estão em novas escolas e perguntam se aquela professora estaria na escola”, disse Barreto.
A diretora da escola, caso seja condenada, pode pegar uma pena de dois a oito anos. A escola passou por processo de rescisão de contratos trabalhistas com funcionários e está de portas fechadas. (Com Banda B)
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Um homem foi preso depois de ameaçar a ex-esposa, as 19h desta quinta dia 25.
Segundo a vítima, o ex-marido fez ameaças a ex-esposa, porque a mulher teria feito um “trabalho de macumba”.
Sendo que este pegou o objeto, jogou na residência da vítima e fez ameaças. O ex-marido foi localizado em sua residência na rua Vila Velha na vila Gralha Azul.
Dante aos fatos, os envolvidos foram encaminhados a delegacia da polícia civil para esclarecer os fatos.
A macumba teria começado rua Pando Martins, bairro Contorno em Ponta Grossa. (Com Lobo Notícias)
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A Justiça condenou a 22 anos e nove meses de prisão Ana Maria Gouveia, acusada de matar e esconder o corpo de Izaque Furlan, de seis anos, em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba.
A decisão foi proferida por júri popular nesta quinta dia 25. Ana, que era vizinha e cuidava da criança, foi condenada por homicídio triplamente qualificado, dissimulação, além de ocultação de cadáver. A defesa de Ana Maria informou que pretende recorrer da condenação.
O caso aconteceu no dia 25 de agosto de 2017 na casa da suspeita, na Rua do Cedro. Izaque foi golpeado com um tijolo de concreto na cabeça até ficar inconsciente e estrangulado em seguida. O corpo dele foi encontrado dentro de uma mala, que havia sido colocada no forno da residência.
Na ocasião, Ana Maria, que cuidava de Izaque enquanto a mãe do menino trabalhava como catadora de papel, confessou o homicídio. Ela afirmou que matou a criança por ódio e vingança da mãe dele, que teriam sido motivados por discussões rotineiras entre as duas.
Além do homicídio, a babá foi detida por estelionato, já que se apropriou dos documentos do Bolsa Família e de outros benefícios que a mãe de Izaque tinha, por ele apresentar uma pequena deficiência física.
O advogado de Ana Maria, Rodrigo Berlez, disse que vai tentar reduzir a pena de sua cliente, condenada em regime fechado. "Foi um júri bastante técnico que levou em conta apenas a confissão dela na delegacia, antes do processo. Vamos agora tentar reduzir a pena trabalhando na dosimetria", afirmou.
Mauricio Rosa, pai da vitima, disse que apesar da condenação a ferida nunca irá cicatrizar "Nem que ela fosse condenada a mil anos a minha dor iria diminuir. Ele era meu filho, sinto ele todos os dias, perto de mim. É ma ferida que nunca vai sarar", disse o pai emocionado. (Com Banda B)
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