Dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) apontam que a combinação celular e volante é a terceira causa de mortes no trânsito, atrás do excesso de velocidade e de dirigir sob efeito de álcool. A diferença é que nem todos abusam da velocidade ou dirigem embriagados, mas já o celular vai estar presente com o motorista.
Pensado nisto, o Memorial da Segurança no Transporte acaba de ganhar uma nova atração interativa. Um simulador de direção que mostra aos visitantes os perigos dirigir e usar o celular ao mesmo tempo. Estudos comprovam que a combinação celular e volante aumenta em 23 vezes as chances de sofrer um acidente de trânsito.
“O Memorial é um espaço de lazer e entretenimento que estimula o visitante a refletir sobre suas atitudes no trânsito. Com esse novo simulador as pessoas que vierem até o memorial vão ter a oportunidade de sentir o quanto o uso de celular na direção distrai o condutor e aumenta o risco de acidentes” declara Marli Bonatti, coordenadora de projetos sociais da Associação Viking, instituição responsável pelo Memorial, que fica na Cidade Industrial de Curitiba.
O Memorial tem ainda outros simuladores, como o “cracs test”, onde o visitante experimenta um teste de batida com óculos virtual, um outro que simula um tombamento, além de outro que simula a direção sob efeito de bebida alcoólica.
“Esses e outros recursos que temos no Memorial levam o visitante a perceber o seu dia a dia no trânsito com um olhar diferente, divertido. A intenção é despertar a consciência e estimular o comportamento seguro no trânsito”, diz Ariza Sozzo, do Memorial da Segurança.
Blitze
Agentes de trânsito, equipes da Escola de Trânsito e autoridades fazem, hoje, mais blitze em bares de Curitiba. As abordagens educativas fazem parte das ações do Maio Amarelo, de conscientização sobre os riscos no trânsito. As blitze educativas são realizadas desde o início do mês, e contam com abordagem sobre os perigos de bebida e direção, utilização do bafômetro descartável, incentivo ao uso de táxi/uber ou “motorista da rodada”. Novas ações semelhantes ainda serão realizadas nos dias 24 e 31 de maio nas principais rotas gastronômicas da cidade.
Neste sábado (18), duas ações estão agendadas. Das 9 às 13 horas, serão realizadas abordagens lúdicas e educativas de trânsito nos terminais de ônibus do Pinheirinho e do Cabral. Na outra ação, voluntários do Grupo Trânsito Seguro participam da Marcha para Jesus, em carro de som e desfile com veículos acidentado. No domingo há ações no Parque São José. (Com Bem Paraná)
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Alunos da Universidade Federal do Paraná (UFPR) devem realizar um ato nesta sexta-feira (17), às 11 horas, no pátio do teatro da Reitoria da universidade, no Centro de Curitiba, como parte de um cronograma de mobilização permanente.
“É um ato para reunir e debater com a comunidade acadêmica as ações de protesto. Professores, técnicos, alunos e comunidade interna devem se organizar”, afirma o secretário-geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFPR Matteus Henrique de Oliveira. (Com Bem Paraná)
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O número de pessoas trabalhando por conta própria (os famosos autônomos) bateu recorde no Paraná neste começo de 2019. Segundo informações divulgadas ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no primeiro semestre deste ano havia 1,413 milhão de paranaenses atuando de forma autônoma, recorde da série histórica iniciada em 2012.
Mas se o número de trabalhadores se virando por conta própria cresce, o mercado de trabalho como um todo segue estagnado. De acordo com a PNAD Contínua, no primeiro trimestre deste ano havia 5,5 milhões de pessoas ocupadas no Paraná (o equivalente a 58,9% da população em idade para trabalhar), ao passo que no último trimestre de 2018 o número era de 5,529 milhões (uma redução de 0,5%).
Na prática, então, temos um cenário no estado em que 25% dos trabalhadores ocupados (ou seja, que exercem alguma atividade remunerada) atuam de forma autônoma. Os números são reflexo da readaptação do mercado de trabalho após as perdas com a crise. Em um cenário de recuperação mais lento do que o esperado, as vagas formais não crescem da maneira esperada.
O trabalho por conta própria, então, apresenta-se como alternativa ao desemprego, em especial num momento em que as tecnologias disruptivas ganham um notável espaço no mercado trabalhista. Gigantes como a Uber e a 99, aplicativos de carona, são exemplos já clássicos. Mais recentemente, foi vez da Lavô, um app de Lava Car, ganhar espaço.
No último dia 11, menos de duas semanas após a inauguração do serviço em Curitiba, já se fez necessária a promoção de um novo treinamento para os parceiros do aplicativo. E isso por causa da grande procura de pessoas interessadas em trabalhar com o app – foram mais de 1.000 inscrições de profissionais interessados.
Taxa de desemprego cresce no primeiro trimestre
A taxa de desemprego cresceu em 14 das 27 unidades da Federação no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre do ano passado, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (PNAD-C), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas outras 13 unidades, a taxa manteve-se estável.
A taxa de subutilização (os que estão desempregados, que trabalham menos do que poderiam e que estavam disponíveis para trabalhar mas não conseguiram procurar emprego) do primeiro trimestre foi a maior dos últimos da série histórica (iniciada em 2012) em 13 das 27 unidades da Federação.
As maiores taxas foram observadas no Piauí (41,6%), Maranhão (41,1%), Acre (35%), na Paraíba (34,3%), no Ceará (31,9%) e Amazonas (29,2%). A taxa média de subutilização no país foi de 25%, também a maior da série histórica.
Desalentados
Os maiores contingentes de desalentados (aqueles que desistiram de procurar emprego) no primeiro trimestre deste ano foram registrados na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranhão (561 mil). Os menores foram observados em Roraima (8 mil) e no Amapá (15 mil).
Os maiores percentuais de trabalhadores com carteira assinada estavam em Santa Catarina (88,1%), no Rio Grande do Sul (83,2%) e Rio de Janeiro (81,8%) e os menores, no Maranhão (50,3%), Piauí (52,5%) e Pará (53,0%).
Paraná
A taxa de desocupação no Paraná nos primeiros três meses de 2019 caiu em relação ao primeiro trimestre do ano passado e faz com que o Estado tenha um dos menores índices de desemprego no país. Além disso, o rendimento médio real dos trabalhadores paranaenses é o quarto maior do país.
De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 8,9% dos moradores do Estado estão procurando emprego – esse índice era de 9,6% em 2018. Apenas Santa Catarina (7,2%) e Rio Grande do Sul (8%) possuem marcas melhores. (Com Bem Paraná)
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Uma vítima morreu e outras duas ficaram gravemente feridas após parte de construção desabar em Maringá, na manhã de quinta dia 16.
O acidente foi registrado em uma instituição de ensino superior da cidade.
Segundo a Defesa Civil, no bloco que estava em construção uma das lajes acabou caindo.
O local foi interditado e equipes do Corpo de Bombeiros e Samu resgataram as vítimas.
A estudante Natália Meira Celeste, de 20 anos, que fazia um estágio na construção, sofreu uma parada cardiorrespiratória, e precisou ser reanimada. Natália chegou a ser socorrida com vida, porém morreu logo após dar entrada no Hospital Santa Casa.
Joelson Trevisan Pires, permanece em estado grave. A outra vítima também gravemente ferida não teve o nome divulgado.
O corpo da jovem foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Maringá.
As causas do desabamento serão investigadas pela Policia Civil. (Com Plantão Maringá)
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A taxa de desocupação no Paraná nos primeiros três meses de 2019 caiu em relação ao primeiro trimestre do ano passado e faz com que o Estado tenha um dos menores índices de desemprego no país. Além disso, o rendimento médio real dos trabalhadores paranaenses é o quarto maior do país.
De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 8,9% dos moradores do Estado estão procurando emprego - esse índice era de 9,6% em 2018. Apenas Santa Catarina (7,2%) e Rio Grande do Sul (8%) possuem marcas melhores.
Os números do Paraná são consideravelmente menores do que o restante do país. No Brasil, a taxa de desocupação no 1º trimestre de 2019 foi de 12,7%, 1,1% acima do trimestre anterior (11,6%) e 0,4% abaixo do 1º trimestre de 2018 (13,1%). Os maiores índices foram observados no Amapá (20,2%), Bahia (18,3%) e Acre (18%).
"Estamos trabalhando intensamente para gerar novas oportunidades de emprego e renda. Estou muito animado com as possibilidades que estamos projetando. Até agora, em quatro meses, já somamos R$ 11 bilhões em investimentos anunciados pela iniciativa privada no Paraná. Isso representa mais geração de emprego e desenvolvimento econômico", ressaltou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.
O governador lembra também que liberou R$ 2 bilhões em recursos públicos para obras em estradas, uma medida que também contribui para a criação de novas oportunidades de trabalho.
Curitiba também está com as menores taxas de desocupação dentre todas as capitais do Brasil: 8,3%, atrás apenas de Campo Grande (MS), com 8,1%, e Goiânia (GO), com (7,2%). "Esse é um excelente resultado se comparado ao mesmo período do ano passado quando o Paraná havia ficado em quinto lugar do ranking nacional. Com isso subimos duas colocações e estamos em terceiro agora em 2019", diz a economista do observatório do Trabalho da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho, Suelen Glinski.
AUMENTO DA RENDA - A Pnad mostra ainda que o trabalhador paranaense tem o quarto maior rendimento médio do Brasil, com R$ 2.567,00, atrás apenas do Rio de Janeiro (R$ 2.675,00), São Paulo (R$ 2.899,00) e Distrito Federal (R$ 4.085,00).
O estudo do IBGE mostra que, em relação ao último trimestre de 2018, o Paraná registrou aumento na renda do trabalhador (3,4%), sendo o único Estado do país com variação positiva.
"O Paraná fica atrás apenas do Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro, estados com custo de vida superior e com a economia muito distintas da nossa", diz Suelen. "Importante também lembrar que em renda o Paraná fica em primeiro na Região Sul", acrescenta.
ESFORÇOS - Segundo o secretário estadual da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, os números comprovam que o Paraná está no caminho certo e que as diretrizes passadas pelo governador Ratinho Junior estão sendo cumpridas à risca. "Estamos qualificando os atendimentos nas Agências do Trabalhador e buscando novos meios de aproximar os trabalhadores das vagas abertas e da formalidade, para que possamos diminuir cada vez mais o número de desocupados no Paraná, levando à população paranaense mais emprego e renda", disse.
O Departamento do Trabalho da Secretaria está mobilizado para acelerar e facilitar a entrada dos paranaenses no mercado de trabalho. Além da aproximação com empresas para que as Agências do Trabalhador façam o trabalho de recrutamento e seleção, foram entregues novos equipamentos adquiridos para aprimorar o trabalho dos servidores que atuam nas agências e agilizar o atendimento. Foram entregues 87 computadores; 63 impressoras; novo mobiliário e materiais gerais para melhor atender os trabalhadores.
Também foi lançado no início do ano o aplicativo Paraná Serviços - uma ferramenta digital que faz a intermediação entre o contratante e o prestador autônomo de serviços, fomentando a geração de renda e retirando o trabalhador da informalidade. (Com AEN)
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O governador Carlos Massa Ratinho Junior esteve na quinta dia 17, na Apae (Associação Pais e Amigos Excepcionais) de Maringá para conhecer as instalações e as atividades desenvolvidas no local. Acompanhado do secretário de Estado da Educação, Renato Feder, e do presidente da Federação das APAES do do Paraná, Fernando Meneguetti, Ratinho Junior conheceu os projetos que atendem, mensalmente, 1.068 pessoas com deficiência.
"É um trabalho importante, fundamental, pois possibilita aos alunos o acesso à educação de qualidade e ao acompanhamento que eles precisam", afirmou o governador.
No encontro, foi abordada a questão da renovação do convênio com instituições educacionais do ensino especial, que atende mais de 40 mil estudantes em todo o estado. O atual termo de colaboração tem validade até o fim de julho e, segundo o secretário Renato Feder, deverá ser renovado por dois anos. "Vamos dar continuidade ao convênio com as entidades e o objetivo é ampliar o apoio", disse o secretário.
De acordo com Fernando Meneghetti, que também é o presidente da Apae de Maringá, a renovação do convênio é vital para as instituições. "O maior volume de recurso que recebemos é do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação", afirmou. "O diálogo está acontecendo, o Estado está disposto a continuar, o governador quer apoiar o trabalho, que é uma referência para o país", destacou.
MARINGÁ
Criada em dezembro de 1963, a Apae de Maringá é a terceira mais antiga do Paraná e a primeira do Estado em número de atendimentos. Nela, pessoas com deficiência intelectual e deficiência múltipla recebem atendimento em duas escolas, que abrigam um total de 583 alunos, além de inúmeros projetos que a instituição é mantenedora.
A escola Diogo Zuliane atende crianças e jovens de zero a 15 anos, com educação infantil e ensino fundamental. Já a escola Reinaldo Rheder Ferreira recebe alunos a partir dos 16 anos e sem limite de idade - o mais velho hoje tem 73 anos.
O espaço onde funcionam as escolas e os projetos da Apae de Maringá tem um alqueire e meio, e 11 blocos para as atividades. Por meio de parceria com outras instituições são ofertadas ações nas áreas de saúde, assistência social, cultura, esporte e encaminhamento ao mercado de trabalho. (Com AEN-PR)
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