Balanço aponta redução de 32% nos casos de homicídios dolosos no primeiro trimestre

O número de homicídios dolosos – com a intenção de matar – caiu 32% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2018, no Paraná. A redução foi constatada em 16 das 23 Áreas Integradas de Segurança Pública do Estado (AISP), com números significativos em Curitiba, Região Metropolitana e na área que engloba os sete municípios do Litoral.

 

Os números do relatório estatístico da Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária apontam 381 casos registrados em janeiro, fevereiro e março de 2019, contra 558 no mesmo período do ano passado. O registro de ocorrências de homicídios dolosos é o principal indicador da segurança pública e a redução da taxa mostra a eficiência das ações de combate à criminalidade.

 

Um destaque no período apontado no balanço é que 271 (68%) dos 399 municípios do Estado não registraram homicídios durante o primeiro trimestre deste ano. Dos 128 municípios restantes, 67 tiveram apenas um caso.

 

De acordo com o governador Ratinho Junior, os dados positivos mostram o avanço da segurança pública no Estado. “O Paraná está entre os estados com melhores resultados nesta área. Devemos isso às ações estrategicamente organizadas para combate efetivo à criminalidade”, disse. “A segurança pública está sendo estruturada com planejamento e inteligência, e as ações se darão de forma integrada”.

 

Regiões


Em Curitiba foram registrados 30 homicídios dolosos a menos na comparação com 2018 – uma queda de 38%. “Na capital foi feita uma readequação do policiamento ostensivo pela Polícia Militar com a utilização de módulos móveis em locais, dias e horários específicos, nos eixos de maior aglomeração de pessoas. Isso contribuiu largamente para o bom resultado, pois a presença policial inibe o crime, aliado ao trabalho dedicado de investigação feita pela Polícia Civil”, disse o secretário da Segurança Pública e Administração Penitenciária, Luiz Felipe Carbonell.

 

Nos 22 municípios da Região Metropolitana de Curitiba, pertencentes a 2ª AISP de São José dos Pinhais, a redução foi de 40%. Na 3ª Área Integrada de Segurança Pública, que engloba os sete municípios do Litoral, a redução foi ainda maior: 52,5%.

 

A maior redução do Estado foi percebida na 5ª Área Integrada de Segurança Pública de São Mateus do Sul, que registrou queda de 90% nos casos de homicídios dolosos; seguida pela 6ª AISP de União da Vitória e pela 21ª, de Cornélio Procópio, ambas com redução de 66,6%.

 

Áreas integradas


A tendência de queda também foi percebida nas Áreas Integradas de Segurança Pública Ponta Grossa (27,7%), Guarapuava (43%), Francisco Beltrão (14%), Cascavel (54%), Foz do Iguaçu (46,6%), Campo Mourão (52%), Umuarama (65,5%), Rolândia (27%), Londrina (10%) e Jacarezinho (58%). (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

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Paraná teve nove mortes por gripe em uma semana, diz Sesa

O Paraná teve 33 novos casos confirmados de gripe em uma semana, segundo um boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa), nesta quarta dia 15.

 

Também foram confirmadas mais nove mortes pela doença no estado no mesmo período. Desde o início do ano, vinte e duas pessoas morreram vítimas de gripe. Do total de mortes, 19 foram pela gripe H1N1.

 

Ao todo, desde janeiro de 2019, foram contabilizados 74 casos confirmados de Influenza no Paraná.

 

Curitiba concentra o maior número de casos confirmados, com 21 pacientes. Em Cascavel, na região oeste, em Cascavel, são dez casos confirmados de gripe.

 

Campanha de vacinação


A campanha de vacinação vai até o dia 31 de maio, em todo o país. A vacina tem como objetivo proteger contra o vírus e reduzir complicações da doença, que pode levar à morte.

 

Além da vacina, conforme orientações da Secretaria de Saúde, a população deve tomar cuidados básicos para se prevenir contra a doença.

 

Entre as atitudes que podem evitar a doença estão a prática de higienizar as mãos, evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies potencialmente contaminadas e manter hábitos de alimentação saudável.

 

Confira, abaixo, quem pode receber a vacina de graça:


Pessoas com 60 anos ou mais
Gestantes
Mães de bebês nascidos há até 45 dias
Crianças entre 6 meses e menores de 6 anos
Profissionais da saúde
Pessoas com doenças crônicas ou outras condições clínicas especiais (que apresentem prescrição médica)
Professores da rede pública e privada.

 

 

 

 

 

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Professores da rede estadual criam metodologias práticas para motivar alunos

O ensino teórico aliado a atividades práticas enriquece o currículo, facilita o processo de ensino e aprendizado e torna as aulas mais interativas. Trata-se da metodologia do ensino prático, que tem transformado as aulas nas escolas da rede estadual de ensino.

 

No Colégio Estadual do Campo de Rio da Prata, em Nova Laranjeiras, no Centro-Sul do Paraná, os alunos do 7º ano do Ensino Fundamental participaram de uma aula prática de Ciências em que puderam observar o desenvolvimento das células procarióticas e eucarióticas e a diferença entre os organismos unicelular e pluricelular.

 

A atividade é complemento da aula teórica da professora Sandra Silva Baldisserra, com o objetivo de proporcionar aos alunos a oportunidade de conhecer e reconhecer as células. "A aula prática facilita o aprendizado. Os alunos conseguem entender os conteúdos que trabalhamos em sala e que estão nos livros por meio da observação. Assim, a explicação do professor fica mais completa", disse Sandra.

 

A professora utilizou frutas para representar as estruturas celulares e suas organelas. Os lisossomos foram representados com uvas, o complexo golgiense com tangerina, a maçã representou o núcleo, a casca da maçã representou o material genético na célula procariótica, e assim sucessivamente com as outras organelas celulares.

 

Eu gostei muito. Achei mais proveitoso porque com as atividades práticas aprendemos melhor e com mais facilidade as diferenças entre as células, disse Poliana Moreira Wrublak, aluna do 7º ano.

 

EXPERIÊNCIA

 

Não consigo ver o ensino teórico separado do ensino prático porque, se as duas metodologias não estiverem alinhadas, o ensino fica fragmentado. É por meio da prática que eles terão um aprendizado significativo e prazeroso?, explicou a professora de Biologia Leide Aparecida Faria Garcia, do Colégio Estadual Tancredo Neves, em Imbaú, nos Campos Gerais.

 

Por isso, ela resolveu fazer uma aula diferente sobre carboidratos, conteúdo previsto na disciplina, com os alunos do 1º ano do Ensino Médio. Cada aluno trouxe de casa um alimento - fruta, verdura, legumes e grão). Com a aplicação de pequenas gotas de iodo puderam observar que a substância mudava de cor, do marrom avermelhado para o preto. Os alimentos sem as moléculas não mudaram de cor.

 

Por meio da reação química os estudantes também perceberam que os alimentos de origem animal não possuem moléculas de carboidratos, diferente dos alimentos de origem vegetal. ?É uma constatação simples, mas importante, porque muitos não sabiam o que era carboidrato e a aula prática proporciona isso, para que o aluno consiga ampliar as possibilidades de aprendizado e conhecimento, disse Leide.

 

VENDO E APRENDENDO

 

Ver e entender os conteúdos de movimento uniforme, velocidade e aceleração nunca foi tão fácil para os alunos do Ensino Médio dos colégios estaduais Professora Helena Ronkoski Fioravante e Manoel Antônio Gomes, ambos do município de Reserva, também nos Campos Gerais. Desde 2017 a professora de Física Janinha Aparecida Pereira, mestre em Ensino de Ciências e Tecnologia, resolveu inovar o jeito de repassar os conteúdos.

 

Depois de uma pesquisa feita na internet, ela adaptou um experimento com uma garrafa pet, água e óleo de cozinha, e desenvolveu uma aula prática que fez os alunos compreenderem melhor os conteúdos da disciplina. Eles visualizaram o conceito físico de movimento uniforme, velocidade e aceleração na prática. Depois pegaram essas informações e elaboraram um gráfico, mas entendendo como chegaram naquele resultado, explicou Janinha.

 

As aulas ficaram mais divertidas e aprender sobre movimento e velocidade é meio complicado na sala, mas com essa atividade prática ficou mais fácil para compreender os conceitos que estavam nos livros, disse a estudante Caroline Barbara Garrett Ortiz, 14 anos, do 1º ano do Ensino Médio. (Com AEN-PR)

 

 

 

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Idosa morre ao ser atingida por fiação da rede telefônica, no Noroeste

Mercedes da Silva Mazini, de 72 anos, morreu ao ser atingida por fios da rede telefônica e sofrer uma queda, na tarde de quarta dia 15, em Pérola, região Noroeste do Paraná. O acidente foi causado por um caminhão com altura máxima acima do permitido.

 

De acordo com a Polícia Militar, o veículo seguia pela Rua Pedro Álvares Cabral, quando, no cruzamento com a Rua Olavo Bilac, enroscou na fiação da rede telefônica, que arrebentou e atingiu a pedestre, que caminhava nas proximidades.

 

Segundo relatos de testemunhas, a idosa foi arremessada para o alto e bateu com a cabeça no chão. Mercedes chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital Municipal de Pérola, mas não resistiu e morreu. O corpo da vítima foi recolhido ao IML (Instituto Médico-Legal) de Umuarama.

 

O condutor do caminhão foi submetido ao teste do bafômetro, que apontou resultado negativo para ingestão de álcool. Ainda conforme a Polícia Militar, o veículo transportava uma caixa de água, tendo a carga altura de 4,75 metros, acima da máxima permitida, que é de 4,40 metros.

 

O motorista foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para prestar depoimento. Um inquérito deve ser instaurado para apurar o caso. (Com Umuarama News)

 

 

 

 

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Paraná inicia os fóruns sobre o fim da vacinação contra aftosa

O Paraná começou nesta terça dia 14, em Paranavaí, o primeiro fórum “Paraná livre de febre aftosa sem vacinação”, evento promovido pelo Governo do Estado e parceiros com o objetivo de debater a suspensão da vacina contra febre aftosa no estado. O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara; e o gerente de Saúde Animal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Rafael Gonçalves Dias, participaram do encontro no Centro de Eventos Armando Trindade Fonseca.

 

Ortigara destacou que o fórum em Paranavaí marca o início de uma série de eventos para conscientização dos criadores em relação à suspensão da vacinação contra a febre aftosa. “Temos boas condições técnicas para garantir a defesa agropecuária do estado e, com a suspensão, temos a possibilidade concreta de entrar nos melhores mercados de proteínas animais", disse.

 

Segundo ele, serão promovidos mais cinco fóruns ao longo do mês de maio. O próximo acontece nesta quarta-feira (15), em Cornélio Procópio, depois em Guarapuava (21), Pato Branco (22), Cascavel (23) e Curitiba (29). Além dos produtores, participam entidades e lideranças do setor agropecuário, técnicos, estudantes e representantes do poder público.

 

Após a campanha de vacinação de maio de 2019, que atinge bovinos e búfalos de até 24 meses, o Paraná deixa de vacinar contra febre aftosa. Em setembro, o Ministério da Agricultura publica um ato normativo que mudará o status do Estado para Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, e a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) reconhecerá a condição do Paraná em 2021.

 

Para o gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, o Paraná está preparado para o diagnóstico rápido da doença, que não se manifesta desde 2005. “Estamos realizando treinamentos, analisando o trânsito de animais e garantindo fortalecimento de barreiras nas divisas do Estado. São 33 postos de fiscalização”, disse. Cargas em trânsito de animais vacinados poderão transitar pelo Paraná desde que passem por pontos de ingresso estabelecidos pela Adapar.

 

Parceiros


Os fóruns são promovidos pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Adapar, Emater, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Sistema Faep/Senar, Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), e Sistema Ocepar, além de entidades locais que colaboram com recursos físicos, como prefeituras, Sociedades Rurais de Cornélio Procópio e Pato Branco, Fiep, e Unicentro.

 

Exportações


Em março deste ano, os técnicos Marta Oliveira Freitas (Adapar) e Fábio Peixoto Mezzadri (Deral/Seab) divulgaram um estudo que mostra que o novo status pode dobrar as exportações de carne suína no Paraná, chegando a 200 mil toneladas ao ano.

 

Este cenário é previsto se o Estado conquistar apenas 2% do mercado potencial, liderado por China, Japão, México e Coreia do Sul, que pagam mais pelo produto com reconhecida qualidade sanitária, e representam 64% do comércio mundial de carne suína.

 

Além disso, as cadeias produtivas de carne bovina, de aves e leite também serão beneficiadas com o acesso a mercados que remuneram melhor. (Com Massa News)

 

 

 

 

 

Governo lança canal Paraná Turismo e inspira outros estados

A ação do Paraná de transformar a TV Rádio e Televisão Educativa (RTVE) em um canal para difundir o turismo do Estado, a TV Paraná Turismo, repercutiu nacionalmente. Durante o Fórum Nacional de Emissoras Públicas de Rádio e TV, semana passada, em Brasília (DF), outras unidades da federação demonstraram interesse em conhecer detalhes da nova linha editorial para replicar, mesmo que parcialmente, a programação.

 

A TV Paraná Turismo foi lançada nesta segunda (13), no Canal da Música, em Curitiba, sede da emissora, com a presença do governador Carlos Massa Ratinho Junior. A estreia da grade será nesta terça (14) às 20h, com o programa AgroTur, dedicado ao turismo rural.

 

É o nosso compromisso com o setor do turismo, que o Paraná sempre trabalhou de forma muito tímida.

 

O país todo terá a oportunidade de nos conhecer. O Paraná sai na frente de uma maneira inovadora. Não tenho dúvida de que será um sucesso. Se a ideia é boa, não tem problema copiarem. Só espero trazer mais turistas do que eles.

 

Ratinho Júnior destacou a Ilha do Mel, Baía de Paranaguá, Baía de Guaratuba, os alagados do Oeste, as cachoeiras gigantes de Prudentópolis, Porto Rico e as represas de Primeiro de Maio como pontos a explorar no turismo local, distantes dos grandes centros.

 

INTERESSE

 

Amazonas, Pará, Minas Gerais, Pernambuco e Rio Grande do Norte foram alguns dos estados que buscaram mais informações sobre a estratégia paranaense. “Achei tudo bem interessante.

 

Inicialmente o que houve foi uma troca de informações. No Amazonas o turismo é muito forte, e esse pode ser o caminho. Vamos preparar algumas coisas com esse objetivo”, destacou Oswaldo Lopes Filho, presidente da Fundação Televisão e Rádio Cultura do Amazonas (Funtec). vKiko Ferreira, presidente da Rede Minas, responsável pela TV pública regional, classifica a iniciativa paranaense como “ousada e inédita”. “Temos aqui uma programação plural, mas, sem dúvida, que também pensamos em ampliar o turismo em Minas Gerais. Dentro dessa lógica, a proposta do Paraná é bem ousada e inédita”.

 

O secretário da Comunicação e Cultura do Paraná, Hudson José, reforça que a mudança no perfil da emissora atende a diretriz do governador Ratinho Junior, que estabeleceu a promoção do turismo estadual como ferramenta para o desenvolvimento socioeconômico do Paraná.

 

PROGRAMAÇÃO

 

Inicialmente, a Paraná Turismo estreia com sete horas semanais de programação local. Mas a ideia, explica Ruy Façanario, diretor-presidente da RTVE, é fechar 2019 com até quatro horas na grade diária.

 

“Será uma TV pública, mas não política, acatando um pedido do governador. Carregaremos a bandeira do turismo para gerar renda e desenvolvimento nas cidades”.

 

Serão seis programas se revezando na grade: Turismo em Pauta; As Aventuras de Richard no Paraná, com o biólogo Richard Rasmussen, com passagens por SBT, Record e Band; Descubra Paraná; Bom de Pesca; AgroTur; e Identidade PR. “Queremos fazer também com que o paranaense conheça melhor o estado.

 

O turismo é a prioridade do Paraná”, ressaltou Márcio Nunes, secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo.

 

 

 

 

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