Receita Estadual do Paraná vai fechar em 19 cidades a partir de outubro

O Governo do Paraná anunciou nesta segunda dia 16, que vai fechar as agências da Receita Estadual de 20 cidades do Paraná a partir de 1º de outubro.

 

Segundo o governo, o objetivo do governo é cortar gastos com o funcionamento destas unidades. As pessoas destas cidades (veja a lista abaixo) deverão solicitar os serviços pela internet ou, caso prefiram o atendimento presencial, se descolar a cidades vizinhas.

 

De acordo com a Secretaria da Fazenda do Paraná (Sefa), as agências escolhidas para serem fechadas foram aquelas que tinham menor movimento presencial.

 

A estimativa da Sefa é que sejam economizados R$ 867 mil por ano com o fechamento das agências.

 

O governo informou que os 47 funcionários que trabalham nestas agências serão deslocados para outras unidades da Receita Estadual no Paraná.

 

Os imóveis onde as unidades funcionam serão cedidos a outros órgãos do governo estadual.

 

Veja as unidades que deixam de funcionar:

 

Arapongas
Arapoti
Araucária
Barracão
Capanema
Castro
Colombo
Guaratuba
Laranjeiras do Sul
Loanda
Medianeira
Palotina
Paranavaí
Pitanga
Rio Negro
Rolândia
São José dos Pinhais
São Mateus do Sul
Telêmaco Borba
Toledo

 

 

 

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Simepar prevê possibilidade de 'chuvas rápidas' nesta quarta-feira no Paraná

Nesta quarta dia 18, a instabilidade atmosférica aumenta, embora as temperaturas ainda se mantenham elevadas na grande maioria das regiões paranaenses.

 

Entretanto, o tempo abafado e o aumento da umidade do ar possibilitam a ocorrência de chuvas rápidas principalmente entre a "metade sul" do Paraná.


De acordo com o Simepar, em Cascavel a temperatura deve variar entre 19ºC e 29ºC. (Com CGN)

 

 

 

Mulher que denunciou desaparecimento é presa e confessa assassinato do namorado

A Polícia Civil do Paraná (PC-PR) prendeu, na noite desta segunda dia 16, a namorada de George Humberto Bini, de 44 anos, que teve o corpo incendiado em Almirante Tamandaré, região metropolitana de Curitiba. Além de S.M.S., o ex-marido dela, A.C.F., foi preso na última sexta-feira (13). Os dois são os principais suspeitos pela morte de Bini, ocorrida no dia 29 de agosto.

 

Segundo a PC, S. foi levada à delegacia pelo advogado dela, por volta das 20 horas, onde foi interrogada por mais de duas horas e meia. “Neste primeiro interrogatório, ela negou a autoria. Falou algumas coisas, mas ficaram contraditórias com o que tínhamos de informação. Hoje, pela manhã, tomamos novamente o interrogatório, então ela confessou o crime”, esclareceu o delegado Thiago Dantas, da Delegacia de Almirante Tamandaré.

 

De acordo com as investigações da PC, o crime foi premeditado. Uma terceira pessoa, que seria suspeita pela execução de Bini, está sendo investigada. “S. não participou da execução, mas teria arquitetado o crime para que a vítima ficasse na situação de vulnerabilidade. Antônio teria comprado um medicamento e ela, então, ministrado em Bini. Uma terceira pessoa entrou na casa e assassinou a vítima”, descreveu o delegado.

 

Em relação ao sobrinho de Antônio, que está preso por ser suspeito de participar do crime, Dantas informou que a prisão temporária dele será revogada. “Não conseguimos colher elementos informativos de que ele teria participado do crime. O casal não confirmou que foi ele e também não nos disse que seria a outra pessoa”, esclareceu.

 

Ainda segundo a PC, A. teria ajudado a levar o corpo às margens da Estrada do Marmeleiro e ateado fogo nele. Sandra chegou a registrar boletim de desaparecimento na mesma madrugada do crime.

 

Motivação

 

No interrogatório, S. disse que Bini era violento com ela, o que a colocou nesta situação. “Nos disseram que Bini estava ameaçando o filho deles. Segundo A., fazia ameaças com ele também. S. alegou que não tinha feito nenhum boletim de ocorrência relacionado a violência doméstica por medo, devido a Umberto ter uma arma”, explicou Dantas.

 

Aos policiais, S.ainda disse que a ideia foi do ex-marido. A. mantinha fotos com a ex-mulher nas redes sociais e se diz apaixonado por ela. “Segundo a versão deles, o ex-marido se viu nesta situação para tentar resgatar o relacionamento, uma vez que Sandra não estava feliz com Umberto”, completou o delegado.

 

As investigações vão continuar para que a terceira pessoa seja identificada. A dupla ficará presa à disposição da justiça. (Com Banda B)

 

 

 

BRDE contribui para fortalecimento do setor pecuário no Paraná

O Paraná teve participação fundamental para o bom desempenho da pecuária nacional no segundo trimestre de 2019, segundo dados consolidados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados na semana passada. O Estado liderou o ranking nacional em dois segmentos - houve a alta no abate de frango e na produção de leite.

 

Uma parte deste crescimento é resultado do apoio das instituições financeiras ao setor. O BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul) tem 60% de sua carteira vocacionada para agricultores e pecuaristas no Estado.

 

Nos últimos cinco anos foram assinados cerca de 850 contratos com pequenos produtores de aves. Somando a liberação de crédito destes contratos com o valor destinado às cooperativas que atendem as indústrias do segmento, o investimento do BRDE no Paraná foi de R$ 765 milhões apenas para este setor.

 

O otimismo das indústrias avícolas em ter confiança no aumento da exportação ajuda o cenário. Segundo o Sindiavipar (Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná), aproximadamente 34% do total produzido no primeiro semestre de 2019 foi destinado ao mercado externo.

 

Na criação de bovinos para leite, o setor tem como desafio principal aumentar a produtividade e a renda dos produtores. Neste sentido, o BRDE facilita o acesso às políticas de crédito, como forma de estimular os investimentos e qualificar os processos de produção, de gestão e sucessão das unidades produtivas.

 

O BRDE autorizou crédito no montante de R$ 180 milhões para o setor lácteo paranaense. Desde 2015 o banco assinou em torno de 650 contratos com pequenos produtores de leite, além dos projetos aprovados para a indústria do setor através de parcerias com as cooperativas.

 

"O agronegócio no Paraná vem melhorando a cada dia e é importante fomentar o setor que é um dos mais importantes para a economia do Estado. O BRDE tem parcerias com cooperativas de crédito e de produção, que podem apoiar os produtores com recursos de longo prazo e com a agilidade que a dinâmica do segmento exige", disse o diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski. (Com AEN-PR)

 

 

 

 

 

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Paraná vira o campeão nacional de apreensão de dinheiro ‘trocado’ falso

Se você já viu alguém recebendo de outra pessoa uma nota de R$ 50 ou R$ 100, muito provavelmente também viu o cidadão segurando a cédula contra a luz, analisando-a cuidadosamente. Não é para menos: no Paraná, a cada 13 minutos e meio uma nota falsa é apreendida, apontam dados do Banco Central do Brasil (BCB). O que você não deve saber, porém, é que em nosso Estado está se tornando cada vez mais comum a falsificação de ‘trocados’.

 

No primeiro semestre deste ano, por exemplo, o Estado foi o líder em apreensões de notas de R$ 10 da Segunda Família (lançadas a partir de 2010), com 3.494.O número supera — e em muito — os dados referentes à falsificação da mesma cédula durante o ano passado inteiro, quando haviam sido retidas 1.075 cédulas falsas desse valor no Estado (incremento de 225%). Além disso, também houve aumento na apreensão de notas falsas de R$ 5, que saltaram de 187 em 2018 para 255 (alta de 36,4%).

 

As notas de R$ 100, é bem verdade, ainda são responsáveis pela maioria das apreensões no estado: 8.059 (ou 41%) de um total de 19.675 notas falsas apreendidas no Paraná. Isso se explica justamente pelo valor, ou seja, uma nota maior dá mais lucro aos falsários, em teoria.

 

Entretanto, as notas de valores mais baixos acabam se tornando uma alternativa surpreendente justamente por serem mais fáceis de se utilizar, já que são poucas as pessoas que se preocupam em verificar se uma nota de R$ 5, R$ 10 ou até mesmo R$ 20 é falsa. Além disso, também há de se considerar a velocidade de circulação dessas notas de pequeno valor, que costumam trocar de mãos mais vezes.

 

Mas afinal, como saber se uma cédula é autêntica ou não? Segundo o Banco Central, o primeiro passo é sentir o papel: as notas de real da Segunda Família são impressas em papel fiduciário, que tem uma textura mais firme e áspera do que o papel comum. Além disso, verifique a Marca-d’Água, o número escondido, a Faixa Holográfica (nas notas de R$ 50 e R$ 100) e o Número que Muda de Cor (nas notas de R$ 10 e R$ 10). Já nas notas da Primeira Família, verifique a Marca-d’Água, a Imagem Latente, o Registro Coincidente e também o relevo. Todas essascaracterísticas distintivas podem ser conferidas em detalhe no site do Banco Central (www.bcb.gov.br/cedulasemoedas).

 

Outro detalhe que pode ajudar é que as notas da Segunda Família do Real têm tamanhos diferenciados. As de R$ 2, por exemplo, possuam 6,5 cm de altura e 12,1 cm de comprimento. As de R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100 possuem a mesma altura, mas um comprimento maior de acordo com o seu valor: 12,8 cm; 13,5 cm; 14,2 cm; 14,9 cm; e 15,6 cm, respectivamente.

 

Raridade, R$ 1 de papel ainda circula, e algumas foram reproduzidas

 

Embora a cédula de R$ 1 não seja mais produzida desde 2005, versões falsificadas da cédula ainda são encontradas circulando por aí. Só neste ano, por exemplo, foram quatro apreensões de notas falsas desse tipo, segundo o Banco Central.

 

Com apreensões em São Paulo (1), Santa Catarina (1) e Pernambuco (2). Curiosamente, o número de notas de R$ 1 apreendidas neste ano é ainda maior do que o registrado em todo o ano de 2018. No ano passado, foram apreendidas três dessas notas.

 

Outra raridade cujas versões falsificadas também seguem circulando são as notas de R$ 10 feitas de plástico. Só neste ano, 37 notas falsas desse tipo foram retidas, duas delas no Paraná. No ano passado foram 60, com três registros no Estado.

 

Criadas para comemorar os 500 anos do descobrimento do Brasil, as notas plásticas de R$ 10 foram lançadas em 2000 e retiradas de circulação em 2006. Hoje, podem valer mais de R$ 135, dependendo do estado de conservação.

 

Recebeu uma falsificação. E agora? O que o consumidor deve fazer

 

A primeira recomendação do Banco Central é que o cidadão não aceite notas ou moedas metálicas suspeitas de falsificação, pois trata-se de produtos de ação criminosa. Por isso, fique atento aos elementos de segurança do dinheiro e, se não identificar algum desses alementos, recuse receber a cédula ou moeda.

 

Há casos, porém, em que uma pessoa recebe dinheiro falso ao efetuar um saque diretamente em caixas eletrônicos (inclusive os 24 horas) ou ao receber o pagamento da aposentadoria ou do auxílio Bolsa Família. Caso isso aconteça, o cidadão deve procurar o banco onde efetuou o saque, o qual é obrigado a trocar o dinheiro suspeito de falsificação imediatamente.

 

Já se o cidadão recebe sem perceber dinheiro suspeito de falsificação em outras circunstâncias, como no comércio, deve procurar qualquer agência bancária e entregar a cédula ou moeda metálica. O banco anotará seus dados (nome, endereço, documento de identificação, CPF ou CNPJ no caso de ser empresa) e enviará a cédula ou moeda metálica para análise do Banco Central. Se ficar comprovado que a cédula é legítima, o cidadão será ressarcido pelo banco. Caso fique comprovado que a cédula é falsa, não haverá reembolso.

 

Até por isso, cada vez mais pessoas preferem andar com pouco ou até mesmo nenhum dinheiro, valendo-se dos cartões de débito e crédito.

 

Cédulas falsas apreendidas

 

(dados de janeiro a junho de 2019)

Brasil 290.675
São Paulo 96.018
Minas Gerais 39.706
Rio de Janeiro 28.047
Paraná 19.675
Rio Grande do Sul 18.480   (Com Bem Paraná)

 

 

 

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