O laudo sobre a causa da morte do bebê de 1 ano e sete meses em Porecatu deve ser concluído nos próximos dias. A perícia já adiantou que há indícios de que a criança não se alimentava há bastante tempo.
Vizinhos evitam comentar detalhes da história que chocou Porecatu. Ninguém desconfiava da gravidade do que acontecia dentro da casa de Michele Penteado Rodrigues. A farmacêutica, de 39 anos, está presa preventivamente no 3º Distrito Policial de Londrina, por homicídio qualificado. Ela deixou o neto, de um ano e sete meses, morrer à míngua dentro de casa. A mãe do bebê tem 17 anos e estava em Mato Grosso.
A conduta dela também é investigada. A criança não tinha sinais de maus-tratos anteriores, mas a polícia encontrou uma quantidade grande de remédios, cigarros e bebidas alcoólicas na casa. Além disso as condições de higiene eram muito ruins, incluindo comida em estado de decomposição e fraldas sujas espalhadas. O delegado tem dez dias para concluir o inquérito. (Com Tarobá News)
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"Visitar" um posto de combustível nunca foi uma tarefa tão onerosa como nos dias de hoje. É que desde o início do ano, o preço dos combustíveis cresceu até 11,2% no Paraná, segundo informações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Já se considerados os últimos 12 meses, a alta chega a até 22,52%.
Segundo os dados da ANP, que constam no Levantamento de Preços e de Margens de Comercialização de Combustíveis, divulgado semanalmente, o etanol hidratado foi o produto que mais encareceu neste ano. No começo de janeiro, o combustível era vendido a R$ 2,858 por litro, em média. Hoje, está saindo por R$ 3,178, o que aponta para uma alta de 11,2%. Em seguida aparece o gás natural veícular (GNV), cujo metro cúbico era comercializado a R$ 2,895 e hoje está sendo vendido por R$ 3,199.
No caso do óleo diesel e do óleo diesel S10 as altas foram mais modestas. O primeiro ficou 6,15% mais caro neste ano, saltando de R$ 3,219 para 3,417, enquanto o segundo encareceu 5,81%, passando de R$ 3,302 para R$ 3,494.
A gasolina, por sua vez, cresceu 5,35%, passando de R$ 4,115 o litro para R$ 4,335. Já o gás liquefeito de petróleo (GLP – botijão de 13 quilos) teve a menor variação, de 0,06%: é comercializado a R$ 69,852 hoje, e no começo do ano custava R$ 69,812.
Já se considerado o período de 12 meses — comparativo de maio de 2018 com maio de 2019 — temos que o valor dos combustíveis subiu até 22,52%, que é o caso do GNV. Vendido a R$ 2,611 no ano passado, o combustível hoje está sendo comercializado por R$ 3,199.
Petrobrás
Vinte e um reajustes na gasolina
Enquanto a crise econômica segue a todo vapor, minando cada vez mais o poder de compra da população, a Petrobras, por outro lado, segue aumentando o preço da gasolina. Segundo a Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder, só neste ano já foram decretados 21 aumentos na gasolina, totalizando alta de 35,5% — e isso em um país cuja inflação anual prevista é de 5%. Diante deste cenário, um número cada vez maior de motoristas tem optado pelo etanol na hora de abastecer o veículo. A prova disso é que enquanto as vendas de gasolina comum caíram 9,38% no país, a de etanol cresceu 33,68% entre janeiro e março deste ano. Só na Região Sul, o produto derivado do petróleo registrou queda de 4,47% nas vendas, enquanto o biocombustível teve alta de 34,41%. Os dados constam da Síntese Mensal de Comercialização de Combustíveis, divulgado pela ANP. (Com Bem Paraná)
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As baixas temperaturas deram trégua nos últimos dias, com a volta do sol, mas o paranaense deve se preparar porque vem aí o fim de semana mais gelado do ano, pelo menos até agora. É que o ar seco que afastou as instabilidades dos últimos dias e fez o tempo abrir na segunda dia 20 deve, aos poucos, dar lugar a uma frente fria que é esperada no Paraná entre quarta dia 22 e quinta dia 23.
Com esse novo sistema, segundo o Instituto Simepar, o Estado volta a ter condição de chuva e, já na sequência, as temperaturas despencam.
De acordo com o meteorologista Fernando Mendes, os valores podem ficar abaixo dos cinco graus em algumas áreas dos campos gerais, do Centro e também do Sul.
Até que o tempo vire, no entanto, as temperaturas – em especial, as máximas – sobem bastante durante o dia. No Oeste, por exemplo, os termômetros devem chegar perto dos 30 graus na quarta-feira, enquanto no sábado (25) essa mesma região deve amanhecer com apenas 8 graus.
No sábado, praticamente todo o Paraná deve amanhecer com baixas temperaturas. Se as projeções se confirmarem, apenas o litoral começa o dia com uma situação diferente: em torno de 14 graus.
Até no Oeste, que normalmente é mais quente do que o restante do Estado, o dia deve começar gelado, com cerca de 7 graus – a mesma mínima calculada para Curitiba. Francisco Beltrão e Pato Branco, por sua vez, devem chegar a 5 graus, enquanto Telêmaco Borba, nos campos gerais, Guarapuava, no centro, e União da Vitória, no Sul, podem bater apenas 4 graus logo cedo.
Lembrando que o inverno começa daqui a um mês e um dia, em 21 de junho de 2019.
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A venda de cerveja nos estádios de futebol, em dias de jogos, não está mais proibida no Paraná.
O Tribunal de Justiça do Paraná decidiu acabar com a proibição nessa segunda dia 20. A decisão foi tomada por 22 desembargadores: 18 votaram a favor e quatro contra.
A venda estava proibida desde 2018, quando o Ministério Público conseguiu uma liminar para anular o efeito de uma lei estadual de 2017, que autorizava a comercialização de cerveja nos jogos de futebol.
O próximo jogo em Curitiba será na quarta dia 22, entre Athletico e River Plate, pela Recopa Sul-Americana. O clube paranaense ainda não informou se haverá venda de cerveja nesta partida.
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A indústria da eletricidade deve passar por mudanças profundas nos próximos anos, com a expansão de fontes renováveis, como eólicas e solares, e do uso dos veículos elétricos, da produção de energia pelos próprios consumidores e da dificuldade de regularização dos reservatórios.
Ainda assim, por muito tempo, as hidrelétricas continuarão sendo a base do sistema elétrico brasileiro, o que manterá o País como um exemplo mundial do aproveitamento de fontes renováveis, segundo o diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema), Luiz Eduardo Barata.
A afirmação foi feita na noite de domingo (19), durante a abertura do 18º Eriac (Encontro Regional Ibero-americano) do Comitê Nacional Brasileiro de Produção e Transmissão de Energia Elétrica, em Foz do Iguaçu. O evento é organizado pela Itaipu Binacional e a abertura teve a participação do diretor-geral brasileiro, Joaquim Silva e Luna, e do diretor técnico José Maria Sánchez Tilleria, que representou a Diretoria-Geral paraguaia.
O seminário, o mais importante da região ibero-americana do Cigré, prossegue até quinta-feira (23). Nos cinco dias, são esperados 600 participantes e painelistas de 10 países - Brasil, Paraguai, Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, Itália, México, Portugal e República Dominicana.
Ao todo, serão apresentados cerca de 300 trabalhos técnicos em 16 Comitês de Estudo do Cigré, discutidos simultaneamente em oito salas diferentes. A ideia é promover a troca de experiências capazes de ajudar o setor a enfrentar os desafios do presente e do futuro.
"Trata-se de uma área sofisticada e cada vez mais conectada e interdependente. Estamos criando sistemas para integrar tudo e este tipo de aprendizado se dá em momentos como esse, trocando conhecimento, experiência, criando união e, sobretudo, confiança", disse o diretor-geral brasileiro, general Joaquim Silva e Luna.
MATRIZ LIMPA
Embora haja previsão de aumento de quase 5 mil Megawatts na capacidade instalada das hidrelétricas no País, até 2023, a participação destes empreendimentos no sistema elétrico brasileiro deve diminuir porcentualmente com a expansão de novas fontes, como eólica e solar, passando de 67,5% para 64%. "Apesar disso, a participação hidrelétrica será majoritária, o que dá a nossa matriz uma característica excepcional de energia limpa. A longo prazo, as hidrelétricas continuarão sendo a base do sistema", afirmou Barata.
No território brasileiro, a perspectiva do ONS é a de que o sistema elétrico se torne cada vez mais complexo, com o intercâmbio de energia entre as regiões em corrente contínua e alternada, do uso múltiplo dos recursos hídricos e da perda de capacidade de regularização dos reservatórios. Mas Itaipu está fora do radar de preocupações.
Para o presidente honorário do 18º Eriac, Jorge Nizovoy, Itaipu representou um marco mundial da engenharia de potência, que tem um "antes e depois" da criação da binacional, que completou 45 anos no último dia 17. "A água pode separar ou unir. Aqui, o que vimos foi justamente a união", disse, em analogia à bem-sucedida binacionalidade da Itaipu.
O ERIAC
O encontro, de caráter internacional, é realizado a cada dois anos na tríplice fronteira. Sua organização conta com a presença de representantes da Argentina, Brasil e Paraguai.
A programação conta com uma visita técnica à Itaipu, na quinta-feira (23), das 8h às 12h. A cerimônia de encerramento e entrega de prêmios será no mesmo dia, às 18h15. Antes, na quarta-feira (22), o Eriac terá o Fórum das Nações, evento paralelo com palestras de especialistas do setor elétrico da Ásia, América Central e do Brasil.
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Economia na hora de abastecer e menos poluição lançada no meio ambiente. Estas são as principais vantagens para quem usa o GNV (Gás Natural Veicular) no Paraná. Mesmo com as altas recentes no preço de todos os combustíveis, o GNV conta com uma competitividade de cerca de 40% em relação ao etanol e à gasolina.
"A procura pelo GNV nos postos continua crescente. No primeiro trimestre do ano, o volume de gás natural veicular comercializado no Estado cresceu 11% e a frota paranaense com GNV alcançou a marca de 37 mil veículos", destaca o gerente comercial da Compagas (Companhia Paranaense de Gás), Mauro Melara.
Com o objetivo de comprovar as vantagens, em especial a economia do GNV em relação aos combustíveis líquidos, desde o final do ano passado a Compagas conduz um projeto-piloto em conjunto com a Secretaria de Estado da Administração e da Previdência e com a Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná).
Dois veículos de cada instituição foram convertidos para o uso do GNV e os primeiros resultados já são positivos. De novembro de 2018 a março de 2019, os veículos da Sanepar com GNV chegaram a proporcionar uma redução de 62% no custo do abastecimento.
No período, também foi possível fazer uma avaliação em relação à emissão de CO2 - os veículos com GNV reduziram em 42,32% a emissão de gases de efeito estufa em comparação com os carros que utilizam gasolina. O projeto, que tem duração de 12 meses, busca consolidar o uso de um combustível mais sustentável e econômico também para as frotas públicas.
"O GNV é menos poluente e rende mais que os combustíveis líquidos, o que se reflete na redução de custos, além de contribuir para o desenvolvimento sustentável. Por isso, esse projeto é fundamental para consolidar o papel estratégico do gás natural como fonte de energia e como indutor do desenvolvimento do Estado", explica Melara.
Veículos com GNV chegam a rodar quase o dobro em comparação ao etanol - em média 13,2 quilômetros por metro cúbico, enquanto com a gasolina o carro faz 10,7 quilômetros por litro e com o etanol, 7,5 quilômetros por litro.
"Atualmente, a economia com o GNV é de cerca de 40%, porém, de acordo com os preços dos combustíveis, pode superar os 50%. Sem contar o desconto no IPVA - o custo do imposto é de 1% sobre o valor do veículo, contra os 3,5% do valor sobre os automóveis movidos a gasolina e/ou etanol", afirma Melara.
Segundo a Compagas, qualquer veículo pode ser convertido para o uso do GNV - o custo é de R$ 4 mil. Para garantir a segurança no uso do combustível, é preciso fazer a conversão em oficinas credenciadas pelo Inmetro - são 17 em todo Paraná.
Concessionária responsável pela distribuição do gás natural no Paraná, a Compagas fornece o combustível canalizado a 35 postos revendedores de GNV, localizados nas cidades de Curitiba, Campo Largo, Colombo, Paranaguá, Pinhais, Ponta Grossa e São José dos Pinhais, além de um em Londrina, que comercializa o gás fornecido pela GasLocal. (Com AEN-PR)
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