Um homicídio foi registrado no final da tarde de quarta dia 04, no interior de Salgado Filho.
De acordo com a Polícia Militar, o crime aconteceu após o filho perceber que a mãe estava sendo agredida pelo companheiro e ao defende-la, acabou tirando a faca da mão do padrasto e desferiu um golpe na região do tórax.
O padrasto, identificado como Adilson dos Santos de 33 anos ainda caminhou por alguns metros, mas caiu e morreu no local.
A Polícia Militar isolou o local para o trabalho de perícia e em seguida o corpo da vítima foi removido ao Instituto Médico Legal (IML) de Francisco Beltrão. O enteado de 21 anos não foi localizado. (Com Diário da Informação)
Professores(as) e funcionários(as) de escola em greve realizaram uma assembleia na tarde desta quarta dia 04, em frente ao Palácio Iguaçu, em Curitiba, e encerraram a paralisação, mas mantiveram o estado de greve.
A assembleia autorizou a categoria a realizar nova paralisação e mobilização caso seja anunciado mais algum ataque ainda este ano. Também aprovou orientação para que os(as) educadores(as) deixem de usar equipamentos particulares, como o celular, para lançar notas e registrar presença dos estudantes, por exemplo.
A decisão foi tomada após uma manobra acordada entre o governador Ratinho Junior e deputados(as) aliados(as) para votar alterações nas regras de aposentadoria do funcionalismo estadual sem diálogo e em regime de urgência.
A sessão plenária desta quarta foi transferida para a Ópera de Arame. O acesso ao local foi bloqueado pela Polícia Militar. Sem o acompanhamento da população, as propostas do governo, uma emenda à Constituição (PEC) e dois projetos de lei, devem ser aprovadas.
“É um golpe contra a nossa Constituição, contra a população e contra os servidores. O autoritarismo do governo e de seus aliados não tem limites e não iremos nos calar”, criticou o presidente da APP-Sindicato, Hermes Silva Leão.
De acordo com as lideranças sindicais e a bancada de oposição, a Mesa Executiva da Alep não respeitou o Regimento Interno da Casa. A norma determina um intervalo de cinco sessões entre a primeira e a segunda votação de propostas de emenda à Constituição. (Com APP).
A professora Luciane Ávila, de 42 anos, foi morta por volta das 13h30 desta quarta dia 04, depois de ser esfaqueada várias vezes.
De acordo com reportagem do Correio dos Campos, o crime ocorreu em frente a escola que Luciane trabalhava.
A escola fica na avenida Anita Garibaldi, na Vila Liane, em Ponta Grossa.
De acordo com as informações de testemunhas, o ex-marido dela não aceitou o término do casamento e cometeu o crime.
Conforme os bombeiros que atenderam a professora, foram pelo menos cinco facadas.
O filho de Luciane estava com ela no momento do crime.
Entretanto conseguiu correr para dentro da escola.
Um jovem, de 28 anos, que passava pelo local, tentou defender Luciane, e também foi esfaqueado. Ele foi levado para o hospital com ferimentos moderados.
As Polícias Civil e Militar fazem buscas para encontrar o ex-marido.(Com RSN).
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) investiga a morte de uma criança, de 3 anos, suspeita de ser vítima de espancamento. A menina foi internada no hospital Pequeno Príncipe, na madrugada de terça-feira (3), com diversos hematomas e traumatismo craniano. O pai da criança, um homem de 25 anos, foi preso em flagrante, suspeito de lesão corporal seguida de morte.
Segundo a delegada Ellen Vycter, Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes, o Nucria, o pai da criança, provavelmente, a espancou a ponto de chegar a morte encefálica. “Uma equipe do Nucria foi até o hospital e, verificando a situação, eles trouxeram todos os envolvidos até a delegacia para prestar esclarecimentos. Foi quando conseguimos entender que havia uma situação de flagrante, em que o pai da criança, provavelmente, a espancou a ponto de chegar a morte encefálica”, explicou.
A menina chegou ao hospital com hematomas no cotovelo, face, têmpora, lesão no pescoço, provavelmente por ter sido esganada, e deslocamento de retina. “A morte cerebral e o coma tenha sido, talvez, por falta de oxigenação em razão da criança ter se engasgado com uma bolacha, de acordo com que a madrasta dela nos informou. Entretanto, apenas com laudo pericial que vamos poder ter certeza do que realmente aconteceu”, disse a delegada.
O Nucria continuará investigando o caso e o pai da criança continua preso à disposição da Justiça.
Segundo internamento
Ainda de acordo com Vycter, no dia 6 de novembro, o Nucria registrou um boletim de ocorrência informando que a a menina tinha sido internada. “Na época, foi por uma questão de anemia muito forte. A madrasta informou que o pai da criança só dava bolacha e leite a ela. A médica, então, solicitou ao Conselho Tutelar que não devolvesse a criança para ao pais”, descreveu.
A delegada explicou que, na ocasião, o Conselho Tutelar, diante de suas atribuições, entendeu que a criança poderia ser entregue ao pai naquele momento. “Acreditamos que eles tenham feito todo o procedimento que o Conselho Tutelar de rotina faz”.
Ainda nesta situação, quem registrou a ocorrência foi a Polícia Militar, que foi até a casa após ter recebido informações de barulho no local. “Na casa, conversaram com 3 crianças – a vítima e outras duas, que são filhos apenas da madrasta. Verificado, não havia sinais de lesão, mas as crianças disseram que os pais batiam nelas com fios de luz, barras de ferro, vara. Entretanto, como não foi constatado nenhum tipo de lesão, ninguém foi encaminhado à delegacia”, descreveu.
Em relação as duas crianças, ficará a cargo do Conselho Tutelar verificar o caso e decidir se elas continuarão sob os cuidados dos pais.
Os pais
Ao Nucria, o pai da criança não soube explicar e disse acreditar que a filha tenha caído da escada. “O que não é compatível com todos os ferimentos que a criança tem. Ele disse também que não via os hematomas, é muito complicado você achar que o pai não viu os hematomas naquela criança. Além disso, não demostrava nenhum tipo de sentimento. Quando disse que a filha dele havia sido decretada a morte encefálica, ele colocou a mão no rosto, mas não saiu uma lágrima”, relatou a delegada.
A mãe da criança, pelo que foi investigado pelo Nucria, abandonou ela quando tinha um ano de idade. (Com Banda B)
Um homem que dirigia uma caminhonete Chevrolet S10 morreu na manhã desta quarta dia 04, na BR-277 em Céu Azul.
A caminhonete, que seguia no sentido Cascavel, invadiu a faixa contrária e bateu de frente contra uma carreta que transportava bobinas e transitava no sentido Foz do Iguaçu.
O acidente foi registrado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) por volta de 10h45, na altura do quilômetro 634 da rodovia.
O caminhoneiro saiu ileso do acidente.
O trânsito está fluindo em meia pista, no sistema pare-e-siga.(Com PRF).
O nome da vítima fatal ainda não foi divulgado.
Atualização:
A vítima fatal foi identificada como Cleverson Maicon Dias de 39 anos, trabalhava com gerente do Banco Bradesco em Medianeira.
O prazo foi estendido para o dia 20 de dezembro. Quem não atualizar o cadastro estará sujeito a multa e pode ter a Guia de Trânsito Animal bloqueada.
A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) prorrogou na sexta-feira (29) a atualização do cadastro de animais para até o dia 20 de dezembro (portaria nº 366). Os pecuaristas que não cumprirem o novo prazo estarão sujeitos a multa e podem ter a Guia de Trânsito Animal (GTA) bloqueada.
A atualização é obrigatória (Decreto Estadual 12.029/2014) para os produtores rurais que detêm sob sua responsabilidade animais de interesse econômico de qualquer espécie, como bovinos, bufalinos, cabras, ovelhas, suínos, cavalos, jumentos, mulas, galinhas, peixes e abelhas.
A campanha começou em 1º de novembro e encerraria neste sábado (30). “Nós decidimos estender o período de campanha para garantir o cumprimento da meta de 243,1 mil produtores cadastrados, o que deve fortalecer a transparência e controle do trânsito de animais no Paraná”, diz o gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias.
Para fazer a atualização cadastral, basta acessar o site www.produtor.adapar.pr.gov.br/comprovacaorebanho ou comparecer às unidades locais da Adapar, escritórios de atendimento do município ou sindicatos rurais. Dúvidas podem ser esclarecidas por meio do link “Fale Conosco” no site www.adapar.pr.gov.br/modules/contato ou na unidade mais próxima.
Esse banco de dados auxilia na rastreabilidade e sanidade do rebanho, prevenindo diversas doenças. “Precisamos ter em vista a qualidade e a excelência exigidas pelo mercado”, afirma Dias.
FIM DA VACINAÇÃO – O Paraná não vacina mais animais contra febre aftosa. A instrução normativa que proíbe o uso e a comercialização da vacina foi assinada em outubro pelo Ministério da Agricultura.
A campanha de vacinação foi substituída pela de atualização do quantitativo do rebanho nos meses de maio e novembro. “A atualização pode ser feita pelos produtores em qualquer período do ano, mas será sempre obrigatória uma vez por semestre”, diz o gerente de Saúde Animal da Adapar.

























