Paraná bate recorde de doação de órgãos; foram 66 em novembro

Dados da Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa), por meio do Sistema Estadual de Transplantes (SET/PR), registraram a marca histórica de 66 doações efetivas somente no mês de novembro, quebrando o recorde anterior de abril de 2018, com 61 doações/mês. Ainda que variável, a média mensal este ano foi de 39 doações.

 

No ano de 2010 o Paraná tinha 6,8 doadores pmp, e saltou deste número para seu recorde em 2018, com 47,7 pmp, liderando o ranking de doações no país, tornando-se o Estado que mais cresceu em doações no Brasil nos últimos oito anos. Neste período foram 2.156 doadores efetivos, sendo 4.619 órgãos e 7.405 córneas, somando 13.560 transplantes no Estado de 2010 a 2018. A média nacional de doações de órgãos é 17,7 por milhão de população (pmp). (Com Bem Paraná)

 

 

 

 

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Supremo acaba com aposentadoria especial de ex-governadores do Paraná

O Supremo Tribunal Federal (STF) acatou hoje Ação Direta de Inconstitucionalidade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra dispositivo da Constituição Estadual paranaense que previa o pagamento de aposentadoria especial a ex-governadores e de pensões às viúvas. A relatora do caso, ministra Rosa Weber, rejeitou pedido da Assembleia Legislativa para que o processo fosse extinto sob a alegação de que ele teria perdido objeto depois que os deputados aprovaram, em maio deste ano, Proposta de Emenda Constitucional (PEC) extinguindo o benefício para os futuros ex-governadores.

 

A ministra acatou os argumentos da OAB segundo os quais o pedido da Assembleia não teria fundamento, já que os parlamentares mantiveram o pagamento da aposentadoria especial para ex-governadores e viúvas que já recebem o benefício.

 

Atualmente, os ex-governadores Beto Richa, Orlando Pessuti, Jaime Lerner, Mário Pereira, Roberto Requião, João Elízio de Ferraz Campos, Emilio Hoffman Gomes e Paulo Pimentel; e três viúvas, Arlete Richa, Madalena Mansur e Rosi Gomes da Silva, recebem a aposentadoria vitalícia.

 

A pensão paga a cada um deles, conforme a legislação, é no mesmo valor do salário de um desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ/PR), que hoje é de R$ 30 mil mensais. O pagamento desses benefícios custava cerca de R$ 3,6 milhões ao ano para os cofres públicos do Estado. (Com Bem Paraná)

 

 

 

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Curitiba concentra 60% dos casos de sarampo do Paraná

Em balanço divulgado nesta quinta dia 05, Curitiba totaliza 339 casos confirmados de sarampo no município em 2019 — 33 deles são novos. A faixa etária em que há maior número de registros confirmados é entre 20 e 29 anos, o que corresponde a 54,3% do total. A idade mediana é 22 anos.

 

A Capital concentra mais de 60% dos casos registrados no Paraná no período. São 538 pessoas que estão ou contraíram a doença no Estado. O boletim desta semana registra 59 novas confirmações, um aumento de 12% em relação ao balanço anterior. Pela primeira vez, há confirmações em Quitandinha, Rio Negro, São Mateus do Sul e Marechal Cândido Rondon.

 

A concentração de casos em Curitiba e região tem uma explicação: a maior densidade populacional de Curitiba e pela grande ligação comercial que a capital paranaense tem com a capital paulista, favorecendo o trânsito de pessoas entre os dois municípios.

 

A maior concentração de casos no país é no estado de São Paulo, com 12.727 casos confirmados de sarampo até quarta-feira da semana passada. A capital paulista é a cidade com a maior concentração de casos daquele estado: quase 60%.

 

Foi pelos viajantes que o vírus foi “trazido” para a capital paranaense e, consequentemente, a transmissão do vírus passou a ocorrer mais entre as pessoas deste município, explica a Secretaria Municipal de Saúde, em matéria na Agência de Notícias da Prefeitura.

 

Além dos confirmados, a Secretaria Municipal da Saúde investiga, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), outros 493 casos suspeitos da doença no município – a maior parte só pode ser confirmada após a realização de exame de sangue, coletado sete dias após o surgimento das manchas vermelhas na pele. (Com Bem Paraná)

 

 

 

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Polícia Militar prende 30 pessoas durante a Operação Litoral Seguro

Trinta pessoas foram presas durante a Operação Litoral Seguro deflagrada pela Polícia Militar, na manhã de quinta dia 05, em Matinhos, Pontal do Paraná, Paranaguá, Colombo e Araucária, para desarticular três quadrilhas envolvidas em tráfico de drogas e homicídios no Litoral do estado. A ação faz parte da Operação Verão 2019/2020.

 

De acordo com a PM, a investigação durou quase um ano e contou com o apoio do Ministério Público de Pontal do Paraná. "Fizemos essa ação para que a gente possa minimizar ao máximo os efeitos da criminalidade ao cidadão de bem. Sabemos que o tráfico de drogas alimenta outros crimes como furtos, roubos e até mesmo os mais graves, como explosão de caixas eletrônicos", explicou o subcomandante do 6º CRPM (Comando Regional de Polícia Militar), coronel Sérgio Augusto Ramos.

 

No decorrer das investigações, a PM apurou que o centro de atuação dos grupos criminosos era em Pontal do Paraná, nos balneários de Praia de Leste, Primavera, Shangri-lá e Pontal do Sul. Dali, os suspeitos mantinham integrantes em Araucária e Colombo, na região metropolitana de Curitiba. Nesse período, quatro pessoas foram presas e um fuzil de calibre 7,62 e 50 munições do mesmo calibre apreendidos.

 

Durante a operação, foram cumpridos 20 mandados de prisão, além de 10 prisões em flagrante. Ainda foram apreendidos 700 gramas de maconha, de 200 gramas de crack e 18 munições de vários calibres. Os integrantes destas quadrilhas responderão por crimes com tráfico de drogas, posse e porte ilegal de arma, receptação, falsidade ideológica, dentre outros.

 

 

 

Por Assessoria

 

 

 

Para preservar testemunhas, MP-PR é contra liberdade de Edison Brittes

Com objetivo de preservar as testemunhas do caso Daniel Corrêa Freitas, o MP-PR (Ministério Público do Paraná) se posicionou contra a liberdade de Edison Brittes Junior. No posicionamento, protocolado na quinta-feira (5), o promotor Marco Aurélio Oliveira São Leão diz que é necessário garantir que as testemunhas continuem colaborando com a Justiça.

 

Na segunda-feira (2), a defesa afirmou que o momento é "oportuno" para a conversão da prisão de Edison, réu confesso pela morte do jogador. Ele responde por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de adolescente e coação de testemunhas.

 

É justamente com relação às coações no curso do processo que o MP-PR se posiciona. "Recorde-se que a vulnerabilidade das testemunhas e ora vítimas, facilmente identificáveis e localizáveis pelo requerente é acentuada, devendo ser assegurada as condições necessárias para que aquelas possam novamente colaborar com a Justiça ao comparecerem no Tribunal do Júri para declinarem a versão real dos fatos", alega o promotor São Leão.

 

Para o advogado Claudio Dalledone, porém, Brittes já preenche os requisitos para responder ao processo em liberdade. "Pode ser o monitoramento eletrônico dele, pode ser a restrição total de saída de casa, uma vez que o processo está maduro para isso. Ele preenche requisitos objetivos e subjetivos para responder em liberdade e enxergamos que esse é o momento", explicou.

 

Caso o pedido seja negado pela juíza Luciani Regina Martins de Paula, Dalledone promete recorrer ao TJ-PR (Tribunal de Justiça do Paraná) para que Brittes ganhe o direito de responder ao processo em liberdade, assim como os demais réus do caso.

 

DENÚNCIA

 

Segundo a denúncia do MP-PR, Daniel participava das comemorações de aniversário da filha de Edison, Allana Brittes, que havia completado 18 anos. Após passar a noite em uma casa noturna do Bairro Batel, em Curitiba, Daniel foi convidado para um "after"na casa da família Brittes, onde o crime aconteceu.

 

Edison Brittes confessa a morte de Daniel e afirma que tomou a medida extrema após encontrar Daniel na cama com Cristiana. O jogador então foi brutalmente espancado e levado no porta-malas de um Veloster até a Colônia Mergulhão, onde foi morto com um corte no pescoço e o pênis decepado.

 

Edison, Cristiana Brittes e Allana foram apontados como principais responsáveis pelo crime, com David William Vollero Silva, Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, Ygor King e Evellyn Perusso sendo posteriormente indiciados e denunciados por envolvimento na morte. Atualmente, o processo aguarda a decisão de pronúncia, que pode levar os sete réus a júri popular, mas por diferentes crimes. (Com Banda B)

 

 

 

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