Morreu na manhã deste domingo dia 12, a menina Antonella Nardino Nobrega, de cinco anos, vítima de uma queda de portão em Araucária, na região metropolitana de Curitiba.
Antonella ficou internada por nove dias no Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo, mas não resistiu.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a queda aconteceu na Rua Orlete do Roccio Matzger Dobjanski, no bairro Costeira, no último dia 3 de janeiro. Ela sofreu um traumatismo craniano grave e foi levada ao pronto-socorro de helicóptero.
Nas redes sociais, amigos e familiares prestam homenagens à vítima.
O velório da pequena acontece ao longo desta segunda-feira, na Capela Municipal de Araucária. (Com Banda B)
Na manhã de sábado dia 11, compareceram no Destacamento de Polícia Militar de Capitão Leônidas Marques, duas mulheres relatando que uma terceira mulher, durante o velório de um homem de 83 anos, parente das envolvidas começou a ameaçá-las desde a noite anterior (10) dizendo que iria "moer a pau" e matá-las.
Segundo relatos, na madrugada de sábado a mulher chegou a tirar o morto do caixão, balançando o corpo com violência.
Perto das 8 horas as envolvidas, foram novamente ameaçadas, e procuraram a delegacia de polícia, a equipe policial foi ao velório, onde encontrou a acusada dormindo.
Os policiais encaminharam a envolvida ao destacamento de polícia para a confecção do Boletim de Ocorrência.
Durante todo o procedimento a mulher fez diversas ameaças contra as envolvidas, dizendo que iria bater, matar e quebrar os ossos delas. Foi necessário o uso de algemas na mulher, pois a mesma estava muito agressiva.
A mulher chegou a acusar as vítimas que o idoso faleceu em razão de maus tratos.
Diante dos fatos a equipe policial deu voz de prisão a mulher pelo crime de ameaça, impedir ou perturbar enterro ou cerimônia funerária e calúnia. A mulher e as vítimas foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil para os demais procedimentos cabíveis. (Com FM Interativa)
A extração de palmito é uma das principais ações do Batalhão de Polícia Ambiental Força-Verde (BPAmb-FV) durante o Verão Maior 2019/2020. A presença constante das equipes policiais nas áreas de mata para evitar a coleta e posterior comercialização foram intensificadas e estão dando resultado. Na madrugada de sábado dia, os policiais militares descobriram um rancho improvisado em meio ao matagal e apreenderam 20 unidades de palmito in natura em uma região de mata fechada de Morretes (PR). Um homem de 60 anos foi preso ao ser flagrado no local.
A apreensão ocorreu por conta de uma ação anterior feita pelo batalhão que resultou na apreensão de 43 vidros de conserva de palmito. Nesta ocorrência, os policiais militares viram um homem com um carregado com as conservas e tentaram fazer a abordagem, mas o suspeito abandonou o veículo e fugiu a pé. Com as informações do fugitivo, as equipes policiais buscaram mais detalhes sobre a extração ilegal da planta, com o intuito de encontrar o local onde o palmito era preparado.
Os policiais militares fizeram uma incursão pela mata e, após caminharem por cerca de uma hora, chegaram até a localidade de Mundo Novo de Anhaia, acabaram encontrando um barraco de lona e madeira, com vários materiais e palmitos-juçara recém-retirados do matagal, totalizando 20 unidades. Não havia nenhuma pessoa nas imediações, então a equipe permaneceu no local para fazer uma abordagem.
A equipe de Polícia Ambiental permaneceu por cerca de três horas na mata, até que um homem chegou ao rancho, sendo logo em seguida abordado. Os policiais militares verificaram que ele era o suspeito que fugiu da abordagem e abandonou o carro com 43 conservas de palmito no dia anterior. De acordo com a PM, o homem teria confessado que fazia a extração da planta para vender e ajudar no sustento da família.
Diante da situação, os policiais militares encaminharam todo o material e o detido até o Posto de Polícia Ambiental de Cacatu para a lavratura do Termo Circunstanciado. Também foi lavrado um auto de infração ambiental com uma multa de R$ 6 mil. O homem foi liberado logo depois e os palmitos foram doados à Associação de Recuperação de Dependência Química e Alcoolismo Vale do Sol. (Com PM)
Diante dos fatos a equipe policial deu voz de prisão a mulher pelo crime de ameaça, impedir ou perturbar enterro ou cerimonia funerária e calúnia.
A Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) alerta para o risco de aumento de casos de leptospirose em áreas litorâneas, urbanas e rurais devido ao período intenso de chuvas nesta temporada.
A doença é causada pela bactéria leptospira, presente na urina principalmente de ratos, que com as chuvas, se misturam à água de valetas, lama, lagoas, cavas e até mesmo nos locais com formação de enchentes.
Uma média dos últimos cinco anos aponta que 49% dos casos confirmados de leptospirose ocorreram no primeiro trimestre, onde existe o aumento da ocorrência das chuvas.
"De 2015 a 2019 foram confirmados 1.866 casos de leptospirose no Paraná. A Sesa realiza constantemente capacitações e reuniões com as Regionais de Saúde levando informações e orientações aos profissionais da área para que a população possa receber o melhor atendimento possível", afirmou a enfermeira da DVVZI (Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações), Tatiane Brites Dombroski.
CONTAMINAÇÃO
A infecção humana resulta da exposição direta ou indireta à urina de animais infectados (roedores, caninos, suínos, bovinos, equinos, ovinos, caprinos e eventualmente mamíferos silvestres). A penetração da bactéria ocorre através da pele com pequenos ferimentos ou lesões, da pele íntegra imersa por longos períodos em água contaminada ou através das mucosas.
A leptospirose pode ser adquirida tanto em áreas urbanas como nas áreas rurais, principalmente nas atividades relacionadas ao manejo e alimentação de animais de produção e na limpeza dos locais com maquinários e armazenamento de grãos/ração/silagem.
DIAGNÓSTICO
Após a infecção, o período de incubação da doença é em média de 7 a 14 dias após o contato com a água contaminada. A doença só poderá ser confirmada com a realização de exames laboratoriais (realizados pelo Laboratório Central do Estado), uma semana após o início dos sintomas. Embora 90% dos casos tenham evolução benigna, a doença pode levar a morte se não for tratada de modo correto e precocemente.
SINTOMAS
Os primeiros sintomas da doença são: febre alta, mal-estar, dores de cabeça constantes e intensas, dores pelo corpo, principalmente na panturrilha, cansaço e calafrios. Dores abdominais, náuseas, vômitos, diarreia e desidratação também são sintomas frequentes.
CONTROLE DE ROEDORES
Orientações técnicas sobre controle de roedores pode ser obtidas nas Vigilâncias Sanitárias Municipais de todo o Estado ou nas Unidades de Vigilância de Zoonoses (Araucária, Curitiba, Pinhais, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu e Maringá).
ATENÇÃO
A população deve ficar alerta e não utilizar como medida de controle dos roedores, produtos químicos (raticidas, agrotóxicos e outros) sem a devida orientação técnica de profissional habilitado. Este procedimento pode acarretar em envenenamento de crianças e de animais domésticos e não alcançar o objetivo inicial de eliminar os roedores.
Cuidados importantes antes e depois de enchentes:
- Não jogar lixo ou objetos nos rios e bueiros. Isso represa as águas e com a chuva podem causar enchentes;
- Guardar os alimentos em lugares secos e dentro de recipientes fechados;
- Solicitar água da Sanepar ou Prefeitura no caso de falta de água;
- Não usar água de poço ou reservatório inundado, antes da desinfecção;
- Lavar e desinfetar utensílios e a caixa de água;
- Filtrar e ferver por 15 minutos a água para consumo ou usar hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária), na seguinte medida: duas gotas para cada litro de água e esperar no mínimo 15 minutos antes de consumir (seguir orientações da Vigilância Sanitária);
- Não brincar ou nadar em lagos, cavas e córregos nem nas águas de enchente;
Depois de enchentes:
- Evitar contato com água e lama, usando sempre botas e luvas de borracha, ou sacos plásticos amarrados nos pés e nos braços;
- Inutilizar alimentos naturais ou preparados assim como medicamentos que entraram em contato com a água da enchente;
- Manter os quintais, terrenos baldios públicos ou privados, sempre limpos, evitando acumular entulhos que favoreçam o esconderijo de ratos.(Com Secretaria de Saúde do Paraná).


























