Foi frustrada na noite dessa quinta (2), a primeira tentativa de fuga na cadeia pública de Guarapuava.
De acordo com a PM, uma equipe do Choque foi até a carceragem que fica anexa a 14ª SDP. Conforme informações da Polícia Militar, os presos estavam agitados e batiam nas paredes da carceragem.
No local, a PM foi informada pelo agente da carceragem que presas simularam a necessidade de atendimento médico.
Além disso, de acordo com o relato do agente, no momento em que abriu a porta da galeria da ala feminina para prestar atendimento, as presas tentaram rendê-lo, utilizando um ‘estoque’ – uma espécie de faca artesanal.
O agente sofreu um ferimento no pescoço, mas conseguiu sair da galeria com a ajuda de policiais civis.
A equipe Choque da PM entrou na galeria e auxiliou os agentes no fechamento das portas. Na área externa foi utilizado adentrou a galeria e auxiliou os agentes a realizar o fechamento das portas.
Na área externa foi usado spray de pimenta para conter os presos que estavam tentando derrubar uma das paredes da galeria.
A carceragem que deveria servir apenas como casa de custódia para presos provisórios está superlotada. (Com RSN).
O Paraná vendeu, em 2019, um veículo novo a cada três minutos, em média.
De acordo com dados divulgados ontem pela Fenabrave, a associação das concessionárias, foram emplacados 180.978 carros, comerciais leves, caminhões e ônibus em todo o estado. Como comparação, em 2018 haviam sido comercializados 170.147 veículos novos no estado, o que aponta uma alta de 6,3% no ano que se encerrou.
O resultado paranaense segue uma tendência verificada a nível nacional, com a venda de veículos novos em todo o Brasil tendo crescido 8,65% no ano passado, saltando de 2,78 milhões de emplacamentos para 2,56 milhões. É o melhor resultado para o setor desde 2014, quando foram vendidos 3,49 milhões de veículos no país, mas os números ainda estão distantes de 2012, ano em que a indústria automotiva bateu recorde de vendas, com 3,8 milhões de emplacamentos. Também coincide com o início do período pré-crise econômica no País, que se agravou a partir de 2015/2016.
Contado à parte, o segmento de motos teve alta de 13,36% no Paraná, saltando de 43.036 vendas em 2018 para 49.815 em 2019. No Brasil, essa alta foi de 14,6%, com 1.077.553 motocicletas emplacadas por toda a cidade até 6 de janeiro com suas luzes. (Com Bem Paraná)
Após a passagem das festas de final de ano, o tráfego na rodovia BR-277, no trecho de concessão da Ecocataratas – entre Guarapuava e Foz do Iguaçu tem estimativa de aumento na movimentação de veículos.
O dia com previsão de maior fluxo é o domingo (05/01), data em que deve ser registrado um aumento de 75,1% no número de veículos trafegando pela rodovia.
Entre os dias 27 de dezembro e 05 de janeiro, a previsão é que 583 mil veículos circulem na rodovia.
Os volumes de tráfego estimados são comparados com dias normais, ou seja, sem feriado.
Para atender a grande demanda de usuários durante os feriados, a Ecocataratas conta com os serviços de guincho leve e pesado, ambulâncias, inspeção de tráfego, monitoramento por câmeras, além de seis bases operacionais (SAUs) com água, banheiros e fraldários.
Durante o período de festas de final de ano de 20/12 a 01/01/2020, foram registradas 554 ocorrências e 1050 solicitações de informações num total de 1604 atendimentos aos usuários. “Por meio do número 0800 450 277, o usuário pode entrar em contato conosco gratuitamente para solicitar atendimento de emergência ou informações.
Os colaboradores da Ecocataratas estão disponíveis a auxiliarem os motoristas durante a viagem”, destaca o gerente de atendimento ao usuário Marcelo Belão. Em decorrência das comemorações de fim de ano e do aumento no tráfego de veículos, os trabalhos com interferência nas pistas ficarão paralisadas entre os dias 21 de dezembro e 05 de janeiro.(Com Ecocataratas).
Um homem frio que não demonstra nenhum arrependimento. Assim a delegada Sandra Nepomuceno descreve José dos Santos Capato, de 65 anos, que confessou ter jogado combustível e ateado fogo na namorada Francisca dos Santos, de 66 anos, que morreu logo depois no hospital. Capato foi preso na casa de um sobrinho no dia seguinte ao crime, ocorrido em Matinhos, no litoral do Paraná, na madrugada de terça dia 31.
“Foi um crime bastante cruel. Ele é um homem frio, sem nenhum arrependimento. Ele só repete o tempo todo que ouviu falar que ela tinha um amante, como se isso justificasse o absurdo que fez”, contou a delegada sobre o caso de feminicídio.
Segundo a polícia, o suspeito foia té a casa de Francisca já com combustível que tinha em casa para colocar no cortador de grama, seu instrumento de trabalho. “Provavelmente, ela estava descansando no sofá quando ele chegou e já atirou o combustível sobre ela e imediatamente ateou fogo. Pela cena do crime, a vítima não teve chace de reação”, completou a delegada Nepomuceno.
Francisca foi socorrida por vizinhos e levada ao Hospital em Paranaguá. Ela teve 80% do corpo queimado e morreu nesta quarta-feira (1º). A vítima era camareira do Sesc, mas estava afastada tratando de uma lesão.
Segundo a delegada, o casal estava junto há quatro ou cinco meses e não havia registro de Boletim de Ocorrência por agressão. “Os filhos do suspeito ficaram surpresos com a atitude do pai. Eles foram ouvidos, assim como outras testemunhas e a prisão preventiva já foi decretada”, disse a delegada.
Não foi a primeira vez
A delegada Sâmia Cristina Coser, da Delegacia da Mulher do Paraná, também falou sobre o caso e disse que Capato já havia ficado preso anos atrás durante oito dias, também por agressão a uma companheira.
“Ele já tinha histórico de agressão contra uma ex-mulher, hoje falecida por causas naturais. Ele ficou preso por oito dias por esta agressão e vale questionarmos se não foi oferecido nenhum tratamento para este homem, que saiu de um relacionamento abusivo e continuou com as mesmas práticas”, afirmou a delegada Sâmia.
“Se a mulher perceber que o relacionamento é abusivo se afaste já no começo porque a tendência é só piorar. Ele já tinha ciúmes, já demonstrava raiva em discussões e também que sentia dono dela, como um objeto que pertencesse a ele. Quando imaginou que ela estivesse com outro, achou que teria direito de matá-la”, completou.
Trabalho integrado
De acordo com o delegado coordenador da Operação Verão, Gil Rocha Tesserolli, o trabalho integrado ajudou a solucionar este crime rapidamente.
“O trabalho conjunto aqui no litoral da Polícia Militar, que fez a prisão, da Polícia Civil, que instaurou o inquérito, e do Judiciário, que decretou a prisão preventiva, fez com que um crime cometido no dia 31 já tivesse a prisão no dia 1º. Tudo rápido e eficaz”, afirmou.
Segundo o Major Romão, da Polícia Militar do Paraná, o suspeito não resistiu á prisão. “Ele não ofereceu resistência, mas tentou negar o crime no primeiro momento. Porém, diante das evidências, acabou assumindo”, disse o major.
A casa de madeira, onde estava Francisca, foi completamente destruída. O incêndio foi controlado por vizinhos.
O responsável pelo ataque está preso e deve responder por feminicídio. (Com Banda B)








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